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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

BNDES divulga nota com dados da “caixa preta” dos financiamentos à exportação de serviço















Da Redação (*)
Brasília –  O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou hoje (16)  nota oficial com informações sobre financiamentos à exportação de serviços por empresas construtoras brasileiras, com dados de 1998 até junho de 2019. De acordo com o Banco, no período foram liberados US$ 10,5 bilhões em desembolsos para empreendimentos em 15 países, sendo que US$ 10,3 bilhões retornaram em pagamentos do valor principal da dívida e dos juros.
De acordo com a nota, entre 1998 e junho de 2019, foram liberados US$ 10,5 bilhões para empreendimentos em 15 países. A partir de janeiro de 2018, segundo a instituição, surgiram inadimplementos nos pagamentos da Venezuela (US$ 374 milhões), Moçambique (US$ 118 milhões) e Cuba (US$ 62 milhões)
No documento, o Banco destaca que a divulgação “vem esclarecer fatos e está em linha com o conjunto de ações em curso adotadas pelo BNDES para se tornar cada vez mais transparente perante a sociedade brasileira”.
A nota divulgada pelo BNDES informa que “do total de pagamentos, 89% foram liberados para empreedimentos em seis países. São eles, em ordem decrescente de valores: Angola (US$ 3,273 bilhões), Argentina (US$ 2,006 bilhões), Venezuela (US$ 1,507 bilhão), República Dominicana (US$ 1,215 bilhão), Equador (US$ 685 milhões) e Cuba (US$ 646 milhões). Entre as empresas que exportaram os serviços, 98% do valor total foram destinado a obras de cinco construtoras: Odebrecht (76% do total), Andrade Gutierrez (14%), Queiroz Galvão (4%), Camargo Correia (2%) e OAS (2%)”.
O documento do BNDES contém uma menção especial ao polêmico e duramente criticado financiamento ao porto de Muriel, em Cuba, concedido durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Sila.
De acordo com a nota, ao todo, 148 operações foram realizadas, com prazo médio de onze anos e dois meses para pagamento dos financiamentos: “o maior prazo foi concedido pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para o projeto do Porto de Muriel, em Cuba, que será pago em 25 anos. Esse caso  também foi o único que incorreu em 100% do risco soberano de um país, por aceitar como mitigador de risco de crédito uma conta corrente em Cuba”.
A íntegra da nota divulgada pelo BNDES é a seguinte:
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) traz a público hoje (15/9) informações sobre operações de financiamento à exportação de serviços, tema que vem ganhando repercussão em publicações. Esta divulgação vem esclarecer fatos e está em linha com o conjunto de ações em curso adotadas pelo BNDES para se tomar cada vez mais transparente perante a sociedade brasileira.
Diante da complexidade dos dados, eles são aqui explicados na forma de um resumo didático das operações de financiamento à exportação de serviços por empresas brasileiras com dados de 1998 até junho de 2019, sendo que em 2017, os desembolsos foram interrompidos. Veja esclarecimentos a seguir:
– No período, foram liberados US$ 10,5 bilhões em desembolsos para empreendimentos em 15 países, sendo que US$ 10,3 bilhões retornaram em pagamentos do valor principal da dívida e dos juros.
– Do total de pagamentos, 89% foram liberados para empreendimentos em seis países. São eles, em ordem decrescente de valores: Angola (US$ 3,273 bilhões), Argentina (US$ 2,006 bilhões), Venezuela (US$ 1,507 bilhão), República Dominicana (US$ 1,215 bilhão), Equador (US$ 685 milhões) e Cuba (US$ 656 milhões).
Entre as empresas que exportaram os serviços, 98% do valor total foi destinado a obras de cinco delas: Odebrecht (76% do total), Andrade Gutierrez (14%), Queiroz Galvão (4%), Camargo Corrêa (2%) e OAS (2%).
– Ao todo, 148 operações foram realizadas, com prazo médio de 11 anos e dois meses para pagamento dos financiamentos. O maior prazo foi concedido pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para o projeto do Porto de Mariel, em Cuba, que será pago em 25 anos. Esse caso também foi o único que incorreu em 100% do risco soberano de um país, por aceitar como mitigador de risco de crédito uma conta corrente em Cuba.
– Embora o programa de financiamento à exportação de serviços de engenharia tenha sido criado em 1998, 88% do total de US$ 10,5 bilhões em desembolsos ocorreram no período compreendido entre 2007 e 2015.
– Em 2003, em decorrência da Resolução número 44 aprovada pelo Conselho de Ministros da Camex, Argentina, Equador, Venezuela e República Dominicana tiveram seu custo de financiamento diminuído. Isso ocorreu porque a norma mitigou riscos de crédito das operações na proporção de até 7 (pior nota) para 1 (melhor nota).
– A partir de janeiro de 2018, surgiram inadimplementos nos pagamentos de Venezuela (US$ 374 milhões), Moçambique (US$ 118 milhões) e Cuba (US$ 62 milhões), em um valor total de US$ 554 milhões até 30 de junho de 2019.
– Em 2016, quando começaram as controvérsias envolvendo empresas brasileiras exportadoras de serviços de engenharia, o BNDES, em acordo com o Ministério Público Federal (MPF), passou a exigir das empresas a assinatura de um Termo de Compliance (Conformidade), com rígidas regras de governança, como condição para liberação de recursos. Após essa medida, o BNDES reteve US$ 11 bilhões que estavam previstos para serem desembolsados, referentes a 47 operações ativas.
Contexto 
A exportação de serviços, quando bem aplicada, é reconhecida mundialmente como importante instrumento de um país para estímulo à geração de empregos, ao aumento da atividade industrial e à obtenção de saldos positivos em balança comercial.
No Brasil, esses financiamentos são determinados pela administração direta do Governo Federal, que estabelece as operações, os países de destino das exportações, as principais condições contratuais do financiamento (como valor, prazo, equalização da taxa de juros e seguros) e os mitigadores de risco soberano do país que sedia a obra de engenharia.
As responsabilidades diretas do Governo no processo incluem a obtenção de aprovações pela empresa brasileira exportadora de serviços junto ao Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig) e ao Conselho de Ministros da Camex, ambos compostos por representantes dos ministérios.
Já com essas aprovações, o processo chega ao BNDES em sua parte final, onde é enquadrado e analisado. Quando aprovado e com a contratação feita entre a empresa brasileira e o cliente no exterior, ocorrem os desembolsos e o acompanhamento da execução do projeto.
No momento, as operações de financiamento à exportação de serviços feitas pelo BNDES estão sob análise de diversas autoridades legais. O BNDES ativamente colabora com apurações no Tribunal de Contas da União (TCU), na Controladoria-Geral da União (CGU) e na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) em curso na Câmara dos Deputados.
O BNDES ratifica seu firme propósito de cooperar com os órgãos competentes e abrir todas as informações questionadas pela sociedade brasileira. A divulgação de informações concretas como estas colabora com um debate mais produtivo do papel da instituição no país.
A transparência é um princípio fundamental à gestão pública do país e um norte para o BNDES recuperar sua credibilidade. As lições aprendidas com o passado tornam o banco mais eficiente para os cidadãos brasileiros e colaboram para sua ação em favor de negócios que levem ao desenvolvimento.
Uma apresentação gráfica com os dados aqui apresentados está disponível no site do BNDES no link:https://www.bndes.gov.br/arquivos/exportacao/bndes-apresentacao-exportacoes-servicos-20190915.pdf
Mais detalhes de todas as operações de financiamento às exportações de serviço podem ser obtidas na planilha “Operações de exportação pós-embarque – serviços de engenharia (1998 a 30.06.2019)” no seguinte endereço: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/transparencia/centraldedownloads
(*)Com informações do BNDES

terça-feira, 10 de setembro de 2019


Rimera Multimodal :

Habilitação para começar a importar e exportar - RADAR / Siscomex.

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 — em Brasil.

Produtos básicos avançam e cai participação de bens manufaturados nas exportações brasileiras




Da Redação
Brasília –  A cada mês cresce a participação dos produtos básicos na pauta exportadora brasileira, em detrimento dos produtos manufaturados, de maior valor agregado, e entre os meses de janeiro e agosto os produtos primários responderam por 52,6% do total exportado pelo país, contra um percentual de 49,5% registrado no mesmo período de 2018. Em valores, os embarques de produtos básicos geraram uma receita no montante de US$ 78,307 bilhões.
No período, as exportações de produtos industrializados totalizaram US$ 70,538 bilhões, correspondentes a 47,4% do total vendido ao exterior, uma contração de 7,3% comparativamente com os US$ 76,516 bilhões embarcados nos oito primeiros meses de 2018. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.
A alta na participação dos produtos básicos nas exportações globais do país deveu-se, em essência, a dois fatores principais: um forte aumento nos embarques de produtos como o milho em grãos (166,3%) e de minérios de ferro (17,3%) mas também à elevada retração nas exportações de bens industrializados, em especial de automóveis, que tiveram ma queda de 34,2% de janeiro a agosto, comparativamente com igual período do ano passado.
O grande destaque nas exportações segue sendo a soja em grãos. Apesar da variação  negativa de 21,3% nos embarques realizados neste ano, a oleaginosa seguiu liderando a pauta exportadora brasileira com receita no valor total de US$ 21,112 bilhões.
Por sua vez, o milho foi outro item relevante nas vendas externas com um salto de impressionantes 166,3% e receita total de US$ 4,191 bilhões (contra US$ 1,532 bilhões obtidos nos oito primeiros meses do ano passado), o que levou a commodity a ocupar a quarta colocação na pauta  geral das exportações brasileiras.
Também merece ser citado o algodão, que este ano vem se sobressaindo entre os principais produtos vendidos pelo Brasil ao exterior. Graças a um aumento de +127,3%, as vendas externas da pluma totalizaram US$ 1,061 bilhão, contra US$ 465 milhões embarcados de janeiro a agosto de 2018.
Apesar de acumular uma alta relativamente pouco expressiva (4,8%) a celulose se consolida como item cada vez mais importante na pauta exportadora e este ano já proporcionou uma receita de US$ 5,570 bilhões, o que levou o produto a ocupar a quarta posição entre os principais bens embarcados pelas empresas brasileiras para o exterior.
Apesar dos números importantes produzidos pelas exportações de produtos básicos, o aumento da participação desses itens nas vendas totais do país deveu-se sobretudo a uma contração nos embarques de bens industrializados, influenciada pela retração nas vendas para a Argentina, um dos principais destino dos produtos manufaturados exportados pelo Brasil ao exterior.
Com uma forte queda nas importações de produtos brasileiros, o intercâmbio com o país vizinho (terceiro maior parceiro comercial do Brasil em todo o mundo, atrás apenas da China e dos Estados Unidos) poderá fechar 2019 com  o primeiro saldo favorável  à Argentina desde 2003.
De janeiro a agosto, o saldo do comércio do Brasil com a Argentina é negativo em US$ 263 milhões, uma mudança significativa de trajetória quando comparado com o superávit de US$ 4 bilhões registrado no mesmo período de 2018.
E se os números acumulados no período janeiro-agosto  relativos às exportações de bens industrializados não são nada animadores (queda de 7,3% na participação nas exportações totais do país, passando de 48,5% de janeiro a agosto de 2018 para 47,4% no mesmo período deste ano), o cenário é ainda pior quando vistos isoladamente os resultados do mês de agosto.  No mês passado,a participação dos produtos industrializados passaram de 40,3% em agosto de 2018 para 32,7% no mês passado. Enquanto isso, os embarques de produtos básicos passam de 49% para 55%.

https://www.comexdobrasil.com/produtos-basicos-avancam-e-cai-participacao-de-bens-manufaturados-nas-exportacoes-brasileiras/

quarta-feira, 4 de setembro de 2019



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Guerra comercial: China apresenta queixa à OMC por tarifas impostas pelos EUA















Berlim – A China informou que está apresentando à Organização Mundial do Comércio (OMC) uma queixa contra os Estados Unidos (EUA), alegando que a última rodada de tarifas impostas por Washington é uma violação dos regulamentos internacionais do comércio.
No domingo (1º), o governo americano começou a impor tarifas adicionais de 15% sobre produtos chineses, em um total de cerca de US$ 110 bilhões.
O Ministério do Comércio da China anunciou sua decisão nesta segunda-feira (1º). Autoridades do Ministério disseram que a última medida tomada por Washington vai completamente contra um entendimento comum ao qual os dois países chegaram em recente encontro de cúpula da China e dos Estados Unidos. As autoridades dizem que vão proteger os direitos legais e os interesses do país com base nos regulamentos da OMC.
O presidente norte-americano, Donald Trump, disse que ainda quer manter conversações comerciais, em nível ministerial, com a China neste mês, conforme planejado.
(*) Com informações da NHK – Emissora pública de televisão do Japão

https://www.comexdobrasil.com/guerra-comercial-china-apresenta-queixa-a-omc-por-tarifas-impostas-pelos-eua/

quarta-feira, 28 de agosto de 2019


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Firjan vê com otimismo conclusão das negociações do acordo de comércio entre Mercosul e EFTA




Rio de Janeiro – A Firjan considera a conclusão das negociações entre Mercosul e os países da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), ocorrida no último dia 23, em Buenos Aires, um outro importante marco para o comércio internacional e para a inserção da indústria fluminense nas cadeias globais de valor. Formado por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein, o EFTA é um bloco econômico que representa um mercado de U$S 400 bilhões em importações, aproximadamente.
O acordo entre os dois blocos poderá mudar o cenário atual de fluxo de comércio entre Brasil e os países do EFTA. Isso porque no período de 2014 a 2018 a corrente de comércio do Brasil com o bloco foi negativa em 36%. O Rio de Janeiro seguiu a tendência com a corrente de comércio negativa, no mesmo período, em 66%. Especificamente em 2018, o estado fluminense exportou US$ 32 milhões e importou US$ 389 milhões para os países do bloco, mostrando uma balança comercial deficitária com potencial de melhora com o novo acordo.
Essa negociação se insere na atual política econômica e comercial dos países integrantes do Mercosul com vistas a alcançar novos parceiros para fomentar e diversificar as relações comerciais. Essa é uma oportunidade para a indústria fluminense alcançar novos mercados, com melhores tarifas, e assim se tornar mais competitiva.
Uma análise completa e aprofundada do impacto do acordo depende da divulgação do texto negociado e das concessões. Assim, a perspectiva é de ampliação das oportunidades comerciais, melhoria no ambiente de negócios e maior atratividade de investimentos externos para o Brasil, e em especial para o estado do Rio de Janeiro, contribuindo para a retomada do caminho do crescimento econômico.
Certamente esse cenário terá reflexos no estado do Rio de Janeiro, permitindo o fortalecimento das condições de competitividade da indústria fluminense e a retomada do crescimento no comércio internacional.
(*) Com informações da Firjan

https://www.comexdobrasil.com/firjan-ve-com-otimismo-conclusao-das-negociacoes-do-acordo-de-comercio-entre-mercosul-e-efta/

segunda-feira, 26 de agosto de 2019



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Acordo com a EFTA deverá gerar aumento das exportações e reduzir desequilíbrio na balança comercial





















Da Redação (*)
Brasília – Com a conclusão das negociações do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), na última sexta-feira em Buenos Aires, o Brasil aposta no aumento das exportações ao bloco integrado pela Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein e com isso tornar mais equilibrado o comércio bilateral com esse grupo de países.
O acordo proporcionará aos membros do Mercosul acesso preferencial para os principais produtos agrícolas exportados, com a concessão de acesso livre de tarifas, ou por meio de quotas e outros tipos de concessões parciais. As negociações entre os dois blocos foram lançadas em janeiro de 2017 e finalizadas após dez rodadas.
A conclusão do acordo entre o Mercosul e a EFTA é mais um resultado dos esforços de expansão da rede de acordos comerciais do Brasil e do Mercosul e ocorre logo após a conclusão do acordo entre o Mercosul e a União Europeia, em junho passado.
Parceiro relevante
Com um PIB de US$ 1,1 trilhão e uma população de 14,3 milhões de pessoas, a EFTA é o nono maior ator no comércio mundial de bens e o quinto maior no comércio de serviços. Com outros 29 acordos comerciais já firmados, os quatro países do bloco estão entre os maiores PIB per capita do mundo e conformam mercado consumidor de grande relevância global.
Em seu conjunto, os quatro países que integram a EFTA são um importante parceiro comercial do Brasil.  Em 2018, a corrente de comércio entre o país e o bloco europeu totalizou US$ 4,5 bilhões, com exportações de US$ 1,7 bilhão, compostas principalmente por ouro, produtos químicos como óxido de alumínio, café, soja, carnes e preparações alimentícias diversas, e importações de US$ 2,8 bilhões, com proeminência em produtos farmacêuticos e químicos orgânicos, máquinas e equipamentos, petróleo e gás, peixes e crustáceos.
De acordo com declaração conjunta divulgada na última sexta-feira (23) pelos ministérios das Relações Exteriores, Economia, Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o acordo Mercosul-EFTA estabelece compromissos de desgravação tarifária e de natureza regulatória, como nas áreas de serviços, investimentos, compras governamentais, facilitação de comércio, cooperação aduaneira, barreiras técnicas ao comércio, medidas sanitárias e fitossanitárias, defesa comercial, concorrência, desenvolvimento sustentável, regras de origem e propriedade intelectual.
Comércio de serviços
O documento destaca ainda os benefícios que o acordo trará com a ampliação do mercado para produtos e serviços brasileiros, além de promover o incremento de competitividade da economia nacional, ao reduzir custos produtivos e garantir acesso a insumos de elevado teor tecnológico com preços mais baixos. Os consumidores serão beneficiados com acesso a maior variedade de produtos a preços competitivos.
Por outro lado, a declaração atenta para o fato de que o acordo garantirá acesso mútuo em setores de serviços, tais como comunicação, construção, distribuição, turismo, transportes e serviços profissionais e financeiros. Contará com obrigações de transparência em compras públicas e fomentará a concorrência nas compras do Estado, resultando na otimização da relação custo-benefício das licitações e na economia de recursos públicos. Os compromissos acordados garantirão às empresas brasileiras acesso ao mercado de compras públicas da EFTA, avaliado em cerca de US$ 85 bilhões.
A EFTA é parceiro relevante do Brasil em serviços e investimentos. Os fluxos do comércio de serviços são estimados pela Confederação Nacional da Indústria em cerca de US$ 4 bilhões. A Suíça, maior economia da EFTA, é o quinto maior investidor estrangeiro direto no Brasil, pelo critério de controlador final, com estoque de US$ 24,4 bilhões em 2017, cerca de 5% do total. Os investimentos diretos suíços concentram-se, sobretudo, nos setores financeiro, de seguros, da indústria de transformação e comércio.
Por outro lado, segundo dados do Banco Central, o investimento direto brasileiro nos países da EFTA chegou a US$1,8 bilhões, em 2017. Os investimentos do Brasil na EFTA encontram-se principalmente nos setores financeiro, manufatura de papel e celulose e mineração.
A nota divulgada pelos três ministérios sublinha que com a entrada em vigor do acordo, o Brasil contará com a eliminação imediata, pelos países da EFTA, das tarifas aplicadas à importação de 100% do universo industrial O acordo também proporcionará acesso preferencial para os principais produtos agrícolas exportados pelo Brasil, com a concessão de acesso livre de tarifas, ou por meio de quotas e outros tipos de concessões parciais. Serão abertas novas oportunidades comerciais para carne bovina, carne de frango, milho, farelo de soja, melaço de cana, mel, café torrado, frutas e sucos de frutas.
Os compromissos assumidos permitirão maior agilidade e redução de custos dos trâmites de importação, exportação e trânsito de bens, além de contribuir para a maior integração da economia brasileira às cadeias de valor bilaterais, regionais e globais.
Segundo estimativas do Ministério da Economia, o acordo Mercosul-EFTA representará um incremento do PIB brasileiro de US$ 5,2 bilhões em 15 anos. Estima-se um aumento de US$ 5,9 bilhões e de US$ 6,7 bilhões nas exportações e nas importações totais brasileiras, respectivamente, totalizando um aumento de US$ 12,6 bilhões na corrente comercial brasileira. Espera-se um incremento substancial de investimentos no Brasil, da ordem de US$ 5,2 bilhões, no mesmo período.
 (*) Com informações dos Ministérios das Relações Exteriores, Economia, Agricultura, Pecuária e Abastecimento

https://www.comexdobrasil.com/acordo-com-a-efta-devera-gerar-aumento-das-exportacoes-e-reduzir-desequilibrio-na-balanca-comercial/