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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

"Trabalhe com quem valoriza seu negócio e lhe dá novos horizontes para sempre crescer mais e melhor"

A ideia sempre foi não desestimular o empreendedor brasileiro. Aqui na RIMERA MULTIMODAL isso é lei. Temos um serviço transparente e diferenciado do mercado em geral, muito competitivo estimulando os importadores a gerarem sempre novos negócios.

O extrato de declaração de importação é sempre retornado junto do estorno da diferença de impostos.
Cada operação tem a atenção devida e é sempre explicada de maneira clara quanto aos riscos logísticos, de tributação e de prazos.

Temos guias de operações sempre atualizados com base no Regulamento Aduaneiro* e experiência adquirida pelas equipes dia a dia frente a costumes Aduaneiros* e a fiscalização, que tem autonomia frente a legislação. Como resultado temos um ótimo fluxo de cargas pela alfândega.

​Mantemos os clientes atualizados frente aos acordos bilateral* entre países para terem redução nas alíquotas* de importação. Assim como ajudamos com EX- Tarifário* para mercadorias que ainda não há produção nacional, com redução de impostos. Ajudamos com estudos de drawback* os clientes a terem reduções significativas nas alíquotas de importação pois, a mercadoria importada foi manufaturada* para a exportação brasileira. 

Trabalhamos com uma rede ampla internacional de agentes de carga* que oferecem o melhor custo de operação, atendimento ágil e instruído. Mantemos parcerias sempre atualizadas e nada acomodadas, para sempre resultar em um ótimo serviço e atendimento aos nossos clientes.

Informe-se, fazemos simulados e viabilizamos seu projeto.
Faça sua empresa crescer mais e melhor.

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Fiesp promove primeira ação de preparação para a China International Import Expo (CIIE)



















São Paulo – Empresários com malas prontas para embarcar para a principal feira de negócios do ano têm um encontro marcado na sede da Fiesp nesta quarta-feira (29/8)das 9h às 12h. Na reta final do prazo de inscrições para participação na China International Import Expo (CIIE) com auxílio da Fiesp, a ser realizada de 5 a 10 de novembro em Xangai, o Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) apresentará oportunidades e informações sobre como realizar negócios na China.
Nos próximos cinco anos, a China se prepara para importar US$ 10 trilhões. A feira terá um perfil multissetorial e contará com expositores de mais de 120 países, em uma área de exibição de 240 mil m².São esperados mais de 150 mil compradores em busca de bens e serviços estrangeiros.
Programa:
9h – 9h30
Credenciamento
9h30 – 9h45Abertura
9h45 – 10hPerspectivas de abertura da China ao mercado internacional
Yu Yong, conselheiro econômico e comercial do Consulado Geral da China em São Paulo
10h – 10h30Panorama econômico e comercial da China
Zhang Guanghua, presidente do Bank of China no Brasil
10h30 – 11hOportunidades para exportações brasileiras à China
Patricia Steffen, analista de Negócios Internacionais na gerência China da Apex-Brasil
11h – 11h30Senai-SP: serviços de apoio à exportação
Ricardo Terra, diretor técnico e regional em exercício do Senai-SP
Estebe Ormazabal, diretor da unidade de Alimentos (Barra Funda)
José Luis Leme Cândido Teixeira, diretor da unidade de Logística (Escola Morvan Figueiredo)
11h30 – 11h45Missão prospectiva à CIIE 2018
Harry Chiang, diretor do Derex
11h45 – 12hPerguntas e respostas
Endereço: Fiesp (Avenida Paulista, 1.313)
(*) Com informações da Fiesp

https://www.comexdobrasil.com/fiesp-promove-primeira-acao-de-preparacao-para-a-china-international-import-expo-ciie/

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Exportações de confectionery e snacks crescem 7,41% no semestre e totalizam US$ 255 milhões


















Brasília -As exportações de confectionery e snacks do Brasil aumentaram 7,14% no primeiro semestre deste ano, alcançando US$ 255,1 milhões. A expansão das vendas externas do setor confirma a tendência que já vem desde 2017, quando as exportações registraram forte crescimento de 19,4% em relação ao ano anterior.
A expectativa é de que a tendência se mantenha, segundo indicam estudos do Brasil Sweets and Snacks, um projeto de exportação criado em parceria pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Entre janeiro e junho de 2018, as exportações de doces típicos brasileiros – feitos de amendoim, como paçoca e pé de moleque – além do tradicional doce de leite, barrinhas de cereais e chocolate tiveram aumento mais expressivo. As exportações de doces brasileiros cresceram 9,9% no primeiro semestre, as de barrinhas de cereais aumentaram 5,8% e as de chocolate, 2,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Também as vendas de amendoim in natura registraram um forte aumento, 33,85% em valor nos primeiros seis meses do ano.
“Nos últimos anos, a indústria brasileira de confectionery vem investindo fortemente em automação e tecnologia, e está colhendo os resultados”, diz Ubiracy Fonseca, presidente da Abicab.
Produtos Saudáveis
 Outro setor em expansão no Brasil e que começa a integrar o portfólio de exportação do Brasil são doces e snacks da linha Better for you, mais saudáveis e free from ingredientes associados a intolerâncias alimentares. Esse tipo de produto atende à crescente demanda nacional e internacional por uma alimentação mais saudável.
A Montevérgine lançou três novas linhas desses produtos nos últimos meses. Entre elas, a linha Pick Nick, de confeitos drageados em três sabores, uva passa, banana e cereal – todos feitos com ingredientes naturais e cobertos com chocolate zero açúcar.
Também lançou a linha Torrone Sport, que são barras feitas de amendoim e com 50% de recheio em três sabores, cranberry, cacau nibs ou coco – todos também feitos com ingredientes naturais, sem adição de açúcar, com alto teor de proteínas e fibras, e baixo de carboidratos. Outro produto novo da Montevérgine são as barras com alto teor de proteína whey, recheadas com brownies ou pasta de amendoim, ambas com alto teor de fibras e sem adição de açúcar.
“Já estamos exportando essas novas linhas de produtos para o Chile e estamos começando negociações com nossos distribuidores na Holanda, em Portugal e outros países da América Latina”, diz Guilherme Souza, gerente de exportação da Montevérgine.
Também a Riclan está impulsionando as vendas ao exterior de seus produtos Better for you, entre eles, a bala Pocket de café Zero Açúcar e o Caramelo My Toffee, de Leite Zero Açúcar e Zero Lactose, ambos lançados este ano. “Estamos abrindo novos mercados com esses produtos mais saudáveis, incluindo países e distribuidores diferentes dos que tradicionalmente adquirem nosso portfólio”, diz Antonio Romualdo Silva, diretor internacional de negócios da Riclan.

https://www.comexdobrasil.com/exportacoes-de-confectionery-e-snacks-crescem-741-no-semestre-e-totalizam-us-255-milhoes/

segunda-feira, 13 de agosto de 2018





























"Para viabilizar os seus negócios, nada melhor que simular custos de transporte, tributários, e taxas que possam incluir uma importação . Através de simulados muito completos é possível entender se o seu negócio está pronto para decolar. "

Caso tenha alguma dúvida entre em contato com nossa equipe comercial. 

​- Liberação do RADAR / SISCOMEX;
- Despacho Aduaneiro;
- Agenciamento de cargas marítimas e aéreas;
- Negociação junto a terminais;
- Registro de importadores em órgãos como INMETRO, MAPA, ANVISA... ;
- Rodoviário e seguro de carga internacional;
- Flexibilidade de negociação;
- Atualizações frequentes;

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 — em São Paulo.

Quais são os principais desafios da logística no Brasil?







A logística é um dos setores que mais vem ganhando força e espaço no Brasil nos últimos anos. E esse avanço, certamente, é reflexo da expansão do e-commerce, que tem apresentado um crescimento exponencial. Só em 2017, este mercado evoluiu 12% e faturou R$ 59,9 bilhões no período, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
Ainda de acordo com a ABComm, para 2018, a projeção de aumento das vendas online é de 15%, chegando a um faturamento de R$ 69 bilhões. Além disso, a expectativa para o setor logístico no País é de gerenciar, ao longo do ano, mais de 220 milhões de pedidos. E estes números só tendem a crescer.
Com a retomada da economia e o aumento da confiança dos consumidores em efetuarem compras em lojas virtuais, a logística acompanha essa tendência e mostra a sua importância. Porém, mesmo com uma expansão acelerada, o setor tem muitos desafios a serem superados em nosso País.
Para começar, a deficiência na infraestrutura é um dos maiores gargalhos que o Brasil enfrenta quando o assunto é logística. A falta de boas estradas para as transportadoras, carência de estrutura das vias para os caminhões e a falta de segurança prejudicam toda uma frota de entrega. Questões que precisam ser revistas pelos órgãos públicos com a máxima urgência.
Em 2017, foi investido apenas 1,4% do PIB (Produto Interno Bruto) em infraestrutura, o que representa a taxa mais baixa da história do País, aponta levantamento do Infra2038. Se compararmos este aporte com o desenvolvimento do e-commerce (12% no último ano), este volume não tem representatividade alguma.
Além da infraestrutura defasada que o Brasil oferece, a ausência de conexões dos diferentes modais também impacta diretamente o segmento. Mesmo o estado de São Paulo, que conta com o Porto de Santos, responsável pela mais elevada movimentação de carga do País, e com o Aeroporto de Guarulhos, considerado um dos mais relevantes do mundo, a malha rodoviária é a que concentra a maior parte das demandas de entregas, deixando os transportes ferroviário, hidroviário, dutoviário e aeroviário com as menores escalas. E essa é uma dor que reflete em todo o mercado.
A greve dos caminhoneiros foi um bom exemplo de que qualquer falha na malha rodoviária pode ser fatal. Este é um gap que precisamos suprir imediatamente. Um país inteiro não pode depender de apenas uma forma de transporte, sendo que existem outras maneiras tão eficientes quanto. Construir uma malha multimodal é a estratégia mais plausível. Entregas de longa distância, por exemplo, poderiam ser realizadas por trens ou aviões. Porém, hoje, mesmo estas encomendas se concentram quase em sua totalidade no transporte rodoviário.
Precisamos pensar em ações de longo prazo para quebrar todos estes paradigmas. Nesse sentido, podemos nos inspirar em iniciativas bem-sucedidas de países que reverteram situações de crise bem mais graves do que as que vivenciamos. O Japão é um dos maiores exemplos de investimento em infraestrutura da história moderna. Após algumas de suas principais cidades serem devastadas por bombas atômicas, o país se reergueu em menos de 50 anos.
A logística urbana também é muito complexa em nosso País. As cidades carecem de espaços reservados para carga e descarga de mercadorias, existem horários específicos para movimentação de caminhões dentro dos centros urbanos, sem falar nos espaços comerciais, que também precisam ser abastecidos pelas transportadoras, mas poucos têm áreas específicas de recebimento.
O Brasil poderia seguir tendências de países, como os Estados Unidos, que encontraram soluções para esses problemas. A cidade de Nova York aderiu a estratégia de entregas noturnas como forma de poupar os transportadores de inúmeras restrições e, até mesmo, do trânsito matutino, o que facilita o acesso e o estacionar, já que as ruas estão mais vazias no período da noite.
Aqui no Brasil, muitas empresas já apostam em tecnologia para minimizar os desafios logísticos. Adotar inteligência na roteirização, investir em rastreamento de encomendas, prevenção de ocorrências e apostar em ferramentas que mapeiam os locais em que a infraestrutura está extremamente ineficiente, por exemplo, são soluções que facilitam a rota dos transportadores e reduzem os atrasos na entrega.
Dia após dia, a tecnologia tem evoluído. Não sabemos quais serão os recursos disponíveis daqui a cinco ou 10 anos, porém, temos que seguir esta tendência e adaptar o que já temos ao nosso dispor para tornar o setor mais eficiente.
E todo este movimento é muito bom para a logística, pois se a demanda aumenta, os holofotes recaem sobre o setor. Com isso, podemos abrir precedentes para captar recursos junto aos órgãos públicos e, principalmente, de investidores da esfera privada, que estejam interessados em promover melhorias reais e duradouras.
Em resumo, o Brasil tem muito potencial para aprimorar a sua logística. Todavia, precisa voltar a atenção para esta área e entender a sua importância para o desenvolvimento econômico do País. Investir em infraestrutura e empregar tecnologia é a chave para o início de uma grande mudança.

*Felipe Galheigo é coordenador de logística na Mandaê, empresa de tecnologia especializada em logística. É engenheiro de produção e mestre em Marketing Internacional com especialização em empreendedorismo

https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/quais-sao-os-principais-desafios-da-logistica-no-brasil/

quarta-feira, 18 de julho de 2018


A ideia sempre foi não desestimular o empreendedor brasileiro. Aqui na RIMERA MULTIMODAL isso é lei. Temos um serviço transparente e diferenciado do mercado em geral, muito competitivo estimulando os importadores a gerarem sempre novos negócios. 

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Temos guias de operações sempre atualizados com base no Regulamento Aduaneiro* e experiência adquirida pelas equipes dia a dia frente a costumes Aduaneiros* e a fiscalização, que tem autonomia frente a legislação. Como resultado temos um ótimo fluxo de cargas pela alfândega. 

​- Liberação do RADAR / SISCOMEX;
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- Negociação junto a terminais;
- Registro de importadores em órgãos como INMETRO, MAPA, ANVISA... ;
- Rodoviário e seguro de carga internacional;
- Flexibilidade de negociação;
- Atualizações frequentes;

Informe-se, fazemos simulados e viabilizamos seu projeto.
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 — em Avenida Paulista.

Indústrias do Brasil e da Alemanha defendem em carta acordo Mercosul-União Europeia















Brasília – Representantes das indústrias do Brasil e da Alemanha assinaram carta em que defendem a conclusão do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.
O documento foi assinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Indústrias Alemã (BDI) e pelo Conselho da Indústria Alemã para a América Latina (LADW). Para as entidades, existem condições políticas favoráveis para que o acordo seja firmado.
As negociações entre os blocos tiveram início em 1999 e foram interrompidas entre 2004 e 2010. A expectativa do setor empresarial é que o acordo seja concluído ainda este ano, o que representaria o maior acordo de livre comércio firmado pelo Brasil, impactando na redução das barreiras tarifárias e não tarifárias de serviços e aumento dos investimentos bilaterais. De acordo com a CNI, a União Europeia é o principal investidor no Mercosul, e o Mercosul é o sexto investidor no bloco europeu.
Está previsto para amanhã (18) encontro, em Bruxelas, entre ministros dos dois blocos.
No entanto, o comissário europeu de Agricultura, Phil Hogan, disse nessa segunda-feira (16), em Bruxelas, que a União Europeia não está satisfeita com os progressos das negociações para o acordo comercial e descartou a hipótese de um pacto definitivo ser anunciado ainda nesta semana.
Hogan citou que há impasse em sete questões: carros, peças de veículos, regras de origem, licitações, serviços marítimos, produtos lácteos e indicações geográficas.
Também estão na lista de preocupações do Mercosul os temas relativos à carne bovina, ao açúcar e ao etanol. Mais recentemente entrou em discussão a pressão da União Europeia para reduzir o percentual das tarifas de importação de automóveis.
(*) Com informações da Agência Brasil 

https://www.comexdobrasil.com/industrias-do-brasil-e-da-alemanha-defendem-em-carta-acordo-mercosul-uniao-europeia/

segunda-feira, 16 de julho de 2018



Para viabilizar os seus negócios, nada melhor que simular custos de transporte, tributários, e taxas que possam incluir uma importação . Através de simulados muito completos é possível entender se o seu negócio está pronto para decolar. 

​Aeroporto ou porto de origem:
Aeroporto ou porto de destino:
Modal: ( ) aéreo // ( ) marítimo

NCM / Hs code:____.__.__
*Códio de 8 dígitos informado pelo exportador/ fornecedor. Assim sabemos qual o percentual de cada alíquota de importação. 

Incoterm :
( ) EXW ,informar o endereço e zip code (5 dígitos) de coleta da carga na origem .
( ) FOB
( ) CIF, favor informar o frete marítimo ou aéreo informado pelo exportador.
( ) outros :

Detalhes da carga: é possível passar dados próximos da realidade se não souber os reais. 
Peso:
Volume de pallets ou caixas:
Valor da mercadoria :
Dimensões da carga, se possível (CBM, metros cúbicos):

Vai precisar de seguro internacional - sempre sugerimos a averbação do seguro pois também é inclusos possíveis lucros, além de cobertura da carga : 
( ) Sim ( ) Não 

Vai precisar de entrega rodoviária - informar endereço : 

- Liberação do RADAR / SISCOMEX;
- Despacho Aduaneiro;
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- Flexibilidade de negociação;
- Atualizações frequentes;

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China e União Europeia concordam em promover multilateralismo e apoiar livre comércio
















Beijing – A China e a União Europeia (UE) concordaram nesta segunda-feira (16)  em trabalhar conjuntamente para proteger a ordem internacional baseada em regras, promover o multilateralismo e apoiar o livre comércio.
O acordo foi alcançado durante a 20ª reunião dos líderes China-UE, que foi copresidida pelo primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.
A China e a UE, como duas das principais forças e economias do mundo, têm a responsabilidade conjunta de proteger a ordem internacional baseada em regras, defender o multilateralismo, apoiar o livre comércio e promover a paz, a estabilidade e o desenvolvimento mundiais na atual situação internacional, disse um comunicado da reunião.
(*) Com informações da Agência Xinhua

https://www.comexdobrasil.com/china-e-uniao-europeia-concordam-em-promover-multilateralismo-e-apoiar-livre-comercio/

quarta-feira, 11 de julho de 2018



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