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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Fracionamento de remessas no correio internacional. Por que a Receita Federal reenquadra e exige despacho formal

 




Fracionamento de remessas no correio internacional. Por que a Receita Federal reenquadra e exige despacho formal




Na importação via correio internacional, o enquadramento no Regime de Tributação Simplificada (RTS) não é automático nem um direito do importador. Trata-se de uma faculdade da Receita Federal, condicionada à análise do conjunto da operação.




Quando uma mesma mercadoria é enviada de forma fragmentada, para o mesmo CNPJ, em curto intervalo de tempo, a fiscalização pode caracterizar fracionamento artificial de remessas. Nesses casos, a autoridade aduaneira está legalmente autorizada a desconsiderar o regime simplificado, somar os valores e exigir despacho aduaneiro formal, com tributação integral e eventuais penalidades.




Brindes promocionais e materiais distribuídos em feiras não se enquadram como amostras sem valor comercial, ainda que sejam gratuitos. Do ponto de vista aduaneiro, tratam-se de mercadorias com finalidade econômica indireta, sujeitas às regras normais de importação.




No comércio exterior, a falta de planejamento fiscal e aduaneiro transfere a decisão para a fiscalização — e isso quase sempre gera custo, atraso e risco para o CNPJ.




Na Rimera Multimodal, atuamos na análise técnica do enquadramento, na prevenção de reenquadramentos e na regularização de cargas já retidas, garantindo segurança jurídica para quem está começando a importar ou exportar.




Antes de enviar sua carga, solicite um simulado técnico completo com a Rimera e saiba exatamente qual é o enquadramento correto da sua operação.




Fonte 


Instrução Normativa RFB nº 1.737/2017 – Receita Federal do Brasil


🔗 https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/legislacao/instrucoes-normativas/2017/instrucao-normativa-rfb-no-1-737-de-15-de-setembro-de-2017




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Ricardo Oliveira


Sales Executive


 


RIMERA MULTIMODAL LTDA


 


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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

COMMERCIAL INVOICE. O documento que sustenta juridicamente, fiscalmente e cambialmente a importação

 



COMMERCIAL INVOICE. O documento que sustenta juridicamente, fiscalmente e cambialmente a importação


A Commercial Invoice é o documento estruturante da operação de comércio exterior.


Ela é utilizada simultaneamente para o fechamento de câmbio e para o registro da importação na Receita Federal, servindo como base para:


• formação do valor aduaneiro

• cálculo de tributos

• análise de conformidade fiscal

• validação da natureza da operação

• fiscalização aduaneira


Qualquer inconsistência entre invoice, pagamento internacional e despacho aduaneiro caracteriza risco fiscal, risco cambial e risco operacional, com impacto direto em exigências, atrasos e custos adicionais.


Na prática, o erro na invoice não é um detalhe documental — é uma falha estrutural da importação.


Importar sem revisar tecnicamente a Commercial Invoice antes do pagamento é assumir um passivo oculto.


Quer iniciar uma importação ou exportação de forma regular, segura e economicamente viável?


A Rimera Multimodal atua desde a análise técnica da invoice até o desembaraço aduaneiro, com simulado completo de custos e orientação especializada para quem está começando.


 Fale conosco antes de pagar o fornecedor.


#commercialinvoice #comercioexterior #importacaoregular #despachanteaduaneiro #gestaoaduaneira


Fonte: Receita Federal do Brasil – Portal Siscomex

 https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/aduana-e-comercio-exterior/importacao


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