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quinta-feira, 30 de maio de 2019



CNI defende harmonização de práticas nos portos e menos burocracia no despacho de navios
















Brasília – A administração dos portos públicos continua sendo um dos maiores entraves para a competitividade da indústria nacional, tanto para exportadores quanto para importadores. Em reunião do Conselho Temático de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (29), o conselheiro José Ribamar Miranda Dias apresentou sugestões para a melhoria da eficiência o setor. Entre as principais estão harmonizar os procedimentos dos agentes públicos presentes nos portos e facilitar as operações do setor, como o despacho de navios.
“Há décadas que os desencontros e a lentidão da atuação dos agentes do poder público no despacho dos navios e cargas são um dos principais vilões da ineficiência e dos elevados custos dos portos brasileiros”, enfatizou Dias.
Estudo divulgado em 2016 pela CNI já mostrava o tamanho do impacto da burocracia na operação dos portos brasileiros. Segundo os dados, o setor tem um custo adicional de R$ 2,9 bilhões a R$ 4,3 bilhões anuais com a demora na liberação de cargas e os custos administrativos. O caminho para a melhora na gestão dos portos públicos passa pela concessão das companhias docas para a iniciativa privada, processo que deve ser iniciado este ano pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal.
Na avaliação de José Ribamar Dias, grande parte dos problemas do setor passa pela falta de continuidade de políticas. Ele mencionou o Programa de Harmonização das Atividades dos Agentes de Autoridade nos Portos (Prohage), que foi criado em 1997 e caminhava bem até ser abandonado pelo governo em 2003.
“Foi simplesmente descontinuado, sem qualquer notícia ou explicação à sociedade”, detalhou Dias, que é almirante da reserva. “Todo o trabalho desenvolvido com ponderável dose de esforço foi jogado fora. Algumas comissões locais ainda tentaram sobreviver na informalidade, mas sem sucesso”, acrescentou.
Mais recentemente, em 2012, foi criada a Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conaportos), na estrutura da Secretaria dos Portos, com a finalidade de integrar as atividades desempenhadas pelos órgãos e entidades públicas nos portos e instalações portuárias. No entanto, segundo Dias, a comissão pouco avançou desde então.
 “Pesquisa superficial realizada entre servidores públicos, operadores portuários e dirigentes de entidades de classe revelou que a comunidade portuária não tem uma ideia concreta dos resultados alcançados pela Conaportos, nem do andamento dos seus trabalhos”, destacou.
(*) Com informações da CNI

terça-feira, 28 de maio de 2019

Balança comercial segue acumulando superávits: US$ 1,352 bilhão na quarta semana de maio














Brasília – Com exportações de US$ 4,989 bilhões e importações de US$ 3,637 bilhões, na quarta semana de maio de 2019, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 1,352 bilhão. No mês, o saldo positivo é de US$ 5,192 bilhões, resultado de exportações de US$ 11,929 bilhões e importações de US$ 8,219 bilhões. No acumulado do ano, as vendas externas brasileiras totalizam US$ 89,196 bilhões e as compras no exterior somam US$ 67,620 bilhões, com superávit de US$ 21,576 bilhões.
Análise da semana 
A média das exportações da quarta semana (US$ 997,8 milhões) ficou 0,7% abaixo da média registrada até a terceira semana (US$ 1,005 bilhão), em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-9,1%, em função, principalmente, de petróleo em bruto, carnes salgadas, soja em grão, carnes bovina, suína e de frango, minério de ferro). Por outro lado, cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (+19,0%, em razão de semimanufaturados de ferro ou aço, óleo de soja em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, catodos de cobre, açúcar de cana em bruto, ferro-ligas) e manufaturados (+4,9%, em razão de aviões, motores e turbinas para aviação, tubos flexíveis de ferro ou aço, suco de laranja congelado, laminados planos de ferro ou aço).
Nas importações, também pela média diária, houve crescimento de 6,2%, sobre igual período comparativo – média da quarta semana, de US$ 727,4 milhões sobre a média até a terceira semana, que foi de US$ 684,9 milhões. O aumento das compras externas no período pode ser atribuído, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos eletroeletrônicos, aeronaves e peças, adubos e fertilizantes, equipamentos mecânicos.
Análise do mês
Nas exportações, comparadas as médias até a quarta semana de maio de 2019 (US$ 1,003 bilhão) com a média diária registrada em maio de 2018 (US$ 920,6 milhões), há crescimento de 8,9%  em função do aumento nas vendas de produtos manufaturados (+35,2%, por conta de aviões, óleos combustíveis, gasolina, partes de motores e turbinas para aviação, máquinas e aparelhos para terraplanagem, laminados planos de ferro ou aço) e semimanufaturados (+20,1%, por conta de produtos semimanufaturados de ferro ou aço, ferro-ligas, óleo de soja em bruto, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido).
Por outro lado, caíram as vendas de produtos básicos (-1,9%, por conta, principalmente, de soja em grão, farelo de soja, bovinos vivos, minério de cobre, arroz em grão). Em relação à média diária de abril de 2019, houve crescimento de 6,9%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (+12,5%), básicos (+6%) e manufaturados (+6,1%).
Nas importações, a média diária até a quarta semana de maio deste ano (US$ 697,4 milhões) ficou 10,4% acima da média de maio do ano passado (US$ 631,5 milhões). Nesse comparativo, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (+38,4%), combustíveis e lubrificantes (+ 23,7%), equipamentos eletroeletrônicos (+15,6%), químicos orgânicos e inorgânicos (+13,8%) e equipamentos mecânicos (+12,2%). Sobre abril de 2019, houve crescimento de 7,5%, pelos aumentos em adubos e fertilizantes (+44,2%), farmacêuticos (+19,4%), combustíveis e lubrificantes (+15,4%), químicos orgânicos e inorgânicos (+10,4%) e equipamentos eletroeletrônicos (+7%).
(*) Com informações da Secex/Ministério da Economia

https://www.comexdobrasil.com/balanca-comercial-segue-acumulando-superavits-us-1352-bilhao-na-quarta-semana-de-maio/

quinta-feira, 23 de maio de 2019



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Thomson Reuters participa do Lawtech Conference e traz renomado especialista em Startups



São Paulo – A Thomson Reuters, líder no desenvolvimento de soluções para o mercado jurídico, participa da terceira edição do Lawtech Conference, o mais importante evento no Brasil voltado às Lawtechs – startups que utilizam novas tecnologias para tornar a rotina do Direito mais eficiente e prática. Com mais de 50 expositores, entre grandes empresas e startups do setor jurídico, a Lawtech Conference 2019 espera ultrapassar o número de três mil visitantes em um único dia.
Com o tema “Como a Tecnologia transformará o maior mercado jurídico do mundo?”, o encontro pretende apresentar as principais inovações que vão otimizar a rotina de trabalho dos advogados, A conferência acontece hoje, 23 de maio, a partir das 9 horas, em São Paulo.
 Presente desde a primeira edição do Lawtech Conference, este ano a Thomson Reuters será a anfitriã de um dos painéis mais concorridos do evento. Com o tema “Reprogramando o Direito: O próximo movimento”, que será apresentada pelo americano Nick Jarema, é Vice-Presidente da Thomson Reuters Ventures, a palestra trará ideias sobre a transformação digital e conhecimentos que são importantes ao Direito globalmente.
“Nossa base nesse evento é a transparência de ideias, debates e relações. Por isso, escolhemos um espaço central e desenvolvemos um conceito aberto, para que sejamos um ponto de encontro entre os visitantes, conectados com as startups que apoiamos desde a primeira edição do Accelerator Day. É um espaço onde a tecnologia e informações confiáveis são convidativos à expertise humana, para que verdadeiras inovações sociais possam acontecer a partir dessa convergência”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters na América Latina.
A Thomson Reuters também apresenta o maior estande da feira. Com 30m² e sem barreiras, a multinacional terá um espaço colaborativo, que remete ao FLIC (Future Law Innovation Center powered by Thomson Reuters), primeiro centro de inovação na América Latina, mantido pela Thomson Reuters. Com essa arquitetura aberta, a ideia é que o público presente no evento possa discutir sobre temas e possíveis soluções que venham a transformar a rotina de trabalho dos profissionais do Direito.
Com um pequeno palco em seu estande, a partir da 9h da manhã, a multinacional receberá palestrantes convidados para debater “Direito Comportamental”, tema que será apresentado por Erik Navarro Wolkart, Juiz Federal e Coordenador do Instituto New Law, “Direito e Tecnologia reprogramando a sociedade”, por Camila Rioja, Head de Legal Tech no Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados Associados, e “Direito das Startups”, tema que será discutido por Erik Oioli, sócio-fundador do VBSO Advogados.
Para engajar os participantes no ecossistema de inovação do evento, a Thomson Reuters criou jornadas de liderança em experiências de aprendizagem que, além de novos conhecimentos, presentearão os visitantes com brindes exclusivos da marca, despertando assim o aprendizado em temas complexos de tecnologia.
Além da ilustre presença de Nick Jarema, a plenária principal do evento também contará com a participação de renomados profissionais no Direito, como Alessandra Martins, Associada da Pinheiro Neto Advogados, Alexandre Zavaglia, CEO da Future Law,  Bruno Feigelson, presidente da AB2L- Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs, Criatiano Kruel, Head de Inovação da Startse, Erik Navarro, presidente da Associação Brasileira de Direito e Economia, Daniel Marques, Diretor Executivo da AB2L, Dante Araujo, Head of Legal na IBM-Brasil, Fábio Cendão, Criador do Canvas Jurídico e Legal Hack, Ivar Hartmann, Mestre em Direito e Doutor em Direito Público, Junior Borneli, Head de Educação e Produtos da Startse, Karla Capela, Luciano Benetti, Secretário Nacional do Consumidor no Ministério da Justiça, Paula Guimarães, Fundadora da Comissão de Direito para Startups da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB em Minas Gerais, Pedro Englert, CEO da Startse, Ricardo Dalmaso, Mestre e Doutor em Direito Processual pela USP (Universidade do Estado de São Paulo), Victor Scarpa, Cofundador da JurisIntel, e Yve Carpi, Head do Jurídico Comercial, Energia e Contencioso da Raízen.
Saiba mais sobre a programação do Lawtech Conferece 2019, através do link.

segunda-feira, 20 de maio de 2019



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OMC promove rodada de negociações sobre regras internacionais para o comércio eletrônico



















Brasília – A Organização Mundial do Comércio (OMC) iniciou nesta semana uma rodada de negociações para debater acordos relacionados ao comércio eletrônico. O Brasil participa dos debates. O tema já vem sendo tratado há pelo menos duas décadas na Organização, mas agora as nações querem avaliar a necessidade de acordos para lidar com os novos desafios de uma economia cada vez mais digitalizada.
Entre os temas em debate estão regras para trocas de dados entre empresas e prestadores de serviço de países diferentes, a tributação de serviços e bens transacionados entre distintas nações e formas de assegurar os direitos do consumidor em situações como na compra de bens e serviços em países distintos do seu.
A OMC já tinha um programa de trabalho sobre o tópico. Na reunião ministerial de Buenos Aires, em dezembro de 2017, foi definido o início de “discussões exploratórias” sobre o assunto. Durante o Fórum Econômico Mundial deste ano, em Davos, 76 países decidiram avançar as discussões rumo a uma rodada de negociações, processo de maior força institucional.
Propostas
Nesta primeira etapa das negociações, países apresentam suas propostas. Segundo o chefe da Divisão de Promoção de Serviços do Itamaraty, George de Oliveira Marques, os países não devem avançar em uma definição de comércio eletrônico, mas trazer propostas específicas para atender aos seus interesses.
Os Estados Unidos, exemplifica, estão mais preocupados em definir regras para serviços prestados por meio eletrônico e para produtos digitais, como filmes, softwares e impressores 3D. Um dos objetivos seria tratar os produtos digitais de forma semelhante aos bens de comércio “normal”, evitando a criação de exigências e tarifas adicionais. O país é sede das maiores empresas de tecnologia do mundo, como Apple, Microsoft, Amazon, Google e Facebook.
Já a China estaria mais focada no estabelecimento de normativas para o comércio de bens por plataformas de comércio eletrônico, como roupas, calçados e equipamentos eletrônicos. Lá estão grandes conglomerados do setor, como Alibaba e JD.com.
De acordo com George Marques, as transações de bens e serviços já são cobertas por acordos sobre esses dois tipos de atividade econômica. Mas o vácuo a ser avaliado seriam os novos negócios baseados em dados, como os de plataformas digitais.
“O que existe de novo e não está coberto é a questão de dados, informação. Hoje o que interessa a empresas de internet como Google, Facebook e Amazon é poder acessar informação de outros países, armazenar e processar para vender serviços ou bens”, disse o chefe da Divisão de Serviços do Itamaraty.
O diplomata afirmou que o Brasil busca nas negociações um “equilíbrio entre regras comerciais e salvaguardas de questões regulatórias”. No tema de defesa contra ataques cibernéticos, por exemplo, os países precisam de gestão sobre suas redes para evitar ataques ou poder se proteger. Ele citou um caso em um grande evento esportivo em que o Brasil identificou um ataque e cortou as comunicações com o país de onde este estava vindo.
Outro tema de interesse da representação brasileira são direitos do consumidor. “Com o comércio eletrônico, o consumidor está num país e o prestador em outro território. Se o consumidor está se sentindo lesado, qual legislação vai valer?”, questiona Marques. Segundo ele, a preocupação é que valham padrões mínimos, como troca de produto defeituoso e fornecimento de informações com clareza sobre condições de pagamento.
(*) Com informações da Agência Brasil
https://www.comexdobrasil.com/omc-promove-rodada-de-negociacoes-sobre-regras-internacionais-para-o-comercio-eletronico/

quarta-feira, 15 de maio de 2019


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Exportações catarinenses têm os melhores números dos últimos cinco anos no 1º. quadrimestre
















Joinville (SC) – As exportações catarinenses registraram, no primeiro quadrimestre de 2019, o melhor resultado dos últimos cinco anos. O faturamento no período foi de US$ 2,74 bilhões, 3,3% acima dos US$ 2,65 bilhões de 2018. O desempenho também foi melhor do que em 2017 (US$ 2,63 bilhões), 2016 (US$ 2,24 bilhões), e 2015 (US$ 2,55 bilhões). Com o resultado, o Estado atinge números semelhantes aos de 2014, quando registrou US$ 2,78 bilhões em vendas, e se aproxima do patamar de exportações do período considerado pré-crise. Os números são do Ministério da Economia, divulgados pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).
Juntos, os cinco municípios que mais exportaram na Região Norte de Santa Catarina entre janeiro e abril movimentaram US$ 644,14 milhões, o equivalente a fatia de 24% de todas as exportações catarinenses. E a localização estratégia dos municípios que compõem a mesorregião é fundamental para esse resultado. A região de Joinville, que abriga o maior polo industrial catarinense, está estrategicamente localizada nas margens da BR 101, principal rodovia para o escoamento da produção industrial.
Ainda reúne, no raio de 250 quilômetros, os portos de Imbituba, Itajaí e São Francisco do Sul, mais os terminais de uso privado (TUP) Porto Itapoá e Portonave – Terminal Portuário Navegantes, que formam o Complexo Portuário Catarinense. Juntos esses portos e terminais movimentaram, de janeiro a abril, US$ 4,049 bilhões, incluindo cargas produzidas dentro e fora de Santa Catarina, pois operam cargas de aproximadamente 20 unidades da Federação.
No entanto, apesar dos números significativos, a região ainda é carente com relação a implementação de projetos que permitam transitar com mais velocidade na malha logística como um todo, beneficiando fluxo de cargas e população. “Nossa BR 101 foi transformada em uma via urbana para o trânsito dos habitantes das cidades por onde ela passa, pelo fato de não termos marginais que recebam todo o fluxo urbano sem interferir na pista de rolagem. Isso impede que ela seja uma autoestrada dedicada aos veículos em curso de viagem”, diz o Gerente Coorporativo de Logística da Termotécnica, Wanderley Venâncio.
A empresa, com sua matriz em Joinville e mais cinco plantas fabris no País, é líder nacional em soluções em poliestireno expandido (EPS) e tem nas exportações uma boa parcela de sua receita.
Venâncio destaca ainda os problemas de acesso aos portos, que se tornam opções muito complexas em termos de lead-time por conta do trânsito, “levando empresas usuárias a colocar mais recursos no fluxo e mais investimento em capital e estoques para garantir abastecimento.” O executivo complementa que acesso rápido aos portos, desburocratização e políticas voltadas a este segmento reduziriam significativamente o número de veículos nas rodovias ligando sul ao nordeste e norte. “Seria razoável colocar em prática o que já temos pronto em projetos no papel, a exemplo das duplicações urgentes nos acessos aos portos”, acrescenta.
Para Cleber Wilson Genero, Diretor de Suprimentos e Logística do Grupo Tigre, as atividades relacionadas à Logística são fundamentais no ambiente corporativo. “A performance do setor é determinante na obtenção dos resultados e nos ganhos de competitividade de uma empresa. Debater o tema é indispensável para que todos possamos crescer e nos desenvolver ainda mais, diante da importância que a área assumiu nos últimos anos.”
Logistique – Feira e Congresso de Logística e Negócios Multimodais
É aí que entra a Logistique – Feira e Congresso de Logística e Negócios Multimodais, programada para o período de 27 a 29 de agosto, no Complexo de Exposições Expoville, em Joinville, Santa Catarina. A cidade foi escolhida pelo segundo ano consecutivo para sediar uma das mais importantes feiras de logística do País pelo fato de, além de estar inserida no maior polo industrial e logístico do Estado, ser responsável por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) catarinense, 23% do Valor Adicionado Fiscal de SC e pela geração de 19% dos empregos no Estado.
“Além de apresentar soluções completas para toda a cadeia logística, reunindo em um só lugar tradicionais nomes ligados ao transporte multimodal, comércio exterior, tecnologia da informação (TI) e gerenciamento da cadeia de suprimentos, a Logistique já é vista pelo mercado como um importante fórum para discussão dos principais temas relacionados a logística e transporte multimodal”, diz o Diretor do evento, Leonardo Rinaldi.
Para Ari Rabaiolli, Presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina (FETRANCESC), são discussões relacionadas a estes e outros problemas enfrentados pelo setor de transporte de cargas que a Logistique promove por meio de suas palestras e painéis. “A edição passada já se mostrou um excelente espaço para esses debates e neste ano não será diferente”, diz.
Pedro Moreira, Presidente da Associação Brasileira de Logística (ABRALOG), afirma que iniciativas como a Logistique são fundamentais para o setor da logística. “O Brasil precisa de eventos regionais como esta feira, destinada a um público especializado, que conhece o setor e que está alinhado com realidade da logística brasileira.”
O Presidente da FIESC, Mário Cezar de Aguiar, elege a Logistique como um importante fórum para se discutir a infraestrutura de logística e transportes de Santa Catarina. “O Estado já tem uma vocação natural, por ser uma excelente plataforma logística, e assuntos relacionados ao setor precisam ser discutidos com a sociedade, com os setores produtivos. A Logistique é extremamente importante para isso e é devido a essa relevância que desde a edição passada apoiamos institucionalmente o evento”, destaca Aguiar

terça-feira, 14 de maio de 2019


Entenda a balança comercial desse mês. 

RESULTADOS GERAIS
Na segunda semana de abril de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,829 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,244 bilhões e importações de US$ 3,415 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,806 bilhões e as importações, US$ 6,478 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,328 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 64,173 bilhões e as importações, US$ 46,897 bilhões, com saldo positivo de US$ 17,276 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA
A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 1,048 bilhão, 14,9% acima da média de US$ 912,5 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (+44,7%, de US$ 419,7 milhões para US$ 607,4 milhões, por conta de magnésia calcinada, petróleo em bruto, minério de cobre, fumo em folhas e farelo de soja. Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-25,5%, de 136,9 milhões para US$ 102,0 milhões, por conta de óleo de soja em bruto, ferro fundido bruto e ferro spiegel, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas e celulose) e manufaturados (-6,1%, de US$ 337,2 milhões para US$ 316,5 milhões, em razão de gasolina, etanol, motores e turbinas de aviação, motores, geradores e transformadores elétricos e óxidos e hidróxidos e de alumínio).

Do lado das importações, apontou-se aumento de 11,5%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 683,0 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 612,7 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com cereais e produtos da indústria de moagem, adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos e equipamentos mecânicos.

Fonte MDIC

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Aurelio Montes, fundador da vinícola Montes, é eleito o novo presidente da Wines of Chile


















São Paulo – A Wines of Chile (Associação de Vinhos do Chile) anuncia que o empresário Aurélio Montes Baseden é seu novo presidente para os próximos dois anos, em sequência à gestão de Mario Pablo Silva.
Aurélio Montes assume com a missão de continuar e ampliar a liderança do Chile como uma das maiores potências produtoras e exportadoras de vinhos finos do mundo.
Montes é um dos empresários mais conhecidos da indústria vinícola chilena por seus esforços de internacionalização do vinho chileno e por sua trajetória como fundador e sócio da vinícola Montes. Formado em Enologia pela Universidade Católica do Chile, tornou-se o primeiro enólogo da vinícola Undurraga. Após uma passagem de 12 anos por esta empresa, mudou para a vinícola Montes em Finca de Apalta, em Colchagua. Atuou como vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura e Vinho do Chile entre 2013 e 2015, com foco no mercado internacional.
A XIII Assembleia Anual, que elegeu Aurélio Montes, contou com a participação de representantes de mais de 70 vinícolas associadas à Wines of Chile, que analisaram as conquistas alcançadas em 2018, traçaram os objetivos para 2019 e também elegeram, além do presidente, a nova diretoria: vice-presidente, Mario Pablo Silva (Casa Silva); tesoureiro, Juan José Bouchon (Bouchon Family Wines); diretores: Thomas Domeyko (Concha y Toro); Andrés Lavados (Santa Rita); Pedro Herane (San Pedro Tarapacá); Alfonso Undurraga (Koyle); Martín Silva (Ventisquero); María Luz Marín (Casa Marín); Eugenio Carvallo (Cristal Chile).
Aurélio Montes declarou que “é um orgulho receber essa responsabilidade e estou muito empolgado. Esse desafio envolve importantes objetivos, como posicionar o país como produtor de vinhos premium, continuar trabalhando na estratégia de 2025, promover o vinho como eixo da imagem do país e atrair novos públicos”.
A Wines of Chile foi criada com o nome de Associação de Vinhos do Chile, em abril de 2007, com o propósito de unificar os esforços da indústria chilena de vitivinicultura. A entidade reúne 74 produtores, que abrangem as diversas regiões vinícolas.
(*) Com informações da Wines of Chile