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quarta-feira, 15 de maio de 2019

Exportações catarinenses têm os melhores números dos últimos cinco anos no 1º. quadrimestre
















Joinville (SC) – As exportações catarinenses registraram, no primeiro quadrimestre de 2019, o melhor resultado dos últimos cinco anos. O faturamento no período foi de US$ 2,74 bilhões, 3,3% acima dos US$ 2,65 bilhões de 2018. O desempenho também foi melhor do que em 2017 (US$ 2,63 bilhões), 2016 (US$ 2,24 bilhões), e 2015 (US$ 2,55 bilhões). Com o resultado, o Estado atinge números semelhantes aos de 2014, quando registrou US$ 2,78 bilhões em vendas, e se aproxima do patamar de exportações do período considerado pré-crise. Os números são do Ministério da Economia, divulgados pela Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC).
Juntos, os cinco municípios que mais exportaram na Região Norte de Santa Catarina entre janeiro e abril movimentaram US$ 644,14 milhões, o equivalente a fatia de 24% de todas as exportações catarinenses. E a localização estratégia dos municípios que compõem a mesorregião é fundamental para esse resultado. A região de Joinville, que abriga o maior polo industrial catarinense, está estrategicamente localizada nas margens da BR 101, principal rodovia para o escoamento da produção industrial.
Ainda reúne, no raio de 250 quilômetros, os portos de Imbituba, Itajaí e São Francisco do Sul, mais os terminais de uso privado (TUP) Porto Itapoá e Portonave – Terminal Portuário Navegantes, que formam o Complexo Portuário Catarinense. Juntos esses portos e terminais movimentaram, de janeiro a abril, US$ 4,049 bilhões, incluindo cargas produzidas dentro e fora de Santa Catarina, pois operam cargas de aproximadamente 20 unidades da Federação.
No entanto, apesar dos números significativos, a região ainda é carente com relação a implementação de projetos que permitam transitar com mais velocidade na malha logística como um todo, beneficiando fluxo de cargas e população. “Nossa BR 101 foi transformada em uma via urbana para o trânsito dos habitantes das cidades por onde ela passa, pelo fato de não termos marginais que recebam todo o fluxo urbano sem interferir na pista de rolagem. Isso impede que ela seja uma autoestrada dedicada aos veículos em curso de viagem”, diz o Gerente Coorporativo de Logística da Termotécnica, Wanderley Venâncio.
A empresa, com sua matriz em Joinville e mais cinco plantas fabris no País, é líder nacional em soluções em poliestireno expandido (EPS) e tem nas exportações uma boa parcela de sua receita.
Venâncio destaca ainda os problemas de acesso aos portos, que se tornam opções muito complexas em termos de lead-time por conta do trânsito, “levando empresas usuárias a colocar mais recursos no fluxo e mais investimento em capital e estoques para garantir abastecimento.” O executivo complementa que acesso rápido aos portos, desburocratização e políticas voltadas a este segmento reduziriam significativamente o número de veículos nas rodovias ligando sul ao nordeste e norte. “Seria razoável colocar em prática o que já temos pronto em projetos no papel, a exemplo das duplicações urgentes nos acessos aos portos”, acrescenta.
Para Cleber Wilson Genero, Diretor de Suprimentos e Logística do Grupo Tigre, as atividades relacionadas à Logística são fundamentais no ambiente corporativo. “A performance do setor é determinante na obtenção dos resultados e nos ganhos de competitividade de uma empresa. Debater o tema é indispensável para que todos possamos crescer e nos desenvolver ainda mais, diante da importância que a área assumiu nos últimos anos.”
Logistique – Feira e Congresso de Logística e Negócios Multimodais
É aí que entra a Logistique – Feira e Congresso de Logística e Negócios Multimodais, programada para o período de 27 a 29 de agosto, no Complexo de Exposições Expoville, em Joinville, Santa Catarina. A cidade foi escolhida pelo segundo ano consecutivo para sediar uma das mais importantes feiras de logística do País pelo fato de, além de estar inserida no maior polo industrial e logístico do Estado, ser responsável por 22% do Produto Interno Bruto (PIB) catarinense, 23% do Valor Adicionado Fiscal de SC e pela geração de 19% dos empregos no Estado.
“Além de apresentar soluções completas para toda a cadeia logística, reunindo em um só lugar tradicionais nomes ligados ao transporte multimodal, comércio exterior, tecnologia da informação (TI) e gerenciamento da cadeia de suprimentos, a Logistique já é vista pelo mercado como um importante fórum para discussão dos principais temas relacionados a logística e transporte multimodal”, diz o Diretor do evento, Leonardo Rinaldi.
Para Ari Rabaiolli, Presidente da Federação das Empresas de Transporte de Carga e Logística no Estado de Santa Catarina (FETRANCESC), são discussões relacionadas a estes e outros problemas enfrentados pelo setor de transporte de cargas que a Logistique promove por meio de suas palestras e painéis. “A edição passada já se mostrou um excelente espaço para esses debates e neste ano não será diferente”, diz.
Pedro Moreira, Presidente da Associação Brasileira de Logística (ABRALOG), afirma que iniciativas como a Logistique são fundamentais para o setor da logística. “O Brasil precisa de eventos regionais como esta feira, destinada a um público especializado, que conhece o setor e que está alinhado com realidade da logística brasileira.”
O Presidente da FIESC, Mário Cezar de Aguiar, elege a Logistique como um importante fórum para se discutir a infraestrutura de logística e transportes de Santa Catarina. “O Estado já tem uma vocação natural, por ser uma excelente plataforma logística, e assuntos relacionados ao setor precisam ser discutidos com a sociedade, com os setores produtivos. A Logistique é extremamente importante para isso e é devido a essa relevância que desde a edição passada apoiamos institucionalmente o evento”, destaca Aguiar

terça-feira, 14 de maio de 2019


Entenda a balança comercial desse mês. 

RESULTADOS GERAIS
Na segunda semana de abril de 2018, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,829 bilhão, resultado de exportações no valor de US$ 5,244 bilhões e importações de US$ 3,415 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 9,806 bilhões e as importações, US$ 6,478 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,328 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 64,173 bilhões e as importações, US$ 46,897 bilhões, com saldo positivo de US$ 17,276 bilhões.

ANÁLISE DA SEMANA
A média das exportações da 2ª semana chegou a US$ 1,048 bilhão, 14,9% acima da média de US$ 912,5 milhões da 1ª semana, em razão do aumento nas exportações de produtos básicos (+44,7%, de US$ 419,7 milhões para US$ 607,4 milhões, por conta de magnésia calcinada, petróleo em bruto, minério de cobre, fumo em folhas e farelo de soja. Por outro lado, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (-25,5%, de 136,9 milhões para US$ 102,0 milhões, por conta de óleo de soja em bruto, ferro fundido bruto e ferro spiegel, açúcar em bruto, ouro em formas semimanufaturadas e celulose) e manufaturados (-6,1%, de US$ 337,2 milhões para US$ 316,5 milhões, em razão de gasolina, etanol, motores e turbinas de aviação, motores, geradores e transformadores elétricos e óxidos e hidróxidos e de alumínio).

Do lado das importações, apontou-se aumento de 11,5%, sobre igual período comparativo (média da 2ª semana, US$ 683,0 milhões sobre a média da 1ª semana, US$ 612,7 milhões), explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com cereais e produtos da indústria de moagem, adubos e fertilizantes, combustíveis e lubrificantes, químicos orgânicos e inorgânicos e equipamentos mecânicos.

Fonte MDIC

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Aurelio Montes, fundador da vinícola Montes, é eleito o novo presidente da Wines of Chile


















São Paulo – A Wines of Chile (Associação de Vinhos do Chile) anuncia que o empresário Aurélio Montes Baseden é seu novo presidente para os próximos dois anos, em sequência à gestão de Mario Pablo Silva.
Aurélio Montes assume com a missão de continuar e ampliar a liderança do Chile como uma das maiores potências produtoras e exportadoras de vinhos finos do mundo.
Montes é um dos empresários mais conhecidos da indústria vinícola chilena por seus esforços de internacionalização do vinho chileno e por sua trajetória como fundador e sócio da vinícola Montes. Formado em Enologia pela Universidade Católica do Chile, tornou-se o primeiro enólogo da vinícola Undurraga. Após uma passagem de 12 anos por esta empresa, mudou para a vinícola Montes em Finca de Apalta, em Colchagua. Atuou como vice-presidente da Sociedade Nacional de Agricultura e Vinho do Chile entre 2013 e 2015, com foco no mercado internacional.
A XIII Assembleia Anual, que elegeu Aurélio Montes, contou com a participação de representantes de mais de 70 vinícolas associadas à Wines of Chile, que analisaram as conquistas alcançadas em 2018, traçaram os objetivos para 2019 e também elegeram, além do presidente, a nova diretoria: vice-presidente, Mario Pablo Silva (Casa Silva); tesoureiro, Juan José Bouchon (Bouchon Family Wines); diretores: Thomas Domeyko (Concha y Toro); Andrés Lavados (Santa Rita); Pedro Herane (San Pedro Tarapacá); Alfonso Undurraga (Koyle); Martín Silva (Ventisquero); María Luz Marín (Casa Marín); Eugenio Carvallo (Cristal Chile).
Aurélio Montes declarou que “é um orgulho receber essa responsabilidade e estou muito empolgado. Esse desafio envolve importantes objetivos, como posicionar o país como produtor de vinhos premium, continuar trabalhando na estratégia de 2025, promover o vinho como eixo da imagem do país e atrair novos públicos”.
A Wines of Chile foi criada com o nome de Associação de Vinhos do Chile, em abril de 2007, com o propósito de unificar os esforços da indústria chilena de vitivinicultura. A entidade reúne 74 produtores, que abrangem as diversas regiões vinícolas.
(*) Com informações da Wines of Chile

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Em vigor há dois anos, acordo Mercosul-Egito é tema de seminário promovido pela Câmara Árabe
















São Paulo – A Câmara de Comércio Árabe Brasileira e o Escritório Econômico e Comercial do Egito em São Paulo promovem na próxima quarta-feira (15) o seminário “Acordo Mercosul-Egito: panorama de mercado após dois anos de sua entrada em vigor”. O evento vai ocorrer das 09 às 11 horas na sede da Câmara Árabe, na capital paulista.
Vão dar palestras o diretor do Departamento de Acordos Internacionais do Ministério da Indústria e Comércio do Egito, Michael Gamal, o chefe do Escritório Comercial do Egito em São Paulo, Mohamed Elkhatib, e a gerente de Relações Institucionais da Câmara Árabe, Fernanda Baltazar.
“O objetivo é destacar como ficou o comércio bilateral depois de dois anos, mostrar em que o Brasil e o Egito se beneficiaram”, disse o secretário-geral da Câmara Árabe, Tamer Mansour.
O acordo de livre-comércio entre o Mercosul e o Egito entrou em vigor em setembro de 2017, e prevê a eliminação gradual de tarifas de importação de mais de 90% dos produtos comercializados pelas duas partes ao longo de dez anos. Parte das mercadorias foi desgravada logo que o tratado passou a vigorar, mais de mil no caso das exportações do bloco sul-americano ao país árabe.
Mansour ressaltou que antes do acordo o volume de comércio do Brasil com o Egito estava na quinta posição no que diz respeito às relações comerciais do País com as nações árabes, mas agora subiu para a terceira colocação, considerando a soma de exportações e importações.
Levando em consideração apenas as exportações, o Egito passou para o primeiro lugar entre os mercados árabes do Brasil em 2018, à frente da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos.
“Vamos discutir novas perspectivas para as relações comerciais depois de passados dois anos do acordo, pois em breve serão reduzidas tarifas para mais produtos manufaturados”, afirmou Mansour.
Ele acrescentou que Michael Gamal vai falar ainda sobre a legislação referente ao acordo, a documentação necessária para usufruir de seus benefícios e a perspectiva de início da certificação online das exportações do Brasil ao Egito. “Ninguém melhor do que o diretor do Departamento de Acordos Internacionais [do governo egípcio] para falar sobre estes assuntos”, declarou.
O seminário é indicado para empresas que fazem – ou estão interessadas em fazer – negócios com o Egito. As inscrições são gratuitas.
Serviço
Seminário “Acordo Mercosul-Egito: panorama de mercado após dois anos de sua entrada em vigor”
Quarta-feira, 15 de maio de 2019, das 09 às 11 horas
Auditório da Câmara Árabe
Avenida Paulista, 283, 11º andar, São Paulo, SP
Para se inscrever, clique aqui

https://www.comexdobrasil.com/em-vigor-ha-dois-anos-acordo-mercosul-egito-e-tema-de-seminario-promovido-pela-camara-arabe/

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Em comunicado, China lamenta “profundamente” aumento de tarifa pelos EUA e promete retaliar
















Washington – A China “lamenta profundamente” que os Estados Unidos tenham aumentado de 10% para 25% as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses, disse uma delegação chinesa em um comunicado no início desta sexta-feira (10).
A China terá que tomar as contra medidas necessárias, acrescentou a delegação, que está atualmente em Washington para a 11ª rodada de consultas econômicas e comerciais de alto nível China-EUA.
Segundo a delegação, como esta rodada de conversas ainda está em andamento, a China espera que os Estados Unidos possam se encontrar com a China no meio de caminho, e que os dois lados se esforcem conjuntamente para solucionar, por meio de consultas e da cooperação, os problemas existentes.
(*) Com informações da Xinhua

https://www.comexdobrasil.com/em-comunicado-china-lamenta-profundamente-aumento-de-tarifa-pelos-eua-e-promete-retaliar/

quinta-feira, 9 de maio de 2019


POR QUE IMPORTAR COM SEU RADAR

Houve um tempo em que usar o RADAR de terceiros como tradings e similares era vantajoso. Atualmente não, é muito importante importar pelo RADAR diretamente do dono da carga, pois há maior controle por parte Receita Federal Brasileira RFB* e o importador se beneficia diretamente das reduções de alíquotas através de certificados de origem, drawnback e outras formas. A RIMERA MULTIMODAL direciona os clientes perfeitamente assim. 

Muitos infelizmente não sabem que o custo de substituição tributária em nível nacional está incluso nos custos dessa importação intermediada, há muitos casos de sucesso em que começamos uma parceira com clientes que já importam via terceiros e não conhecem tais benefícios. 

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AEB pede cautela na análise de eventual participação do Brasil em megaprojeto da China

















Da Redação –
Brasília – Ao mesmo tempo em que faz uma defesa intransigente da realização de esforços pelo governo brasileiro visando atrair investimentos chineses principalmente para os múltiplos e gigantescos projetos de infraestrutura dos quais o Brasil tanto necessita, o presidente da AEB  analisa com cautela a possibilidade de o governo brasileiro vir a acertar sua adesão ao “Belt and Road Initiative”, ou “Um cinturão, uma rota”, iniciativa lançada pelo presidente Xi Jinping para ligar a Ásia, Oriente Médio, Europa e África por meio de ferrovias, portos e outras obras de infraestrutura.
A  expansão do projeto para a América Latina seria, na visão de fontes do governo de Pequim, uma prioridade para a China. Segundo dados divulgados pelo governo chinês,  Pequim pretende investir a astronômica cifra de US$ 1 trilhão no financiamento desses projetos. O Chile foi o primeiro país da América Latina a aderir formalmente ao megaprojeto chinês.
Em sua análise sobre a participação do Brasil nessa iniciativa, José Augusto de Castro afirmou que “em minha opinião, é melhor não tomar nenhuma decisão neste momento”.
E justificou: “o governo brasileiro busca aprovar no Congresso Nacional uma reforma da Previdência  e ainda que não faça uma reforma tributária, que seria muito difícil de se aprovar concomitantemente com a reforma previdenciária, deve-se alcançar a simplificação tributária e se isto acontecer, o Brasil continuará atraindo investimentos estrangeiros para projetos de infraestrutura e aí nós teremos mais competitividade do que temos hoje.Nesse contexto, uma eventual participação na “Um cinturão, uma rota” deve ser avaliada com o cuidado que o tema requer e sem açodamento”.
Em entrevista ao jornal O Globo, em meados de abril, o embaixador da China em Brasília, Yang Wanming, afirmou que “a iniciativa Um cinturão, uma rota” está em sintonia com os conceitos do novo governo brasileiro de alavancar o crescimento através do investimento, fortalecer o alicerce do desenvolvimento com a infraestrutura e aumentar a competitividade mediante inovação tecnológica. Podemos estudar a coordenação das estratégias de desenvolvimento os dois lados, afim de trazer maior progresso para as relações sino-brasileiras”.
O embaixador  Yang Wanming afirmou ainda que “de agora em diante, podemos alinhar ainda mais a iniciativa “Um cinturão, uma rota” com as estratégias brasileiras de crescimento, como o Programa de Parceria de Investimentos, com o intuito de explorar melhor o potencial em setores de infraestrutura, como portos, ferrovias, processamento de produtos agrícolas, manufatura avançada, energia e petróleo e gás”.
Poucas semanas depois de conceder essa entrevista, o embaixador chinês participou, em Brasília, do “Fórum de Think Tanks Brasil-China”, que reuniu acadêmicos, diplomatas, profissionais de diversas áreas de atuação e conhecimento do Brasil relacionados às questões sino-brasileiras. Na oportunidade, o diplomata destacou o momento estável e satisfatório da relação com o Brasil, tendo como perspectiva diversos encontros de alto nível entre autoridades dos dois países no decorrer deste ano.
A iniciativa  “Um cinturão, uma rota” também foi abordada pelo ex-embaixador chinês no Brasil, Li Jinzhang. Em mensagem encaminhada aos participantes do Fórum, ele afirmou que “dos mil projetos em andamento hoje nessa iniciativa, cem estão localizados na América Latina. É uma chance real de progresso para todos os participantes, num plano que engloba inovação cientifica e tecnológica  oportunidades estratégicas de desenvolvimento”.

quarta-feira, 8 de maio de 2019


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Ministro libanês aposta na diáspora para ampliar intercâmbio comercial com o Brasil


São Paulo – O ministro de Estado para o Comércio Exterior do Líbano, Hassan Mourad, veio ao Brasil para uma série de encontros com autoridades, lideranças empresariais e representantes da comunidade de origem libanesa. “O objetivo da visita é negociar o acordo de livre-comércio do Líbano com o Mercosul e tentar fazer outros acordos comerciais bilaterais com o Brasil”, disse ele à ANBA, após reunião com a diretoria da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, nesta terça-feira (07).
Mourad: autoridades brasileiras apoiam cooperação
O país árabe e o bloco sul-americano negociam um tratado de comércio desde 2014, mas ele ainda não foi assinado. Mourad não quis fazer uma previsão de prazo para o fim das negociações, mas contou que programou a viagem para dois meses antes do Brasil assumir a presidência rotativa do Mercosul, o que vai ocorrer na reunião de cúpula do grupo em Santa Fé, na Argentina, programada para julho.
“Todas as autoridades brasileiras com quem eu conversei confirmam que vão dar apoio ao Líbano”, afirmou Mourad. Na segunda-feira (06), por exemplo, ele se reuniu com o vice-presidente Hamilton Mourão, em Brasília.
O ministro aposta na força da comunidade de origem libanesa no Brasil para fortalecer os negócios entre os dois países. “Nós viemos ao Brasil também para ligar os empresários brasileiros e libaneses”, declarou.
Ele próprio faz parte desta diáspora. Mourad nasceu em São Paulo, em 1976, filho de libaneses naturalizados brasileiros. Em 1980, a família se mudou para o Líbano, mas o ministro – que fala português – contou que costuma visitar o Brasil duas vezes por ano. O vice-presidente Administrativo da Câmara Árabe, Mohamed Orra Mourad, que estava na reunião, é seu primo.
“Como há uma comunidade libanesa aqui no Brasil, existe uma comunidade brasileira no Líbano”, destacou. “Quibe e esfiha são comidas brasileiras, e coxinha e brigadeiro são iguarias libanesas”, brincou, referindo-se à popularidade dos quitutes típicos de um país no outro.
Mesmo sem o acordo firmado, o ministro acredita ser possível impulsionar os negócios bilaterais por meio da diáspora. “Nossa pretensão é abrir mercado no Brasil para produtos libaneses, especialmente para a comunidade de origem libanesa e árabe em geral”, ressaltou.
Nesse sentido, no último final de semana, o governo libanês promoveu uma feira de produtos alimentícios do país árabe no Clube Atlético Monte Líbano, na capital paulista. Além disso, duas empresas do Líbano – a Cortas Food e a MSallem – estão expondo seus produtos no pavilhão da Câmara Árabe na Apas Show, feira do setor supermercadista que ocorre esta semana em São Paulo.
Mourad ressaltou que quer o apoio da Câmara Árabe na promoção dos negócios. “Eu aposto muito no trabalho entre nós, eu, como ministro do Comércio, e a Câmara Árabe”, afirmou.
Iniciativas
Fernanda Baltazar apresentou dados da Câmara e do comércio bilateral
O presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun, destacou que a entidade tem feito nos últimos anos inciativas para ampliar os negócios bilaterais. “Isso está dando resultado, a balança comercial tende a crescer e há muito potencial”, observou.
As exportações do Brasil ao Líbano somaram US$ 270 milhões no ano passado, um aumento de 2,5% sobre 2017. Na outra mão, as importações totalizaram US$ 27,5 milhões, um crescimento de 41% na mesma comparação.
A executiva de negócios internacionais da Câmara Árabe, Fernanda Baltazar, comentou, porém, que a pauta ainda é muito concentrada em carnes, café e gado vivo, do lado das vendas brasileiras, e em fertilizantes, do lado dos embarques libaneses.
“O Brasil consome produtos árabes e quer consumir produtos árabes de maior valor agregado. Além da comunidade de origem árabe no País, há uma grande simpatia dos brasileiros pelos árabes”, observou Hannun.
Hannun anunciou missão da Câmara Árabe ao Líbano em setembro
Ele acrescentou que a Câmara Árabe pretende organizar uma missão comercial brasileira ao Líbano em setembro para prospectar negócios, principalmente na área de infraestrutura. O ministro revelou que uma empresa brasileira está construindo atualmente a maior barragem do Líbano.
Mourad disse que o Líbano está desenvolvendo zonas econômicas especiais para atrair investimentos estrangeiros e que o país serve de entrada para outros mercados, como Síria, Jordânia e Iraque.
O cônsul do Líbano em São Paulo, Rudy El Azzi, que acompanhou o ministro na Câmara Árabe, destacou que está sendo avaliada a participação do país com um estande próprio na Apas Show de 2020.
Cônsul revelou projeto de cooperativa de importação de produtos libaneses
Azzi acrescentou que será apresentado um projeto de criação de uma cooperativa para importação de produtos libaneses no Brasil, na conferência Energia da Diáspora Libanesa, que será realizada no próximo mês, em Beirute. A ideia é gerar escala para que as mercadorias cheguem mais em conta ao mercado brasileiro.
“Será como um shopping libanês completo em São Paulo, uma feira de produtos e um espaço cultural 365 dias por ano”, declarou o cônsul. Para tanto, a inciativa espera contar com incentivos do governo libanês e a participação de investidores do Líbano e da diáspora.
(*) Com informações da ANBA


https://www.comexdobrasil.com/ministro-libanes-aposta-na-diaspora-para-ampliar-intercambio-comercial-com-o-brasil/