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terça-feira, 14 de maio de 2019

Aurelio Montes, fundador da vinícola Montes, é eleito o novo presidente da Wines of Chile


















São Paulo – A Wines of Chile (Associação de Vinhos do Chile) anuncia que o empresário Aurélio Montes Baseden é seu novo presidente para os próximos dois anos, em sequência à gestão de Mario Pablo Silva.
Aurélio Montes assume com a missão de continuar e ampliar a liderança do Chile como uma das maiores potências produtoras e exportadoras de vinhos finos do mundo.
Montes é um dos empresários mais conhecidos da indústria vinícola chilena por seus esforços de internacionalização do vinho chileno e por sua trajetória como fundador e sócio da vinícola Montes. Formado em Enologia pela Universidade Católica do Chile, tornou-se o primeiro enólogo da vinícola Undurraga. Após uma passagem de 12 anos por esta empresa, mudou para a vinícola Montes em Finca de Apalta, em Colchagua. Atuou como vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura e Vinho do Chile entre 2013 e 2015, com foco no mercado internacional.
A XIII Assembleia Anual, que elegeu Aurélio Montes, contou com a participação de representantes de mais de 70 vinícolas associadas à Wines of Chile, que analisaram as conquistas alcançadas em 2018, traçaram os objetivos para 2019 e também elegeram, além do presidente, a nova diretoria: vice-presidente, Mario Pablo Silva (Casa Silva); tesoureiro, Juan José Bouchon (Bouchon Family Wines); diretores: Thomas Domeyko (Concha y Toro); Andrés Lavados (Santa Rita); Pedro Herane (San Pedro Tarapacá); Alfonso Undurraga (Koyle); Martín Silva (Ventisquero); María Luz Marín (Casa Marín); Eugenio Carvallo (Cristal Chile).
Aurélio Montes declarou que “é um orgulho receber essa responsabilidade e estou muito empolgado. Esse desafio envolve importantes objetivos, como posicionar o país como produtor de vinhos premium, continuar trabalhando na estratégia de 2025, promover o vinho como eixo da imagem do país e atrair novos públicos”.
A Wines of Chile foi criada com o nome de Associação de Vinhos do Chile, em abril de 2007, com o propósito de unificar os esforços da indústria chilena de vitivinicultura. A entidade reúne 74 produtores, que abrangem as diversas regiões vinícolas.
(*) Com informações da Wines of Chile

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Em vigor há dois anos, acordo Mercosul-Egito é tema de seminário promovido pela Câmara Árabe
















São Paulo – A Câmara de Comércio Árabe Brasileira e o Escritório Econômico e Comercial do Egito em São Paulo promovem na próxima quarta-feira (15) o seminário “Acordo Mercosul-Egito: panorama de mercado após dois anos de sua entrada em vigor”. O evento vai ocorrer das 09 às 11 horas na sede da Câmara Árabe, na capital paulista.
Vão dar palestras o diretor do Departamento de Acordos Internacionais do Ministério da Indústria e Comércio do Egito, Michael Gamal, o chefe do Escritório Comercial do Egito em São Paulo, Mohamed Elkhatib, e a gerente de Relações Institucionais da Câmara Árabe, Fernanda Baltazar.
“O objetivo é destacar como ficou o comércio bilateral depois de dois anos, mostrar em que o Brasil e o Egito se beneficiaram”, disse o secretário-geral da Câmara Árabe, Tamer Mansour.
O acordo de livre-comércio entre o Mercosul e o Egito entrou em vigor em setembro de 2017, e prevê a eliminação gradual de tarifas de importação de mais de 90% dos produtos comercializados pelas duas partes ao longo de dez anos. Parte das mercadorias foi desgravada logo que o tratado passou a vigorar, mais de mil no caso das exportações do bloco sul-americano ao país árabe.
Mansour ressaltou que antes do acordo o volume de comércio do Brasil com o Egito estava na quinta posição no que diz respeito às relações comerciais do País com as nações árabes, mas agora subiu para a terceira colocação, considerando a soma de exportações e importações.
Levando em consideração apenas as exportações, o Egito passou para o primeiro lugar entre os mercados árabes do Brasil em 2018, à frente da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos.
“Vamos discutir novas perspectivas para as relações comerciais depois de passados dois anos do acordo, pois em breve serão reduzidas tarifas para mais produtos manufaturados”, afirmou Mansour.
Ele acrescentou que Michael Gamal vai falar ainda sobre a legislação referente ao acordo, a documentação necessária para usufruir de seus benefícios e a perspectiva de início da certificação online das exportações do Brasil ao Egito. “Ninguém melhor do que o diretor do Departamento de Acordos Internacionais [do governo egípcio] para falar sobre estes assuntos”, declarou.
O seminário é indicado para empresas que fazem – ou estão interessadas em fazer – negócios com o Egito. As inscrições são gratuitas.
Serviço
Seminário “Acordo Mercosul-Egito: panorama de mercado após dois anos de sua entrada em vigor”
Quarta-feira, 15 de maio de 2019, das 09 às 11 horas
Auditório da Câmara Árabe
Avenida Paulista, 283, 11º andar, São Paulo, SP
Para se inscrever, clique aqui

https://www.comexdobrasil.com/em-vigor-ha-dois-anos-acordo-mercosul-egito-e-tema-de-seminario-promovido-pela-camara-arabe/

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Em comunicado, China lamenta “profundamente” aumento de tarifa pelos EUA e promete retaliar
















Washington – A China “lamenta profundamente” que os Estados Unidos tenham aumentado de 10% para 25% as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, disse uma delegação chinesa em um comunicado no início desta sexta-feira (10).
A China terá que tomar as contra medidas necessárias, acrescentou a delegação, que está atualmente em Washington para a 11ª rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível China-EUA.
Segundo a delegação, como esta rodada de conversas ainda está em andamento, a China espera que os Estados Unidos possam se encontrar com a China no meio de caminho, e que os dois lados se esforcem conjuntamente para solucionar, por meio de consultas e da cooperação, os problemas existentes.
(*) Com informações da Xinhua

https://www.comexdobrasil.com/em-comunicado-china-lamenta-profundamente-aumento-de-tarifa-pelos-eua-e-promete-retaliar/

quinta-feira, 9 de maio de 2019


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AEB pede cautela na análise de eventual participação do Brasil em megaprojeto da China

















Da Redação –
Brasília – Ao mesmo tempo em que faz uma defesa intransigente da realização de esforços pelo governo brasileiro visando atrair investimentos chineses principalmente para os múltiplos e gigantescos projetos de infraestrutura dos quais o Brasil tanto necessita, o presidente da AEB  analisa com cautela a possibilidade de o governo brasileiro vir a acertar sua adesão ao “Belt and Road Initiative”, ou “Um cinturão, uma rota”, iniciativa lançada pelo presidente Xi Jinping para ligar a Ásia, Oriente Médio, Europa e África por meio de ferrovias, portos e outras obras de infraestrutura.
A  expansão do projeto para a América Latina seria, na visão de fontes do governo de Pequim, uma prioridade para a China. Segundo dados divulgados pelo governo chinês,  Pequim pretende investir a astronômica cifra de US$ 1 trilhão no financiamento desses projetos. O Chile foi o primeiro país da América Latina a aderir formalmente ao megaprojeto chinês.
Em sua análise sobre a participação do Brasil nessa iniciativa, José Augusto de Castro afirmou que “em minha opinião, é melhor não tomar nenhuma decisão neste momento”.
E justificou: “o governo brasileiro busca aprovar no Congresso Nacional uma reforma da Previdência  e ainda que não faça uma reforma tributária, que seria muito difícil de se aprovar concomitantemente com a reforma previdenciária, deve-se alcançar a simplificação tributária e se isto acontecer, o Brasil continuará atraindo investimentos estrangeiros para projetos de infraestrutura e aí nós teremos mais competitividade do que temos hoje.Nesse contexto, uma eventual participação na “Um cinturão, uma rota” deve ser avaliada com o cuidado que o tema requer e sem açodamento”.
Em entrevista ao jornal O Globo, em meados de abril, o embaixador da China em Brasília, Yang Wanming, afirmou que “a iniciativa Um cinturão, uma rota” está em sintonia com os conceitos do novo governo brasileiro de alavancar o crescimento através do investimento, fortalecer o alicerce do desenvolvimento com a infraestrutura e aumentar a competitividade mediante inovação tecnológica. Podemos estudar a coordenação das estratégias de desenvolvimento os dois lados, afim de trazer maior progresso para as relações sino-brasileiras”.
O embaixador  Yang Wanming afirmou ainda que “de agora em diante, podemos alinhar ainda mais a iniciativa “Um cinturão, uma rota” com as estratégias brasileiras de crescimento, como o Programa de Parceria de Investimentos, com o intuito de explorar melhor o potencial em setores de infraestrutura, como portos, ferrovias, processamento de produtos agrícolas, manufatura avançada, energia e petróleo e gás”.
Poucas semanas depois de conceder essa entrevista, o embaixador chinês participou, em Brasília, do “Fórum de Think Tanks Brasil-China”, que reuniu acadêmicos, diplomatas, profissionais de diversas áreas de atuação e conhecimento do Brasil relacionados às questões sino-brasileiras. Na oportunidade, o diplomata destacou o momento estável e satisfatório da relação com o Brasil, tendo como perspectiva diversos encontros de alto nível entre autoridades dos dois países no decorrer deste ano.
A iniciativa  “Um cinturão, uma rota” também foi abordada pelo ex-embaixador chinês no Brasil, Li Jinzhang. Em mensagem encaminhada aos participantes do Fórum, ele afirmou que “dos mil projetos em andamento hoje nessa iniciativa, cem estão localizados na América Latina. É uma chance real de progresso para todos os participantes, num plano que engloba inovação cientifica e tecnológica  oportunidades estratégicas de desenvolvimento”.

quarta-feira, 8 de maio de 2019


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Ministro libanês aposta na diáspora para ampliar intercâmbio comercial com o Brasil


São Paulo – O ministro de Estado para o Comércio Exterior do Líbano, Hassan Mourad, veio ao Brasil para uma série de encontros com autoridades, lideranças empresariais e representantes da comunidade de origem libanesa. “O objetivo da visita é negociar o acordo de livre-comércio do Líbano com o Mercosul e tentar fazer outros acordos comerciais bilaterais com o Brasil”, disse ele à ANBA, após reunião com a diretoria da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, nesta terça-feira (07).
Mourad: autoridades brasileiras apoiam cooperação
O país árabe e o bloco sul-americano negociam um tratado de comércio desde 2014, mas ele ainda não foi assinado. Mourad não quis fazer uma previsão de prazo para o fim das negociações, mas contou que programou a viagem para dois meses antes do Brasil assumir a presidência rotativa do Mercosul, o que vai ocorrer na reunião de cúpula do grupo em Santa Fé, na Argentina, programada para julho.
“Todas as autoridades brasileiras com quem eu conversei confirmam que vão dar apoio ao Líbano”, afirmou Mourad. Na segunda-feira (06), por exemplo, ele se reuniu com o vice-presidente Hamilton Mourão, em Brasília.
O ministro aposta na força da comunidade de origem libanesa no Brasil para fortalecer os negócios entre os dois países. “Nós viemos ao Brasil também para ligar os empresários brasileiros e libaneses”, declarou.
Ele próprio faz parte desta diáspora. Mourad nasceu em São Paulo, em 1976, filho de libaneses naturalizados brasileiros. Em 1980, a família se mudou para o Líbano, mas o ministro – que fala português – contou que costuma visitar o Brasil duas vezes por ano. O vice-presidente Administrativo da Câmara Árabe, Mohamed Orra Mourad, que estava na reunião, é seu primo.
“Como há uma comunidade libanesa aqui no Brasil, existe uma comunidade brasileira no Líbano”, destacou. “Quibe e esfiha são comidas brasileiras, e coxinha e brigadeiro são iguarias libanesas”, brincou, referindo-se à popularidade dos quitutes típicos de um país no outro.
Mesmo sem o acordo firmado, o ministro acredita ser possível impulsionar os negócios bilaterais por meio da diáspora. “Nossa pretensão é abrir mercado no Brasil para produtos libaneses, especialmente para a comunidade de origem libanesa e árabe em geral”, ressaltou.
Nesse sentido, no último final de semana, o governo libanês promoveu uma feira de produtos alimentícios do país árabe no Clube Atlético Monte Líbano, na capital paulista. Além disso, duas empresas do Líbano – a Cortas Food e a MSallem – estão expondo seus produtos no pavilhão da Câmara Árabe na Apas Show, feira do setor supermercadista que ocorre esta semana em São Paulo.
Mourad ressaltou que quer o apoio da Câmara Árabe na promoção dos negócios. “Eu aposto muito no trabalho entre nós, eu, como ministro do Comércio, e a Câmara Árabe”, afirmou.
Iniciativas
Fernanda Baltazar apresentou dados da Câmara e do comércio bilateral
O presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun, destacou que a entidade tem feito nos últimos anos inciativas para ampliar os negócios bilaterais. “Isso está dando resultado, a balança comercial tende a crescer e há muito potencial”, observou.
As exportações do Brasil ao Líbano somaram US$ 270 milhões no ano passado, um aumento de 2,5% sobre 2017. Na outra mão, as importações totalizaram US$ 27,5 milhões, um crescimento de 41% na mesma comparação.
A executiva de negócios internacionais da Câmara Árabe, Fernanda Baltazar, comentou, porém, que a pauta ainda é muito concentrada em carnes, café e gado vivo, do lado das vendas brasileiras, e em fertilizantes, do lado dos embarques libaneses.
“O Brasil consome produtos árabes e quer consumir produtos árabes de maior valor agregado. Além da comunidade de origem árabe no País, há uma grande simpatia dos brasileiros pelos árabes”, observou Hannun.
Hannun anunciou missão da Câmara Árabe ao Líbano em setembro
Ele acrescentou que a Câmara Árabe pretende organizar uma missão comercial brasileira ao Líbano em setembro para prospectar negócios, principalmente na área de infraestrutura. O ministro revelou que uma empresa brasileira está construindo atualmente a maior barragem do Líbano.
Mourad disse que o Líbano está desenvolvendo zonas econômicas especiais para atrair investimentos estrangeiros e que o país serve de entrada para outros mercados, como Síria, Jordânia e Iraque.
O cônsul do Líbano em São Paulo, Rudy El Azzi, que acompanhou o ministro na Câmara Árabe, destacou que está sendo avaliada a participação do país com um estande próprio na Apas Show de 2020.
Cônsul revelou projeto de cooperativa de importação de produtos libaneses
Azzi acrescentou que será apresentado um projeto de criação de uma cooperativa para importação de produtos libaneses no Brasil, na conferência Energia da Diáspora Libanesa, que será realizada no próximo mês, em Beirute. A ideia é gerar escala para que as mercadorias cheguem mais em conta ao mercado brasileiro.
“Será como um shopping libanês completo em São Paulo, uma feira de produtos e um espaço cultural 365 dias por ano”, declarou o cônsul. Para tanto, a inciativa espera contar com incentivos do governo libanês e a participação de investidores do Líbano e da diáspora.
(*) Com informações da ANBA


https://www.comexdobrasil.com/ministro-libanes-aposta-na-diaspora-para-ampliar-intercambio-comercial-com-o-brasil/

terça-feira, 30 de abril de 2019

Compartilhamento de valores leva Columbia Trading a associar-se ao Instituto Ethos



São Paulo – Em 2019, a Columbia Trading, companhia especializada em facilitar o processo de importação e exportação, associa-se ao Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e inicia o procedimento de implementação dos indicadores Ethos, ferramentas de análise interna, em um processo inédito entre os principais players de mercado do segmento.
Como pano de fundo, vemos que a ética, responsabilidade social e sustentabilidade são itens fundamentais para o bom funcionamento de uma organização. Mas, assim que ouvimos estes termos, os conceitos são restringidos à uma visão praticamente única e segregada. A palavra “sustentabilidade”, por exemplo, é rapidamente associada ao ambientalismo. Na verdade, não é apenas isso que compõe o conceito.
Giovana Lotici Baggio, Especialista em Assuntos Regulatórios e Compliance da Columbia Trading, explica como esse entendimento vem sendo aplicado nos últimos anos. “O conceito de sustentabilidade deixou de ser um assunto discutido essencialmente pelos ambientalistas e passou a integrar a agenda das empresas como um todo, que passaram a acompanhar com mais atenção como aspectos relacionados ao tema impactam na forma como desempenham suas atividades”, diz.
O Instituto Ethos surge para apoiar as empresas na construção da gestão responsável, fornecendo ferramentas que permitem a implementação de melhorias e, consequentemente, dos resultados da empresa.
A Columbia Trading, como empresa associada, compartilha os dez princípios Ethos: primazia da ética, responsabilidade social, confiança, integridade, valorização da diversidade e combate à discriminação, diálogo com as partes interessadas, transparência, marketing responsável, interdependência e comunicação de aprendizagem.
Giovana comenta que os princípios éticos são pontos de atenção levantados nas empresas. “Entende-se que uma empresa deve gerar lucro aos seus acionistas, porém como a empresa gera esse lucro é algo que se questiona nos dias atuais. A sociedade quer saber se a instituição atua de acordo com princípios e critérios éticos e os mais elevados padrões de compliance, e se é capaz de comprovar sua forma de atuação”, pontua. “É neste cenário que a Columbia Trading se associa ao Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social ratificando com seus públicos de interesse o compromisso de atuar de forma ética e transparente”.
Criado em 1998, atualmente, na América Latina, o Ethos conta com mais de 500 corporações associadas. “Como associado, a Columbia Trading faz parte da maior rede de empresas para o desenvolvimento sustentável da América Latina com mais de 500 associados e tem a oportunidade de ser protagonista nos temas de sustentabilidade, antecipando riscos e desenvolvendo sua cadeia de valor. Além disso, tem acesso às ferramentas para aprimoramento de sua gestão, definindo a sustentabilidade como estratégia de negócio”, finaliza Giovana.
(*) Com informações da Columbia Trading

quarta-feira, 24 de abril de 2019

China supera os EUA como maior investidor no Brasil, revela Boletim do Ministério da Economia



Da Redação (*)  
Brasília –  A primeira edição do Boletim de Investimentos Estrangeiros no Brasil – Países Selecionados, divulgada nesta terça-feira (23) pelo Ministério da Economia, envolvendo a China, Estados Unidos, Japão, França e Itália, revela que entre os meses de março de 2003 e 2019, em valores investidos, a China supera os Estados Unidos e aponta que os investimentos chineses corresponderam a 37% do total investido no Brasil por  esses cinco países, com um total de US$ 71 bilhões.
No período, os investimentos americanos totalizaram US$ 58 bilhões, apesar do maior número de projetos. Em terceiro lugar o documento menciona os investimentos japoneses, fortemente influenciados pelos resultados de 2011.
Ao  divulgar o Boletim, o Ministério da Economia destacou que a divulgação do Investimento Estrangeiro no Brasil, que era feita em boletins até 2018 apenas com dados sobre a China, foi ampliada e, a partir de agora, inclui projetos de outros quatro países: Estados Unidos (EUA), Japão, França e Itália. As informações – com a mesma metodologia desenvolvida anteriormente para mapear os investimentos – estão no Boletim de Investimentos Estrangeiros – Países Selecionados, publicação trimestral cujo primeiro número, referente ao período de janeiro a março de 2019, foi lançado nesta terça-feira.
Elaborado pela Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), o documento está disponível para leitura e download em português e inglês. A escolha dos países foi baseada no fato de a Camex ter Memorandos de Entendimento e de Cooperação com esses cinco países. O boletim coleta uma amostra dos investimentos em fontes variadas e, ainda que possa não refletir a totalidade dos investimentos destes países selecionados, indica em linhas gerais a tendência do Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil entre 2003 e o primeiro trimestre de 2019. 
Números
No primeiro trimestre deste ano, foram confirmados oito projetos de investimentos no Brasil nos setores de energia renovável, indústria, comércio eletrônico, logística, software e robótica. Três deles somam um investimento de US$ 859 milhões. Os demais não tiveram os valores divulgados. 
O boletim indica que, ao longo dos 16 anos da série considerada (de 2003 ao 1º trimestre de 2019), o Brasil recebeu investimentos desses cinco países em 1.167 empreendimentos, que somam US$ 187 bilhões. A maior parte – 852 projetos, com volume de US$ 154 bilhões – em projetos brownfields (ampliação ou reformulação de projetos já existentes). 
O meio de entrada mais utilizado pelos investidores são fusões e aquisições, o que reflete clara entrada de investidores externos como controladores de grandes empresas brasileiras e, por consequência, o baixo ritmo de ampliação da capacidade produtiva. Os projetos estão fortemente concentrados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. 
EUA e China predominam
​O boletim reúne informações sobre a distribuição setorial dos investimentos por país de origem do capital no Brasil. São considerados empreendimentos greenfield os projetos em que o investidor aporta recursos na construção de novas estruturas necessárias à operação, ou seja, não se baseiam em ativos preexistentes. Já os projetos brownfield são investimentos em empreendimentos preexistentes, ou em um projeto a ser desenvolvido ou atualizado. 
No período considerado, o número de projetos de empresas americanas foi predominante, com mais de 40% do total dos cinco países. Em segundo lugar estão os investimentos japoneses, correspondentes a quase uma quarta parte do total. Os projetos chineses vêm em quarto lugar, logo após os franceses. 
Já em valores investidos, a China supera os EUA. Entre 2003 e março de 2019, os investimentos diretos chineses corresponderam a 37% do total desses cinco países, com US$ 71 bilhões. Os dos EUA foram de US$ 58 bilhões, apesar do maior número de projetos. O terceiro lugar é dos investimentos japoneses, fortemente influenciados pelos resultados de 2011.
(*) Com informações do Ministério da Economia