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terça-feira, 17 de setembro de 2019


Rimera Multimodal LTDA tem serviço aéreo com valores competitivo, atualizações frequentes e serviço bem alinhado com agentes de origem. Serviço aéreo tem sindo muito procurado cada vez mais tanto por clientes que começam importações pequenas como de clientes antigos com grande volume. Por ter um custo maior e necessidade de agilidade na operação, processos aéreos são sempre prioridades.

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 — em São Paulo.

Na Fiesp, representante do governo reforça comprometimento com agenda de negociações internacionais






São Paulo – Alexandre Sampaio Arrochela Lobo, subsecretário de Negociações Internacionais do Ministério da Economia, esteve presente como convidado na reunião de diretoria da Fiesp, realizada na segunda-feira (9/9). Lobo havia participado recentemente do encontro do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da entidade, no final de agosto e, na ocasião, fez uma contundente análise sobre os detalhes do acordo entre União Europeia (UE) e Mercosul. Vinte dias após sua primeira visita, voltou à sede da Federação e demonstrou que o governo tem mantido uma agenda intensa de negociações com outros países e bloco econômicos.
“Nós temos uma orientação muito clara de fazer uma inserção mais incisiva do Brasil nas cadeias globais de valor, assim como uma visão muito clara sobre o caminho que deve ser perseguido e como atingir esse objetivo”, disse o subsecretário.
Ele comemorou a conclusão do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), grupo composto por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, que concentra 14 milhões de habitantes, um PIB de 1,1 trilhão e 29 acordos de livre comércio assinados, dos quais 40 países fazem parte.
O EFTA não tem um cronograma de desgravação, ou seja, todas as preferências tarifárias concedidas pelo grupo entrarão em vigor no primeiro dia do acordo, um benefício interessante em relação à oferta feita pela UE, que impôs prazo de abertura para os bens industriais de até 10 anos. É importante ressaltar que 100% do setor industrial foi ofertado pelo EFTA. Do lado do Mercosul, as ofertas industriais e agrícolas alcançaram 97% e 98% do comércio, respectivamente.
“Em termos de acordo, houve participação no comércio bem maior com o EFTA do que comparado com a União Europeia”, afirmou Lobo. “Nós tivemos ofertas concedidas pelo bloco nunca antes concedidas a outros países exportadores agrícolas”, acrescentou o subsecretário.
Lobo também revelou que nos últimos dias fechou um acordo automotivo com a Argentina e recebeu sinalização positiva do México em relação à ampliação do acordo que hoje contempla 1 mil produtos nacionais, o equivalente a apenas 10% da pauta brasileira.
Colômbia, Canadá, Singapura e Coreia do Sul completam a lista de países com os quais o Brasil tem negociações em andamento. A expectativa do governo brasileiro é concluir as conversas com Canadá e os países orientais no próximo ano e ampliar o acordo de quotas no setor automotivo com a Colômbia o quanto antes.
“Estive a semana passada toda na Colômbia, um país com quem temos buscado estabelecer um acordo de livre comércio também no setor automotivo e destravar o congelamento do cronograma de desgravação de produtos agrícolas e industriais”, contou Lobo.
Futuros acordos com o Japão e os países que constituem o Acordo de Associação Transpacífico (TPP) também estão na mira do governo brasileiro.
(*) Com informações da Fiesp



segunda-feira, 16 de setembro de 2019




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BNDES divulga nota com dados da “caixa preta” dos financiamentos à exportação de serviço















Da Redação (*)
Brasília –  O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou hoje (16)  nota oficial com informações sobre financiamentos à exportação de serviços por empresas construtoras brasileiras, com dados de 1998 até junho de 2019. De acordo com o Banco, no período foram liberados US$ 10,5 bilhões em desembolsos para empreendimentos em 15 países, sendo que US$ 10,3 bilhões retornaram em pagamentos do valor principal da dívida e dos juros.
De acordo com a nota, entre 1998 e junho de 2019, foram liberados US$ 10,5 bilhões para empreendimentos em 15 países. A partir de janeiro de 2018, segundo a instituição, surgiram inadimplementos nos pagamentos da Venezuela (US$ 374 milhões), Moçambique (US$ 118 milhões) e Cuba (US$ 62 milhões)
No documento, o Banco destaca que a divulgação “vem esclarecer fatos e está em linha com o conjunto de ações em curso adotadas pelo BNDES para se tornar cada vez mais transparente perante a sociedade brasileira”.
A nota divulgada pelo BNDES informa que “do total de pagamentos, 89% foram liberados para empreedimentos em seis países. São eles, em ordem decrescente de valores: Angola (US$ 3,273 bilhões), Argentina (US$ 2,006 bilhões), Venezuela (US$ 1,507 bilhão), República Dominicana (US$ 1,215 bilhão), Equador (US$ 685 milhões) e Cuba (US$ 646 milhões). Entre as empresas que exportaram os serviços, 98% do valor total foram destinado a obras de cinco construtoras: Odebrecht (76% do total), Andrade Gutierrez (14%), Queiroz Galvão (4%), Camargo Correia (2%) e OAS (2%)”.
O documento do BNDES contém uma menção especial ao polêmico e duramente criticado financiamento ao porto de Muriel, em Cuba, concedido durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Sila.
De acordo com a nota, ao todo, 148 operações foram realizadas, com prazo médio de onze anos e dois meses para pagamento dos financiamentos: “o maior prazo foi concedido pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para o projeto do Porto de Muriel, em Cuba, que será pago em 25 anos. Esse caso  também foi o único que incorreu em 100% do risco soberano de um país, por aceitar como mitigador de risco de crédito uma conta corrente em Cuba”.
A íntegra da nota divulgada pelo BNDES é a seguinte:
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) traz a público hoje (15/9) informações sobre operações de financiamento à exportação de serviços, tema que vem ganhando repercussão em publicações. Esta divulgação vem esclarecer fatos e está em linha com o conjunto de ações em curso adotadas pelo BNDES para se tomar cada vez mais transparente perante a sociedade brasileira.
Diante da complexidade dos dados, eles são aqui explicados na forma de um resumo didático das operações de financiamento à exportação de serviços por empresas brasileiras com dados de 1998 até junho de 2019, sendo que em 2017, os desembolsos foram interrompidos. Veja esclarecimentos a seguir:
– No período, foram liberados US$ 10,5 bilhões em desembolsos para empreendimentos em 15 países, sendo que US$ 10,3 bilhões retornaram em pagamentos do valor principal da dívida e dos juros.
– Do total de pagamentos, 89% foram liberados para empreendimentos em seis países. São eles, em ordem decrescente de valores: Angola (US$ 3,273 bilhões), Argentina (US$ 2,006 bilhões), Venezuela (US$ 1,507 bilhão), República Dominicana (US$ 1,215 bilhão), Equador (US$ 685 milhões) e Cuba (US$ 656 milhões).
Entre as empresas que exportaram os serviços, 98% do valor total foi destinado a obras de cinco delas: Odebrecht (76% do total), Andrade Gutierrez (14%), Queiroz Galvão (4%), Camargo Corrêa (2%) e OAS (2%).
– Ao todo, 148 operações foram realizadas, com prazo médio de 11 anos e dois meses para pagamento dos financiamentos. O maior prazo foi concedido pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para o projeto do Porto de Mariel, em Cuba, que será pago em 25 anos. Esse caso também foi o único que incorreu em 100% do risco soberano de um país, por aceitar como mitigador de risco de crédito uma conta corrente em Cuba.
– Embora o programa de financiamento à exportação de serviços de engenharia tenha sido criado em 1998, 88% do total de US$ 10,5 bilhões em desembolsos ocorreram no período compreendido entre 2007 e 2015.
– Em 2003, em decorrência da Resolução número 44 aprovada pelo Conselho de Ministros da Camex, Argentina, Equador, Venezuela e República Dominicana tiveram seu custo de financiamento diminuído. Isso ocorreu porque a norma mitigou riscos de crédito das operações na proporção de até 7 (pior nota) para 1 (melhor nota).
– A partir de janeiro de 2018, surgiram inadimplementos nos pagamentos de Venezuela (US$ 374 milhões), Moçambique (US$ 118 milhões) e Cuba (US$ 62 milhões), em um valor total de US$ 554 milhões até 30 de junho de 2019.
– Em 2016, quando começaram as controvérsias envolvendo empresas brasileiras exportadoras de serviços de engenharia, o BNDES, em acordo com o Ministério Público Federal (MPF), passou a exigir das empresas a assinatura de um Termo de Compliance (Conformidade), com rígidas regras de governança, como condição para liberação de recursos. Após essa medida, o BNDES reteve US$ 11 bilhões que estavam previstos para serem desembolsados, referentes a 47 operações ativas.
Contexto 
A exportação de serviços, quando bem aplicada, é reconhecida mundialmente como importante instrumento de um país para estímulo à geração de empregos, ao aumento da atividade industrial e à obtenção de saldos positivos em balança comercial.
No Brasil, esses financiamentos são determinados pela administração direta do Governo Federal, que estabelece as operações, os países de destino das exportações, as principais condições contratuais do financiamento (como valor, prazo, equalização da taxa de juros e seguros) e os mitigadores de risco soberano do país que sedia a obra de engenharia.
As responsabilidades diretas do Governo no processo incluem a obtenção de aprovações pela empresa brasileira exportadora de serviços junto ao Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig) e ao Conselho de Ministros da Camex, ambos compostos por representantes dos ministérios.
Já com essas aprovações, o processo chega ao BNDES em sua parte final, onde é enquadrado e analisado. Quando aprovado e com a contratação feita entre a empresa brasileira e o cliente no exterior, ocorrem os desembolsos e o acompanhamento da execução do projeto.
No momento, as operações de financiamento à exportação de serviços feitas pelo BNDES estão sob análise de diversas autoridades legais. O BNDES ativamente colabora com apurações no Tribunal de Contas da União (TCU), na Controladoria-Geral da União (CGU) e na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) em curso na Câmara dos Deputados.
O BNDES ratifica seu firme propósito de cooperar com os órgãos competentes e abrir todas as informações questionadas pela sociedade brasileira. A divulgação de informações concretas como estas colabora com um debate mais produtivo do papel da instituição no país.
A transparência é um princípio fundamental à gestão pública do país e um norte para o BNDES recuperar sua credibilidade. As lições aprendidas com o passado tornam o banco mais eficiente para os cidadãos brasileiros e colaboram para sua ação em favor de negócios que levem ao desenvolvimento.
Uma apresentação gráfica com os dados aqui apresentados está disponível no site do BNDES no link:https://www.bndes.gov.br/arquivos/exportacao/bndes-apresentacao-exportacoes-servicos-20190915.pdf
Mais detalhes de todas as operações de financiamento às exportações de serviço podem ser obtidas na planilha “Operações de exportação pós-embarque – serviços de engenharia (1998 a 30.06.2019)” no seguinte endereço: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/transparencia/centraldedownloads
(*)Com informações do BNDES

terça-feira, 10 de setembro de 2019


Rimera Multimodal :

Habilitação para começar a importar e exportar - RADAR / Siscomex.

Representação perante a Receita Federal - Despacho Aduaneiro.

Logística internacional - frete marítimo e aéreo.

Seguro de carga internacional.

Entrega e coleta - transporte rodoviário.

Tabelas competitivas - armazenagem.

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 — em Brasil.

Produtos básicos avançam e cai participação de bens manufaturados nas exportações brasileiras




Da Redação
Brasília –  A cada mês cresce a participação dos produtos básicos na pauta exportadora brasileira, em detrimento dos produtos manufaturados, de maior valor agregado, e entre os meses de janeiro e agosto os produtos primários responderam por 52,6% do total exportado pelo país, contra um percentual de 49,5% registrado no mesmo período de 2018. Em valores, os embarques de produtos básicos geraram uma receita no montante de US$ 78,307 bilhões.
No período, as exportações de produtos industrializados totalizaram US$ 70,538 bilhões, correspondentes a 47,4% do total vendido ao exterior, uma contração de 7,3% comparativamente com os US$ 76,516 bilhões embarcados nos oito primeiros meses de 2018. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.
A alta na participação dos produtos básicos nas exportações globais do país deveu-se, em essência, a dois fatores principais: um forte aumento nos embarques de produtos como o milho em grãos (166,3%) e de minérios de ferro (17,3%) mas também à elevada retração nas exportações de bens industrializados, em especial de automóveis, que tiveram ma queda de 34,2% de janeiro a agosto, comparativamente com igual período do ano passado.
O grande destaque nas exportações segue sendo a soja em grãos. Apesar da variação  negativa de 21,3% nos embarques realizados neste ano, a oleaginosa seguiu liderando a pauta exportadora brasileira com receita no valor total de US$ 21,112 bilhões.
Por sua vez, o milho foi outro item relevante nas vendas externas com um salto de impressionantes 166,3% e receita total de US$ 4,191 bilhões (contra US$ 1,532 bilhões obtidos nos oito primeiros meses do ano passado), o que levou a commodity a ocupar a quarta colocação na pauta  geral das exportações brasileiras.
Também merece ser citado o algodão, que este ano vem se sobressaindo entre os principais produtos vendidos pelo Brasil ao exterior. Graças a um aumento de +127,3%, as vendas externas da pluma totalizaram US$ 1,061 bilhão, contra US$ 465 milhões embarcados de janeiro a agosto de 2018.
Apesar de acumular uma alta relativamente pouco expressiva (4,8%) a celulose se consolida como item cada vez mais importante na pauta exportadora e este ano já proporcionou uma receita de US$ 5,570 bilhões, o que levou o produto a ocupar a quarta posição entre os principais bens embarcados pelas empresas brasileiras para o exterior.
Apesar dos números importantes produzidos pelas exportações de produtos básicos, o aumento da participação desses itens nas vendas totais do país deveu-se sobretudo a uma contração nos embarques de bens industrializados, influenciada pela retração nas vendas para a Argentina, um dos principais destino dos produtos manufaturados exportados pelo Brasil ao exterior.
Com uma forte queda nas importações de produtos brasileiros, o intercâmbio com o país vizinho (terceiro maior parceiro comercial do Brasil em todo o mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos) poderá fechar 2019 com  o primeiro saldo favorável  à Argentina desde 2003.
De janeiro a agosto, o saldo do comércio do Brasil com a Argentina é negativo em US$ 263 milhões, uma mudança significativa de trajetória quando comparado com o superávit de US$ 4 bilhões registrado no mesmo período de 2018.
E se os números acumulados no período janeiro-agosto  relativos às exportações de bens industrializados não são nada animadores (queda de 7,3% na participação nas exportações totais do país, passando de 48,5% de janeiro a agosto de 2018 para 47,4% no mesmo período deste ano), o cenário é ainda pior quando vistos isoladamente os resultados do mês de agosto.  No mês passado,a participação dos produtos industrializados passaram de 40,3% em agosto de 2018 para 32,7% no mês passado. Enquanto isso, os embarques de produtos básicos passam de 49% para 55%.

https://www.comexdobrasil.com/produtos-basicos-avancam-e-cai-participacao-de-bens-manufaturados-nas-exportacoes-brasileiras/

quarta-feira, 4 de setembro de 2019



O segredo do comércio está em levar as coisas de onde abundam para onde são mais caras. 

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Guerra comercial: China apresenta queixa à OMC por tarifas impostas pelos EUA















Berlim – A China informou que está apresentando à Organização Mundial do Comércio (OMC) uma queixa contra os Estados Unidos (EUA), alegando que a última rodada de tarifas impostas por Washington é uma violação dos regulamentos internacionais do comércio.
No domingo (1º), o governo americano começou a impor tarifas adicionais de 15% sobre produtos chineses, em um total de cerca de US$ 110 bilhões.
O Ministério do Comércio da China anunciou sua decisão nesta segunda-feira (1º). Autoridades do Ministério disseram que a última medida tomada por Washington vai completamente contra um entendimento comum ao qual os dois países chegaram em recente encontro de cúpula da China e dos Estados Unidos. As autoridades dizem que vão proteger os direitos legais e os interesses do país com base nos regulamentos da OMC.
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que ainda quer manter conversações comerciais, em nível ministerial, com a China neste mês, conforme planejado.
(*) Com informações da NHK – Emissora pública de televisão do Japão

https://www.comexdobrasil.com/guerra-comercial-china-apresenta-queixa-a-omc-por-tarifas-impostas-pelos-eua/

quarta-feira, 28 de agosto de 2019


Comece a importar e exportar !

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