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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Camex aprova medidas compensatórias sobre importações de aço chinês e suspende a decisão














Brasília – Em reunião extraordinária realizada nesta segunda-feira (21) na Casa Civil da Presidência da República, o Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu aprovar a aplicação de medidas compensatórias, por até 5 anos, às importações brasileiras de laminados planos da China, e suspender a medida, em razão de interesse público.
Na prática, isso significa dizer que as importações do referido produto não serão objeto de pagamento de direitos compensatórios. Os ministros ressaltaram, uma vez mais, que o governo brasileiro não aceita que nenhuma prática desleal de comércio desestabilize os setores produtivos do país e que a decisão de hoje é coerente com aquela tomada pelo Conselho em janeiro de 2018, quando se aplicou e suspendeu, no mesmo ato, o direito antidumping sobre as importações do produto.
A Camex esclarece que a suspensão da medida compensatória é uma exceção, definida após análise de seu impacto na economia nacional. Além disso, as importações do produto objeto da medida tem caído. Em 2017, as compras externas brasileiras de laminados planos originárias da China diminuíram 84,6% em relação a 2016. O Conselho de Ministros informa, ainda, que será feito o monitoramento de importações, e, em análise futura, poderá ocorrer a reversão da suspensão.
O produto objeto da medida compensatória tem a seguinte descrição técnica: laminados de aço ligado ou não ligado, de largura superior a 600mm, laminados a quente, em chapas (não enrolados) de espessura inferior a 4,75mm, ou em bobinas (em rolos) de qualquer espessura. O item tem grande aplicação na construção civil, na relaminação, na fabricação de autopeças, na indústria de móveis, de implementos agrícolas, de aparelhos eletrodomésticos, na construção de pontes, torres de linhas de transmissão, oleodutos, gasodutos e minerodutos, entre outras.
(*) Com informações do MDIC

https://www.comexdobrasil.com/camex-aprova-medidas-compensatorias-sobre-as-importacoes-de-aco-chines-e-suspende-a-decisao/

segunda-feira, 21 de maio de 2018

"Temos o sonho de ver o exportador brasileiro produzindo cada vez mais mercadorias autênticas e de qualidade para competir no mercado internacional.​"

Assim que identificar algum cliente fora do Brasil compatível com sua produção, pode contar conosco para cuidar da logística internacional . 
A habilitação do RADAR expresso com exportação ilimitada é uma ótima opção para exploradores até mesmo Microempreendedor individual - MEI*. 

Se a empresa produz alguma mercadoria, podemos expandir o mercado internacional através de marketing internacional do produto, ou té mesmo intermediadores de negócios que compram mercadoria para exportação brasileiras, podemos ajudar. 

​​ A exportação é uma operação com baixo risco, sem impostos e alto giro econômico. A dificuldade é manter o brasileiro como fornecedor estável, e a RIMERA MULTIMODAL vai lhe ajudar nisso. Além de ajudar com marketing internacional via mailing de banco de dados de brokers e traders que ajudam a identificar um importador para sua produção, ajudamos também via site de intermediações de negócios a intermediar negociação com novos clientes internacionais para sua empresa. 

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 — em  São Paulo.

Empresas do setor têxtil irão a roadshow na Argentina e no Uruguai para prospectar negócios

Brasília – Entre os dias 21 e 25 de maio, empresários das marcas Petit Cherie, Lupo, Trifil, Kyly, Brandili, Fakini, Farm, Blueman, Rio de Sol e YD Confecções participam de um roadshow pela Argentina e pelo Uruguai. Comandada pelo Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira (Texbrasil) – resultado de uma parceria entre a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento (Apex-Brasil) – a viagem empresarial será uma ótima oportunidade para prospectar negócios e conhecer compradores internacionais.
De acordo com Lilian Kaddissi, gerente executiva do Programa, os mercados foram escolhidos por se destacarem nas relações comerciais com o Brasil. “A Argentina é o principal destino e exportações têxteis e de confecção do continente. O Uruguai, por sua vez, teve um aumento de 34% de suas compras com o nosso país em comparação a 2017. São mercados aquecidos e com ótimas relações conosco. Fizemos uma agenda extremamente rica. Esperamos que as empresas conheçam mais as oportunidades e iniciem contatos comerciais”, detalha.
Na agenda da viagem há reuniões individuais entre compradores locais e os empresários participantes. “A nossa equipe analisou os diferentes perfis e realizou uma forte ação de matchmaking, encontrando compradores compatíveis”, analisa.

https://www.comexdobrasil.com/empresas-do-setor-textil-irao-a-roadshow-na-argentina-e-no-uruguai-para-prospectar-negocios/

terça-feira, 15 de maio de 2018


Para viabilizar os seus negócios, nada melhor que simular custos de transporte, tributários, e taxas que possam incluir uma importação . Através de simulados muito completos é possível entender se o seu negócio está pronto para decolar.

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Secretária-executiva do MDIC destaca comércio e serviços entre Brasil e UE em seminário

A secretária-executiva do Ministério foi uma das palestrantes de seminário realizado na última sexta-feira (11), na Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), que debateu os negócios no setor de Comércio e Serviços entre Mercosul e União Europeia.
De acordo com informações do Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços e Intangíveis (Siscoserv), entre os dez principais destinos de exportações brasileiras de serviços no mundo, cinco são para países da União Europeia. “Com um mercado de serviços de aproximadamente US$12,6 trilhões, há ainda muito espaço na UE que pode ser aproveitado por setores de serviços competitivos da economia brasileira, como é o caso dos serviços bancários, serviços de informática, arquitetura e engenharia”, afirmou representante do MDIC.
Dumaresq ressaltou ainda que, apesar do fluxo de comércio e serviços serem expressivos para o Brasil, o comércio bilateral precisa avançar em números. “Em 2016, o Brasil vendeu para a União Europeia cerca de US$ 6 bilhões, e adquiriu do mesmo bloco regional mais de US$ 22 bilhões, resultando em um considerável déficit para o Brasil, da ordem de US$ 15,9 bilhões”, lembrou.
A secretária-executiva considerou como primordial a modernização do setor de serviços no Brasil para torná-lo mais competitivo. “Em virtude da mudança do perfil econômico que nosso país e o mundo têm vivenciado nos últimos anos, com o  crescente  protagonismo do  setor  de  serviços,  é  vital  a dinamização e modernização do setor,  agregando  cada  vez  mais  valor e  adquirindo  competências  para  iniciar,  ou  ampliar,  estratégias  de internacionalização, o que do ponto de vista macroeconômico, comercial e  tecnológico  é  amplamente  benéfico  para  a  economia  nacional.”
Negociações Mercosul/UE
Com o tema central do evento focado na relação entre os blocos econômicos Mercosul e União Europeia, a secretária-executiva do MDIC reforçou que o Ministério segue engajado para alcançar a conclusão de um acordo abrangente e equilibrado com os europeus com maior breviedade possível. “O último encontro entre Mercosul e UE ocorreu em Bruxelas, em abril desse ano, na ocasião, foram tratados os temas de acesso agrícola, indicações geográficas e setor automotivo, pontos-chaves para o avanço das negociações”, lembrou.
“Sabe-se que o comércio está cada vez mais integrado e que os fluxos comerciais ocorrem cada vez mais por meio de acordos comerciais. Nesse sentido, a assinatura do acordo poderá ampliar de forma considerável o mercado para bens e serviços brasileiros e contribuir para a expansão na produção interna e para o fortalecimento da atividade econômica”, contou Yana. Segundo ela, o acordo oferecerá acesso mais competitivo a insumos, bens intermediários, tecnologias e serviços estratégicos por parte de produtores brasileiros, reduzindo custos de fabricação e aumentando a competitividade dos produtos nacionais vis-à-vis os concorrentes estrangeiros.
Dados de serviços
Com base em dados do Siscoserv, as principais vendas de serviços do Brasil para a União Europeia são de serviços profissionais. Os serviços gerenciais, de consultoria gerencial, de relações públicas e de comunicação social estão em 1º lugar, (14,9%), seguidos pelos “Outros serviços profissionais, técnicos e gerenciais não classificados em outra posição” (11,6%), Serviços de transporte aquaviário de cargas (6,6%) e os Serviços auxiliares aos serviços financeiros, exceto os relacionados a seguros e previdência complementar (6,3%). Dos serviços profissionais destacam-se também os serviços de engenharia (5,34% do total), em 6º lugar.
O perfil das aquisições de serviços segue padrão distinto ao já analisado para as vendas. Os serviços mais adquiridos são os serviços “Arrendamento mercantil operacional ou locação de máquinas e equipamentos, sem operador (com 53,8% do total), seguidos pelos Serviços de transporte aquaviário de cargas (8,3%), Serviços financeiros, exceto bancos de investimento, serviços de seguros e previdência complementar (5,9%) e Serviços de engenharia (4,6%).
(*) Com informações do MDIC

https://www.comexdobrasil.com/secretaria-executiva-do-mdic-destaca-comercio-e-servicos-entre-brasil-e-ue-em-seminario/

segunda-feira, 14 de maio de 2018



AGENCIAMENTO MARÍTIMO

O agenciamento de carga marítima é indicado a operações de grandes pesos e dimensões, para a mercadoria que pode esperar pelo menos da China um prazo de 40 dias, para entrega da mercadoria no destino final, em média. 

Para aquela empresa que pode esperar e não tem volume para encher um contêiner, há o serviço marítima LCL - carga consolidada. Que consiste na consolidação de cargas de vários vendedores /remetentes a vários comprados /destinatários pelo mundo. A importação e exportação dessas cargas é possível graças a várias empresas compartilhares o mesmo equipamento , no caso o contêiner , e compartilham também custos . 

TRANSPORTE RODOVIÁRIO

O transporte de carga rodoviário é uma etapa da importação e da exportação que precisa de muita atenção, pois é de muito risco e uma transportadora que não tem alinhado seguro e licenças cabíveis, é perigosa para a operação . 

Conte conosco para atender no transporte rodoviário na sua operação em comércio exterior. 

Temos ótimos contratos com transportadoras que nos possibilita competitividade e assertividade nos processos. Trabalhamos com serviço de consolidação rodoviária de cargas aéreas e marítimas que possuem custos bem baixos para aqueles clientes que podem esperar um dia ou dois mais para receber a carga aqui no Brasil.

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Secretaria de Comércio Exterior anuncia mudança na base de dados das exportações brasileiras

Brasília – A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria Comércio Exterior e Serviços (MDIC) esclarece que, com o início da utilização do Portal Único de Comércio Exterior, ocorreu mudança metodológica quanto à data de referência dos dados de exportação, que passa a ser a data de embarque da mercadoria.
À medida que as operações de exportação forem sendo migradas para o Portal Único de Comércio Exterior, a data de embarque passará a ser a única referência para o critério “data de exportação”. A partir do segundo semestre, todas as exportações, obrigatoriamente, já serão realizadas por meio do Portal.
Essa mudança atende mais prontamente as recomendações da Organização das Nações Unidas (ONU), no que se refere ao registro da data das operações de exportação. Segundo a ONU, para efeito de balança comercial, a data de exportação deve ser a da saída da mercadoria do território nacional, ou “data mais próxima que se tem registro”. Nos dados oriundos do Siscomex, a data das operações tem como referência o desembaraço aduaneiro.
O Portal Único de Comércio Exterior tem ferramentas que permitem o registro da data do embarque. Para o diretor do Departamento de Estatísticas e Apoio à Exportação da Secretaria de Comércio Exterior, Herlon Brandão, “além de melhor atendermos a uma recomendação da ONU, passamos a ter um dado mais aderente ao fluxo de comércio e a ter maior comparabilidade com informações de outras nações que seguem os mesmos parâmetros”, explica.
A Secex também informa que, como se trata de um sistema em processo de implantação e com informações novas, alterações e revisões dos dados poderão ocorrer.
(*) Com informações do MDIC
https://www.comexdobrasil.com/secretaria-de-comercio-exterior-anuncia-mudanca-na-base-de-dados-das-exportacoes-brasileiras/

terça-feira, 8 de maio de 2018

Empresas exportadoras de bebidas têm inscrições para rodada de negócios na Europa






Brasília – Empresas exportadoras do setor de bebidas com foco em sucos, refrigerantes, energéticos, águas, vinhos, cervejas, cachaças e outras bebidas alcoólicas podem se inscrever até 14 de maio para a rodada de negócios Wabel Drink Summit, que será realizada nos dias 8 e 9 de novembro, em Paris, na França. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) está coordenando a participação brasileira no evento
O objetivo da missão é fazer com que exportadores brasileiros do setor de bebida se encontrem com potenciais parceiros europeus para apresentar seus produtos e descobrir novas oportunidades de negócios na Europa.
As rodadas de negócios organizadas pela WABEL consistem em reuniões privadas entre fornecedores internacionais e redes de varejo, empresas de food service e importadores de relevância no cenário europeu. Para conferir todas as condições de participação, clique aqui. Para ver a lista de compradores confirmados, aqui.
SERVIÇO
Wabel Drink Summit
Data: 8 e 9 de novembro de 2018
Condições de Participação
Inscrições aqui.

https://www.comexdobrasil.com/empresas-exportadoras-de-bebidas-tem-inscricoes-para-rodada-de-negocios-na-europa/

segunda-feira, 7 de maio de 2018


Embarque com RIMERA MULTIMODAL e tenha certeza da qualidade no serviço e no atendimento. Trabalhamos com updates muito frequentes e monitoramento diário. 

Nosso trabalho é cuidar de todo o trâmite internacional de suas cargas e além disso ajudar sua empresa a ser sempre bem informada sobre a melhor logística - custo e benefício das operações. 

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Fórum de Competitividade das Exportações da CNI propõe mudanças na política comercial















Brasília – O presidente da GE Celma, Júlio Talon, assumiu o Fórum de Competitividade das Exportações (FCE) da Confederação Nacional da Indústria (CNI), neste ano, com a tarefa de ampliar a inserção da indústria no cenário internacional. Criado em março de 2016, o FCE-CNI reúne cerca de 50 grandes empresas exportadoras cada vez mais engajadas na melhoria da política comercial brasileira. Atualmente, o Brasil é a 8ª economia do mundo e apenas o 24º exportador.
O FCE esteve reuido nesta quinta-feira (3) para apresentar sua agenda de trabalho e as prioridades do fórum à secretária-executiva da Câmara de Comércio Exterior, Marcela Carvalho, em quatro temas: tributação do comércio exterior, facilitação e desburocratização do comércio exterior; logística e infraestrutura no comércio exterior; e financiamento e garantias às exportações.
Segundo Talon, a exportação não pode ser vista apenas como uma válvula de escape para épocas de crise. O Brasil precisa de uma estratégia consistente e duradoura para garantir sua integração às cadeias globais de valor. Países exportadores, diz, são mais produtivos, oferecem melhores empregos, produtos de qualidade e as empresas ampliam sua carteira de clientes e diversificam seus riscos.
“Percebemos que no Brasil ainda falta um trabalho de equipe, uma interação e um engajamento entre o setor produtivo. É essa lacuna que o FCE está preenchendo. Os empresários querem defender suas demandas, mas é buscando soluções conjuntas que o Brasil realmente vai se tornar uma economia competitiva e uma economia de primeiro mundo”, diz o executivo.
Júlio Talon explica que os temas são tratados em grupos técnicos, que identificam os problemas, fazem diagnósticos e traçam uma estratégia de defesa de interesses para a sua solução, por meio de uma interlocução ativa e transparente com o governo.
 O sistema tributário complexo e ineficiente tem impacto direto sobre a competitividade das empresas exportadoras. A alta carga de impostos e a burocracia excessiva geram custos, insegurança jurídica e oneram o preço final dos produtos e serviços nos mercados externos.
Medidas importantes são necessárias para desonerar de fato as exportações brasileiras e torná-las mais competitivas, como a solução do problema do acúmulo créditos tributários pelos exportadores e aprimoramentos nos regimes de incentivo às exportações, como o Drawback e o Recof/Recof-Sped.
A redução da carga tributária sobre as importações e exportações de serviços também é essencial para a indústria, principalmente para a promoção de atividades inovadoras e agregação de valor à produção e exportação de bens.
Na comparação internacional, o Brasil não possui a maior carga tributária nominal sobre a importação de serviços, mas apresenta a maior carga efetiva, ou seja, o maior ônus ao importador, que chega a 20%.
As exportações de serviços são prejudicadas pelas distorções do sistema tributário, como a dificuldade de compensação de impostos de renda, a incidência indevida de tributos e a ausência de regimes para neutralizar o acúmulo de créditos tributários.
 Os atrasos decorrentes da burocracia aduaneira nas operações de comércio exterior prejudicam os exportadores, sobretudo, da indústria de transformação. De acordo com um estudo da CNI, os atrasos aduaneiros aumentam em média 13% os custos para exportar e 14% para importar no Brasil.
A simplificação e a desburocratização das operações de comércio exterior são vitais para reduzir o tempo e os custos para exportar e importar, permitindo aumento progressivo da participação de novas empresas e de produtos de maior valor agregado na pauta exportadora do país.
Nesse sentido, esforços importantes foram feitos pelo governo nos últimos anos, como a implantação dos Programas Portal Único de Comércio Exterior e Operador Econômico Autorizado (OEA). No entanto, ainda são necessários passos primordiais, como, por exemplo, a integração de todos os órgãos anuentes nos programas.
 O Brasil possui deficiências logísticas e de infraestrutura que elevam os custos enfrentados pelas empresas para escoar seus produtos ao exterior.
O modelo de gestão governamental no setor de transportes é inadequado. Não há planejamento e políticas de integração entre os modais; há um baixo investimento e crescente deterioração da rede viária terrestre; e ampliam-se as dificuldades nos acessos marítimos e terrestres aos portos.
Além disso, nota-se uma proliferação de taxas, sobretaxas, adicionais e outros custos cobrados nos portos e no transporte marítimo, que oneram ainda mais o processo de exportar.
 Pesquisa realizada pela CNI aponta que 67% das empresas exportadoras no Brasil não utilizam, ou utilizam muito pouco, os instrumentos de financiamento às exportações disponíveis. A pesquisa revelou também que 88% das empresas não utilizam instrumentos de garantias às vendas ao exterior.
O sistema público de financiamento às exportações possui lacunas importantes que precisam ser solucionadas, como a indisponibilidade de recursos e as dificuldades de acesso de pequenas e médias empresas às linhas oficiais.
Na área de garantias, o quadro é ainda mais grave, já que existem poucos mecanismos e sua governança é complexa.
Esses fatores dificultam o acesso das empresas, que sofrem com a baixa disponibilidade de capital para exportar e ficam mais expostas aos riscos do comércio internacional

(*) Com informações da CNI
https://www.comexdobrasil.com/forum-de-competitividade-das-exportacoes-da-cni-propoe-mudancas-na-politica-comercial/