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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Ministério da Economia divulga ferramentas de apoio a agentes do comércio exterior








Brasília – A Secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia (Secint) realiza, na próxima semana, uma série de apresentações em São Paulo e no Rio de Janeiro para explicar o funcionamento e as formas de acesso aos sistemas do Ombudsman de Investimentos Diretos (OID) e do Ponto de Contato Nacional (PCN) das Diretrizes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para Conduta Empresarial Responsável das Empresas Multinacionais, lançados em abril deste ano.
A ação, promovida pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) da Secint, em conjunto com o Banco Mundial – que participará dos eventos –, será destinada a empresários, técnicos de governo que têm contato direto com investidores, sindicatos, ONGs, consultores, escritórios de advocacia e outros representantes da sociedade civil.
Em São Paulo, a equipe da Camex será acompanhada, também, pelo secretário-executivo do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), Carlo Pereira.
Ambiente favorável 
O subsecretário de Investimentos Estrangeiros da Secretaria-Executiva da Camex, Renato Baumann, observa que esse trabalho está em consonância com a política do governo de criar um ambiente mais favorável aos negócios, com abertura comercial e facilitação via redução burocrática, oferecendo aos investidores externos no país e às empresas brasileiras que queiram investir no exterior um canal ágil de acesso a informação, tanto de caráter geral quanto para resolver questões específicas de cada empresa.
“Ao mesmo tempo, o país passa a dar importância mais explícita ao cumprimento da responsabilidade social por parte das empresas, por meio do PCN. Essa simultaneidade de sinais aos agentes econômicos não tem precedente aqui”, comenta.
Ele destaca que os dois mecanismos também servem como “sensores das necessidades dos agentes econômicos”, pois as atividades desenvolvidas no OID e no PCN serão informadas ao Comitê Nacional de Investimentos (Coninv), a fim de definir as políticas para investimento estrangeiro no Brasil. “Alguns temas poderão vir a constituir medidas de política, nova legislação ou alteração de práticas administrativas”, prevê.
Baumann salienta que a divulgação começa pelas capitais dos dois estados, que absorvem cerca de 40% dos investimentos estrangeiros. Também estão previstas ações, ainda este ano, em outras capitais. “Estamos acertando com o Banco Mundial apresentações, em setembro, em outras nove capitais, nas diversas regiões do Brasil. No próximo ano, é possível que façamos esse exercício em outros países”, antecipa.
PROGRAMAÇÃO*
São Paulo
22/07/2019 – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)
23/07/2019 – Câmara de Comércio da América (Amcham-Brasil) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)
24/07/2019 – Eurocâmara, com integrantes das Câmaras de Comércio Europeias, e Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (Investe São Paulo), com Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo

terça-feira, 16 de julho de 2019


Comece agora a importar e exportar e ter ótima assessoria. 

Houve um tempo em que usar o RADAR de terceiros como tradings e similares era vantajoso. Atualmente não, é muito importante importar pelo RADAR diretamente do dono da carga, pois há maior controle por parte Receita Federal Brasileira RFB* e o importador se beneficia diretamente das reduções de alíquotas através de certificados de origem, drawnback e outras formas. A RIMERA MULTIMODAL direciona os clientes perfeitamente assim. 

Muitos infelizmente não sabem que o custo de substituição tributária em nível nacional está incluso nos custos dessa importação intermediada, há muitos casos de sucesso em que começamos uma parceira com clientes que já importam via terceiros e não conhecem tais benefícios.

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SP Negócios promove evento destinado a orientar empresários sobre detalhes do processo de exportação














São Paulo –  Com o objetivo de qualificar empresários na adaptação de processos de venda para exportação, o PEIEX FECAP promove no próximo dia 23 de julho, a partir das 19h, encontro sobre marcas, patentes, embalagens, modalidades de pagamento, riscos e garantias. A qualificação contará com a presença de Fábio Martins e Maurício Golfette.
Fábio Martins explicará quais as modalidades de pagamentos, os riscos envolvidos e como trabalhar as garantias da melhor forma. Maurício Golfette irá focar em marcas, como executar as ações envolvidas com patentes e embalagens dos produtos.
O PEIEX é uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Aex-Brasil) que, na região metropolitana de São Paulo, ocorre em parceria com a FECAP e com o apoio da São Paulo Negócios

terça-feira, 2 de julho de 2019



Deixe de comprar mercadoria nacionalizada !!!

O distribuidor, comerciante varejistas e atacado, representações comerciais, entre outros, aqui na RIMERA MULTIMODAL tem chance de comprar mercadoria direto do fornecedor fora do Brasil e poder ter mais competitividade e mais volume de vendas, gerando aos seus negócios mais estabilidade e ganhos. 
Simule uma importação conosco e irá descobrir que é possível sua empresa crescer estável e próspera no mercado internacional.

Temos casos de sucesso em que clientes deixam de depender de fornecedores nacionais que tem alta variação de preço conforme giro do mercado nacional e passam a comprar direto da origem com ganhos e recompensas melhores.

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Exportações latino-americanas caem depois de dois anos de crescimento ininterrupto
















etrocesso do comércio mundial pelo recrudescimento dos impulsos protecionistas e a queda de preços de muitos produtos básicos levou a uma redução nas exportações da região no primeiro trimestre de 2019, pela primeira vez em mais de dois anos. O valor total anualizado das exportações dos países da América Latina e do Caribe caiu 1,6% nos primeiros três meses do exercício em curso, depois de ter crescido 8,9% em 2018 e 12,3% em 2017, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Apenas oito países da região –México, Equador, Costa Rica, República Dominicana, Haiti, Jamaica, Barbados e Suriname– apresentaram uma evolução positiva entre janeiro e março.
Em um cenário internacional turbulento, com crescentes riscos para o comércio e com a recente escalada entre os EUA e a China monopolizando as manchetes dos principais jornais do mundo, a desaceleração das exportações latino-americanas começou no final de 2018. Mas, nos primeiros meses deste ano, constata o BID, “o contexto se deteriorou e, como consequência, o arrefecimento das exportações se agravou em toda a região”. Neste aspecto, a região corre em paralelo ao resto do mundo: o indicador de perspectiva do comércio global, elaborado pela Organização Mundial do Comércio, está nos menores níveis em quase uma década –desde a Grande Recessão– e as previsões para 2019, lembram os técnicos do organismo, “contemplam um risco de piora considerável”.
O Caribe e, em menor medida, a América Central, resistiram melhor ao mau momento do comércio internacional do que o resto da região. No primeiro caso, apesar da leve desaceleração das exportações, o crescimento anualizado destas continuou sendo de dois dígitos (quase 11%) no início de 2019, menos de um ponto abaixo do que em todo o exercício anterior. Na América Central a “forte desaceleração” na primeira parte do ano não levou, no entanto, os números para o vermelho: as vendas ao exterior cresceram 2,1%, um aumento mais de sete pontos inferior ao registrado no conjunto do ano anterior, arrastadas pelo menor impulso das exportações mexicanas, que cresceram apenas 2,3% no primeiro trimestre, depois de terem aumentado mais de 10% no conjunto do ano anterior. Entre os grandes países da América Latina, no entanto, o México é o que mostra a melhor evolução.

Queda no preço da soja, um golpe para a América do Sul

A contração acontece, principalmente, pelo fraco desempenho dos países da América do Sul, onde tanto os volumes quanto os preços de alguns dos principais produtos exportados –cobre, petróleo, café, açúcar e, sobretudo, soja– apresentaram redução. Depois de um crescimento de mais de 8% em 2018, as vendas ao exterior da sub-região caíram 5,4% no índice anualizado, sem que as vendas para a Ásia, impulsionadas pela leguminosa, pudessem compensar a contração de mercados tradicionais como a Europa e os EUA.
O preço da soja caiu quase 13%, um duro golpe para os exportadores tradicionais, como Argentina e Paraguai e, em menor medida, o Brasil. A essa queda de preço se junta o ruído comercial das disputas entre Pequim e Washington: a primeira é a principal consumidora e a segunda é a primeira fornecedora regional. A região esperava que a China redirecionasse suas vendas para o sul, em detrimento dos EUA. Algo disso aconteceu, porque “tanto na média de 2018 quanto no primeiro trimestre de 2019 os embarques da América Latina para a China cresceram em um ritmo maior que as importações totais”, enfatiza o BID.

Um número ruim, embora longe do declínio de 2015

Nenhum país sul-americano tem motivos para comemorar: apenas o Equador (+1,2%) se salva. As exportações colombianas caíram 1,1%; as da Argentina, 2,3%; as do Chile, 5,1% e as do Brasil, 4,1%. Se não se levar em conta a Venezuela (-26%, devido ao colapso de sua plataforma petrolífera) o recorde negativo é do Paraguai, com uma queda nas vendas ao exterior de 10,3%. Em todos os casos, novamente com a já habitual exceção venezuelana, os países sul-americanos tinham fechado 2018 no azul (+11%).
O caso argentino é paradigmático: aumentou o volume de suas exportações em 2%, especialmente os produtos agroindustriais, mas não conseguiu compensar a queda de 4% nos preços de seus produtos. A China se tornou um cliente de peso, com um aumento de quase 13% em suas compras em relação ao ano passado. A contração do resto de seus mercados –o resto da América do Sul, Europa e EUA– acabou, no entanto, anulando esse aumento.
Apesar de tudo, as perspectivas para as exportações da América Latina e do Caribe estão longe de ser tão negativas quanto em 2015 e, em menor medida, que em 2014 e 2016, quando houve retrocessos significativos no valor –que em 2015 alcançaram os dois dígitos. A região, por enquanto, não está nessa situação. Mas o dado divulgado na terça-feira –a primeira queda em 27 meses– é um alerta para o que está por vir se as tensões do comércio global não se dissiparem em breve e a economia continuar desacelerando.

Brasil, afetado pela crise argentina

O maior país da região viveu, como o resto da América do Sul, uma primeira parte do ano ruim: vendeu mais para a China (+12%), ao resto da Ásia (+16%) e até mesmo aos EUA (+3,1%), mas no balanço geral sentiu o impacto da queda nas vendas para o resto da América do Sul (-28%) e, especialmente, para uma Argentina em crise (-47%), que cortou bruscamente a compra de veículos fabricados no país vizinho.

Vendas à Europa foram as que mais caíram

Por países e blocos compradores de produtos latino-americanos, na União Europeia (-12%) e no resto dos países da região (-7%) é onde mais caíram as vendas no primeiro trimestre do ano. Muito melhores foram as exportações para a Ásia (principalmente a China, alta de quase 2%) e aos EUA (1,8%). “No caso da UE, a queda tem a ver principalmente com a desaceleração econômica e com o fato de as vendas se concentrarem, principalmente, em matérias-primas, que caíram de preço”, explica ao EL PAÍS Paolo Giordano, economista-chefe do Setor de Integração e Comércio do BID e autor do relatório. Por que as vendas para a China e os EUA resistem tão bem? “No primeiro caso, porque a guerra comercial beneficiou os vendedores de soja, especialmente no Brasil. No segundo, porque boa parte são produtos manufaturados, principalmente no México, e não houve queda nos preços nem nos volumes apesar da incerteza na relação comercial” entre os dois países norte-americanos, conclui Giordano.

quinta-feira, 27 de junho de 2019


O despachante aduaneiro e seus ajudantes podem praticar em nome dos seus representados os atos relacionados com o despacho aduaneiro de bens ou de mercadorias, inclusive bagagem de viajante , transportados por qualquer via, na importação ou na exportação.

A principal função do despachante aduaneiro é a formulação da declaração aduaneira de importação ou de exportação, que nada mais é que a proposição da destinação a ser dada aos bens submetidos ao controle aduaneiro, indicando o regime aduaneiro a aplicar às mercadorias e comunicando os elementos exigidos pela Aduana para aplicação desse regime.

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Abertas inscrições para Missão de Internacionalização E-Commerce nos Estados Unidos











Brasília – A Apex-Brasil realiza nos dias 26, 27 e 28 de agosto uma Missão de E-Commerce em Miami, na Flórida, com o intuito de promover uma imersão de empresas no mercado de comércio eletrônico nos Estados Unidos, além de apresentar seminários sobre marketing e operação e-commerce no país.
Os objetivos da missão são capacitar empresas brasileiras interessadas em desenvolver uma estratégia digital de e-commerce nos Estados Unidos, promover uma aproximação entre as mesmas empresas e parceiros de negócios da cadeia de valor do e-commerce nos EUA e, compreender de forma ampliada a receptividade e potencial dos produtos brasileiros no mercado americano.
Haverá uma etapa preparatória em São Paulo, no Brasil, no dia 23 de julho, com o Workshop Plano de Expansão Internacional com Foco em E-Commerce (Caso não haja disponibilidade para a Missão nos dias 26, 27 e 28, as empresas interessadas poderão se inscrever apenas no Workshop).
A data final para inscrição no processo seletivo é o dia 28/06.
O valor a ser investido será estipulado de acordo com a faixa de exportação da empresa no ano de 2018, confira no regulamento de participação.
(*) Com informações da Apex-Brasil

quarta-feira, 19 de junho de 2019




Quer ampliar o seu leque de clientes ? 

Você consegue isso na importação se começar a comprar direto do fornecedor fora do Brasil, seu produto terá valor mais competitivo, logo mais clientela.

Outra maneira de melhorar o leque de cliente e oportunidades de fechar novos negócios, é através da exportação. Não haverá tributação de imposto de exportação, apenas custo de Nota Fiscal atual e custo logísticos para envio do procuto. Sua empresa não precisa ser produto, é possível comprar de fornecedor no Brasil, e ser apenas o exportador da mercadoria. 

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 — se sentindo motivado em Brasil.


Em São Paulo, seminário promove o mercado de Singapura para atração de negócios nacionais



São Paulo – A SP Negócios – agência de promoção de investimentos e exportações do município – participou, nesta terça-feira (18), do seminário Doing Business with Singapore, na cidade de São Paulo.
Realizado pelo Nelson Wilians & Advogados e Associados e pelo Singapore Economic Development Board, o evento teve como objetivo promover o mercado de Singapura e atrair empresas nacionais que tenham interesse em expandir seus negócios para o Sudeste Asiático.
“Além da São Paulo Negócios ser a porta de entrada para os investidores internacionais na cidade, também estimulamos o desenvolvimento das empresas paulistanas que desejam ingressar seus produtos e serviços no mercado estrangeiro. Vamos reforçar as agendas bilaterais, para ampliar as parcerias entre países”, afirmou Juan Quirós, presidente da SP Negócios.
O seminário contou com a presença do presidente da SP Negócios, Juan Quirós, de autoridades governamentais, como o Embaixador de Singapura responsável pelo Brasil, Sam Goi, e de grandes empresários, para debater temas como os aspectos jurídicos e econômicos de ambos os países. Também serão apresentados o mercado de Singapura e cases de sucesso.
Relação Brasil e Singapura
Além de importante parceiro comercial do Brasil, Singapura se destaca pela presença em setores relevantes da economia brasileira, com investimentos em telecomunicações, saneamento, educação, estaleiros navais, entre outros, que somam mais de US$ 2 bilhões.
A atuação de fundos de investimento como Temasek e GIC no Brasil, reforça a agenda bilateral entre os países, tornando também possível a aplicação de recursos na cidade de São Paulo em setores como inovação, desenvolvimento sustentável e economia criativa.
(*) Com informações da SP Negócios