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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

NOTÍCIAS COMEX:

BALANÇA COMERCIAL REGISTRA SUPERÁVIT DE US$ 956 MILHÕES EM FEVEREIRO





Na segunda semana de fevereiro, exportações somam US$ 3,847 bilhões e importações, US$ 2,891 bilhões
Na segunda semana de fevereiro, a balança comercial registrou superávit de US$ 956 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,847 bilhões e importações de US$ 2,891 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo MDIC.
A média diária das exportações na segunda semana de fevereiro chegou a US$ 769,4 milhões, 2% acima do registrado na primeira semana do mês (US$ 754,3 milhões). Houve aumento de 6,4% nas vendas externas de produtos básicos por conta de soja em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, trigo em grão e café em grão. As exportações de semimanufaturados caíram 4,4% em razão, principalmente, de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido bruto e ferro spiegel.


http://www.exportnews.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017


INCOTERMS:



Comece a importar a exportar aprendendo mais sobre a área , não apenas assessorado as escuras. Isso amplia sua noção de mercado e deixa de olhos abertos para a melhor oportunidade de ganhar mais em seus negócios. 

O Incoterms é um termo em inglês que é a abreviatura de International Commercial Terms, que em português significa "Termos Internacionais de Comércio". Consistem em normas padronizadas que regulam alguns aspectos do comércio internacional. A negociação entre importador e exportador é tão importante para ambnos pois impacta diretamente no valor da mercador, atingindo diretamente o valor final de venda do produto. Para o exportador / vendedor é uma ´[otima oportunidade muitas vezes de valorizr seu produto e ganhar mais em cima dos custos de tranporte internacional, por isso importador/ comprador é muito importante participar das negociações até o fim para um preço justo. 

É sempre importante verificar qual a melhor opção de Incoterm escolher , sendo você comprado / importador ou exportador / vendedor. Para isso pode contar com a RIMERA MULTIMODAL LTDA para lhe apresentar simulados com custos para todos tipo de transação internacional de mercadoria for preciso, assim fica ciente do melhor custo benefício para sua importação / exportação.

Às vezes os custos não são os únicos a influenciar, há também atenção para seguro de carga, taxas e operações portuárias, armazenagens de terminais de cargas não negociados previamente, entre outros . 













NOTÍCIAS COMEX:

Exportação de carne bovina avança 10% em janeiro



A exportação de carne bovina in natura e processada cresceu 10% em janeiro em comparação com igual mês do ano passado. O setor embarcou 107,38 mil toneladas em comparação com 97,34 mil toneladas no mesmo mês do ano passado. A receita cambial subiu 14%, na mesma base de comparação, para US$ 418,1 milhões.
Estas informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).
Hong Kong continuou na liderança das importações da carne bovina brasileira, com 22,9 mil toneladas, mas houve uma redução de 4,2% em relação ao mesmo mês de 2016. Pela China continental, em compensação, as compras subiram 105%, com 18,2 mil toneladas.
Para 2017, a Abrafrigo prevê um crescimento de 10% nas exportações, superando o resultado de 1,5 milhão de toneladas de 2016, com a possível entrada de novos grandes compradores, como Canadá, México, Taiwan, Coreia do Sul, Indonésia e Japão.

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/exportacao-de-carne-bovina-avanca-10-em-janeiro-diz-abrafrigo.ghtml

domingo, 5 de fevereiro de 2017

NOTÍCIAS COMEX:


Brasil mira acordos com Japão e Coreia do Sul e lança consulta pública sobre negociações

Brasil mira acordos com Japão e Coreia do Sul e lança consulta pública sobre negociações

Brasília – O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços lançou nesta quinta-feira (2) consulta pública ao setor privado sobre negociações comerciais com Japão e Coreia do Sul. A consulta, com prazo de 60 dias, tem como objetivo mapear interesses em novos acordos comerciais a serem negociados entre Mercosul e Coreia do Sul, bem como Mercosul e Japão.
O MDIC quer conhecer o interesse do setor privado na abertura comercial do mercado brasileiro para cada um destes países, bem como no acesso de produtos brasileiros aos mercados da Coreia e Japão.
“O governo brasileiro está empenhado em ampliar a rede de acordos comerciais e por esse motivo lançamos uma consulta pública para ouvir nosso setor produtivo sobre o interesse a respeito de negociações comerciais com Japão e Coreia do Sul. A participação do empresariado vai nos auxiliar a construir as bases de eventuais acordos com estes mercados prioritários para o Brasil e o Mercosul”, disse o ministro Marcos Pereira.
Coreia do Sul
Mercosul e Coreia do Sul estabeleceram, em 2009, Grupo Consultivo para a Promoção de Comércio e Investimentos. Na II Reunião do mecanismo, em junho de 2016, as partes decidiram lançar Diálogo Exploratório.
O primeiro encontro do Diálogo Exploratório ocorreu nos dias 22 e 23 de novembro de 2016, em Buenos Aires, ocasião em que foi discutido documento geral que servirá de base para eventuais negociações comerciais. No momento, o governo brasileiro busca detalhar o posicionamento do setor privado brasileiro para o estabelecimento de negociações para concessões tarifárias mútuas.
Em 2016, as exportações brasileiras para a Coreia do Sul alcançaram a cifra de US$ 2,88 bilhões, e as importações, US$ 5,45 bilhões, com déficit de US$ 2,57 bilhões.
Japão
Em dezembro de 2012, em Montevidéu, foi estabelecido o Diálogo para o Fortalecimento das Relações Econômicas entre o Japão e o Mercosul. Desde então, foram realizadas três reuniões do mecanismo. Entre os objetivos do último encontro, realizado em maio de 2016, em Tóquio, esteve a identificação de possíveis ações para reforçar o relacionamento comercial entre as partes. Nesse sentido, o governo brasileiro busca detalhar o posicionamento do setor privado brasileiro para o estabelecimento de negociações para concessões tarifárias mútuas.
Em 2016, o Brasil exportou para o Japão o equivalente a US$ 4,6 bilhões. As importações chegaram a US$ 3,57 bilhões, com superávit de US$ 1,04 bilhão.
Como participar
As manifestações deverão ser formuladas em planilhas específicas disponibilizadas pelo MDIC no link (http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/negociacoes-internacionais/9-assuntos/categ-comercio-exterior/2287-consulta-publica-japao-e-coreia-do-sul) exclusivamente por associações ou entidades de classe, e enviadas ao endereço eletrônico consultas@mdic.gov.br.
Empresas interessadas em contribuir para a consulta pública deverão entrar em contato diretamente com a associação ou entidade de classe a que sejam associadas ou que de alguma forma represente seu respectivo setor produtivo. No caso de dúvidas não esclarecidas na presente nota, favor encaminhar perguntas específicas ao email: consultas@mdic.gov.br.
A consulta trata principalmente de troca de concessões tarifárias em bens, que se traduz na oferta de reduções do imposto de importação pelo Mercosul (afeta importações do Brasil/interesses defensivos), bem como no pedido de reduções do imposto de importação pela Coreia e pelo Japão (afeta exportações do Brasil/interesses ofensivos). Portanto, cada país (Japão ou Coreia) possui seu respectivo arquivo com duas tabelas (abas), uma de oferta e outra de pedidos, totalizando quatro tabelas a serem preenchidas.
Na tabela de oferta brasileira, as associações ou entidades de classe deverão manifestar-se apenas em relação aos itens produzidos por seus associados, indicando, para cada item (linha tarifária), o período ideal de desgravação total tarifária de interesse.
O período de desgravação tarifária indica em quantos anos a alíquota do imposto de importação daquele produto (item ou linha tarifária) será reduzida a zero. Os prazos indicados abaixo deverão ser respeitados no momento de preenchimento das tabelas (não serão consideradas respostas com prazos distintos dos indicados):
  • desgravação total imediata;
  • desgravação total em 4 (quatro) anos.
  • desgravação total em 8 (oito) anos.
  • desgravação total em 10 (dez) anos.
  • desgravação total em 12 (doze) anos.
  • desgravação total em 15 (quinze) anos;
  • Exclusão da referida negociação em caso de impossibilidade de concessão de qualquer preferência tarifária, com justificativa que embase o posicionamento.
A escolha pela exclusão do produto da oferta é considerada uma situação excepcional e deve ser acompanhada de justificativa por parte da entidade manifestante conforme opções pré-definidas na planilha de preenchimento disponibilizada pela Secex/MDIC.

https://www.comexdobrasil.com/brasil-mira-acordos-com-japao-e-coreia-do-sul-e-lanca-consulta-publica-sobre-negociacoes/

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

MEDIDAS E CAPACIDADE DE CONTÊINER

Informações do container dry de 20 pés standard 
Comprimento do container dry de 20 pés standard: 6.058 m 
Largura do container dry de 20 pés standard: 2.438 m 
Altura do container dry de 20 pés standard: 2.591 m 
Capacidade de carga útil do container dry de 20 pés standard: 21,780 kg 
Tara aproximada do container dry de 20 pés standard: 2,220 kg 

Informações do container dry de 20 pés high cube (HC)
Comprimento do container dry de 20 pés HC: 6.058 m 
Largura do container dry de 20 pés HC: 2.438 m 
Altura do container dry de 20 pés HC: 2.896 m 
Capacidade de carga útil do container dry de 20 pés HC: 21,780 kg 
Tara aproximada do container dry de 20 pés HC: 2,220 kg 

Informações do container open top de 20 pés 
Comprimento do container open top de 20 pés: 5.919 m 
Largura do container open top de 20 pés: 2.340 m 
Altura do container open top de 20 pés: 2.286 m 
Capacidade de carga útil do container open top de 20 pés: 21,823 kg 
Tara aproximada do container open top de 20 pés: 2,177 kg 

Informações do container flat rack de 20 pés 
Comprimento do container open top de 20 pés: 5.935 m 
Largura do container open top de 20 pés: 2.438 m 
Altura do container open top de 20 pés: 2.327 m 
Capacidade de carga útil do container open top de 20 pés: 21,440 kg 
Tara aproximada do container open top de 20 pés: 2,560 kg 

Informações do container reefer de 20 pés 
Comprimento do container reefer de 20 pés: 5.380 m 
Largura do container reefer de 20 pés: 2.438 m 
Altura do container reefer de 20 pés: 2.260 m 
Capacidade de carga útil do container reefer de 20 pés: 20,756 kg 
Tara aproximada do container reefer de 20 pés: 3,193 kg



Informações do container dry de 40 pés standard 
Comprimento do container dry de 40 pés standard: 12.035 m 
Largura do container dry de 40 pés standard: 2.350 m 
Altura do container dry de 40 pés standard: 2.690 m 
Capacidade de carga útil do container dry de 40 pés standard: 28,800 kg 
Tara aproximada do container dry de 40 pés standard: 3,700 kg 

Informações do container dry de 40 pés high cube (HC) 
Comprimento do container dry de 40 pés HC: 12.030 m 
Largura do container dry de 40 pés HC: 2.350 m 
Altura do container dry de 40 pés HC: 2.890 m 
Capacidade de carga útil do container dry de 40 pés HC: 28,570 kg 
Tara aproximada do container dry de 40 pés HC: 3,930 kg 

Informações do container open top de 40 pés 
Comprimento do container open top de 40 pés: 12.043 m 
Largura do container open top de 40 pés: 2.338 m 
Altura do container open top de 40 pés: 2.272 m 
Capacidade de carga útil do container open top de 40 pés: 28,285 kg 
Tara aproximada do container open top de 40 pés: 4,300 kg 


Informações do container flat rack de 40 pés 
Comprimento do container open top de 40 pés: 12.080 m 
Largura do container open top de 40 pés: 2.420 m 
Altura do container open top de 40 pés: 2.103 m 
Capacidade de carga útil do container open top de 40 pés: 25,000 kg 
Tara aproximada do container open top de 40 pés: 5,480 kg 

Informações do container reefer de 40 pés standard 
Comprimento do container reefer de 40 pés standard: 12.080 m 
Largura do container reefer de 40 pés standard: 2.438 m 
Altura do container reefer de 40 pés standard: 2.260 m 
Capacidade de carga útil do container reefer de 40 pés standard: 25,756 kg 
Tara aproximada do container reefer de 40 pés standard: 3,193 kg 

Informações do container reefer de 40 pés high cube 
Comprimento do container reefer de 40 pés high cube: 12.080 m 
Largura do container reefer de 40 pés high cube: 2.438 m 
Altura do container reefer de 40 pés high cube: 2.269 m 
Capacidade de carga útil do container reefer de 40 pés high cube: 28,756 kg 
Tara aproximada do container reefer de 40 pés high cube: 3,193 kg

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Simulação de Importação e Exportação 


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NOTÍCIAS COMEX:

MARCOS PEREIRA LANÇA NEGOCIAÇÕES DE ACORDO DE LIVRE COMÉRCIO ENTRE MERCOSUL E EFTA


Bloco é formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein
O ministro Marcos Pereira lançou nesta quinta-feira, em Davos, na Suíça, as negociações para um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), bloco formado por quatro países europeus – Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.
“No Brasil, estamos promovendo uma atualização significativa da nossa política econômica e comercial, com vistas a assegurar uma inserção competitiva do país na economia global. Ao lado dos demais membros do Mercosul, procuramos novos parceiros para aumentar, diversificar e melhorar nossas relações comerciais, a fim de contribuir para o crescimento e a estabilidade da economia brasileira. A pronta aprovação de um mandato para negociar com a EFTA, pelo Grupo do Mercado Comum do Mercosul, é uma clara indicação da alta prioridade que todos nós do Mercosul atribuímos a essas negociações”, afirmou o ministro.
Os maiores ganhos para o Brasil com a conclusão do acordo concentram-se nos bens básicos. Em relação aos bens industriais, os setores mais beneficiados serão os de químicos orgânicos, vestuário e calçados, produtos de cerâmica e madeira.
Com o acordo, o Brasil poderá obter insumos mais baratos para produção de bens industriais, aumentando a competitividade de seus produtos. Além disso, a EFTA possui posição relevante no comércio internacional de bens, sendo que a Suíça é o 11º no ranking da OMC dos principais importadores em 2015 (participação de 1,9% das importações mundiais), e a Noruega é 24º nesse ranking (0,6% das importações mundiais).
Além da redução tarifária, o possível acordo incluirá disciplina sobre barreiras não tarifárias, ajudando exportadores brasileiros que eventualmente enfrentem essas barreiras naquele mercado.
Intercâmbio comercial
Em 2016, as exportações brasileiras para a EFTA totalizaram US$ 2,4 bilhões (participação de 1,3%), sendo que os produtos manufaturados representaram 64,9%, os semimanufaturados 25,9% e os básicos 9%. Os principais produtos exportados pelo Brasil foram plataformas de perfuração ou exploração (32,6%), óxidos e hidróxidos de alumínio (24,3%), soja em grãos (4,0%), ouro em formas semimanufaturadas (3,7%) e café em grãos (1,9%).
Por sua vez, as importações foram de US$ 2,4 bilhões (participação de 1,8%), sendo que a pauta ficou assim distribuída: 5,8% de produtos básicos, 1,8% de semimanufaturados e 92,4% de manufaturados. Entre os produtos importados da EFTA, destacam-se os seguintes itens: medicamentos para medicina humana e veterinária (21,5%), compostos de funções nitrogenadas (13,0%), compostos heterocíclicos (6,5%), óleos combustíveis (6,4%), adubos e fertilizantes com nitrogênio e fósforo e potássio (4,4%).
Em 2016, as exportações da EFTA totalizaram US$ 400 bilhões, sendo que 0,8% dessas exportações destinaram-se ao Brasil. Por sua vez, as importações da associação foram de US$ 333,4 bilhões nesse ano, sendo que 0,9% dessas importações originaram-se no Brasil.
Relativamente aos dados econômicos da EFTA em 2015, seu PIB total foi US$ 1.069 bilhões, equivalendo a uma renda per capita de US$ 77.601, dada uma população de 13,8 milhões de habitantes.
“Além desta negociação com a EFTA, o Mercosul está negociando um acordo de livre comércio com a União Europeia. Estamos também em processo de expansão e aprofundamento do nosso acordo comercial preferencial com a Índia e iniciamos as negociações do ALC com o Líbano e a Tunísia. Também estamos envolvidos em diálogos comerciais, alguns dos quais também passaram para a fase exploratória, com Canadá, Japão e Coréia”, afirmou Marcos Pereira.
Assessoria de Comunicação Social do MDIC

http://www.exportnews.com.br/2017/01/marcos-pereira-lanca-negociacoes-de-acordo-de-livre-comercio-entre-mercosul-e-efta/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

LOGÍSTICA ATUALIZADA, PERSPICAZ E  TRANSPARENTE


 GARANTIA DE
QUALIDADE NO SERVIÇO E ATENDIMENTO DIDÁTICO





NOTÍCIAS COMEX:

Veja o comércio global se movimentando em um mapa interativo




São Paulo – O mercado global de importações foi de US$ 15,6 trilhões em 2015, de acordo com dados das Nações Unidas.
Para deixar compreensível um fluxo dessa magnitude, uma boa ferramenta são os mapas interativos .
Em abril do ano passado, um deles foi desenvolvido pelo Instituto de Energia da University College de Londres com base na movimentação de navios em 2012.
Agora, foi a vez de Max Galka, um empreendedor de Nova York especialista em visualização de dados, fazer um mapa próprio do comércio global com a ferramenta Blueshift.
Cada ponto representa 1 bilhão de dólares, e cada cor um tipo de produto: azul para comida, vegetais e animais, verde para setor químico e mineral, rosa para plásticos, roxo para roupas e acessórios, cinza para produtos de papel ou madeira, amarelo para pedra, vidro e metal, laranja para máquinas e equipamentos elétricos, vermelho para produtos de transporte e marrom para os outros.
O que fica claro à primeira vista é a importância de três países específicos para o fluxo global: Estados Unidos, China e Alemanha.
Os dois primeiros podem estar prestes a entrar em um conflito justamente nessa seara, considerando a retórica de campanha e as indicações de Donald Trump.
Ele nomeou Peter Navarro, economista com longo histórico de críticas à China, para comandar um novo Conselho Nacional de Comércio da Casa Branca.


http://exame.abril.com.br/economia/veja-o-comercio-global-se-movimentando-em-um-mapa-interativo/