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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Classificação Fiscal na Importação: NCM e HS Code não são sinônimos. A diferença entre lucro e prejuízo pode estar em dois dígitos.





 Classificação Fiscal na Importação: NCM e HS Code não são sinônimos. A diferença entre lucro e prejuízo pode estar em dois dígitos.


No comércio exterior, a classificação fiscal não é um campo burocrático da DI ou da DUIMP.


Ela é o elemento técnico que define a estrutura tributária, o tratamento administrativo e o risco regulatório da operação.


O HS Code, administrado pela Organização Mundial das Alfândegas, é composto por 6 dígitos e padroniza mercadorias internacionalmente com base nas Regras Gerais de Interpretação (RGI) e nas Notas de Seção e Capítulo.


Já o NCM (8 dígitos), adotado no âmbito do Mercosul e aplicado no Brasil pela Receita Federal do Brasil, é o código que efetivamente determina:


• Alíquota do Imposto de Importação (TEC)

• Incidência de IPI

• PIS-Importação e COFINS-Importação

• Base de cálculo do ICMS

• Necessidade de Licença de Importação

• Anuência de órgãos como ANVISA, MAPA, INMETRO ou ANATEL

• Aplicação de regimes como Ex-Tarifário ou Drawback


O HS informado pelo fornecedor é apenas referência internacional.

A responsabilidade legal pela correta classificação no Brasil é do importador.


Um erro técnico de NCM pode gerar:


• Multa de 1% sobre o valor aduaneiro (erro de classificação)

• Exigência retroativa de tributos

• Juros e multa de mora

• Retenção da carga

• Questionamento em procedimento fiscal


Empresas iniciantes costumam fechar a compra com base no preço FOB.

Empresas estruturadas validam o NCM antes de confirmar o pedido.


Na Rimera, a análise técnica de classificação envolve:


✔ Estudo da ficha técnica do produto

✔ Aplicação das RGI

✔ Verificação de Notas Explicativas

✔ Consulta ao tratamento administrativo no SISCOMEX

✔ Simulação completa do custo nacionalizado


Importar sem validar o NCM é assumir risco tributário sem mensurar impacto financeiro.


Se você quer começar a importar ou estruturar sua exportação com segurança técnica, o primeiro passo não é cotar frete.


É classificar corretamente.


Solicite uma análise técnica e simulação completa antes de fechar sua operação internacional.



Fontes Oficiais:


Organização Mundial das Alfândegas – Sistema Harmonizado


https://www.wcoomd.org/en/topics/nomenclature/overview/what-is-the-harmonized-system.aspx



Receita Federal do Brasil – Classificação Fiscal de Mercadorias


https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/classificacao-fiscal



Mercosul – Tarifa Externa Comum e NCM


https://www.mercosur.int/pt-br/temas/tarifa-externa-comum/


#ComercioExterior

#ClassificacaoFiscal

#Importacao

#NCM

#DespachoAduaneiro


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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Como Encontrar Importadores para Exportação Brasileira sem Comprometer Margem e Prazo. Prospecção internacional sem simulação logística é risco comercial disfarçado de oportunidade.

 



Como Encontrar Importadores para Exportação Brasileira sem Comprometer Margem e Prazo. Prospecção internacional sem simulação logística é risco comercial disfarçado de oportunidade.


Quem busca como encontrar importadores para exportação brasileira geralmente começa por plataformas B2B como a Alibaba.


Mas a estratégia profissional vai muito além.

Exportadores brasileiros que desejam ampliar mercado externo também devem utilizar:


• Global Sources

• TradeKey

• EC21

• Go4WorldBusiness

• Kompass

• Europages

• ConnectAmericas


Essas plataformas aumentam visibilidade global, mas não garantem competitividade se o exportador não estruturar o projeto logístico antes da proposta comercial.

Na prática, os principais erros que comprometem a exportação brasileira são:


• Formação de preço sem projeção de frete internacional

• Incoterm definido sem análise de responsabilidade logística

• Prazo prometido sem validação de trânsito real

• Envio de amostra com classificação fiscal inadequada

• Ausência de planejamento para embarques recorrentes


Além das plataformas digitais, exportadores que querem encontrar importadores qualificados devem participar de feiras internacionais estratégicas, como:


• Canton Fair

• Anuga

• SIAL Paris

• ExpoAgro

• Expo Prado

• Hannover Messe


Feiras e rodadas organizadas pela ApexBrasil também permitem reuniões previamente agendadas com importadores validados, reduzindo risco comercial.


Para exportação brasileira ao Cone Sul (Argentina e Uruguai), o modal rodoviário consolidado pode ser altamente competitivo — desde que o custo por kg ou m³ seja projetado tecnicamente antes da negociação.


Exportação profissional exige:


✔️ Simulação logística antes da proposta

✔️ Definição estratégica de Incoterm (EXW, FOB, CPT ou DAP)

✔️ Análise de viabilidade econômica

✔️ Planejamento documental correto

✔️ Estruturação de escala recorrente


Na Rimera Multimodal, atuamos na fase estratégica da exportação brasileira, oferecendo:


• Simulação técnica de frete internacional

• Estudo comparativo de Incoterms

• Projeção de prazo porta-a-porta

• Estruturação logística para negociação com importadores


Competitividade internacional não se constrói apenas encontrando importadores.

Se constrói protegendo margem e garantindo previsibilidade operacional.


Quer encontrar importadores e estruturar sua exportação brasileira com segurança técnica e vantagem competitiva?


Solicite uma simulação estratégica com a Rimera antes de fechar o próximo contrato internacional.


#pesquisa

#Exportação

#ComércioExterior

#LogísticaInternacional

#exportador


Fontes técnicas:

ApexBrasil – https://www.apexbrasil.com.br

International Trade Centre (ITC) – https://www.intracen.org

MDIC – https://www.gov.br/mdic

World Trade Organization (WTO) – https://www.wto.org

CNI – https://www.portaldaindustria.com.br/cni/


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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

DUIMP: a nova Declaração de Importação que exige planejamento técnico. A DI está sendo descontinuada. Importar sem preparo agora gera risco operacional.

 



DUIMP: a nova Declaração de Importação que exige planejamento técnico. A DI está sendo descontinuada. Importar sem preparo agora gera risco operacional.


A DUIMP (Declaração Única de Importação) é o novo modelo de Declaração de Importação implementado pela Receita Federal do Brasil, dentro do Portal Único de Comércio Exterior, e substituirá de forma definitiva a DI tradicional.


Diferente do modelo anterior, a DUIMP exige:


• análise antecipada da operação

• cadastro prévio do produto no Catálogo

• classificação fiscal correta (NCM)

• vinculação do produto ao fornecedor


Na prática, isso significa que improvisar na importação deixou de ser uma opção.


Operações sem planejamento técnico estão mais expostas a exigências fiscais, atrasos no desembaraço e aumento de custos.


Quem entende a DUIMP planeja antes do embarque.


Quem ignora essa mudança, assume o risco da paralisação da operação.


 Vai importar ou continuar importando com segurança?


Converse com quem atua tecnicamente desde o planejamento até a liberação da carga.


Fonte: Receita Federal do Brasil – Portal Único de Comércio Exterior

Link: https://www.gov.br/siscomex/pt-br/servicos/duimp


#DUIMP

#DespachoAduaneiro

#Importacao

#ClassificacaoFiscal

#ComercioExteriorBrasil


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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Ano Novo Chinês e Carnaval: a janela crítica que pode comprometer sua margem de importaçã. Sem planejamento de lead time real, booking antecipado e análise de chegada, sua carga vira custo.

 



Ano Novo Chinês e Carnaval: a janela crítica que pode comprometer sua margem de importaçã. Sem planejamento de lead time real, booking antecipado e análise de chegada, sua carga vira custo.


O Ano Novo Chinês (Spring Festival) é o principal evento de paralisação industrial da China. Embora o feriado oficial dure cerca de 7 a 10 dias, o impacto operacional real pode atingir 6 a 8 semanas, considerando:


• Redução de produção 30–45 dias antes

• Aumento efetivo de lead time contratual

• Cancelamento de escalas (blank sailings)

• Restrição de space allocation

• Escassez de contêiner vazio

• Volatilidade de freight rates


Após o retorno, ocorre backlog logístico, retomada gradual da produção e instabilidade na cadeia de suprimentos.


Quando essa janela coincide com o Carnaval no Brasil, o risco se intensifica:


• Operação bancária limitada (impacto em câmbio e registro de DI)

• Receita Federal e terminais com equipe reduzida

• Possível aumento de armazenagem e demurrage

• Atraso no desembaraço aduaneiro

• Risco de custo financeiro por capital imobilizado


O erro mais comum do importador iniciante é analisar apenas a data de produção, ignorando:


✔ Cronograma reverso

✔ Janela de booking

✔ Transit time real

✔ Data estimada de chegada

✔ Capacidade operacional no Brasil

✔ Simulação de custo total até a entrega final



Na Rimera Multimodal, tratamos o calendário internacional como variável estratégica da operação. Atuamos com:


• Simulado técnico completo de tributos

• Planejamento logístico antecipado

• Análise de risco de chegada no Brasil

• Conferência documental pré-embarque

• Estratégia de desembaraço aduaneiro


Importar em período crítico não é impossível — é técnico.


Se você quer começar a importar com segurança, previsibilidade e controle de margem, fale com a Rimera Multimodal.


Descomplicamos importar e exportar.


#ComercioExterior

#ImportacaoSegura

#LogisticaMaritima

#DespachanteAduaneiro

#SupplyChain


Fontes:

China Public Holiday Schedule – China Briefing

https://www.china-briefing.com/news/china-2026-public-holiday-schedule/

Receita Federal do Brasil – Funcionamento e calendário

https://www.gov.br/receitafederal/pt-br


#ComercioExterior

#ImportacaoSegura

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#SupplyChain



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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Fracionamento de remessas no correio internacional. Por que a Receita Federal reenquadra e exige despacho formal

 




Fracionamento de remessas no correio internacional. Por que a Receita Federal reenquadra e exige despacho formal




Na importação via correio internacional, o enquadramento no Regime de Tributação Simplificada (RTS) não é automático nem um direito do importador. Trata-se de uma faculdade da Receita Federal, condicionada à análise do conjunto da operação.




Quando uma mesma mercadoria é enviada de forma fragmentada, para o mesmo CNPJ, em curto intervalo de tempo, a fiscalização pode caracterizar fracionamento artificial de remessas. Nesses casos, a autoridade aduaneira está legalmente autorizada a desconsiderar o regime simplificado, somar os valores e exigir despacho aduaneiro formal, com tributação integral e eventuais penalidades.




Brindes promocionais e materiais distribuídos em feiras não se enquadram como amostras sem valor comercial, ainda que sejam gratuitos. Do ponto de vista aduaneiro, tratam-se de mercadorias com finalidade econômica indireta, sujeitas às regras normais de importação.




No comércio exterior, a falta de planejamento fiscal e aduaneiro transfere a decisão para a fiscalização — e isso quase sempre gera custo, atraso e risco para o CNPJ.




Na Rimera Multimodal, atuamos na análise técnica do enquadramento, na prevenção de reenquadramentos e na regularização de cargas já retidas, garantindo segurança jurídica para quem está começando a importar ou exportar.




Antes de enviar sua carga, solicite um simulado técnico completo com a Rimera e saiba exatamente qual é o enquadramento correto da sua operação.




Fonte 


Instrução Normativa RFB nº 1.737/2017 – Receita Federal do Brasil


🔗 https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/legislacao/instrucoes-normativas/2017/instrucao-normativa-rfb-no-1-737-de-15-de-setembro-de-2017




#ComercioExterior


#DespachoAduaneiro


#importação


#Correios


#Planejamento







 

 


Ricardo Oliveira


Sales Executive


 


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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

COMMERCIAL INVOICE. O documento que sustenta juridicamente, fiscalmente e cambialmente a importação

 



COMMERCIAL INVOICE. O documento que sustenta juridicamente, fiscalmente e cambialmente a importação


A Commercial Invoice é o documento estruturante da operação de comércio exterior.


Ela é utilizada simultaneamente para o fechamento de câmbio e para o registro da importação na Receita Federal, servindo como base para:


• formação do valor aduaneiro

• cálculo de tributos

• análise de conformidade fiscal

• validação da natureza da operação

• fiscalização aduaneira


Qualquer inconsistência entre invoice, pagamento internacional e despacho aduaneiro caracteriza risco fiscal, risco cambial e risco operacional, com impacto direto em exigências, atrasos e custos adicionais.


Na prática, o erro na invoice não é um detalhe documental — é uma falha estrutural da importação.


Importar sem revisar tecnicamente a Commercial Invoice antes do pagamento é assumir um passivo oculto.


Quer iniciar uma importação ou exportação de forma regular, segura e economicamente viável?


A Rimera Multimodal atua desde a análise técnica da invoice até o desembaraço aduaneiro, com simulado completo de custos e orientação especializada para quem está começando.


 Fale conosco antes de pagar o fornecedor.


#commercialinvoice #comercioexterior #importacaoregular #despachanteaduaneiro #gestaoaduaneira


Fonte: Receita Federal do Brasil – Portal Siscomex

 https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/importacao


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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Despachante Aduaneiro: riscos técnicos distintos na importação e na exportação. Na importação, o foco é regulatório e tributário. Na exportação, o foco é conformidade internacional.

 



Despachante Aduaneiro: riscos técnicos distintos na importação e na exportação. Na importação, o foco é regulatório e tributário. Na exportação, o foco é conformidade internacional.


No comércio exterior, a atuação do despachante aduaneiro varia conforme o sentido da operação, e essa distinção técnica é determinante para evitar prejuízos.


Na importação, o despachante atua com foco absoluto na aduana brasileira, interpretando e aplicando corretamente a legislação da Receita Federal do Brasil e dos órgãos anuentes.


Isso envolve:


• análise prévia de Licença de Importação (LI);


• enquadramento em Anvisa, Inmetro, MAPA e demais anuências;


• correta classificação fiscal (NCM);


• avaliação de acordos internacionais e exigência formal de Certificado de Origem para redução do Imposto de Importação.


Qualquer falha nesse processo resulta em retenção da carga, exigências fiscais, autos de infração e impacto direto no custo da operação.


Na exportação, o controle fiscal brasileiro é menor, porém o despachante deve atuar como consultor técnico do exportador, orientando sobre as exigências do país de destino.


É indispensável confirmar com o importador estrangeiro:


• necessidade de Certificado de Origem para benefícios tarifários;


• exigências sanitárias ou técnicas equivalentes a Anvisa ou Inmetro;


• conformidade documental para liberação no exterior.


Aqui, o erro não gera autuação no Brasil, mas pode causar bloqueio no país importador, devolução da mercadoria e ruptura comercial.


O despacho aduaneiro é uma atividade estratégica, preventiva e técnica, que começa antes do embarque — não após a chegada da carga.


Se você pretende importar ou exportar, planejamento regulatório vem antes da logística. Procure um despachante aduaneiro e valide sua operação antes de embarcar.


#DespachoAduaneiro

#tecnico

#Importacao

#Exportacao

#Aduaneira


Portal Único de Comércio Exterior – Receita Federal do Brasil


https://www.gov.br/siscomex/pt-br/portal-unico


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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

RADAR Siscomex: enquadramento técnico inadequado gera exigência e indeferimento. A habilitação no RADAR deve refletir a capacidade econômica real do importador

 



RADAR Siscomex: enquadramento técnico inadequado gera exigência e indeferimento. A habilitação no RADAR deve refletir a capacidade econômica real do importador


Do ponto de vista aduaneiro e fiscal, o importador não escolhe livremente o tipo de RADAR Siscomex. A Receita Federal do Brasil concede o enquadramento (Expresso, Limitado ou Ilimitado) com base na análise objetiva da capacidade econômica, considerando balanço patrimonial, DRE, capital social, movimentação bancária e a coerência entre o volume pretendido de importação e a realidade financeira do CNPJ.


Solicitar um RADAR acima da capacidade econômica comprovada costuma resultar em exigências formais, concessão de RADAR inferior ou indeferimento, atrasando o início das operações e elevando o risco fiscal.


A abordagem tecnicamente correta é definir o projeto de importação, simular tributos e custos logísticos e protocolar a habilitação compatível com o fluxo financeiro efetivamente comprovado.


Na Rimera Multimodal, realizamos a análise prévia do perfil econômico, o simulado completo de custos e orientamos o RADAR tecnicamente adequado, reduzindo retrabalho, atrasos e riscos junto à Receita Federal.


Quais são os tipos de RADAR Siscomex


RADAR Expresso


Indicado para empresas em início de atividade no comércio exterior.


Limite de até US$ 50.000 a cada 6 meses.


Análise predominantemente cadastral, sem comprovação econômica aprofundada.


Usado em primeira importação, testes de mercado e operações pontuais.


RADAR Limitado


Indicado para empresas com estrutura financeira comprovada e operações recorrentes.


Limite de até US$ 150.000 a cada 6 meses.


Exige balanço, DRE, extratos bancários e coerência econômica.


Usado em importações para revenda, reposição de estoque e e-commerce estruturado.


RADAR Ilimitado


Indicado para empresas com alta capacidade financeira e grande volume operacional.


Sem limite de valor para importações e exportações.


Análise econômica rigorosa e documentação contábil robusta.


Usado por indústrias, grandes distribuidores e importadores frequentes.


Vai iniciar uma importação ou ampliar seu RADAR?


Solicite um simulado técnico gratuito com a Rimera Multimodal e valide o enquadramento correto antes de protocolar o pedido, evitando exigências e indeferimentos.


Fonte: Receita Federal do Brasil – RADAR / Siscomex

https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/siscomex/radar



#RADARSiscomex #DespachoAduaneiro #Importacao


#aduana


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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Anvisa na Importação: registro do produto não garante conformidade da operação.Produto, empresa, armazenamento e transporte são exigências distintas e cumulativas


 Anvisa na Importação: registro do produto não garante conformidade da operação.Produto, empresa, armazenamento e transporte são exigências distintas e cumulativas


Um erro recorrente de importadores iniciantes é tratar o registro ou notificação do produtocomo autorização suficiente para importar. Do ponto de vista regulatório, isso é incorreto.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária regula todo o ciclo sanitário da operação, e não apenas o produto.


Na prática, a importação só é considerada regular quando todas as camadas estão atendidas:


• Registro ou notificação → autoriza o produto


• AFE → autoriza a empresa a atuar


• Licença sanitária → autoriza o local de armazenamento


• Transporte sanitário adequado → garante a manutenção das condições aprovadas


Produto regular não neutraliza empresa sem AFE, depósito não licenciado ou logística inadequada.


Essas falhas geram exigências, retenções, autuações e indeferimentos, muitas vezes após o desembaraço.


Planejamento sanitário é etapa prévia à negociação internacional.


Vai importar cosméticos, equipamentos médicos ou medicamentos?


Fale com a Rimera Multimodal e valide a conformidade sanitária antes do embarque.


#ComercioExterior #anvisa #DespachoAduaneiro #vigilânciasanitária #logistica


Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa

 https://www.gov.br/anvisa/pt-br/assuntos/importacao-e-exportacao


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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Importação de marcas: o controle não é da Receita — é da marca. Produto original ≠ importação juridicamente autorizada

 

Importação de marcas: o controle não é da Receita — é da marca. Produto original ≠ importação juridicamente autorizada


Na importação direta de mercadorias multimarcas, o principal risco não é tributário, mas jurídico-comercial.


Quando existe controle de mercado, esse controle é exercido pela própria marca internacional, e não criado pela alfândega brasileira.


Funciona assim, de forma técnica:


• A marca internacional (ou seu representante legal no Brasil)


• comunica formalmente à Receita Federal do Brasil


• quem são os importadores autorizados, distribuidores oficiais e canais válidos


A Receita Federal não julga a marca:


ela retém preventivamente a mercadoria e aciona o titular da marca, que decide se a importação é autorizada ou não.


 Na prática:


• A carga pode ser retida mesmo com nota, impostos pagos e documentação correta


• A ausência de Carta de Autorização (LOA) pode resultar em apreensão administrativa


• O risco existe antes do embarque, não no despacho.


Atenção às marcas menores


Mesmo marcas pequenas podem:


• Ter importador exclusivo no Brasil


• Restringir exportações fora do canal autorizado


• Atuar junto à Receita para bloquear importações paralelas


 Por isso, é obrigatório confirmar com o fabricante se:


• Existe exclusividade de importador no Brasil


• Há restrição de venda para exportação


• É necessária autorização formal para importar


Tamanho da marca não elimina risco.


 Procedimento técnico recomendado antes do embarque


• Verificar registro da marca no Brasil


• Confirmar com o fabricante a existência de exclusividade


• Avaliar risco de paralela


• Definir necessidade de LOA


• Realizar simulado completo (custos + risco jurídico)


Antes de importar direto, confirme se sua empresa tem direito jurídico de importar aquela marca.


A Rimera Multimodal faz a análise técnica antes do embarque, evitando retenções, multas e prejuízos.


#ComercioExterior

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#DespachanteAduaneiro

#marcas

#Importacao


Fonte oficial

Receita Federal do Brasil – Atuação Aduaneira na Proteção de Direitos de Propriedade Intelectual

 https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/controle-aduaneiro/direitos-de-propriedade-intelectual


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