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terça-feira, 16 de julho de 2019

SP Negócios promove evento destinado a orientar empresários sobre detalhes do processo de exportação














São Paulo –  Com o objetivo de qualificar empresários na adaptação de processos de venda para exportação, o PEIEX FECAP promove no próximo dia 23 de julho, a partir das 19h, encontro sobre marcas, patentes, embalagens, modalidades de pagamento, riscos e garantias. A qualificação contará com a presença de Fábio Martins e Maurício Golfette.
Fábio Martins explicará quais as modalidades de pagamentos, os riscos envolvidos e como trabalhar as garantias da melhor forma. Maurício Golfette irá focar em marcas, como executar as ações envolvidas com patentes e embalagens dos produtos.
O PEIEX é uma iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Aex-Brasil) que, na região metropolitana de São Paulo, ocorre em parceria com a FECAP e com o apoio da São Paulo Negócios

terça-feira, 2 de julho de 2019



Deixe de comprar mercadoria nacionalizada !!!

O distribuidor, comerciante varejistas e atacado, representações comerciais, entre outros, aqui na RIMERA MULTIMODAL tem chance de comprar mercadoria direto do fornecedor fora do Brasil e poder ter mais competitividade e mais volume de vendas, gerando aos seus negócios mais estabilidade e ganhos. 
Simule uma importação conosco e irá descobrir que é possível sua empresa crescer estável e próspera no mercado internacional.

Temos casos de sucesso em que clientes deixam de depender de fornecedores nacionais que tem alta variação de preço conforme giro do mercado nacional e passam a comprar direto da origem com ganhos e recompensas melhores.

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Exportações latino-americanas caem depois de dois anos de crescimento ininterrupto
















etrocesso do comércio mundial pelo recrudescimento dos impulsos protecionistas e a queda de preços de muitos produtos básicos levou a uma redução nas exportações da região no primeiro trimestre de 2019, pela primeira vez em mais de dois anos. O valor total anualizado das exportações dos países da América Latina e do Caribe caiu 1,6% nos primeiros três meses do exercício em curso, depois de ter crescido 8,9% em 2018 e 12,3% em 2017, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Apenas oito países da região –México, Equador, Costa Rica, República Dominicana, Haiti, Jamaica, Barbados e Suriname– apresentaram uma evolução positiva entre janeiro e março.
Em um cenário internacional turbulento, com crescentes riscos para o comércio e com a recente escalada entre os EUA e a China monopolizando as manchetes dos principais jornais do mundo, a desaceleração das exportações latino-americanas começou no final de 2018. Mas, nos primeiros meses deste ano, constata o BID, “o contexto se deteriorou e, como consequência, o arrefecimento das exportações se agravou em toda a região”. Neste aspecto, a região corre em paralelo ao resto do mundo: o indicador de perspectiva do comércio global, elaborado pela Organização Mundial do Comércio, está nos menores níveis em quase uma década –desde a Grande Recessão– e as previsões para 2019, lembram os técnicos do organismo, “contemplam um risco de piora considerável”.
O Caribe e, em menor medida, a América Central, resistiram melhor ao mau momento do comércio internacional do que o resto da região. No primeiro caso, apesar da leve desaceleração das exportações, o crescimento anualizado destas continuou sendo de dois dígitos (quase 11%) no início de 2019, menos de um ponto abaixo do que em todo o exercício anterior. Na América Central a “forte desaceleração” na primeira parte do ano não levou, no entanto, os números para o vermelho: as vendas ao exterior cresceram 2,1%, um aumento mais de sete pontos inferior ao registrado no conjunto do ano anterior, arrastadas pelo menor impulso das exportações mexicanas, que cresceram apenas 2,3% no primeiro trimestre, depois de terem aumentado mais de 10% no conjunto do ano anterior. Entre os grandes países da América Latina, no entanto, o México é o que mostra a melhor evolução.

Queda no preço da soja, um golpe para a América do Sul

A contração acontece, principalmente, pelo fraco desempenho dos países da América do Sul, onde tanto os volumes quanto os preços de alguns dos principais produtos exportados –cobre, petróleo, café, açúcar e, sobretudo, soja– apresentaram redução. Depois de um crescimento de mais de 8% em 2018, as vendas ao exterior da sub-região caíram 5,4% no índice anualizado, sem que as vendas para a Ásia, impulsionadas pela leguminosa, pudessem compensar a contração de mercados tradicionais como a Europa e os EUA.
O preço da soja caiu quase 13%, um duro golpe para os exportadores tradicionais, como Argentina e Paraguai e, em menor medida, o Brasil. A essa queda de preço se junta o ruído comercial das disputas entre Pequim e Washington: a primeira é a principal consumidora e a segunda é a primeira fornecedora regional. A região esperava que a China redirecionasse suas vendas para o sul, em detrimento dos EUA. Algo disso aconteceu, porque “tanto na média de 2018 quanto no primeiro trimestre de 2019 os embarques da América Latina para a China cresceram em um ritmo maior que as importações totais”, enfatiza o BID.

Um número ruim, embora longe do declínio de 2015

Nenhum país sul-americano tem motivos para comemorar: apenas o Equador (+1,2%) se salva. As exportações colombianas caíram 1,1%; as da Argentina, 2,3%; as do Chile, 5,1% e as do Brasil, 4,1%. Se não se levar em conta a Venezuela (-26%, devido ao colapso de sua plataforma petrolífera) o recorde negativo é do Paraguai, com uma queda nas vendas ao exterior de 10,3%. Em todos os casos, novamente com a já habitual exceção venezuelana, os países sul-americanos tinham fechado 2018 no azul (+11%).
O caso argentino é paradigmático: aumentou o volume de suas exportações em 2%, especialmente os produtos agroindustriais, mas não conseguiu compensar a queda de 4% nos preços de seus produtos. A China se tornou um cliente de peso, com um aumento de quase 13% em suas compras em relação ao ano passado. A contração do resto de seus mercados –o resto da América do Sul, Europa e EUA– acabou, no entanto, anulando esse aumento.
Apesar de tudo, as perspectivas para as exportações da América Latina e do Caribe estão longe de ser tão negativas quanto em 2015 e, em menor medida, que em 2014 e 2016, quando houve retrocessos significativos no valor –que em 2015 alcançaram os dois dígitos. A região, por enquanto, não está nessa situação. Mas o dado divulgado na terça-feira –a primeira queda em 27 meses– é um alerta para o que está por vir se as tensões do comércio global não se dissiparem em breve e a economia continuar desacelerando.

Brasil, afetado pela crise argentina

O maior país da região viveu, como o resto da América do Sul, uma primeira parte do ano ruim: vendeu mais para a China (+12%), ao resto da Ásia (+16%) e até mesmo aos EUA (+3,1%), mas no balanço geral sentiu o impacto da queda nas vendas para o resto da América do Sul (-28%) e, especialmente, para uma Argentina em crise (-47%), que cortou bruscamente a compra de veículos fabricados no país vizinho.

Vendas à Europa foram as que mais caíram

Por países e blocos compradores de produtos latino-americanos, na União Europeia (-12%) e no resto dos países da região (-7%) é onde mais caíram as vendas no primeiro trimestre do ano. Muito melhores foram as exportações para a Ásia (principalmente a China, alta de quase 2%) e aos EUA (1,8%). “No caso da UE, a queda tem a ver principalmente com a desaceleração econômica e com o fato de as vendas se concentrarem, principalmente, em matérias-primas, que caíram de preço”, explica ao EL PAÍS Paolo Giordano, economista-chefe do Setor de Integração e Comércio do BID e autor do relatório. Por que as vendas para a China e os EUA resistem tão bem? “No primeiro caso, porque a guerra comercial beneficiou os vendedores de soja, especialmente no Brasil. No segundo, porque boa parte são produtos manufaturados, principalmente no México, e não houve queda nos preços nem nos volumes apesar da incerteza na relação comercial” entre os dois países norte-americanos, conclui Giordano.

quinta-feira, 27 de junho de 2019


O despachante aduaneiro e seus ajudantes podem praticar em nome dos seus representados os atos relacionados com o despacho aduaneiro de bens ou de mercadorias, inclusive bagagem de viajante , transportados por qualquer via, na importação ou na exportação.

A principal função do despachante aduaneiro é a formulação da declaração aduaneira de importação ou de exportação, que nada mais é que a proposição da destinação a ser dada aos bens submetidos ao controle aduaneiro, indicando o regime aduaneiro a aplicar às mercadorias e comunicando os elementos exigidos pela Aduana para aplicação desse regime.

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Abertas inscrições para Missão de Internacionalização E-Commerce nos Estados Unidos











Brasília – A Apex-Brasil realiza nos dias 26, 27 e 28 de agosto uma Missão de E-Commerce em Miami, na Flórida, com o intuito de promover uma imersão de empresas no mercado de comércio eletrônico nos Estados Unidos, além de apresentar seminários sobre marketing e operação e-commerce no país.
Os objetivos da missão são capacitar empresas brasileiras interessadas em desenvolver uma estratégia digital de e-commerce nos Estados Unidos, promover uma aproximação entre as mesmas empresas e parceiros de negócios da cadeia de valor do e-commerce nos EUA e, compreender de forma ampliada a receptividade e potencial dos produtos brasileiros no mercado americano.
Haverá uma etapa preparatória em São Paulo, no Brasil, no dia 23 de julho, com o Workshop Plano de Expansão Internacional com Foco em E-Commerce (Caso não haja disponibilidade para a Missão nos dias 26, 27 e 28, as empresas interessadas poderão se inscrever apenas no Workshop).
A data final para inscrição no processo seletivo é o dia 28/06.
O valor a ser investido será estipulado de acordo com a faixa de exportação da empresa no ano de 2018, confira no regulamento de participação.
(*) Com informações da Apex-Brasil

quarta-feira, 19 de junho de 2019




Quer ampliar o seu leque de clientes ? 

Você consegue isso na importação se começar a comprar direto do fornecedor fora do Brasil, seu produto terá valor mais competitivo, logo mais clientela.

Outra maneira de melhorar o leque de cliente e oportunidades de fechar novos negócios, é através da exportação. Não haverá tributação de imposto de exportação, apenas custo de Nota Fiscal atual e custo logísticos para envio do procuto. Sua empresa não precisa ser produto, é possível comprar de fornecedor no Brasil, e ser apenas o exportador da mercadoria. 

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 — se sentindo motivado em Brasil.


Em São Paulo, seminário promove o mercado de Singapura para atração de negócios nacionais



São Paulo – A SP Negócios – agência de promoção de investimentos e exportações do município – participou, nesta terça-feira (18), do seminário Doing Business with Singapore, na cidade de São Paulo.
Realizado pelo Nelson Wilians & Advogados e Associados e pelo Singapore Economic Development Board, o evento teve como objetivo promover o mercado de Singapura e atrair empresas nacionais que tenham interesse em expandir seus negócios para o Sudeste Asiático.
“Além da São Paulo Negócios ser a porta de entrada para os investidores internacionais na cidade, também estimulamos o desenvolvimento das empresas paulistanas que desejam ingressar seus produtos e serviços no mercado estrangeiro. Vamos reforçar as agendas bilaterais, para ampliar as parcerias entre países”, afirmou Juan Quirós, presidente da SP Negócios.
O seminário contou com a presença do presidente da SP Negócios, Juan Quirós, de autoridades governamentais, como o Embaixador de Singapura responsável pelo Brasil, Sam Goi, e de grandes empresários, para debater temas como os aspectos jurídicos e econômicos de ambos os países. Também serão apresentados o mercado de Singapura e cases de sucesso.
Relação Brasil e Singapura
Além de importante parceiro comercial do Brasil, Singapura se destaca pela presença em setores relevantes da economia brasileira, com investimentos em telecomunicações, saneamento, educação, estaleiros navais, entre outros, que somam mais de US$ 2 bilhões.
A atuação de fundos de investimento como Temasek e GIC no Brasil, reforça a agenda bilateral entre os países, tornando também possível a aplicação de recursos na cidade de São Paulo em setores como inovação, desenvolvimento sustentável e economia criativa.
(*) Com informações da SP Negócios

terça-feira, 18 de junho de 2019

Câmaras de Comércio programam seminários e missões empresariais entre Brasil e mundo árabe













Rio de Janeiro – O presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Rubens Hannun, esteve nesta quinta-feira (13) no 11º Congresso Mundial de Câmaras, no Rio de Janeiro, onde a entidade que dirigem tem um estande.
Ele visitou os pavilhões das câmaras de comércio de Sharjah, Dubai e Catar, e convidou todas para participar do Fórum Econômico Brasil-Países Árabes que ocorrerá em abril de 2020
“Vamos assinar um memorando de entendimentos com Sharjah em breve. Era para termos assinado hoje, mas o presidente da câmara [do emirado] não pôde vir”, explicou Hannun. Os representantes de Sharjah disseram que pretendem realizar uma missão comercial ao Brasil com 15 empresários ainda este ano, e Hannun ofereceu assistência para que a viagem aconteça.
No estande do Catar, Hannun falou sobre a missão comercial que a Câmara Árabe Brasileira realizará ao país em novembro e pediu sugestões de agendas para a ocasião.
Hannun conversou também com o presidente da Dubai Chamber, Hamad Buamin, que é o atual presidente da ICC World Chamber Federation. Buamin convidou a Câmara Árabe a participar do próximo Congresso Mundial de Câmaras, que ocorrerá em Dubai, em fevereiro de 2021.
No estande da Câmara Árabe, Hannun recebeu uma delegação da Câmara de Comércio de Omã (foto). “Tivemos uma reunião com a delegação de Omã no nosso estande e falamos sobre a missão empresarial que vamos levar ao país no segundo semestre, e eles ficaram de nos enviar sugestões de agenda. Eles pretendem estreitar as relações com o Brasil e realizar mais atividades no País”, informou Hannun, que conversou com o presidente da filial da Câmara de Omã na província de Batina, Hamood Al Sa’di, e com o vice-presidente de assuntos administrativos e financeiros da entidade, Rashid Al Musalhi.
Quem também visitou o estande da Câmara Árabe foi o vice-presidente da Câmara de Comércio Internacional (ICC) na Jordânia, Zaki Ayoubi. Ele conversou com a gerente Comercial, Daniella Leite, sobre possibilidades de estreitar laços comerciais com o Brasil, parcerias nos negócios e iniciativas para aumentar o número de turistas brasileiros na Jordânia.
“A participação dos árabes está sendo maciça no congresso, impressiona inclusive quem não é árabe”, afirmou Hannun. “É interessante ver as câmaras de comércio árabes se interligando, é uma operação importante, porque, no fundo, este é um grande evento comercial”, acrescentou. O Congresso Mundial de Câmaras termina nesta sexta-feira (14).
No Rio, Hannun fez ainda duas reuniões fora do congresso. Uma com a Empresa de Pesquisa de Energia (EPE) e outra com a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).
(*) Com informações da ANBA

segunda-feira, 17 de junho de 2019



Gostaria de comprar mercadoria com valores mais baixos, pode encontrar no mercado internacional e cortar caminho de muitos intermediários. 

Fazemos um simulado com o custos possíveis de operação e impostos e você pode avaliar comprar de fornecedor de fora do Brasil. 

Compare valores de mercadoria já nacionalizada do mercado nacional, com mercadoria de importação própria.

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 — em Brasil.


Embraer e United Airlines anunciam em Paris assinatura de contrato para até 39 E175s













Paris – A Embraer anunciou hoje, na 53ª edição do Paris Air Show International, que assinou contrato com a United Airlines para até 39 jatos E175. O pedido inclui 20 pedidos firmes e 19 opções com as aeronaves sendo configuradas com 70 assentos. O pedido tem um valor de US$ 1,9 bilhão, com base nos atuais preços de lista da Embraer, com todas as opções sendo exercidas.
O pedido firme será incluído na carteira de pedidos (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2019. As entregas têm previsão de início no segundo trimestre de 2020. Essas aeronaves substituirão aviões de 70 lugares mais antigos que atualmente operam com os parceiros regionais da United.
“Com este contrato, temos a oportunidade de continuar a atender a frota da United com nossa plataforma E175 que é líder do segmento”, disse Charlie Hillis, Diretor de Vendas e Marketing para América do Norte da Embraer Aviação Comercial. “O foco da Embraer em encontrar soluções que atendam às necessidades de nossos clientes é a principal razão pela qual continuamos liderando este segmento de mercado.”
“O E175, operado por nossos parceiros regionais, provou ser uma parte importante de nossa frota à medida que continuamos expandindo nossa linha aérea principal e proporcionamos uma experiência ao cliente cada vez melhor”, disse Gerry Laderman, Vice-Presidente Financeiro da United Airlines.
“Ao nos concentrarmos em fornecer aos nossos clientes o máximo em conforto e conveniência, contamos com aeronaves como o E175 para nos ajudar a atingir nossa meta de oferecer a melhor experiência no céu”, afirmou
Incluindo este novo contrato, a Embraer vendeu mais de 585 jatos E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, sendo responsável por mais de 80% de todos os pedidos neste segmento de jatos de 70 a 76 assentos.
A Embraer é fabricante e líder mundial de aeronaves comerciais com até 150 assentos e possui mais de 100 clientes em todo o mundo. Somente para o programa de E-Jets, a Embraer registrou mais de 1.800 pedidos e 1.500 aeronaves entregues. Hoje, os E-Jets estão voando na frota de 75 clientes em 50 países. A versátil família de 70 a 150 assentos voa com companhias aéreas de baixo custo, bem como com operadoras regionais e tradicionais.
(*) Com informações da Embraer