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terça-feira, 11 de abril de 2017

CNI defende melhor uso de mecanismos da OMC para derrubar barreiras às exportações


Brasília – As exportações brasileiras poderiam ser mais expressivas se o país aproveitasse melhor mecanismos da Organização Mundial do Comércio (OMC) para derrubar barreiras comerciais. Ao contrário do que fazem os Estados Unidos e países europeus, o Brasil subutiliza os Comitês para Levantar Preocupações Comerciais Específicas na OMC.
Essa é a conclusão do Relatório sobre Estratégias de Acesso a Mercado: mecanismos não litigiosos para solução de controvérsias na OMC, da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Promoções de Investimentos (Apex-Brasil).
Os comitês funcionam como a conciliação na justiça comum. Se as partes chegam a um acordo, a questão está resolvida. Sem acordo, elas podem decidir começar a disputa numa instância superior. São nesses foros que as principais economias do mundo conseguem eliminar metade das barreiras impostas a seus produtos industriais e agrícolas. Os Estados Unidos, seguido da União Europeia, Índia, México e Austrália são os países que mais levaram questões aos comitês especiais da OMC nos últimos 20 anos.
De acordo com o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi, a entidade está engajada na sensibilização do setor empresarial para melhor identificar barreiras em terceiros mercados e subsidiar as negociações do governo nesses comitês. “No entanto, esse processo deve vir simultaneamente à criação de uma estratégia de governo para remover barreiras”, destaca. “Quanto mais usarmos os comitês, mais chances teremos de derrubar barreiras sem litígio. Além disso, nos comitês há oportunidade dos países fazerem coalizões e aumentarem seu poder de negociação. ”
Brasil na OMC
Provocado pelo setor industrial, o governo brasileiro acaba de levar dois casos para o Comitê de Barreiras Técnicas ao Comércio da OMC.  O Brasil questiona o fato de a União Europeia não reconhecer a erva mate exportada como produto orgânico e exigências desproporcionais nas exportações de cadernos  para o Peru.
Quando um governo quer proteger sua produção interna, seja agrícola ou industrial, ele normalmente lança mão de duas estratégias: aumenta a tarifa de importação ou cria barreiras não-tarifárias, como exigir inúmeros certificados. “As barreiras não-tarifárias são menos transparentes e mais difíceis de serem identificadas do que as medidas tarifárias. Elas são criadas por normas legais pouco precisas e com bases científica questionáveis”, afirma Abijaodi.
Nos últimos 21 anos, o Brasil levantou ou apoiou 57 preocupações comerciais específicas de medidas sanitárias e fitossanitárias que afetavam, principalmente, a exportação de proteína animal. Conseguiu a solução parcial ou total de 42% delas. O país é ainda menos ativo no Comitê de Barreiras Técnicas ao Comércio, que envolvem temas da indústria. Desde 1996, o governo brasileiro só levantou seis questões.
Estados Unidos
O governo estadunidense é o mais ativo nos comitês da OMC. Nas últimas duas décadas, os Estados Unidos apresentaram ou apoiaram 126 questionamentos no Comitê de Subsídios e Medidas Compensatórias. No Comitê de Barreiras Técnicas, levantaram 198 questões, sendo dez delas contra o Brasil, como no caso da etiquetagem de produtos de origem animal e requerimento para registro de material hospitalar.
Para levantar barreiras contra os produtos norte-americanos, os Estados Unidos usam as informações compiladas por suas agências de inteligência e complementa com as contribuições de empresas, associações setoriais, comitês de assessoramento em comércio e embaixadas norte-americanas. No Brasil, não há um mecanismo organizado de monitoramento de barreiras.
Unuão Europeia
Os BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, índia, China e África do Sul) e os Estados Unidos são os principais alvos da União Europeia no Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias, aquele que trata de barreiras no setor agrícola. Apresentou 86 reclamações e conseguiu resolver mais de 50%. Nos casos contra a China, o bloco europeu derrubou total ou parcialmente pelo menos 60% das barreiras. No Comitê de Barreiras Técnicas, a União Europeia levantou 224 questões.

http://www.comexdobrasil.com/cni-defende-melhor-uso-de-mecanismos-da-omc-para-derrubar-barreiras-as-exportacoes/

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

NOTÍCIAS COMEX:

BALANÇA COMERCIAL REGISTRA SUPERÁVIT DE US$ 956 MILHÕES EM FEVEREIRO





Na segunda semana de fevereiro, exportações somam US$ 3,847 bilhões e importações, US$ 2,891 bilhões
Na segunda semana de fevereiro, a balança comercial registrou superávit de US$ 956 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,847 bilhões e importações de US$ 2,891 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira pelo MDIC.
A média diária das exportações na segunda semana de fevereiro chegou a US$ 769,4 milhões, 2% acima do registrado na primeira semana do mês (US$ 754,3 milhões). Houve aumento de 6,4% nas vendas externas de produtos básicos por conta de soja em grão, petróleo em bruto, farelo de soja, trigo em grão e café em grão. As exportações de semimanufaturados caíram 4,4% em razão, principalmente, de semimanufaturados de ferro e aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro fundido bruto e ferro spiegel.


http://www.exportnews.com.br

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017


INCOTERMS:



Comece a importar a exportar aprendendo mais sobre a área , não apenas assessorado as escuras. Isso amplia sua noção de mercado e deixa de olhos abertos para a melhor oportunidade de ganhar mais em seus negócios. 

O Incoterms é um termo em inglês que é a abreviatura de International Commercial Terms, que em português significa "Termos Internacionais de Comércio". Consistem em normas padronizadas que regulam alguns aspectos do comércio internacional. A negociação entre importador e exportador é tão importante para ambnos pois impacta diretamente no valor da mercador, atingindo diretamente o valor final de venda do produto. Para o exportador / vendedor é uma ´[otima oportunidade muitas vezes de valorizr seu produto e ganhar mais em cima dos custos de tranporte internacional, por isso importador/ comprador é muito importante participar das negociações até o fim para um preço justo. 

É sempre importante verificar qual a melhor opção de Incoterm escolher , sendo você comprado / importador ou exportador / vendedor. Para isso pode contar com a RIMERA MULTIMODAL LTDA para lhe apresentar simulados com custos para todos tipo de transação internacional de mercadoria for preciso, assim fica ciente do melhor custo benefício para sua importação / exportação.

Às vezes os custos não são os únicos a influenciar, há também atenção para seguro de carga, taxas e operações portuárias, armazenagens de terminais de cargas não negociados previamente, entre outros . 













NOTÍCIAS COMEX:

Exportação de carne bovina avança 10% em janeiro



A exportação de carne bovina in natura e processada cresceu 10% em janeiro em comparação com igual mês do ano passado. O setor embarcou 107,38 mil toneladas em comparação com 97,34 mil toneladas no mesmo mês do ano passado. A receita cambial subiu 14%, na mesma base de comparação, para US$ 418,1 milhões.
Estas informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), compiladas pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).
Hong Kong continuou na liderança das importações da carne bovina brasileira, com 22,9 mil toneladas, mas houve uma redução de 4,2% em relação ao mesmo mês de 2016. Pela China continental, em compensação, as compras subiram 105%, com 18,2 mil toneladas.
Para 2017, a Abrafrigo prevê um crescimento de 10% nas exportações, superando o resultado de 1,5 milhão de toneladas de 2016, com a possível entrada de novos grandes compradores, como Canadá, México, Taiwan, Coreia do Sul, Indonésia e Japão.

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/exportacao-de-carne-bovina-avanca-10-em-janeiro-diz-abrafrigo.ghtml

domingo, 5 de fevereiro de 2017

NOTÍCIAS COMEX:


Brasil mira acordos com Japão e Coreia do Sul e lança consulta pública sobre negociações

Brasil mira acordos com Japão e Coreia do Sul e lança consulta pública sobre negociações

Brasília – O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços lançou nesta quinta-feira (2) consulta pública ao setor privado sobre negociações comerciais com Japão e Coreia do Sul. A consulta, com prazo de 60 dias, tem como objetivo mapear interesses em novos acordos comerciais a serem negociados entre Mercosul e Coreia do Sul, bem como Mercosul e Japão.
O MDIC quer conhecer o interesse do setor privado na abertura comercial do mercado brasileiro para cada um destes países, bem como no acesso de produtos brasileiros aos mercados da Coreia e Japão.
“O governo brasileiro está empenhado em ampliar a rede de acordos comerciais e por esse motivo lançamos uma consulta pública para ouvir nosso setor produtivo sobre o interesse a respeito de negociações comerciais com Japão e Coreia do Sul. A participação do empresariado vai nos auxiliar a construir as bases de eventuais acordos com estes mercados prioritários para o Brasil e o Mercosul”, disse o ministro Marcos Pereira.
Coreia do Sul
Mercosul e Coreia do Sul estabeleceram, em 2009, Grupo Consultivo para a Promoção de Comércio e Investimentos. Na II Reunião do mecanismo, em junho de 2016, as partes decidiram lançar Diálogo Exploratório.
O primeiro encontro do Diálogo Exploratório ocorreu nos dias 22 e 23 de novembro de 2016, em Buenos Aires, ocasião em que foi discutido documento geral que servirá de base para eventuais negociações comerciais. No momento, o governo brasileiro busca detalhar o posicionamento do setor privado brasileiro para o estabelecimento de negociações para concessões tarifárias mútuas.
Em 2016, as exportações brasileiras para a Coreia do Sul alcançaram a cifra de US$ 2,88 bilhões, e as importações, US$ 5,45 bilhões, com déficit de US$ 2,57 bilhões.
Japão
Em dezembro de 2012, em Montevidéu, foi estabelecido o Diálogo para o Fortalecimento das Relações Econômicas entre o Japão e o Mercosul. Desde então, foram realizadas três reuniões do mecanismo. Entre os objetivos do último encontro, realizado em maio de 2016, em Tóquio, esteve a identificação de possíveis ações para reforçar o relacionamento comercial entre as partes. Nesse sentido, o governo brasileiro busca detalhar o posicionamento do setor privado brasileiro para o estabelecimento de negociações para concessões tarifárias mútuas.
Em 2016, o Brasil exportou para o Japão o equivalente a US$ 4,6 bilhões. As importações chegaram a US$ 3,57 bilhões, com superávit de US$ 1,04 bilhão.
Como participar
As manifestações deverão ser formuladas em planilhas específicas disponibilizadas pelo MDIC no link (http://www.mdic.gov.br/comercio-exterior/negociacoes-internacionais/9-assuntos/categ-comercio-exterior/2287-consulta-publica-japao-e-coreia-do-sul) exclusivamente por associações ou entidades de classe, e enviadas ao endereço eletrônico consultas@mdic.gov.br.
Empresas interessadas em contribuir para a consulta pública deverão entrar em contato diretamente com a associação ou entidade de classe a que sejam associadas ou que de alguma forma represente seu respectivo setor produtivo. No caso de dúvidas não esclarecidas na presente nota, favor encaminhar perguntas específicas ao email: consultas@mdic.gov.br.
A consulta trata principalmente de troca de concessões tarifárias em bens, que se traduz na oferta de reduções do imposto de importação pelo Mercosul (afeta importações do Brasil/interesses defensivos), bem como no pedido de reduções do imposto de importação pela Coreia e pelo Japão (afeta exportações do Brasil/interesses ofensivos). Portanto, cada país (Japão ou Coreia) possui seu respectivo arquivo com duas tabelas (abas), uma de oferta e outra de pedidos, totalizando quatro tabelas a serem preenchidas.
Na tabela de oferta brasileira, as associações ou entidades de classe deverão manifestar-se apenas em relação aos itens produzidos por seus associados, indicando, para cada item (linha tarifária), o período ideal de desgravação total tarifária de interesse.
O período de desgravação tarifária indica em quantos anos a alíquota do imposto de importação daquele produto (item ou linha tarifária) será reduzida a zero. Os prazos indicados abaixo deverão ser respeitados no momento de preenchimento das tabelas (não serão consideradas respostas com prazos distintos dos indicados):
  • desgravação total imediata;
  • desgravação total em 4 (quatro) anos.
  • desgravação total em 8 (oito) anos.
  • desgravação total em 10 (dez) anos.
  • desgravação total em 12 (doze) anos.
  • desgravação total em 15 (quinze) anos;
  • Exclusão da referida negociação em caso de impossibilidade de concessão de qualquer preferência tarifária, com justificativa que embase o posicionamento.
A escolha pela exclusão do produto da oferta é considerada uma situação excepcional e deve ser acompanhada de justificativa por parte da entidade manifestante conforme opções pré-definidas na planilha de preenchimento disponibilizada pela Secex/MDIC.

https://www.comexdobrasil.com/brasil-mira-acordos-com-japao-e-coreia-do-sul-e-lanca-consulta-publica-sobre-negociacoes/

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

MEDIDAS E CAPACIDADE DE CONTÊINER

Informações do container dry de 20 pés standard 
Comprimento do container dry de 20 pés standard: 6.058 m 
Largura do container dry de 20 pés standard: 2.438 m 
Altura do container dry de 20 pés standard: 2.591 m 
Capacidade de carga útil do container dry de 20 pés standard: 21,780 kg 
Tara aproximada do container dry de 20 pés standard: 2,220 kg 

Informações do container dry de 20 pés high cube (HC)
Comprimento do container dry de 20 pés HC: 6.058 m 
Largura do container dry de 20 pés HC: 2.438 m 
Altura do container dry de 20 pés HC: 2.896 m 
Capacidade de carga útil do container dry de 20 pés HC: 21,780 kg 
Tara aproximada do container dry de 20 pés HC: 2,220 kg 

Informações do container open top de 20 pés 
Comprimento do container open top de 20 pés: 5.919 m 
Largura do container open top de 20 pés: 2.340 m 
Altura do container open top de 20 pés: 2.286 m 
Capacidade de carga útil do container open top de 20 pés: 21,823 kg 
Tara aproximada do container open top de 20 pés: 2,177 kg 

Informações do container flat rack de 20 pés 
Comprimento do container open top de 20 pés: 5.935 m 
Largura do container open top de 20 pés: 2.438 m 
Altura do container open top de 20 pés: 2.327 m 
Capacidade de carga útil do container open top de 20 pés: 21,440 kg 
Tara aproximada do container open top de 20 pés: 2,560 kg 

Informações do container reefer de 20 pés 
Comprimento do container reefer de 20 pés: 5.380 m 
Largura do container reefer de 20 pés: 2.438 m 
Altura do container reefer de 20 pés: 2.260 m 
Capacidade de carga útil do container reefer de 20 pés: 20,756 kg 
Tara aproximada do container reefer de 20 pés: 3,193 kg



Informações do container dry de 40 pés standard 
Comprimento do container dry de 40 pés standard: 12.035 m 
Largura do container dry de 40 pés standard: 2.350 m 
Altura do container dry de 40 pés standard: 2.690 m 
Capacidade de carga útil do container dry de 40 pés standard: 28,800 kg 
Tara aproximada do container dry de 40 pés standard: 3,700 kg 

Informações do container dry de 40 pés high cube (HC) 
Comprimento do container dry de 40 pés HC: 12.030 m 
Largura do container dry de 40 pés HC: 2.350 m 
Altura do container dry de 40 pés HC: 2.890 m 
Capacidade de carga útil do container dry de 40 pés HC: 28,570 kg 
Tara aproximada do container dry de 40 pés HC: 3,930 kg 

Informações do container open top de 40 pés 
Comprimento do container open top de 40 pés: 12.043 m 
Largura do container open top de 40 pés: 2.338 m 
Altura do container open top de 40 pés: 2.272 m 
Capacidade de carga útil do container open top de 40 pés: 28,285 kg 
Tara aproximada do container open top de 40 pés: 4,300 kg 


Informações do container flat rack de 40 pés 
Comprimento do container open top de 40 pés: 12.080 m 
Largura do container open top de 40 pés: 2.420 m 
Altura do container open top de 40 pés: 2.103 m 
Capacidade de carga útil do container open top de 40 pés: 25,000 kg 
Tara aproximada do container open top de 40 pés: 5,480 kg 

Informações do container reefer de 40 pés standard 
Comprimento do container reefer de 40 pés standard: 12.080 m 
Largura do container reefer de 40 pés standard: 2.438 m 
Altura do container reefer de 40 pés standard: 2.260 m 
Capacidade de carga útil do container reefer de 40 pés standard: 25,756 kg 
Tara aproximada do container reefer de 40 pés standard: 3,193 kg 

Informações do container reefer de 40 pés high cube 
Comprimento do container reefer de 40 pés high cube: 12.080 m 
Largura do container reefer de 40 pés high cube: 2.438 m 
Altura do container reefer de 40 pés high cube: 2.269 m 
Capacidade de carga útil do container reefer de 40 pés high cube: 28,756 kg 
Tara aproximada do container reefer de 40 pés high cube: 3,193 kg

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NOTÍCIAS COMEX:

MARCOS PEREIRA LANÇA NEGOCIAÇÕES DE ACORDO DE LIVRE COMÉRCIO ENTRE MERCOSUL E EFTA


Bloco é formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein
O ministro Marcos Pereira lançou nesta quinta-feira, em Davos, na Suíça, as negociações para um acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), bloco formado por quatro países europeus – Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein.
“No Brasil, estamos promovendo uma atualização significativa da nossa política econômica e comercial, com vistas a assegurar uma inserção competitiva do país na economia global. Ao lado dos demais membros do Mercosul, procuramos novos parceiros para aumentar, diversificar e melhorar nossas relações comerciais, a fim de contribuir para o crescimento e a estabilidade da economia brasileira. A pronta aprovação de um mandato para negociar com a EFTA, pelo Grupo do Mercado Comum do Mercosul, é uma clara indicação da alta prioridade que todos nós do Mercosul atribuímos a essas negociações”, afirmou o ministro.
Os maiores ganhos para o Brasil com a conclusão do acordo concentram-se nos bens básicos. Em relação aos bens industriais, os setores mais beneficiados serão os de químicos orgânicos, vestuário e calçados, produtos de cerâmica e madeira.
Com o acordo, o Brasil poderá obter insumos mais baratos para produção de bens industriais, aumentando a competitividade de seus produtos. Além disso, a EFTA possui posição relevante no comércio internacional de bens, sendo que a Suíça é o 11º no ranking da OMC dos principais importadores em 2015 (participação de 1,9% das importações mundiais), e a Noruega é 24º nesse ranking (0,6% das importações mundiais).
Além da redução tarifária, o possível acordo incluirá disciplina sobre barreiras não tarifárias, ajudando exportadores brasileiros que eventualmente enfrentem essas barreiras naquele mercado.
Intercâmbio comercial
Em 2016, as exportações brasileiras para a EFTA totalizaram US$ 2,4 bilhões (participação de 1,3%), sendo que os produtos manufaturados representaram 64,9%, os semimanufaturados 25,9% e os básicos 9%. Os principais produtos exportados pelo Brasil foram plataformas de perfuração ou exploração (32,6%), óxidos e hidróxidos de alumínio (24,3%), soja em grãos (4,0%), ouro em formas semimanufaturadas (3,7%) e café em grãos (1,9%).
Por sua vez, as importações foram de US$ 2,4 bilhões (participação de 1,8%), sendo que a pauta ficou assim distribuída: 5,8% de produtos básicos, 1,8% de semimanufaturados e 92,4% de manufaturados. Entre os produtos importados da EFTA, destacam-se os seguintes itens: medicamentos para medicina humana e veterinária (21,5%), compostos de funções nitrogenadas (13,0%), compostos heterocíclicos (6,5%), óleos combustíveis (6,4%), adubos e fertilizantes com nitrogênio e fósforo e potássio (4,4%).
Em 2016, as exportações da EFTA totalizaram US$ 400 bilhões, sendo que 0,8% dessas exportações destinaram-se ao Brasil. Por sua vez, as importações da associação foram de US$ 333,4 bilhões nesse ano, sendo que 0,9% dessas importações originaram-se no Brasil.
Relativamente aos dados econômicos da EFTA em 2015, seu PIB total foi US$ 1.069 bilhões, equivalendo a uma renda per capita de US$ 77.601, dada uma população de 13,8 milhões de habitantes.
“Além desta negociação com a EFTA, o Mercosul está negociando um acordo de livre comércio com a União Europeia. Estamos também em processo de expansão e aprofundamento do nosso acordo comercial preferencial com a Índia e iniciamos as negociações do ALC com o Líbano e a Tunísia. Também estamos envolvidos em diálogos comerciais, alguns dos quais também passaram para a fase exploratória, com Canadá, Japão e Coréia”, afirmou Marcos Pereira.
Assessoria de Comunicação Social do MDIC

http://www.exportnews.com.br/2017/01/marcos-pereira-lanca-negociacoes-de-acordo-de-livre-comercio-entre-mercosul-e-efta/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

LOGÍSTICA ATUALIZADA, PERSPICAZ E  TRANSPARENTE


 GARANTIA DE
QUALIDADE NO SERVIÇO E ATENDIMENTO DIDÁTICO