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terça-feira, 11 de junho de 2019

Balança comercial registra superávit de US$ 1,085 bilhão na primeira semana de junho


Brasília – Com cinco dias úteis, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,085 bilhão na primeira semana de junho de 2019, resultado de exportações de US$ 4,564 bilhões e importações de US$ 3,479 bilhões. No ano, as vendas externas brasileiras somam US$ 97,413 bilhões e as compras do exterior, US$ 74,217 bilhões, com saldo positivo de US$ 23,196 bilhões.
A média diária de exportações da primeira semana de junho de 2019 (US$ 912,8 milhões), comparada com a média diária de junho de 2018 (US$ 957,8 milhões), teve queda de 4,7%, em razão da diminuição nas vendas de produtos manufaturados (-6,2%, por conta de aviões, óxidos e hidróxidos de alumínio, óleos combustíveis, torneiras e válvulas, etanol e tubos flexíveis de ferro/aço), produtos semimanufaturados (-4,2%, em razão de semimanufaturados de ferro/aços, celulose, couros e peles, catodos de cobre, estanho em bruto). Por outro lado, a venda de básicos registrou aumento (+1,0%, por conta de minério de ferro, carnes de frango, bovina e suína, minério de cobre, café em grão e algodão em bruto).
Na comparação com maio de 2019, pela média diária, foi registrado queda de exportações de 5,5%, em virtude da redução nas vendas das três categorias de produtos: básicos (-9,7%), semimanufaturados (-0,9%) e manufaturados (-0,8%). Nas importações, a média diária da primeira semana de junho deste ano (US$ 695,7 milhões), ficou 2,0% acima da média de junho do ano passado (US$ 682,1 milhões). Nesse comparativo, aumentaram os gastos principalmente com aeronaves e peças (+163,2%), leite e derivados (+88,0%), equipamentos mecânicos (+32,7%), equipamentos eletroeletrônicos (+26,2%) e alumínio e suas obras (+13,1%).  Em relação a maio último, houve elevação nas importações de 2,2%, pelo aumento nas compras de aeronaves e peças (+55,3%), equipamentos mecânicos (+46,8%), alumínio e suas obras (+29,8%), equipamentos eletroeletrônicos (+21,0%) e plásticos e obras (+6,3%).
(*) Com informações da Secex/Ministério da Economia

segunda-feira, 10 de junho de 2019



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Operação com o Antonov 124, segundo maior avião de carga do mundo, é realizada no Brasil




















Itajaí (SC) A DC Logistics Brasil trouxe para o País a aeronave Antonov 124, o segundo maior avião de carga do mundo. O AN-124, como é chamado, é destinado para o transporte de cargas extradimensionadas e pesadas. “É uma aeronave que possui um custo operacional muito alto, por isso, é usado apenas em situações de extrema urgência onde a carga não cabe em nenhum outro avião de cargas que tenha fluxo regular naquela determinada rota”, destaca Dimitri Mattos, Trade Lane Developer – Project Specialist, da DC Logistics Brasil.
A operação com o avião foi apenas uma parte da logística que começou com diversas reuniões e conferências com toda equipe envolvida, cerca de 20 pessoas ao todo. “O projeto durou cerca de 90 dias de planejamento, e a execução durou ao todo seis dias do início do manuseio na planta do cliente ao destino final”, comenta Mattos.
O embarque partiu do aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), fazendo parada para abastecimento em Cabo Verde e com destino final o Reino Unido.
O especialista em projetos explica que a carga transportada tinha cerca de quatro metros de altura e aproximadamente 40 toneladas. Devido principalmente à altura, a carga só coube no Antonov 124.
A DC Logistics Brasil foi responsável pela coordenação de todos os serviços no Brasil, desde a retirada da carga na planta do exportador, até a colocação dentro da aeronave. “Nós contratamos a transportadora, o material especial para amarração da carga, surveyor e guindaste. Cada movimento da carga foi monitorado pela nossa equipe, sempre usando material inspecionado e certificado, tendo em vista que a carga é sigilosa, de alto valor e sensível”, ressalta Dimitri.
Com base nisso, foi desenvolvido o método de embarque, onde consta o planejamento do transporte, com datas e horas de ocorrência, incluindo as possíveis eventualidades e soluções para cada uma delas. “Todo este plano é feito para o sucesso da operação”, finaliza Mattos.
(*) Com informações da DC Logistics Brasil

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Operando no azul: entrada de dólares no país supera saída em US$ 346 milhões em maio

















Brasília – O saldo de entrada e saída de dólares do país ficou positivo em maio. As entradas superaram as saídas em US$ 346 milhões, informou hoje (5), o Banco Central (BC).
Em maio, o fluxo financeiro – investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações – registrou saldo negativo de US$ 1,149 bilhão e o comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) teve saldo positivo de US$ 1,495 bilhão.
De janeiro a maio, o saldo ficou positivo em US$ 3,164 bilhões. O fluxo financeiro registrou saldo negativo de US$ 6,893 bilhões e o comercial ficou positivo em US$ 10,057 bilhões.
(*) Com informações da Agência Brasil                               



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 — em São Paulo.

quarta-feira, 5 de junho de 2019


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Com Brasil fora da lista de países confiáveis para investir, EUA seguem atraindo brasileiros

Boca Raton/FL – A atual falta de confiança de investidores internacionais pode ter reaquecido a discussão sobre uma possível reforma tributária no Brasil. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou no último dia 22 um texto da reforma tributária, que deve ser debatido em uma comissão especial. Enquanto isso, dados do Mapa Bilateral de Investimentos Brasil / USA 2019, mostram que o estoque de IED (Investimento Estrangeiro Direto) brasileiro nos Estados Unidos cresceu 356% entre 2008, quando era de US$ 9,3 bilhões para US$ 42,8 bilhões em 2017.
Em maio deste ano, em um ranking divulgado por uma consultoria internacional, o Brasil não ficou entre os 25 países mais confiáveis para se investir. Desde 1998 – quando a consultoria A.T. Kearney começou a fazer este ranqueamento – o país nunca havia ficado fora do top 25. Mercados sólidos, como os dos Estados Unidos e Alemanha, estiveram no topo do ranking de 2019.
Segundo o Mapa Bilateral de Investimentos Brasil-EUA, desenvolvido pela Apex-Brasil em parceria com o Brazil-U.S Business Council e a Amcham Brasil os Estados Unidos foram a segunda maior origem das importações brasileiras, totalizando US$ 25,1 bilhões em 2017. Do ponto de vista americano, o Brasil foi o 12º lugar maior mercado de destino de suas exportações, com 2,08 % do total, e foi o 17º maior fornecedor de bens e serviços importados nos EUA em 2017, com 1,20% do total.
Para o economista e analista político Carlo Barbieri, o Brasil vive um cenário de dificuldade recorrente entre os países emergentes e precisa buscar uma solução imediata para a questão. Segundo Carlo Barbieri, além de não estar na lista de países seguros para investir, aumentou o número de brasileiros que estão investindo nos Estados Unidos.
“Assim como Turquia e África do Sul, por exemplo, a economia brasileira não está transmitindo segurança para o investimento externo. Então, os investimentos costumam ser pontuais e de curto prazo. Isso resulta em um capital especulativo e com alta variação e instabilidade. Essa situação precisa ser resolvida o quanto antes, pois além de não estar atraindo investidores estrangeiros, aumentou o número de brasileiros que busca investir nos EUA”, explica Carlo Baribieri que é CEO do Oxford Group, consultoria brasileira com sede nos EUA há mais de 30 anos.
Para o economista a reforma tributária, a exemplo do que aconteceu nos Estados Unidos, deve atrair empresas estrangeiras e investimentos ao Brasil. Os benefícios são inúmeros. “Sem uma reforma tributária o Brasil entrará em uma dificuldade muito grande de crescimento porque os investimentos acabam se tornando onerados demais para estrutura tributária injusta e complexa. Esse cenário precisa mudar. Nos EUA, a redução da alíquota do imposto para empresas teve resultado excelente, alcançando o menor desemprego nos EUA nós últimos 49 anos”, explica Carlo Barbieri.
Reforma Tributária no Brasil
O texto aprovado mais recentemente na Câmara dos Deputados, a Emenda à Constituição (PEC) 45/19, é de autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP). A proposta extingue três tributos federais – IPI, PIS e Cofins. Acaba também o ICMS, que é estadual, e o ISS, municipal. Todos eles incidem sobre o consumo. No lugar, é criado o IBS – Imposto sobre Operações com Bens e Serviços, de competência de municípios, estados e União, além de um outro imposto, sobre bens e serviços específicos, esse de competência apenas federal. O tempo de transição previsto é de dez anos.
O texto tem como referência proposta desenvolvida pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF). Confiantes em uma reforma que pode resgatar a confiança do Brasil no exterior, especialistas aguardam os próximos passos. “Na medida que avancem os processos de reforma tributária e que se coloquem em pauta de forma definitiva um processo que venha a dar mais segurança para o país, o Brasil tem tudo para ser a maior fonte de atração de capitais externos que busquem um país com condições de crescimento e com estabilidade econômica interna”, prospecta Barbieri que também auxilia americanos a investir em todo o mundo.

segunda-feira, 3 de junho de 2019

RIOgaleão Cargo premia vencedores em 11 categorias do Programa de Eficiência Logística






















Rio de Janeiro – O RIOgaleão Cargo realizou a terceira edição da premiação do Programa de Eficiência Logística (PEL), que tem como objetivo destacar as empresas com melhor atuação e desempenho no Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim. O evento aconteceu no Museu do Amanhã, na Zona Portuária do Rio de Janeiro.
A apresentação ficou a cargo do jornalista Alex Escobar e contou com a presença do presidente do RIOgaleão, Luiz Rocha; do vice-presidente do RIOgaleão, Alexandre Monteiro; do diretor do RIOgaleão Cargo e anfitrião do evento, Patrick Fehring; do secretário de Estado de Transportes do Rio de Janeiro, Delmo Pinho; do diretor de Relações Institucionais da Firjan, Marcio Fortes; da delegada da Alfândega no RIOgaleão, Joana Lages; do chefe da Anvisa no RIOgaleão, Norberto Campos, da presidente do Sindaerj (Sindicato dos Despachantes Aduaneiros do Rio de Janeiro), Celia Gomes, entre outras autoridades.
Durante a cerimônia, foram premiados os importadores mais eficientes de 2018, em 11 categorias: Automotivo/Transporte Rodoviário; Têxtil/Moda; Tecnologia; Linha Azul; Químicos; Metal Mecânico Farmacêutico; Equipamentos e Instrumentos Médicos; Transporte Aéreo, Petróleo e Gás/Indústria Naval; e Diversos. Também foram celebrados os destaques de seis categorias: Importador e Exportador de maior crescimento; Agente de Cargas; Despachante; Transportador Rodoviário e Companhia Aérea mais eficiente.
“A premiação é uma forma de agregar valor ao cliente e desenvolver a cadeia logística do estado do Rio de Janeiro. Juntos, estamos conseguindo reduzir, ano a ano, o tempo médio de liberação de cargas, o que significa economia de tempo e de recursos financeiros. O prêmio do Programa de Eficiência Logística se junta a outras iniciativas que desenvolvemos, com o objetivo de estabelecer o RIOgaleão como a porta de entrada de cargas mais eficiente do País. Esses avanços são fruto do esforço coletivo da toda a cadeia logística”, afirmou Patrick Fehring.
Nesta edição, o RIOgaleão também homenageou o Grupo GPS e a Tri-Star, dois parceiros que desempenham atividades de segurança e controle dentro do Terminal de Cargas. Esta parceria contribuiu para que o RIOgaleão Cargo conquistasse, em janeiro deste ano, a certificação OEA (Operador Econômico Autorizado), na modalidade segurança, concedida pela Receita Federal do Brasil (RFB). Com essa conquista, o terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim passou a ser o único entre aeroportos brasileiros a contar com o reconhecimento, o que reforça sua importância como elo da cadeia logística, legitimando o baixo grau de risco em suas operações de comércio exterior, em termos de segurança. Além disso, o RIOgaleão Cargo passa a ser um parceiro estratégico da Receita Federal do Brasil, proporcionando maior previsibilidade no fluxo do mercado internacional e consequente impulsão em investimentos na economia brasileira.
Outra homenageada da noite foi a empresa BRINKS, por sua operação de destaque em cuidados especiais no transporte de cargas de valor elevado. A homenagem destacou a criatividade e a complexidade nas soluções propostas pela companhia, reforçando e garantindo uma cadeia logística segura.
Encerrando a premiação, como forma de agradecimento e reconhecimento dos parceiros do aeroporto, o RIOgaleão Cargo sorteou uma viagem com acompanhante para assistir aoAirshow de Farnborough, na Grã-Bretanha. Importante evento internacional da indústria aeroespacial e de defesa, o show aéreo conta com exibições diárias de voos de aeronaves comerciais, militares e históricas, para potenciais clientes e investidores e público em geral.
Destaques de 2018
Encerrado em dezembro de 2018, o terceiro ano do Programa de Eficiência Logística RIOgaleão Cargo contou com a participação de diferentes representantes do mercado de importação e exportação, e suas respectivas cadeias logísticas, que atuam no terminal de cargas do RIOgaleão. Os vencedores foram definidos a partir da avaliação de rankings mensais de desempenho, apurados de janeiro a dezembro do ano passado. O índice levou em conta o monitoramento do tempo de permanência da carga, desde a chegada ao terminal até a entrega ao representante.
Neste último ano, houve novidades nos acompanhamentos e pontuação, como a padronização de no mínimo cinco embarques/mês por participante, em todos os segmentos. Essa padronização aumentou 32% em média o total de concorrentes, com destaque para o crescimento nos segmentos Farmacêutico (+43%), Instrumentos e Equipamentos Médicos (+53%), Transporte Aéreo (+38%) e Petróleo e Gás (+48%).
Além do aumento da abrangência do programa, o ano de 2018 marcou a redução de 26% do tempo médio de permanência de cargas em canal verde, para 54:09. No segmento automotivo, foi registrado benchmark de apenas 7:42, 17% menor do que o tempo mínimo registrado em 2017 neste mesmo setor. Outro destaque de 2018 foi a forte adesão da cadeia logística, com aumentos de participantes nas classificações Agente de carga, Despachante e Transportador Rodoviário.
Novidades em 2019
Com o objetivo de incentivar ainda mais a busca por eficiência e a participação de importadores e prestadores de serviços do TECA, a RIOgaleão Cargo fez algumas mudanças no PEL, resultando nas seguintes categorias a ser premiadas em 2019: Automotivo / Metal Mecânico; Diversos; Equipamentos e Instrumentos Médicos; Farmacêutico; Linha Azul; Transporte Naval; Petróleo e Gás – Operações; Petróleo e Gás – Serviços; Químicos; Tecnologia; Têxtil / Moda; Transporte Aéreo / Transporte Terrestre. Serão mantidos os seis destaques premiados em 2018: Melhor Importador; Melhor Exportador; Melhor Agente de Cargas; Melhor Despachante; e Melhor Transportador Rodoviário.
Confira os vencedores de 2018:
(*) Com informações da RIOgaleao

quinta-feira, 30 de maio de 2019



CNI defende harmonização de práticas nos portos e menos burocracia no despacho de navios
















Brasília – A administração dos portos públicos continua sendo um dos maiores entraves para a competitividade da indústria nacional, tanto para exportadores quanto para importadores. Em reunião do Conselho Temático de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (29), o conselheiro José Ribamar Miranda Dias apresentou sugestões para a melhoria da eficiência o setor. Entre as principais estão harmonizar os procedimentos dos agentes públicos presentes nos portos e facilitar as operações do setor, como o despacho de navios.
“Há décadas que os desencontros e a lentidão da atuação dos agentes do poder público no despacho dos navios e cargas são um dos principais vilões da ineficiência e dos elevados custos dos portos brasileiros”, enfatizou Dias.
Estudo divulgado em 2016 pela CNI já mostrava o tamanho do impacto da burocracia na operação dos portos brasileiros. Segundo os dados, o setor tem um custo adicional de R$ 2,9 bilhões a R$ 4,3 bilhões anuais com a demora na liberação de cargas e os custos administrativos. O caminho para a melhora na gestão dos portos públicos passa pela concessão das companhias docas para a iniciativa privada, processo que deve ser iniciado este ano pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal.
Na avaliação de José Ribamar Dias, grande parte dos problemas do setor passa pela falta de continuidade de políticas. Ele mencionou o Programa de Harmonização das Atividades dos Agentes de Autoridade nos Portos (Prohage), que foi criado em 1997 e caminhava bem até ser abandonado pelo governo em 2003.
“Foi simplesmente descontinuado, sem qualquer notícia ou explicação à sociedade”, detalhou Dias, que é almirante da reserva. “Todo o trabalho desenvolvido com ponderável dose de esforço foi jogado fora. Algumas comissões locais ainda tentaram sobreviver na informalidade, mas sem sucesso”, acrescentou.
Mais recentemente, em 2012, foi criada a Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conaportos), na estrutura da Secretaria dos Portos, com a finalidade de integrar as atividades desempenhadas pelos órgãos e entidades públicas nos portos e instalações portuárias. No entanto, segundo Dias, a comissão pouco avançou desde então.
 “Pesquisa superficial realizada entre servidores públicos, operadores portuários e dirigentes de entidades de classe revelou que a comunidade portuária não tem uma ideia concreta dos resultados alcançados pela Conaportos, nem do andamento dos seus trabalhos”, destacou.
(*) Com informações da CNI

terça-feira, 28 de maio de 2019

Balança comercial segue acumulando superávits: US$ 1,352 bilhão na quarta semana de maio














Brasília – Com exportações de US$ 4,989 bilhões e importações de US$ 3,637 bilhões, na quarta semana de maio de 2019, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,352 bilhão. No mês, o saldo positivo é de US$ 5,192 bilhões, resultado de exportações de US$ 11,929 bilhões e importações de US$ 8,219 bilhões. No acumulado do ano, as vendas externas brasileiras totalizam US$ 89,196 bilhões e as compras no exterior somam US$ 67,620 bilhões, com superávit de US$ 21,576 bilhões.
Análise da semana 
A média das exportações da quarta semana (US$ 997,8 milhões) ficou 0,7% abaixo da média registrada até a terceira semana (US$ 1,005 bilhão), em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-9,1%, em função, principalmente, de petróleo em bruto, carnes salgadas, soja em grão, carnes bovina, suína e de frango, minério de ferro). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (+19,0%, em razão de semimanufaturados de ferro ou aço, óleo de soja em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, catodos de cobre, açúcar de cana em bruto, ferro-ligas) e manufaturados (+4,9%, em razão de aviões, motores e turbinas para aviação, tubos flexíveis de ferro ou aço, suco de laranja congelado, laminados planos de ferro ou aço).
Nas importações, também pela média diária, houve crescimento de 6,2%, sobre igual período comparativo – média da quarta semana, de US$ 727,4 milhões sobre a média até a terceira semana, que foi de US$ 684,9 milhões. O aumento das compras externas no período pode ser atribuído, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos eletroeletrônicos, aeronaves e peças, adubos e fertilizantes, equipamentos mecânicos.
Análise do mês
Nas exportações, comparadas as médias até a quarta semana de maio de 2019 (US$ 1,003 bilhão) com a média diária registrada em maio de 2018 (US$ 920,6 milhões), há crescimento de 8,9%  em função do aumento nas vendas de produtos manufaturados (+35,2%, por conta de aviões, óleos combustíveis, gasolina, partes de motores e turbinas para aviação, máquinas e aparelhos para terraplanagem, laminados planos de ferro ou aço) e semimanufaturados (+20,1%, por conta de produtos semimanufaturados de ferro ou aço, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido).
Por outro lado, caíram as vendas de produtos básicos (-1,9%, por conta, principalmente, de soja em grão, farelo de soja, bovinos vivos, minério de cobre, arroz em grão). Em relação à média diária de abril de 2019, houve crescimento de 6,9%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (+12,5%), básicos (+6%) e manufaturados (+6,1%).
Nas importações, a média diária até a quarta semana de maio deste ano (US$ 697,4 milhões) ficou 10,4% acima da média de maio do ano passado (US$ 631,5 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+38,4%), combustíveis e lubrificantes (+ 23,7%), equipamentos eletroeletrônicos (+15,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (+13,8%) e equipamentos mecânicos (+12,2%). Sobre abril de 2019, houve crescimento de 7,5%, pelos aumentos em adubos e fertilizantes (+44,2%), farmacêuticos (+19,4%), combustíveis e lubrificantes (+15,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (+10,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (+7%).
(*) Com informações da Secex/Ministério da Economia

https://www.comexdobrasil.com/balanca-comercial-segue-acumulando-superavits-us-1352-bilhao-na-quarta-semana-de-maio/