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terça-feira, 13 de agosto de 2019



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Apex-Brasil lançará sete novos núcleos do PEIEX em parceria com instituições de ensino




















Brasília – A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) lançará, em agosto, sete núcleos do Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX) em parceria com instituições de ensino dos estados de São Paulo, do Paraná, de Pernambuco, de Roraima e do Rio Grande do Sul.
PEIEX é oferecido pela Apex-Brasil para as empresas brasileiras iniciarem o processo de exportação de forma planejada e segura. As empresas que nunca exportaram têm várias dúvidas em relação à comercialização internacional e o PEIEX ajuda a eliminar as principais incertezas.
O Programa é implementado em todas as regiões do país, por meio de parcerias da Apex-Brasil com instituições locais de ensino e pesquisa, como Universidades, Parques Tecnológicos ou Fundações de Amparo à Pesquisa, além de Federações de Indústria. Atualmente a Apex-Brasil realiza o PEIEX em todas as regiões brasileiras: um total de 37 Núcleos Operacionais do Programa.
Em Maringá/PR e em Londrina/PR, a parceria ocorrerá com o Centro Universitário de Maringá – UniCesumar, e será lançada nos dias 13 e 15 de agosto, respectivamente. Na ocasião, será lançado também o estudo “Paraná: Perfil e Oportunidades de Exportações e Investimentos – 2019”, realizado pela Apex-Brasil. Este estudo apresenta um retrato atualizado da pauta exportadora do estado e das oportunidades em mercados internacionais.
Em Caruaru/PE, a parceria do lançamento do Núcleo do PEIEX ocorrerá com o Centro Universitário Tabosa de Almeida (ASCES-UNITA), e será apresentada ao público no dia 15 de agosto. O estudo “Pernambuco: Perfil e Oportunidades de Exportações e Investimentos – 2019” já está disponível no site da Apex-Brasil para consulta.
Em São Leopoldo/RS, o Núcleo do PEIEX em parceria com a Unisinos será lançado no dia 20 de agosto.
Em Sorocaba/SP, a parceria é com a ESAMC – Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação de Sorocaba e o novo Núcleo será lançado no dia 21 de agosto.
Em Porto Velho/RO, o lançamento do núcleo PEIEX – parceria com a Faculdade Sapiens – será no dia 22 de agosto. O estudo “Rondônia: Perfil e Oportunidades de Exportações e Investimentos – 2019” já está disponível no site da Apex-Brasil para consulta.
Em Cascavel/PR, a parceria ocorrerá com a Universidade Estadual do Oeste do Paraná – Unioeste, e será lançada no dia 29 de agosto. Na ocasião, o seminário EXPORTAGRO apresentará oportunidades de negócios em feiras internacionais de alimentos e bebidas para 2020, oportunidades e tendências de mercado e o portfólio de produtos Apex-Brasil para as empresas, destacando-se projetos em parceria com associações setoriais.
Segue abaixo o link para inscrições para os lançamentos:
LocaisData do lançamentoLinks de inscrição
Maringá/PR13 de agostoInscreva-se
Londrina/PR15 de agostoInscreva-se
Caruaru/PE15 de agostoInscreva-se
São Leopoldo/RS20 de agostoInscreva-se
Sorocaba/SP21 de agostoInscreva-se
Porto Velho/RO22 de agostoInscreva-se
Cascavel/PR29 de agostoInscreva-se
(*)  Com informações da Apex-Brasil

https://www.comexdobrasil.com/apex-brasil-lancara-sete-novos-nucleos-do-peiex-em-parceria-com-instituicoes-de-ensino/

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Terminal Multicargas do Porto do Açu recebe o centésimo navio após três anos de operação














São João da Barra – O Terminal Multicargas (T-MULT) do Complexo do Porto do Açu, no Norte do Estado (RJ), recebeu seu 100º navio, em 3 anos de operação. O marco foi atingido com a chegada da embarcação MV Wu Gui Shan, que descarregou 52,5 mil toneladas de carvão no terminal. Com esta última operação, o T-MULT soma 1,79 milhão de toneladas movimentadas desde sua inauguração, em 2016, se consolidando como a melhor opção para granéis sólidos, cargas gerais e de projeto.
Segundo o diretor de Operações da Porto do Açu, Ideraldo Goulart, os números refletem os avanços do Terminal Multicargas: “Ao mesmo tempo que representa uma conquista simbólica, alcançar o navio de número cem é também reafirmar os diferenciais competitivos do T-MULT. Somos um terminal moderno, localizado em um porto privado, que atende as especificidades de cada cliente e sem fila de espera”, afirmou.
O executivo ainda ressaltou outro diferencial do Açu, que é ter se desenvolvido sob o moderno conceito porto-indústria: “Além de oferecer um terminal apto a movimentar diversos tipos de produtos, o Açu conta com vias preparadas para o transporte de cargas com grandes dimensões, o que permite que toda a operação possa ser realizada no mesmo espaço, trazendo sinergia e reduzindo o custo logístico das empresas envolvidas”, destacou.
A operação de descarregamento do MV Wu Gui Shan foi realizada pelos próprios operadores do T-MULT, que são treinados para atuar com diferentes cargas. Todos são moradores de São João da Barra e foram qualificados pela própria Porto do Açu, como é o caso do Jonatas Oliveira, que trabalha no terminal há 4 anos:  “Compartilhar o marco dos 100 navios com o T-MULT, com as devidas responsabilidades operacionais e alta performance, é ter a certeza de que estamos no caminho certo. Ser um dos primeiros operadores portuários de um empreendimento deste porte, na minha região, e que atravessará gerações, é algo inexplicável”, afirmou.
Hoje, o Terminal Multicargas movimenta coque, carvão, bauxita, carga geral e de projetos, além de ter autorização para operar qualquer tipo de graneis sólidos e veículos. A Porto do Açu também está desenvolvendo um projeto para criar a infraestrutura necessária para movimentação de contêineres.
Está prevista, ainda, a expansão do Terminal, que possibilitará a movimentação de novas cargas. O projeto contará com ampliação do pátio de estocagem e construção de armazenagem coberta, incrementando ainda mais as atividades do T-MULT.
Conheça o T-MULT
O T-MULT possui 14,5m de profundidade, homologação para receber embarcações com calado de até 13,1 metros (que permite a atracação de navios Panamax) e cais de 500m, sendo 340 metros operacionais. Além disso, o terminal conta com 182 mil m² de retroárea, grande pátio de estocagem com até 1 milhão de m² para apoiar serviços de transbordo e capacidade de suporte de solo de até 10 toneladas/m².
Em operação desde 2016, o T-MULT opera 24 horas, 7 dias por semana. Além disso, já realiza importação/exportação de diversos tipos de carga de projeto, como pás eólicas, caminhões fora de estrada e cargas de O&G (risers, bobinas, árvores de natal para operações subsea, condensadores e turbinas).
Com acesso às principais rodovias brasileiras, e especializado no transporte rodoviário de graneis sólidos, carga geral e de projetos, atualmente o T-MULT já realiza operações integradas (Porto/Armazenagem/Transporte) de importação e exportação nos estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul. Em 2018, o door-to-door foi responsável por 42% do volume movimentado pelo Terminal.
Além das soluções door-to-door, o T-MULT também realiza operações multimodais, utilizando um terminal de transbordo instalado a apenas 300 km do porto. Além desse, estão sendo desenvolvidos mais três terminais integradores em Três Rios, Vitória e Região Metropolitana de BH.
Desde o início de suas operações até o final de 2018, o Terminal Multicargas apresentou crescimento de 96% no volume movimentado. O portfólio de produtos e clientes também cresceu significativamente. Em 2018, por exemplo, foram operados 7 tipos de produtos diferentes para um total de 15 clientes, o dobro do atendido em 2017. Além disso, o T-MULT também atingiu recorde de eficiência de descarregamento de cerca de 22 mil toneladas/dia.
(*) Com informações da Prumo Logística

https://www.comexdobrasil.com/terminal-multicargas-do-porto-do-acu-recebe-o-centesimo-navio-apos-tres-anos-de-operacao/

quinta-feira, 25 de julho de 2019

Receita Federal anuncia fim da cobrança do IOF sobre operações de câmbio nas exportações



Brasília – A Receita Federal não cobrará mais o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de câmbio relativas ao ingresso no Brasil de receitas de exportação. O Diário Oficial da União traz hoje (24) uma solução de consulta para esclarecer os exportadores sobre a incidência de IOF e reformular entendimento feito no ano passado.
Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no final do ano passado, a Receita passou a exigir o recolhimento de 0,38% sobre divisas de exportações que entrassem no país. Na época, a interpretação da Receita era de que a isenção ficaria restrita aos que internalizassem o recurso da exportação no mesmo dia da operação.
De acordo com o Fórum de Competitividade das Exportações da CNI, as empresas não conseguem fazer a operação de câmbio de exportação no mesmo dia em que recebe o recurso. Entre os motivos estão o fuso horário, o recebimento de pagamento após o horário bancário, a complexidade das ações, que têm muitas etapas, e a impossibilidade de manter um funcionário para monitorar online a conta da empresa para saber se o pagamento foi recebido e providenciar imediatamente a operação de câmbio.
“As empresas exportadoras ficaram muito preocupadas. Cerca de 90% desses recursos são internalizados, mas não no mesmo dia, devido a fuso horário, reserva para pagar fornecedores, entre outros motivos”, explicou a gerente de Política Comercial da CNI, Constanza Negri, acrescentando que a confederação apresentou vários documentos para questionar a mudança de interpretação das normas pela Receita.
Na época, a CNI estimava prejuízos de R$ 3,7 bilhões aos exportadores, este ano, caso a decisão fosse mantida. Segundo Constanza, empresas chegaram a entrar na Justiça contra a Receita para manterem a isenção.
Segundo a solução de consulta publicada no DOU, no o caso de operações de câmbio relativas ao ingresso no país de receitas de exportação de bens e serviços, a alíquota de IOF é zero. No entanto, devem ser obedecidos prazos para que as empresas tenham isenção, conforme normas do Conselho Monetário Nacional (CMN) e do Banco Central.
De acordo com o documento, o contrato de câmbio de exportação deverá ser celebrado para liquidação pronta ou futura, prévia ou posteriormente ao embarque da mercadoria ou da prestação do serviço, observado o prazo máximo de 750 dias entre a contratação e a liquidação.
No caso de contratação prévia, o prazo máximo entre a contratação de câmbio e o embarque da mercadoria ou da prestação do serviço é de 360 dias. O prazo máximo para liquidação do contrato de câmbio é o último dia útil do 12º mês subsequente ao do embarque da mercadoria ou da prestação do serviço. “As empresas já cumpriam esses prazos”, disse Constanza.
(*) Com informações da Agência Brasil

https://www.comexdobrasil.com/receita-federal-anuncia-fim-da-cobranca-do-iof-sobre-operacoes-de-cambio-nas-exportacoes/

terça-feira, 23 de julho de 2019


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Ajudamos clientes que ainda não importam ou exportam a ingressar no mercado internacional. Conte conosco como um departamento de Comex de sua empresa.

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Empresas brasileiras de tecnologia atentas aos desdobramentos da “guerra tecnológica” EUA-China















Curitiba – Nos últimos meses, o mundo tem acompanhado uma chamada “Trade War” entre os Estados Unidos e a Huawei, empresa de tecnologia chinesa, líder mundial em equipamentos de telecomunicações. A empresa sofreu um boicote do governo norte-americano entrando na lista negra de empresas do estado sob a suspeita de atividades contrárias à segurança nacional. Em contrapartida, o governo chinês anunciou que criaria uma lista de empresas estrangeiras não confiáveis.
A expectativa do mercado é que encontros entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, resultem em um acordo que acalme os ânimos, favorecendo ambas as partes, já que o boicote do governo americano afeta, também, empresas como a Apple, que utiliza diversos componentes chineses além da montagem de produtos no país.
Ricardo Zanlorenzi /Foto: Priscilla Fiedler
“Caso não seja possível um acordo entre os estados, Donald Trump prometeu aumentar as tarifas em 25% para produtos importados da China. O que afeta diretamente inúmeras empresas americanas e as relações internacionais de outros países, como o Brasil”, detalha Ricardo Zanlorenzi, CEO da Nexcore Tecnologia, empresa brasileira especializada em soluções de comunicação empresarial e Contact Center.
Em meio a tantos conflitos, a empresa Huawei não recuou nas negociações com os demais países e reitera que o veto não afetará o desenvolvimento da sua tecnologia 5g e que já fecharam 50 contratos comerciais pelo mundo. Diante deste cenário, no Brasil a empresa chinesa segue ganhando mercado e apresentando novidades tecnológicas. No último dia 26 de junho, por exemplo, a empresa chinesa realizou uma demonstração de sua tecnologia 5g na Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis (SC). “Na contramão das punições que recebeu, a Huawei não parou e continuou em busca de território internacional, demonstrando muita força no mercado”, comenta Zanlorenzi.
Mesmo sem aparecer tanto no Brasil, já que não vende smartphones no país, um segmento em que é a segunda maior do mundo, a Huawei é fundamental para o mercado, pois fornece equipamentos para empresas como Vivo, Tim, Claro e Oi. Segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), das mais de 86 mil estações rádio base (ERBs) em operação no Brasil, cerca de 70 mil foram fabricados pela Huawei, que atua há 20 anos em solo brasileiro. Ou seja, 81% das antenas de celular no Brasil têm a mão dos chineses.
Para o especialista, analisando todos os números do mercado, neste momento o Brasil precisa se manter neutro na “guerra tecnológica” entre Estados Unidos e China, pois o país depende muito financeiramente e das tecnologias desenvolvidas por empresas dos dois países. “O momento é de muita cautela para todos os envolvidos. As empresas chinesas, entre elas a Huawei, e norte-americanas exercem grande influência no mercado da tecnologia em todo o mundo, e no Brasil não é diferente. Por causa dessa dependência, seria uma grande loucura comprarmos uma briga com qualquer um dos lados”, completa Ricardo.
(*) Com informações da Nexcore Tecnologia

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Empresas marítimas e estaleiros advertem governo sobre a MP que flexibiliza a importação de navios















São Paulo – Um grupo da construção naval apresentou formalmente ao Ministério da Infraestrutura os riscos da proposta de Medida Provisória (MP) que permite a importação de navios estrangeiros novos e usados na cabotagem, com isenções de impostos na importação, casos do Imposto de Importação (II), do Programa de Integração Social (PIS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O Governo Federal ainda prepara essa Medida Provisória com novas propostas para viabilizar a cabotagem no país.
O Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval) registrou, em junho, uma carta encaminhada ao ministro Tarcísio Freitas em que alerta que tal medida pode alterar drasticamente as regras vigentes da navegação brasileira (Lei nº 9.432/1997), além de trazer danos e prejuízos à construção naval, à cadeia produtiva e à geração de emprego e renda no Brasil.
Para Saullo Bonner, advogado tributarista do FH Advogados, esta Medida Provisória pode resultar no agravamento da crise do setor. “Esta decisão pode gerar completa desvantagem em relação a empresas estrangeiras que conseguem produzir navios a preços bem mais atrativos do que os produzidos no País em razão de tecnologia, matérias-primas e mão de obra mais qualificada no mercado internacional, sem levar em consideração que navios usados seriam ainda mais vantajosos de serem adquiridos”, explica.
A MP, de acordo com o advogado, coloca em perigo a condição dos trabalhadores no Brasil. “A isenção dos tributos incidentes na importação quando da aquisição de navios novos e usados poderá resultar no completo desestímulo da continuidade da indústria naval brasileira, colocando em risco a vida de milhares de trabalhadores, ainda mais em tempos de alta taxa de desemprego no País”, completa Bonner.
O especialista ainda afirma que a indústria naval brasileira passa por uma situação extremamente delicada, mas que empresas do setor estão trançando objetivos de retomada de novos projetos, a fim de que os milhares de empregos perdidos nos últimos anos sejam retomados, bem como a fomentação da economia nacional.
(*) Com informações FH Advogados

Ministério da Economia divulga ferramentas de apoio a agentes do comércio exterior








Brasília – A Secretaria de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia (Secint) realiza, na próxima semana, uma série de apresentações em São Paulo e no Rio de Janeiro para explicar o funcionamento e as formas de acesso aos sistemas do Ombudsman de Investimentos Diretos (OID) e do Ponto de Contato Nacional (PCN) das Diretrizes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para Conduta Empresarial Responsável das Empresas Multinacionais, lançados em abril deste ano.
A ação, promovida pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) da Secint, em conjunto com o Banco Mundial – que participará dos eventos –, será destinada a empresários, técnicos de governo que têm contato direto com investidores, sindicatos, ONGs, consultores, escritórios de advocacia e outros representantes da sociedade civil.
Em São Paulo, a equipe da Camex será acompanhada, também, pelo secretário-executivo do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), Carlo Pereira.
Ambiente favorável 
O subsecretário de Investimentos Estrangeiros da Secretaria-Executiva da Camex, Renato Baumann, observa que esse trabalho está em consonância com a política do governo de criar um ambiente mais favorável aos negócios, com abertura comercial e facilitação via redução burocrática, oferecendo aos investidores externos no país e às empresas brasileiras que queiram investir no exterior um canal ágil de acesso a informação, tanto de caráter geral quanto para resolver questões específicas de cada empresa.
“Ao mesmo tempo, o país passa a dar importância mais explícita ao cumprimento da responsabilidade social por parte das empresas, por meio do PCN. Essa simultaneidade de sinais aos agentes econômicos não tem precedente aqui”, comenta.
Ele destaca que os dois mecanismos também servem como “sensores das necessidades dos agentes econômicos”, pois as atividades desenvolvidas no OID e no PCN serão informadas ao Comitê Nacional de Investimentos (Coninv), a fim de definir as políticas para investimento estrangeiro no Brasil. “Alguns temas poderão vir a constituir medidas de política, nova legislação ou alteração de práticas administrativas”, prevê.
Baumann salienta que a divulgação começa pelas capitais dos dois estados, que absorvem cerca de 40% dos investimentos estrangeiros. Também estão previstas ações, ainda este ano, em outras capitais. “Estamos acertando com o Banco Mundial apresentações, em setembro, em outras nove capitais, nas diversas regiões do Brasil. No próximo ano, é possível que façamos esse exercício em outros países”, antecipa.
PROGRAMAÇÃO*
São Paulo
22/07/2019 – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)
23/07/2019 – Câmara de Comércio da América (Amcham-Brasil) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)
24/07/2019 – Eurocâmara, com integrantes das Câmaras de Comércio Europeias, e Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (Investe São Paulo), com Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo

terça-feira, 16 de julho de 2019


Comece agora a importar e exportar e ter ótima assessoria. 

Houve um tempo em que usar o RADAR de terceiros como tradings e similares era vantajoso. Atualmente não, é muito importante importar pelo RADAR diretamente do dono da carga, pois há maior controle por parte Receita Federal Brasileira RFB* e o importador se beneficia diretamente das reduções de alíquotas através de certificados de origem, drawnback e outras formas. A RIMERA MULTIMODAL direciona os clientes perfeitamente assim. 

Muitos infelizmente não sabem que o custo de substituição tributária em nível nacional está incluso nos custos dessa importação intermediada, há muitos casos de sucesso em que começamos uma parceira com clientes que já importam via terceiros e não conhecem tais benefícios.

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SP Negócios promove evento destinado a orientar empresários sobre detalhes do processo de exportação














São Paulo –  Com o objetivo de qualificar empresários na adaptação de processos de venda para exportação, o PEIEX FECAP promove no próximo dia 23 de julho, a partir das 19h, encontro sobre marcas, patentes, embalagens, modalidades de pagamento, riscos e garantias. A qualificação contará com a presença de Fábio Martins e Maurício Golfette.
Fábio Martins explicará quais as modalidades de pagamentos, os riscos envolvidos e como trabalhar as garantias da melhor forma. Maurício Golfette irá focar em marcas, como executar as ações envolvidas com patentes e embalagens dos produtos.
O PEIEX é uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Aex-Brasil) que, na região metropolitana de São Paulo, ocorre em parceria com a FECAP e com o apoio da São Paulo Negócios