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quarta-feira, 8 de maio de 2019


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Ministro libanês aposta na diáspora para ampliar intercâmbio comercial com o Brasil


São Paulo – O ministro de Estado para o Comércio Exterior do Líbano, Hassan Mourad, veio ao Brasil para uma série de encontros com autoridades, lideranças empresariais e representantes da comunidade de origem libanesa. “O objetivo da visita é negociar o acordo de livre-comércio do Líbano com o Mercosul e tentar fazer outros acordos comerciais bilaterais com o Brasil”, disse ele à ANBA, após reunião com a diretoria da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, em São Paulo, nesta terça-feira (07).
Mourad: autoridades brasileiras apoiam cooperação
O país árabe e o bloco sul-americano negociam um tratado de comércio desde 2014, mas ele ainda não foi assinado. Mourad não quis fazer uma previsão de prazo para o fim das negociações, mas contou que programou a viagem para dois meses antes do Brasil assumir a presidência rotativa do Mercosul, o que vai ocorrer na reunião de cúpula do grupo em Santa Fé, na Argentina, programada para julho.
“Todas as autoridades brasileiras com quem eu conversei confirmam que vão dar apoio ao Líbano”, afirmou Mourad. Na segunda-feira (06), por exemplo, ele se reuniu com o vice-presidente Hamilton Mourão, em Brasília.
O ministro aposta na força da comunidade de origem libanesa no Brasil para fortalecer os negócios entre os dois países. “Nós viemos ao Brasil também para ligar os empresários brasileiros e libaneses”, declarou.
Ele próprio faz parte desta diáspora. Mourad nasceu em São Paulo, em 1976, filho de libaneses naturalizados brasileiros. Em 1980, a família se mudou para o Líbano, mas o ministro – que fala português – contou que costuma visitar o Brasil duas vezes por ano. O vice-presidente Administrativo da Câmara Árabe, Mohamed Orra Mourad, que estava na reunião, é seu primo.
“Como há uma comunidade libanesa aqui no Brasil, existe uma comunidade brasileira no Líbano”, destacou. “Quibe e esfiha são comidas brasileiras, e coxinha e brigadeiro são iguarias libanesas”, brincou, referindo-se à popularidade dos quitutes típicos de um país no outro.
Mesmo sem o acordo firmado, o ministro acredita ser possível impulsionar os negócios bilaterais por meio da diáspora. “Nossa pretensão é abrir mercado no Brasil para produtos libaneses, especialmente para a comunidade de origem libanesa e árabe em geral”, ressaltou.
Nesse sentido, no último final de semana, o governo libanês promoveu uma feira de produtos alimentícios do país árabe no Clube Atlético Monte Líbano, na capital paulista. Além disso, duas empresas do Líbano – a Cortas Food e a MSallem – estão expondo seus produtos no pavilhão da Câmara Árabe na Apas Show, feira do setor supermercadista que ocorre esta semana em São Paulo.
Mourad ressaltou que quer o apoio da Câmara Árabe na promoção dos negócios. “Eu aposto muito no trabalho entre nós, eu, como ministro do Comércio, e a Câmara Árabe”, afirmou.
Iniciativas
Fernanda Baltazar apresentou dados da Câmara e do comércio bilateral
O presidente da Câmara Árabe, Rubens Hannun, destacou que a entidade tem feito nos últimos anos inciativas para ampliar os negócios bilaterais. “Isso está dando resultado, a balança comercial tende a crescer e há muito potencial”, observou.
As exportações do Brasil ao Líbano somaram US$ 270 milhões no ano passado, um aumento de 2,5% sobre 2017. Na outra mão, as importações totalizaram US$ 27,5 milhões, um crescimento de 41% na mesma comparação.
A executiva de negócios internacionais da Câmara Árabe, Fernanda Baltazar, comentou, porém, que a pauta ainda é muito concentrada em carnes, café e gado vivo, do lado das vendas brasileiras, e em fertilizantes, do lado dos embarques libaneses.
“O Brasil consome produtos árabes e quer consumir produtos árabes de maior valor agregado. Além da comunidade de origem árabe no País, há uma grande simpatia dos brasileiros pelos árabes”, observou Hannun.
Hannun anunciou missão da Câmara Árabe ao Líbano em setembro
Ele acrescentou que a Câmara Árabe pretende organizar uma missão comercial brasileira ao Líbano em setembro para prospectar negócios, principalmente na área de infraestrutura. O ministro revelou que uma empresa brasileira está construindo atualmente a maior barragem do Líbano.
Mourad disse que o Líbano está desenvolvendo zonas econômicas especiais para atrair investimentos estrangeiros e que o país serve de entrada para outros mercados, como Síria, Jordânia e Iraque.
O cônsul do Líbano em São Paulo, Rudy El Azzi, que acompanhou o ministro na Câmara Árabe, destacou que está sendo avaliada a participação do país com um estande próprio na Apas Show de 2020.
Cônsul revelou projeto de cooperativa de importação de produtos libaneses
Azzi acrescentou que será apresentado um projeto de criação de uma cooperativa para importação de produtos libaneses no Brasil, na conferência Energia da Diáspora Libanesa, que será realizada no próximo mês, em Beirute. A ideia é gerar escala para que as mercadorias cheguem mais em conta ao mercado brasileiro.
“Será como um shopping libanês completo em São Paulo, uma feira de produtos e um espaço cultural 365 dias por ano”, declarou o cônsul. Para tanto, a inciativa espera contar com incentivos do governo libanês e a participação de investidores do Líbano e da diáspora.
(*) Com informações da ANBA


https://www.comexdobrasil.com/ministro-libanes-aposta-na-diaspora-para-ampliar-intercambio-comercial-com-o-brasil/

terça-feira, 30 de abril de 2019

Compartilhamento de valores leva Columbia Trading a associar-se ao Instituto Ethos



São Paulo – Em 2019, a Columbia Trading, companhia especializada em facilitar o processo de importação e exportação, associa-se ao Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e inicia o procedimento de implementação dos indicadores Ethos, ferramentas de análise interna, em um processo inédito entre os principais players de mercado do segmento.
Como pano de fundo, vemos que a ética, responsabilidade social e sustentabilidade são itens fundamentais para o bom funcionamento de uma organização. Mas, assim que ouvimos estes termos, os conceitos são restringidos à uma visão praticamente única e segregada. A palavra “sustentabilidade”, por exemplo, é rapidamente associada ao ambientalismo. Na verdade, não é apenas isso que compõe o conceito.
Giovana Lotici Baggio, Especialista em Assuntos Regulatórios e Compliance da Columbia Trading, explica como esse entendimento vem sendo aplicado nos últimos anos. “O conceito de sustentabilidade deixou de ser um assunto discutido essencialmente pelos ambientalistas e passou a integrar a agenda das empresas como um todo, que passaram a acompanhar com mais atenção como aspectos relacionados ao tema impactam na forma como desempenham suas atividades”, diz.
O Instituto Ethos surge para apoiar as empresas na construção da gestão responsável, fornecendo ferramentas que permitem a implementação de melhorias e, consequentemente, dos resultados da empresa.
A Columbia Trading, como empresa associada, compartilha os dez princípios Ethos: primazia da ética, responsabilidade social, confiança, integridade, valorização da diversidade e combate à discriminação, diálogo com as partes interessadas, transparência, marketing responsável, interdependência e comunicação de aprendizagem.
Giovana comenta que os princípios éticos são pontos de atenção levantados nas empresas. “Entende-se que uma empresa deve gerar lucro aos seus acionistas, porém como a empresa gera esse lucro é algo que se questiona nos dias atuais. A sociedade quer saber se a instituição atua de acordo com princípios e critérios éticos e os mais elevados padrões de compliance, e se é capaz de comprovar sua forma de atuação”, pontua. “É neste cenário que a Columbia Trading se associa ao Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social ratificando com seus públicos de interesse o compromisso de atuar de forma ética e transparente”.
Criado em 1998, atualmente, na América Latina, o Ethos conta com mais de 500 corporações associadas. “Como associado, a Columbia Trading faz parte da maior rede de empresas para o desenvolvimento sustentável da América Latina com mais de 500 associados e tem a oportunidade de ser protagonista nos temas de sustentabilidade, antecipando riscos e desenvolvendo sua cadeia de valor. Além disso, tem acesso às ferramentas para aprimoramento de sua gestão, definindo a sustentabilidade como estratégia de negócio”, finaliza Giovana.
(*) Com informações da Columbia Trading

quarta-feira, 24 de abril de 2019

China supera os EUA como maior investidor no Brasil, revela Boletim do Ministério da Economia



Da Redação (*)  
Brasília –  A primeira edição do Boletim de Investimentos Estrangeiros no Brasil – Países Selecionados, divulgada nesta terça-feira (23) pelo Ministério da Economia, envolvendo a China, Estados Unidos, Japão, França e Itália, revela que entre os meses de março de 2003 e 2019, em valores investidos, a China supera os Estados Unidos e aponta que os investimentos chineses corresponderam a 37% do total investido no Brasil por  esses cinco países, com um total de US$ 71 bilhões.
No período, os investimentos americanos totalizaram US$ 58 bilhões, apesar do maior número de projetos. Em terceiro lugar o documento menciona os investimentos japoneses, fortemente influenciados pelos resultados de 2011.
Ao  divulgar o Boletim, o Ministério da Economia destacou que a divulgação do Investimento Estrangeiro no Brasil, que era feita em boletins até 2018 apenas com dados sobre a China, foi ampliada e, a partir de agora, inclui projetos de outros quatro países: Estados Unidos (EUA), Japão, França e Itália. As informações – com a mesma metodologia desenvolvida anteriormente para mapear os investimentos – estão no Boletim de Investimentos Estrangeiros – Países Selecionados, publicação trimestral cujo primeiro número, referente ao período de janeiro a março de 2019, foi lançado nesta terça-feira.
Elaborado pela Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), o documento está disponível para leitura e download em português e inglês. A escolha dos países foi baseada no fato de a Camex ter Memorandos de Entendimento e de Cooperação com esses cinco países. O boletim coleta uma amostra dos investimentos em fontes variadas e, ainda que possa não refletir a totalidade dos investimentos destes países selecionados, indica em linhas gerais a tendência do Investimento Estrangeiro Direto (IED) no Brasil entre 2003 e o primeiro trimestre de 2019. 
Números
No primeiro trimestre deste ano, foram confirmados oito projetos de investimentos no Brasil nos setores de energia renovável, indústria, comércio eletrônico, logística, software e robótica. Três deles somam um investimento de US$ 859 milhões. Os demais não tiveram os valores divulgados. 
O boletim indica que, ao longo dos 16 anos da série considerada (de 2003 ao 1º trimestre de 2019), o Brasil recebeu investimentos desses cinco países em 1.167 empreendimentos, que somam US$ 187 bilhões. A maior parte – 852 projetos, com volume de US$ 154 bilhões – em projetos brownfields (ampliação ou reformulação de projetos já existentes). 
O meio de entrada mais utilizado pelos investidores são fusões e aquisições, o que reflete clara entrada de investidores externos como controladores de grandes empresas brasileiras e, por consequência, o baixo ritmo de ampliação da capacidade produtiva. Os projetos estão fortemente concentrados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. 
EUA e China predominam
​O boletim reúne informações sobre a distribuição setorial dos investimentos por país de origem do capital no Brasil. São considerados empreendimentos greenfield os projetos em que o investidor aporta recursos na construção de novas estruturas necessárias à operação, ou seja, não se baseiam em ativos preexistentes. Já os projetos brownfield são investimentos em empreendimentos preexistentes, ou em um projeto a ser desenvolvido ou atualizado. 
No período considerado, o número de projetos de empresas americanas foi predominante, com mais de 40% do total dos cinco países. Em segundo lugar estão os investimentos japoneses, correspondentes a quase uma quarta parte do total. Os projetos chineses vêm em quarto lugar, logo após os franceses. 
Já em valores investidos, a China supera os EUA. Entre 2003 e março de 2019, os investimentos diretos chineses corresponderam a 37% do total desses cinco países, com US$ 71 bilhões. Os dos EUA foram de US$ 58 bilhões, apesar do maior número de projetos. O terceiro lugar é dos investimentos japoneses, fortemente influenciados pelos resultados de 2011.
(*) Com informações do Ministério da Economia

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Participação dos importados no consumo brasileiro sobe para 18,4%, a maior desde 2011, diz CNI



Brasília – A indústria brasileira perdeu mercado para os concorrentes estrangeiros. O coeficiente de penetração das importações, que mede a participação dos produtos importados no consumo nacional, aumentou 1,3 ponto percentual em relação a 2017 e alcançou em 18,4% em 2018, o maior nível desde 2011. Foi o segundo ano consecutivo de alta do indicador na série a preços constantes.
“Desde 2003, esse é o segundo maior valor do indicador, perdendo apenas para os 18,8% registrados em 2011”, informam os Coeficientes de Abertura Comercial, divulgados pelaConfederação Nacional da Indústria (CNI) nesta terça-feira, 16 de abril.
“Isso indica que a competitividade da indústria brasileira ainda é baixa diante dos principais parceiros comerciais”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. “Para o país ganhar competitividade, é preciso aumentar a produtividade das fábricas e reduzir o custo Brasil, que é elevado por causa das deficiências da infraestrutura, do excesso de burocracia e de tributação”, alerta Fonseca.
“O aumento do coeficiente de penetração das importações ocorreu apesar da desvalorização do real no período, que encarece os produtos importados frente aos nacionais”, diz o estudo. Na prática, nem sempre as importações coincidem com o aumento ou a queda da taxa de câmbio. Muitas vezes, as empresas mantêm as compras externas pela dificuldade em substituir fornecedores no exterior ou pelas incertezas em relação às variações do câmbio.
Entre os 23 setores da indústria de transformação analisados, apenas três registraram queda no consumo de importados e ganharam espaço no mercado doméstico entre 2017 e 2018. “O coeficiente de penetração de importações de coque, derivados de petróleo e biocombustíveis caiu 2,1 pontos percentuais, o de celulose e papel recuou 0,4 ponto percentual e o de bebidas diminuiu 0,3 ponto percentual”, diz o estudo.
O estudo, feito em parceria com a Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex), mostra que o coeficiente de insumos industriais importados, que mede a participação dos insumos importados na produção da indústria, subiu de 23,1% em 2017 para 24,3% em 2017. Com isso, o indicador alcançou o maior valor desde 2014, quando era de 25,9%. Dos 19 setores da indústria de transformação, apenas três – metalurgia, químico, e impressão e reprodução – reduziram a proporção de insumos importados na produção.
VENDAS EXTERNAS
O coeficiente de exportação, que mede a importância do mercado externo para a indústria, ficou estável nos últimos dois anos. Na série a preços constantes, teve uma leve variação de 15,7% em 2017 pata 15,8% em 2018. “Tal comportamento deve-se, sobretudo, à recuperação da produção doméstica, que praticamente acompanhou o aumento das exportações”, afirma o estudo.
O coeficiente de exportações líquidas caiu de 6,5% em 2017 para 5% em 2018 em valores correntes. “Esse é o segundo ano de queda do coeficiente”, informa a CNI.
Conheça os quatro coeficientes de abertura comercial
1) Coeficiente de exportação: O indicador mede a participação das vendas externas no valor da produção da indústria de transformação. Com isso, mostra a importância do mercado externo para a indústria. Quanto maior o coeficiente, maior é a importância do mercado externo para o setor. O Coeficiente de Exportação a preços constantes, que exclui os efeitos das variações de preços, ficou praticamente estável. Saiu de 15,7% em 2017 para 15,8% em 2018. Isso significa que a indústria de transformação brasileira exportou 15,8% da produção no ano passado.
2) Coeficiente de penetração de importações: O indicador acompanha a participação dos produtos importados no consumo brasileiro. Quanto maior o coeficiente, maior é a participação de importados no mercado interno. O coeficiente de penetração das importações a preços constantes subiu de 17,1% em 2017 para 18,4% em 2018. Isso significa que entre todos os produtos consumidos no país no ano passado, 18,4% foram importados.
3) Coeficiente de insumos industriais importados: O indicador aponta a participação dos insumos industriais importados no total de insumos industriais adquiridos pela indústria de transformação. Quanto maior o coeficiente, maior é a utilização de insumos importados pela indústria. O indicador aumentou de 23,1% em 2017 para 24,3% em 2018, a preços constantes. Isso significa que, do total de insumos industriais consumidos pela indústria de transformação no ano passado, 23,5% foram importados.
4) Coeficiente de exportações líquidas: O indicador mostra a diferença entre as receitas obtidas com as exportações e as despesas com a importação de insumos industriais, ambos medidos em relação ao valor da produção. Se o coeficiente é positivo, a receita com exportação é maior do que os gastos com importações de insumos industriais. No ano passado, o coeficiente ficou em 5% a preços correntes, abaixo dos 6,5% registrados em 2017.
(*) Com informações da CNI


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ENASERV Serviços: insumos estratégicos para a competitividade das exportações brasileiras



Rio de Janeiro – “Como na maioria dos países, os serviços são insumos estratégicos para a competitividade das exportações brasileiras em todos os setores, particularmente da indústria”, afirmou o secretário de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, durante o ENASERV 2019 e que teve como tema “O Aumento da Inserção do Brasil no Comércio Internacional de Serviços”.
Outro ponto abordado por Ferraz foi o fato de a pauta comercial brasileira ser concentrada em poucos parceiros. “Os EUA e a União Europeia são de longe os parceiros comerciais mais relevantes para o Brasil, quando se trata de comércio de serviços”, destacou.
Em relação aos objetivos da SECEX, o secretário falou que o órgão busca a rota dos acordos comerciais, a liberalização da cabotagem intra-Mercosul e a redução/eliminação dos impostos que incidem o freight marítimo. “Essa medida deverá ser acompanhada de outras iniciativas de aumento de competitividade do setor de cabotagem brasileiro”, explicou.
“Disrupção nos Meios de Pagamentos Internacionais” foi outro tema abordado durante o encontro. Na ocasião Arthur Pimentel, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e moderador das palestras, explicou o motivo da escolha do tema. “A ideia foi colocar em discussão algumas alterações de comportamento de mercado e o uso da tecnologia neste setor específico, ou seja, a evolução. Hoje, graças à evolução, é possível analisar movimentos de compra e venda internacionais de serviços de forma rápida e transparente”, frisou.
O Siscoserv também foi abordado durante o painel pelo chefe da Divisão de Assuntos Internacionais da Receita Federal do Brasil, Rafael Santiago Lima, que falou sobre a importância do programa. “Com a transição de nota fiscal eletrônica, teremos todas as informações do Siscoserv por meio da nota fiscal eletrônica. Dando transparência às transações”, explicou.
Lima também alertou para a legislação tributária. “A necessidade da conformidade tributária vai continuar e quem está exportando ou importando precisa ter cuidado quando encontrar uma modalidade de pagamentos que só oferece facilidades e não falar sobre os tributos necessários. Esses novos meios de pagamento são cada vez mais engenhosos. A nossa função é ajudar. A tecnologia vem para facilitar, mas cuidado com o que está por trás disso”, alertou.
Já Lisandro Vieira, CEO da WTM, durante a sua apresentação, chamou a atenção para os quatro pontos principais de pagamentos e recebimentos internacionais para as empresas.  “É preciso ter atenção nos quesitos fiscais, tributários, cambiais e legais”. Vieira também comentou sobre a importância da evolução dos meios de pagamentos. “Para compreender essas mudanças basta verificar a proporção que pagávamos em dinheiro há cinco anos. Não é mais como hoje e não será mais o mesmo em curto período de tempo”, atentou.
Sobre o ENASERV
O ENASERV 2019 é promovido pela AEB, com apoio da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
A ideia do encontro é discutir ações e debater alternativas destinadas a ampliar a competitividade do comércio internacional de serviços, campo que deve estar inserido na agenda do governo e do setor privado para resgatar a produtividade, em razão dos ganhos tecnológicos que este comércio pode proporcionar. O evento reúne um time de especialistas do setor privado e governo para discutir as principais questões que envolvem o setor.
(*) Com informações da AEB

https://www.comexdobrasil.com/enaserv-servicos-insumos-estrategicos-para-a-competitividade-das-exportacoes-brasileiras/

terça-feira, 16 de abril de 2019


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 — em São Paulo.

Comércio exterior carece de planos e projetos de incentivo às exportações, diz CEO da M2Trade



Da Redação
Brasília – Planos e projetos governamentais ineficazes de incentivo às exportações, câmbio desvalorizado, acima de tudo, o chamado “Custo Brasil” somados à inexistência de uma cultura exportadora no País são fatores decisivos para a posição 27ª. posição ocupada pelo Brasil no ranking dos maiores exportadores mundiais. Em resumo, essa é a análise do atual momento do comércio exterior brasileiro feita por Michelle Fernandes, CEO da M2Trade.
Em entrevista ao Comexdobrasil.com, Michelle Fernandes abordou os principais problemas que afetam o comércio brasileiro, defendeu a necessidade de criação de um plano para aumento das exportações diferente dos existentes, criticou a decisão do governo de São Paulo ao anunciar a criação de um escritório comercial do estado na China lembrando que “São Paulo está muito à frente do Brasil, mas ainda faz parte do Brasil”. Ela também criticou a falta de estímulos e de apoio para que o pequeno e médio empresários tomem a iniciativa e se adequam para se tornarem exportadores.
Abaixo a íntegra da entrevista da especialista em Comércio Exterior:
Levantamento feito pela OMC revela que o Brasil caiu para a 27a. posição no ranking dos maiores exportadores do mundo. Em 2016 o Brasil ocupava a 25a posição. Como justificar o fato de um país que figura entre as dez maiores economias do planeta ocupe lugar tão irrelevante entre os maiores players do comércio internacional?
Existem vários pontos a serem analisados.  Na minha opinião, o primeiro da lista é o Custo Brasil, que são todos os custos que envolvem a mercadoria, desde a produção até a logística para envio da mesma para o exterior.
Em segundo lugar, temos a burocracia nos processos. Existe no Brasil uma dificuldade de criar processos seguros sem que aumente a burocracia. Nossa esperança, como iniciativa privada, é que com as novas mudanças sistêmicas, já em vigor, e a reformulação na Receita Federal, aconteça alguma melhora neste sentido.
Outra questão também importante é que os planos e projetos do governo para incentivo à exportação não são eficazes. Não falam a linguagem do pequeno e médio exportador. As ações não tem como foco atendimentos personalizados, fato que abre caminho e justifica a iniciativa privada fornecer esse serviço.
Por último, eu sempre costumo dizer que o câmbio com o real desvalorizado, muitas vezes se torna um empecilho para as exportações. Muitas mercadorias destinadas a exportação usam matéria-prima importada. Ou seja, a matéria-prima será importada a um alto custo devido ao câmbio, porém entrará no custo da mercadoria a ser exportada. Isso gera uma perda no lucro pelo fator cambial na compra.   Será exportada a um excelente câmbio, porém perde na importação da matéria-prima para que ela seja fabricada.
Em curto e médio prazos, o que o governo brasileiro e a iniciativa privada deveriam fazer para conduzir o Brasil a uma posição entre os maiores exportadores mundiais mais condizentes com o peso e a relevância da economia brasileira?
Criar um plano para aumento das exportações diferente dos existentes. O brasileiro deve ser olhado como brasileiro. Modelos que são sucesso na Europa não servem para nós. Existe uma grande deficiência na linguagem, na comunicação para os pequenos e médios empresários.   Não adianta criar processos em “linha de produção”, criar sistemas para atendimento.  Devemos pegar como base o significado da palavra “fomento”. Fomentar é estimular, não é aguardar o pequeno e médio empresário tomar iniciativa e se adequar para que se torne um exportador.
Países como o México (12o. lugar no ranking), Espanha (17o), Arábia Saudita (21o.), Polônia (22o. lugar) e Austrália (23o. lugar) alcançaram posição superior à do Brasil no ranking da OMC. Todos eles possuem economias com dimensões e relevância inferiores à brasileira. O que faz com que esses e outros países exportem bem mais que o Brasil?
Acredito que seja por questões culturais.  Apesar da nossa relevância econômica e territorial, não temos a cultura exportadora desses países.
A imprensa internacional costuma se referir ao Brasil como um “gigante econômico” e um “pigmeu do comércio internacional”. Como você vê esse tipo de comentário?
Vejo com tristeza pois o Brasil tem um potencial enorme, que todos nós conhecemos. Mas, infelizmente, ainda não tem grande expressão no comércio internacional. A cultura no Brasil deve ser mudada. A política cambial, fiscal e tributária devem ser conduzidas e orientadas para o mundo global. Precisamos pensar de maneira macro.
O governador João Doria anunciou ontem a abertura de um escritório comercial do estado de São Paulo em Xangai e afirmou que outros escritórios serão abertos pelo seu governo na China e em outros países. Qual é sua avaliação sobre essa iniciativa do governador?
Eu acho excelente para o estado de SP, mas o Brasil é formado pela Bahia, por Rondônia, por Pernambuco, por Minas…  Essas ações devem partir do governo federal, não pode ser uma ação isolada de um único estado. São Paulo está muito a frente do Brasil, costumo dizer isso, mas ainda faz parte do Brasil. Essas atribuições são do Ministro das Relações Exteriores e do nosso corpo diplomático, que estão ou deveriam estar capacitados e não no papel atribuído ao cargo de governador.
A criação do escritório de São Paulo não colide com a existência de um órgão semelhante da Apex-Brasil na cidade de Xangai? Os dois escritórios encontrarão alguma maneira de trabalharem em coordenação ou podem se tornar competidores?
A imagem que passa é de competição. Um órgão do governo e outro de um estado, passa para o país no qual estão instalado de que o governamental não funciona. Porém, sendo esse o caso, deve ser cobrado e pressionado para que funcione.
Qual é sua avaliação acerca do trabalho realizado pela Apex no governo de Jair Bolsonaro em prol do aumento das exportações e atração de investimentos para o Brasil? 
Sempre gostei do trabalho da Apex-Brasil, eles fazem um trabalho muito bom em feiras internacionais e missões comerciais, mas vejo nitidamente a dificuldade no atendimento a pequenas e médias empresas.

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