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terça-feira, 21 de agosto de 2018

Exportações de confectionery e snacks crescem 7,41% no semestre e totalizam US$ 255 milhões


















Brasília -As exportações de confectionery e snacks do Brasil aumentaram 7,14% no primeiro semestre deste ano, alcançando US$ 255,1 milhões. A expansão das vendas externas do setor confirma a tendência que já vem desde 2017, quando as exportações registraram forte crescimento de 19,4% em relação ao ano anterior.
A expectativa é de que a tendência se mantenha, segundo indicam estudos do Brasil Sweets and Snacks, um projeto de exportação criado em parceria pela Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Entre janeiro e junho de 2018, as exportações de doces típicos brasileiros – feitos de amendoim, como paçoca e pé de moleque – além do tradicional doce de leite, barrinhas de cereais e chocolate tiveram aumento mais expressivo. As exportações de doces brasileiros cresceram 9,9% no primeiro semestre, as de barrinhas de cereais aumentaram 5,8% e as de chocolate, 2,7%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Também as vendas de amendoim in natura registraram um forte aumento, 33,85% em valor nos primeiros seis meses do ano.
“Nos últimos anos, a indústria brasileira de confectionery vem investindo fortemente em automação e tecnologia, e está colhendo os resultados”, diz Ubiracy Fonseca, presidente da Abicab.
Produtos Saudáveis
 Outro setor em expansão no Brasil e que começa a integrar o portfólio de exportação do Brasil são doces e snacks da linha Better for you, mais saudáveis e free from ingredientes associados a intolerâncias alimentares. Esse tipo de produto atende à crescente demanda nacional e internacional por uma alimentação mais saudável.
A Montevérgine lançou três novas linhas desses produtos nos últimos meses. Entre elas, a linha Pick Nick, de confeitos drageados em três sabores, uva passa, banana e cereal – todos feitos com ingredientes naturais e cobertos com chocolate zero açúcar.
Também lançou a linha Torrone Sport, que são barras feitas de amendoim e com 50% de recheio em três sabores, cranberry, cacau nibs ou coco – todos também feitos com ingredientes naturais, sem adição de açúcar, com alto teor de proteínas e fibras, e baixo de carboidratos. Outro produto novo da Montevérgine são as barras com alto teor de proteína whey, recheadas com brownies ou pasta de amendoim, ambas com alto teor de fibras e sem adição de açúcar.
“Já estamos exportando essas novas linhas de produtos para o Chile e estamos começando negociações com nossos distribuidores na Holanda, em Portugal e outros países da América Latina”, diz Guilherme Souza, gerente de exportação da Montevérgine.
Também a Riclan está impulsionando as vendas ao exterior de seus produtos Better for you, entre eles, a bala Pocket de café Zero Açúcar e o Caramelo My Toffee, de Leite Zero Açúcar e Zero Lactose, ambos lançados este ano. “Estamos abrindo novos mercados com esses produtos mais saudáveis, incluindo países e distribuidores diferentes dos que tradicionalmente adquirem nosso portfólio”, diz Antonio Romualdo Silva, diretor internacional de negócios da Riclan.

https://www.comexdobrasil.com/exportacoes-de-confectionery-e-snacks-crescem-741-no-semestre-e-totalizam-us-255-milhoes/

segunda-feira, 13 de agosto de 2018





























"Para viabilizar os seus negócios, nada melhor que simular custos de transporte, tributários, e taxas que possam incluir uma importação . Através de simulados muito completos é possível entender se o seu negócio está pronto para decolar. "

Caso tenha alguma dúvida entre em contato com nossa equipe comercial. 

​- Liberação do RADAR / SISCOMEX;
- Despacho Aduaneiro;
- Agenciamento de cargas marítimas e aéreas;
- Negociação junto a terminais;
- Registro de importadores em órgãos como INMETRO, MAPA, ANVISA... ;
- Rodoviário e seguro de carga internacional;
- Flexibilidade de negociação;
- Atualizações frequentes;

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 — em São Paulo.

Quais são os principais desafios da logística no Brasil?







A logística é um dos setores que mais vem ganhando força e espaço no Brasil nos últimos anos. E esse avanço, certamente, é reflexo da expansão do e-commerce, que tem apresentado um crescimento exponencial. Só em 2017, este mercado evoluiu 12% e faturou R$ 59,9 bilhões no período, de acordo com dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).
Ainda de acordo com a ABComm, para 2018, a projeção de aumento das vendas online é de 15%, chegando a um faturamento de R$ 69 bilhões. Além disso, a expectativa para o setor logístico no País é de gerenciar, ao longo do ano, mais de 220 milhões de pedidos. E estes números só tendem a crescer.
Com a retomada da economia e o aumento da confiança dos consumidores em efetuarem compras em lojas virtuais, a logística acompanha essa tendência e mostra a sua importância. Porém, mesmo com uma expansão acelerada, o setor tem muitos desafios a serem superados em nosso País.
Para começar, a deficiência na infraestrutura é um dos maiores gargalhos que o Brasil enfrenta quando o assunto é logística. A falta de boas estradas para as transportadoras, carência de estrutura das vias para os caminhões e a falta de segurança prejudicam toda uma frota de entrega. Questões que precisam ser revistas pelos órgãos públicos com a máxima urgência.
Em 2017, foi investido apenas 1,4% do PIB (Produto Interno Bruto) em infraestrutura, o que representa a taxa mais baixa da história do País, aponta levantamento do Infra2038. Se compararmos este aporte com o desenvolvimento do e-commerce (12% no último ano), este volume não tem representatividade alguma.
Além da infraestrutura defasada que o Brasil oferece, a ausência de conexões dos diferentes modais também impacta diretamente o segmento. Mesmo o estado de São Paulo, que conta com o Porto de Santos, responsável pela mais elevada movimentação de carga do País, e com o Aeroporto de Guarulhos, considerado um dos mais relevantes do mundo, a malha rodoviária é a que concentra a maior parte das demandas de entregas, deixando os transportes ferroviário, hidroviário, dutoviário e aeroviário com as menores escalas. E essa é uma dor que reflete em todo o mercado.
A greve dos caminhoneiros foi um bom exemplo de que qualquer falha na malha rodoviária pode ser fatal. Este é um gap que precisamos suprir imediatamente. Um país inteiro não pode depender de apenas uma forma de transporte, sendo que existem outras maneiras tão eficientes quanto. Construir uma malha multimodal é a estratégia mais plausível. Entregas de longa distância, por exemplo, poderiam ser realizadas por trens ou aviões. Porém, hoje, mesmo estas encomendas se concentram quase em sua totalidade no transporte rodoviário.
Precisamos pensar em ações de longo prazo para quebrar todos estes paradigmas. Nesse sentido, podemos nos inspirar em iniciativas bem-sucedidas de países que reverteram situações de crise bem mais graves do que as que vivenciamos. O Japão é um dos maiores exemplos de investimento em infraestrutura da história moderna. Após algumas de suas principais cidades serem devastadas por bombas atômicas, o país se reergueu em menos de 50 anos.
A logística urbana também é muito complexa em nosso País. As cidades carecem de espaços reservados para carga e descarga de mercadorias, existem horários específicos para movimentação de caminhões dentro dos centros urbanos, sem falar nos espaços comerciais, que também precisam ser abastecidos pelas transportadoras, mas poucos têm áreas específicas de recebimento.
O Brasil poderia seguir tendências de países, como os Estados Unidos, que encontraram soluções para esses problemas. A cidade de Nova York aderiu a estratégia de entregas noturnas como forma de poupar os transportadores de inúmeras restrições e, até mesmo, do trânsito matutino, o que facilita o acesso e o estacionar, já que as ruas estão mais vazias no período da noite.
Aqui no Brasil, muitas empresas já apostam em tecnologia para minimizar os desafios logísticos. Adotar inteligência na roteirização, investir em rastreamento de encomendas, prevenção de ocorrências e apostar em ferramentas que mapeiam os locais em que a infraestrutura está extremamente ineficiente, por exemplo, são soluções que facilitam a rota dos transportadores e reduzem os atrasos na entrega.
Dia após dia, a tecnologia tem evoluído. Não sabemos quais serão os recursos disponíveis daqui a cinco ou 10 anos, porém, temos que seguir esta tendência e adaptar o que já temos ao nosso dispor para tornar o setor mais eficiente.
E todo este movimento é muito bom para a logística, pois se a demanda aumenta, os holofotes recaem sobre o setor. Com isso, podemos abrir precedentes para captar recursos junto aos órgãos públicos e, principalmente, de investidores da esfera privada, que estejam interessados em promover melhorias reais e duradouras.
Em resumo, o Brasil tem muito potencial para aprimorar a sua logística. Todavia, precisa voltar a atenção para esta área e entender a sua importância para o desenvolvimento econômico do País. Investir em infraestrutura e empregar tecnologia é a chave para o início de uma grande mudança.

*Felipe Galheigo é coordenador de logística na Mandaê, empresa de tecnologia especializada em logística. É engenheiro de produção e mestre em Marketing Internacional com especialização em empreendedorismo

https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/quais-sao-os-principais-desafios-da-logistica-no-brasil/

quarta-feira, 18 de julho de 2018


A ideia sempre foi não desestimular o empreendedor brasileiro. Aqui na RIMERA MULTIMODAL isso é lei. Temos um serviço transparente e diferenciado do mercado em geral, muito competitivo estimulando os importadores a gerarem sempre novos negócios. 

O extrato de declaração de importação é sempre retornado junto do estorno da diferença de impostos. 

Cada operação tem a atenção devida e é sempre explicada de maneira clara quanto aos riscos logísticos, de tributação e de prazos. 

Temos guias de operações sempre atualizados com base no Regulamento Aduaneiro* e experiência adquirida pelas equipes dia a dia frente a costumes Aduaneiros* e a fiscalização, que tem autonomia frente a legislação. Como resultado temos um ótimo fluxo de cargas pela alfândega. 

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 — em Avenida Paulista.

Indústrias do Brasil e da Alemanha defendem em carta acordo Mercosul-União Europeia















Brasília – Representantes das indústrias do Brasil e da Alemanha assinaram carta em que defendem a conclusão do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia.
O documento foi assinado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), Federação das Indústrias Alemã (BDI) e pelo Conselho da Indústria Alemã para a América Latina (LADW). Para as entidades, existem condições políticas favoráveis para que o acordo seja firmado.
As negociações entre os blocos tiveram início em 1999 e foram interrompidas entre 2004 e 2010. A expectativa do setor empresarial é que o acordo seja concluído ainda este ano, o que representaria o maior acordo de livre comércio firmado pelo Brasil, impactando na redução das barreiras tarifárias e não tarifárias de serviços e aumento dos investimentos bilaterais. De acordo com a CNI, a União Europeia é o principal investidor no Mercosul, e o Mercosul é o sexto investidor no bloco europeu.
Está previsto para amanhã (18) encontro, em Bruxelas, entre ministros dos dois blocos.
No entanto, o comissário europeu de Agricultura, Phil Hogan, disse nessa segunda-feira (16), em Bruxelas, que a União Europeia não está satisfeita com os progressos das negociações para o acordo comercial e descartou a hipótese de um pacto definitivo ser anunciado ainda nesta semana.
Hogan citou que há impasse em sete questões: carros, peças de veículos, regras de origem, licitações, serviços marítimos, produtos lácteos e indicações geográficas.
Também estão na lista de preocupações do Mercosul os temas relativos à carne bovina, ao açúcar e ao etanol. Mais recentemente entrou em discussão a pressão da União Europeia para reduzir o percentual das tarifas de importação de automóveis.
(*) Com informações da Agência Brasil 

https://www.comexdobrasil.com/industrias-do-brasil-e-da-alemanha-defendem-em-carta-acordo-mercosul-uniao-europeia/

segunda-feira, 16 de julho de 2018



Para viabilizar os seus negócios, nada melhor que simular custos de transporte, tributários, e taxas que possam incluir uma importação . Através de simulados muito completos é possível entender se o seu negócio está pronto para decolar. 

​Aeroporto ou porto de origem:
Aeroporto ou porto de destino:
Modal: ( ) aéreo // ( ) marítimo

NCM / Hs code:____.__.__
*Códio de 8 dígitos informado pelo exportador/ fornecedor. Assim sabemos qual o percentual de cada alíquota de importação. 

Incoterm :
( ) EXW ,informar o endereço e zip code (5 dígitos) de coleta da carga na origem .
( ) FOB
( ) CIF, favor informar o frete marítimo ou aéreo informado pelo exportador.
( ) outros :

Detalhes da carga: é possível passar dados próximos da realidade se não souber os reais. 
Peso:
Volume de pallets ou caixas:
Valor da mercadoria :
Dimensões da carga, se possível (CBM, metros cúbicos):

Vai precisar de seguro internacional - sempre sugerimos a averbação do seguro pois também é inclusos possíveis lucros, além de cobertura da carga : 
( ) Sim ( ) Não 

Vai precisar de entrega rodoviária - informar endereço : 

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China e União Europeia concordam em promover multilateralismo e apoiar livre comércio
















Beijing – A China e a União Europeia (UE) concordaram nesta segunda-feira (16)  em trabalhar conjuntamente para proteger a ordem internacional baseada em regras, promover o multilateralismo e apoiar o livre comércio.
O acordo foi alcançado durante a 20ª reunião dos líderes China-UE, que foi copresidida pelo primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.
A China e a UE, como duas das principais forças e economias do mundo, têm a responsabilidade conjunta de proteger a ordem internacional baseada em regras, defender o multilateralismo, apoiar o livre comércio e promover a paz, a estabilidade e o desenvolvimento mundiais na atual situação internacional, disse um comunicado da reunião.
(*) Com informações da Agência Xinhua

https://www.comexdobrasil.com/china-e-uniao-europeia-concordam-em-promover-multilateralismo-e-apoiar-livre-comercio/

quarta-feira, 11 de julho de 2018



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CNI propõe a candidatos nova estrutura para o comércio exterior e fortalecimento do MDIC


















Brasília – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que a gestão do comércio exterior brasileiro é fragmentada, descoordenada e alvo constante de disputas internas, o que prejudica a inserção internacional das empresas brasileiras. Na proposta “Governança do Comércio Exterior: aperfeiçoamento de instituições e competências”, a CNI defende que a estrutura do novo governo se aproxime daquela das maiores economias do mundo. O documento faz parte do conjunto de 43 propostas sobre temas estratégicos entregues aos candidatos à presidência da República pela Confederação.
O setor industrial propõe modificar a estrutura atual para alterar, aperfeiçoar e ampliar as competências do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Segundo o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, nesse esforço, o passo principal é separar, com clareza, os processos de formulação daqueles de execução da política comercial. A formulação é uma etapa estratégica, que requer a tomada de decisão política, mesmo que amparada em recomendações técnicas. A execução é uma etapa operacional, essencialmente de caráter técnico.
Nenhuma grande economia do mundo participa do comércio internacional sem ter uma boa coordenação entre os órgãos de governo e sem um Ministério do Comércio Exterior forte e atuante. Por isso, defendemos que a Camex seja reforçada, para desempenhar o papel de coordenação, e que o MDIC tenha mais instrumentos para liderar a política comercial do Brasil”, diz Robson Braga de Andrade.
Para reforçar o papel do MDIC, a CNI defende ampliar a atuação do ministério dentro do país, por meio do estabelecimento de escritórios regionais, e no exterior, com a criação da função do Adido de Indústria e Comércio em mercados estratégicos para a indústria. Além disso, a Confederação propõe que a Apex-Brasil volte a ser vinculada ao MDIC.
“O principal agente da política comercial é o empresário. É ele quem emprega, produz e exporta. Por isso, a Apex-Brasil precisa ser vinculada ao Ministério do Comércio Exterior, pois sua função é fomentar a atividade empresarial, em sintonia com as prioridades do setor produtivo”, afirma Robson Braga de Andrade.
O Brasil é uma das dez maiores economias do mundo, mas o país tem participação no comércio internacional inferior a 2% e acordos comerciais com países e blocos que representam menos de 10% do fluxo mundial de bens. Além disso, não aparece nem entre os 20 primeiros exportadores e importadores mundiais.
Câmara de Comércio Exterior mais forte
A Camex é o órgão formulador da política comercial. Desta forma, a CNI defende que a equipe da Camex seja ampliada, com funcionários sênior e multidisciplinares, e o secretário-executivo indicado pelo presidente da República. Também propõe a redução de nove para seis no número de ministérios que fazem parte da CAMEX. Para a entidade, só devem fazer parte da Câmara os ministérios que têm envolvimento direto com os temas de comércio exterior, como MDIC, MAPA e Itamaraty.
Além disso, é fundamental garantir a ampla e frequente participação do setor privado. Dos quatro comitês temáticos que subsidiam os ministros da Camex, o setor privado só participa do Comitê Nacional da Facilitação de Comércio e do Comitê Nacional de Promoção Comercial. Está de fora dos comitês de Financiamento e Garantia das Exportações e de Investimentos.
Ministério do Comércio Exterior
A proposta da CNI é consolidar o MDIC como o principal órgão executor da política comercial. A proposta prevê que a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério passe a concentrar todas as atividades relacionadas à política comercial, atualmente espalhadas pelo órgão.
Para a CNI é importante que o Ministério do Comércio Exterior receba parte dos recursos arrecadados pelo Siscomex, atualmente sob a gestão da Receita Federal, para a modernização do comércio exterior. Parte da arrecadação é usada para atividades que não têm relação com o comércio exterior, como a manutenção dos Conselhos de Contribuintes e da Câmara Superior de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda.
Apex-Brasil assume toda promoção comerial
Na reorganização proposta pela CNI, as ações de promoção comercial e atração de investimentos realizadas pelo MDIC e pelo Ministério de Relações Exteriores (MRE) devem ser concentradas na Apex-Brasil. Assim, será possível eliminar as duplicidades e garantir maior coordenação entre os órgãos de governo.
No momento, as ações de promoção comercial e atração de investimentos são executadas pelo MDIC, MRE, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e até pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG). A CNI entende que se há uma agência destinada à promoção comercial, não há razão para os ministérios utilizarem seus escassos recursos humanos e financeiros em ações semelhantes.
Ações para o Brasil crescer mais e melhor
Os 43 documentos com propostas da CNI para o novo governo foram elaborados com base no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, que aponta os caminhos para o Brasil construir, nos próximos quatro anos, uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional. Os estudos sugerem ações em áreas como eficiência do estado, segurança jurídica, infraestrutura, tributação, educação, meio ambiente, inovação, financiamento e segurança pública.
As propostas foram discutidas com os presidenciáveis durante o Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência da República, que reuniu cerca de 2 mil líderes empresariais no dia 4 de julho, em Brasília. A CNI apresenta as propostas da indústria aos presidenciáveis desde a eleição de 1994.
(*) Com informações da CNI

https://www.comexdobrasil.com/cni-propoe-a-candidatos-nova-estrutura-para-o-comercio-exterior-e-fortalecimento-do-mdic/

terça-feira, 3 de julho de 2018


O seguro de carga é sempre muito indicado aos clientes que operam em âmbito internacional, uma vez que a carga fica sob muito manuseio e percorre milhares de quilômetros. Além de existir o risco de acidentes envolvendo o meio de transporte, que quase sempre, danifica ou destrói a carga.

Nossa apólice de seguro tem cobertura que acompanha o Incoterm*, além de custos de operação e lucros cabíveis. É muito válido separar uma pequena quantia em cada operação e ter certeza que não terá custos ou prejuízos surpresas. 

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