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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

MAPA abre inscrições para feiras internacionais















O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) abriu nesta quinta-feira (31) as inscrições para empresas e entidades interessadas em participar das feiras internacionais de bebidas e alimentos que ocorrerão neste ano em diferentes países. O objetivo do ministério é organizar em parceria com o Ministério de Relações Exteriores missões comerciais para atrair Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) e promover o desenvolvimento do agronegócio nacional.
A programação internacional de 2019 inclui as seguintes feiras:
A seleção das empresas e entidades interessadas em participar das missões e serem expositoras nas feiras está sendo realizada no Mapa por meio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais. Os eventos internacionais são considerados plataformas estratégicas para ampliar a visibilidade dos produtos brasileiros e promover contatos.
Nesses eventos vários atores do mercado externo se reúnem em um mesmo ambiente, permitindo a redução de custos de promoção transacionais. Além disso, os eventos representam oportunidade para aprofundar o conhecimento sobre o mercado-alvo, tendências e estratégias dos concorrentes.

Inscrições 
Em todos os eventos, o Mapa e o MRE são responsáveis pelos custos de contratação de espaço na feira, apoio de recepcionistas bilíngues e confecção do catálogo do Pavilhão Brasil. Cada empresa participante fica responsável pelas despesas de passagens aéreas, hospedagem e alimentação, além da inscrição junto ao promotor do evento. O candidato também deve aceitar os Termos e Condições de Participação.
As empresas e entidades interessadas em integrar as missões comerciais devem acessar o site Participar de feiras de agronegócio, no Portal de Serviços do Governo Federal.
Na página, o interessado deve seguir três etapas para identificação, criação de uma conta e preenchimento de formulário do processo seletivo da feira que tem interesse.
A inscrição no processo seletivo não garante a participação na missão comercial, serve apenas para manifestar o interesse do inscrito no processo de seleção. O resultado da seleção será enviado às instituições por e-mail.

Saiba mais sobre as características e os prazos de inscrição de cada evento:

Mais informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa

http://www.investexportbrasil.gov.br/mapa-abre-inscricoes-para-feiras-internacionais

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Presidente da AEB vê com preocupação inércia do governo em relação ao comércio exterior

















Brasília – “Vou destacar o que não houve pois o ano do comércio exterior brasileiro ainda não começou”. Com esta frase o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil AEB), José Augusto de Castro resumiu sua avaliação sobre os primeiros 30 dias do governo do presidente Jair Bolsonaro em relação ao comércio exterior. Segundo ele, “o futuro do Brasil é o passado”.
Ao fazer um balanço do primeiro mês do governo, Jose Augusto de Castro afirmou que “não temos nenhuma novidade até agora. Até aqui houve declarações sobre a redução de tarifas de importação. Seria um corte de 14% para 10% imediato se o governo Bolsonaro aceitasse a proposta da equipe econômica do ex-presidente Michel Temer. Entretanto, pelo que se sabe, a redução amena e pode chegar a 4% ao final deste governo, preservando-se a proposta feita pelo governo anterior. Falou-se também da possibilidade da implantação de uma abertura unilateral do mercado brasileiro sem contrapartida.  Enfim, o que tivemos foi uma série de declarações mas, de concreto, até agora, nada”.
Em relação à intenção anunciada pelo governo no sentido da redução unilateral de tarifas, José Augusto de Castro disse que “não temos nada contra a redução de tarifas. Acho que a abertura pode ser feita em até quatro anos, mas pode ser que decidam fazê-la em apenas um ano. O problema é que o anúncio já foi feito unilateralmente e se concretizado deixará a indústria brasileira completamente à mercê de quem quiser entrar no mercado brasileiro”.
O presidente da AEB recorda que recentemente a Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou uma redução unilateral das tarifas de importação sobre 576 ex-tarifários, que considerou “uma pancada na indústria brasileira, que não está preparada para enfrentar uma medida dessa natureza”. E por isso mesmo mostrou-se preocupado porque a partir dessa decisão “não existe nenhuma proposta de reunião para voltar a discutir esse tema tão importante. Nada foi marcado”.
José Augusto de Castro mostra idêntica preocupação com a falta de notícias sobre mecanismos de financiamento às exportações. Segundo ele, “esse é outro problema grave. Novos financiamentos foram aprovados em novembro, ainda durante o governo do então presidente Michel Temer, mas não houve a liberação de recursos. Faltam financiamentos para bens de capital, fundamentais para a modernização e o consequente aumento da capacidade competitiva da nossa indústria”.
Apesar do ceticismo e da apreensão ante a falta de medidas concretas por parte do governo de Jair Bolsonaro em relação ao comércio exterior, o presidente da AEB afirmou que “o ministro da Economia, Paulo Guedes, fala, repetidamente, aquilo que queremos ouvir: necessidade urgente da implementação das reformas da previdência, tributária, privatização e consequente redução da presença do estado na economia brasileira. Ele tem ideias muito claras acerca daquilo que quer. Essas reformas são fundamentais e se implementadas constituirão avanços significativos. Por isto temos que dar crédito a ele, mas é preciso avançar”.

https://www.comexdobrasil.com/presidente-da-aeb-ve-com-preocupacao-inercia-do-governo-em-relacao-ao-comercio-exterior/

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Menos de 20% das empresas realiza exportações temporárias, revela pesquisa da CNI

















Brasília – Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que apenas 19,3% das empresas brasileiras exportadoras realizam exportações temporárias. Essa modalidade de exportação é realizada, principalmente, para apoiar a participação das empresas em feiras, exposições e congressos e para o envio de amostras comerciais.
O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi, explica que o documento ATA Carnet, que suspende a incidência de impostos sobre a permanência temporária de produtos e equipamentos, foi implementado no Brasil há pouco tempo e as empresas ainda precisam conhecer os benefícios que ele oferece.
Segundo a pesquisa, 83,5% das empresas não conhecem o ATA Carnet. Das que conhecem o documento, 3,9% o utilizam. Abijaodi afirma que, diferentemente do que ocorre em países concorrentes, as empresas brasileiras ainda não possuem o hábito de levar seus produtos para demonstrar no exterior. Economias como Alemanha, Estados Unidos e Suíça têm essa prática consolidada.
“As empresas precisam ver a modalidade de exportação temporária como um instrumento do processo de internacionalização e como um diferencial de competitividade. Quando uma empresa leva o produto para ser experimentado lá fora, isso aumenta a possibilidade de ela exportar mais e se internacionalizar. A internacionalização, por sua vez, contribui para tornar nossa indústria mais inovadora”, afirmou.
Os dados constam da pesquisa Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras de 2018, realizada pela CNI em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
Ata Carnet
O ATA Carnet suspende a incidência de impostos sobre a permanência temporária de produtos e equipamentos. A CNI é a entidade credenciada junto à Receita Federal para emitir o documento por meio da Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios (Rede CIN), presente nas federações das indústrias de todo o país.
Com apenas um documento, empresas podem entrar com bens em 77 países durante 12 meses. Esse documento reúne todas as informações que devem ser apresentadas na aduana de saída e de entrada, reduzindo a burocracia, tornando mais rápidos os trâmites aduaneiros e pode ser usado tanto por pessoa física quanto jurídica.
“É importante que as empresas brasileiras usem o ATA Carnet. Além de isentar a exportação de imposto, ela garante segurança jurídica para essas operações”, diz Abijaodi.
Desafios à competitividade
A pesquisa “Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras” de 2018 ouviu 589 empresas exportadoras entre outubro de 2017 e março de 2018 e apresenta um raio-X dos problemas que os empresários brasileiros enfrentam para poder vender bens e serviços para o exterior. Esta nova edição da pesquisa busca dar continuidade ao monitoramento dos principais entraves do processo de exportação e avaliar mudanças ocorridas nos desafios enfrentados pelos exportadores nos últimos dois anos.
A edição anterior, publicada em 2016, mostrou que as empresas brasileiras enfrentam muita dificuldade para exportar. Dentre elas destacam-se fatores relevantes como a morosidade e a burocracia aduaneira e alfandegária; a complexidade dos documentos exigidos e do arcabouço legal que regulamenta as exportações; e o elevado custo do transporte.
Saiba mais
Acesse o site Desafios à Competitividade das Exportações Brasileiras 2018 para conhecer todos os detalhes da pesquisa.
(*) Com informações da CNI

https://www.comexdobrasil.com/menos-de-20-das-empresas-realiza-exportacoes-temporarias-revela-pesquisa-da-cni/


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 — emSão Paulo.

Embaixador falará sobre “O Egito e suas Oportunidades” em evento empresarial em São Paulo



São Paulo – O embaixador do Egito em Brasília, Alaa Roushdy, virá a São Paulo no dia 13 de fevereiro para participar do evento empresarial “Conversando com quem faz a diferença”. No dia especial sobre o Egito, o embaixador dará uma palestra sobre “O Egito e suas Oportunidades”. Esta será a primeira edição do evento organizado pelo Global Council of Sales Marketing (GCSM), em parceria com o Escritório Comercial da Embaixada do Egito em São Paulo e a Hórus Viagens, empresa de turismo que trouxe o arqueólogo Zahi Hawass ao Brasil em dezembro passado. O evento é gratuito e está com inscrições abertas ao público pelo site.
Haverá ainda conversas com o cônsul comercial do Egito em São Paulo, Mohamed Elkhatib, sobre o Acordo de Livre Comércio entre o Mercosul e o Egito. Agostinho Turbian, presidente da revista The Winners, falará sobre o GCSM, conselho global na área de marketing e vendas, e sobre o World Company Award (Woca), prêmio que reconhece empresas de atuação global; Sedik Faragalla, proprietário da Hórus Viagens, tratará do turismo no Egito; e José Roberto Maluf, presidente do Grupo Spring de Comunicação, fará o encerramento.
“O evento é aberto ao público, mas estamos focando em empresários brasileiros e funcionários de alto escalão para participarem da missão comercial que acompanhará o World Company Award (Woca), que será sediado no Cairo entre 19 e 23 de junho de 2019″, disse Elkhatib à ANBA. O prêmio é entregue em um evento de quatro dias com discussões sobre o setor empresarial.
O encontro em São Paulo vai das 9h às 11h da manhã, no auditório América Economia do GCSM, no bairro de Higienópolis.
GCSM
Global Council Sales Marketing é uma entidade que visa fomentar e disseminar as melhores práticas empresariais nas áreas de vendas, marketing, tecnologia da informação, inteligência empresarial, comunicação e empreendedorismo na América Latina e no mundo.
Ela pesquisa, avalia e sugere nomes de empresas e empresários qualificados para concorrer aos prêmios Latin American Sales Personality Award (Laspa), Latin American Marketing Personality Award, World Company Award (Woca), Global Sales Personality Award (Gospa) e Global Marketing Personality Award (Gompa).
Serviço
Conversando com quem faz a diferença – O Egito e suas Oportunidades
13 de fevereiro, das 9h às 11h
Auditório América Economia
Avenida Angélica, 688 – 1º andar – São Paulo – SP
Entrada gratuita
Inscrições abertas
(*) Com informações da ANBA

https://www.comexdobrasil.com/embaixador-falara-sobre-o-egito-e-suas-oportunidades-em-evento-empresarial-em-sao-paulo/

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019



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O Despacho Aduaneiro e desembaraço é feito pelo despachante e equipe que lhe representam perante a Receita Federal Brasileira - RFB, sempre em nome do importador ou exportador. O cliente é assessorado da melhor forma sobre a tributação bem como na intermediação de mercadorias em trânsito no país e sua nacionalização.
Gerência processual desde a parte documental quanto a classificação de mercadoria e estudos de simulados de operações de importação e exportação.
O Despachante Aduaneiro é um profissional que atua no Brasil desde 1850, em 19 de setembro de 1860 o governo publica o Decreto 2647, trazendo em seu Capítulo 7 a figura do Despachante Aduaneiro e do Ajudante de Despachante Aduaneiro e as condições necessárias para que se tenha este título.

A principal função do despachante aduaneiro é a formulação da declaração aduaneira de importação ou de exportação, é a proposição da destinação a ser dada aos bens submetidos ao controle aduaneiro.

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 — emSão Paulo.

Internacionalização: Brasília terá lançamento de livro sobre carreira e trabalho no exterior
Brasília – O Espaço 365, coworking localizado na Asa Norte, sediará neste sábado (2/02) o lançamento do livro “Internacionalize-se”, do escritor e empresário Rodrigo Lins. A obra traz dez passos para quem deseja levar legalmente a carreira profissional para o exterior, especificamente os Estados Unidos. O evento terá início as 9h da manhã, será gratuito e aberto à população. Em um bate papo descontraído, o autor, que é brasiliense, apresentará os principais pontos do livro, além de responder perguntas e conversar com o público interessado em trabalhar e/ou viver uma experiência fora do Brasil.A intenção de jovens detentores de nível superior em deixar o país está no nível mais alto dos últimos anos, como apontou pesquisa do Datafolha divulgada em maio do último ano – cerca de 70 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais deixariam o Brasil se pudessem. Na pesquisa, feita em todo o Brasil, 43% da população adulta manifestou desejo de sair do País. Entre os que têm de 16 a 24 anos, a porcentagem vai a 62%. São 19 milhões de jovens com intenção de deixar o Brasil, o equivalente a toda a população de Minas Gerais, por exemplo.Outro levantamento recente mostrou que grande parte dos profissionais brasileiros sairiam do país para trabalhar e viver no exterior. Entre os 1.470 entrevistados, 91% afirmaram ter vontade de ter uma experiência internacional. Estados Unidos, Canadá e Portugal são os destinos mais desejados. Priorizando a carreira, para 61% dos participantes ter um emprego garantido antes de partir é fator determinante para impulsionar a mudança, de acordo com a apuração da companhia de recrutamento e seleção Talenses.Rodrigo Lins, autor do “Internacionalize-se”, ganhou o sonhado ‘Green Card’ para residir permanentemente nos Estados Unidos, pouco mais de dois anos após sua chegada ao país. Para o escritor, o sistema imigratório americano tem privilegiado os cérebros e talentos profissionais de estrangeiros. O jornalista explica que a categoria de vistos imigrantes concedidos por habilidades extraordinárias ou excepcionais em diversas áreas do conhecimento tem sido a opção imigratória de brasileiros que desejam levar a carreira para os EUA.“Passamos por uma grande mudança de perfil imigratório aqui nos Estados Unidos. Há pouco mais de 10 anos os imigrantes brasileiros eram atraídos por ofertas de trabalho em funções operacionais e mais braçais no território americano. Ao chegar nos EUA comecei um estudo sobre as possibilidades imigratórias permanentes para estrangeiros e me deparei com a categoria de Green Cards concedidos pelo Governo americano para profissionais de sucesso vindos de outro país – o conhecido ‘Visto Einstein'”, revela Rodrigo Lins.Para Lins, a internacionalização de carreiras é uma forma de ‘entrar pela porta da frente’ nos Estados Unidos com reconhecimento do mérito intelectual do profissional. Os vistos Eb-1 A, Eb-2 e O garantem possibilidades imigratórias para profissionais brasileiros que queiram levar suas carreiras para os Estados Unidos como especialistas em diferentes áreas.“O processo para obtenção dos documentos de residência permanente exige a contratação de advogados de imigração especializados na lei americana. Mas, no todo,



terça-feira, 29 de janeiro de 2019


O seguro de carga é sempre muito indicado aos clientes que operam em âmbito internacional, uma vez que a carga fica sob muito manuseio e percorre milhares de quilômetros. Além de existir o risco de acidentes envolvendo o meio de transporte, que quase sempre, danifica ou destrói a carga.

Nossa apólice de seguro tem cobertura que acompanha o Incoterm*, além de custos de operação e lucros cabíveis. É muito válido separar uma pequena quantia em cada operação e ter certeza que não terá custos ou prejuízos surpresas. 

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 — emSão Paulo.

Chile, destaque no livre comércio mundial, 1º país a ser visitado pelo presidente Bolsonaro















Da Redação
Brasília – O Chile, e não a Argentina, foi escolhido como primeiro país a ser visitado pelo presidente Bolsonaro após assumir o cargo no dia 1 de janeiro, quebrando uma tradição que vigorou nos últimos anos. A data da viagem ainda não está definida, mas deverá acontecer ainda no primeiro trimestre, antes da visita aos Estados Unidos, prevista para o mês de março.
E motivos não faltam para essa escolha. Com uma população de pouco mais de 17 milhões de habitantes o Chile é o quinto país de destino das exportações brasileiras, o décimo-segundo país que mais exporta para o Brasil.
Some-se a isto o fato de que o país vizinho já firmou Tratados de Livre Comércio (TLCs) com 64 mercados, entre outros os Estados Unidos, China, União Europeia e Japão e sua próxima meta é assinar um acordo de liberalização comercial com a Indonésia, o quarto país mais populoso do planeta.
Mais adiante, o foco do governo chileno estará voltado para negociações com  os países do Oriente Médio e do Norte da África. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE), o Chile possui a rede de TLCs mais poderosa do mundo, que assegura ao país acesso privilegiado a 60% da riqueza global.
Com uma população e economia muito menores que as do Brasil, o Chile foi o primeiro país da América do Sul a integrar a OCDE, em 2010. Integrar a Organização é uma das metas almejadas pelo governo de Jair Bolsonaro.
Tratados de Livre Comércio
Nos últimos trinta anos o Chile assinou 26  TLCs e com o objetivo de dimensionar de forma integral o impacto e a utilização dessa importante rede de acordos, o Ministério das Relações Exteriores chileno divulgou um inédito  livro denominado “Impacto dos Tratados de Livre Comércio rumo a uma Política Comercial Inclusiva” que analisa e expõe uma série de cifras do mercado exportador e importador do país.
O estudo de 104 páginas foi divulgado recentemente pelo ministro das Relações Exteriores,  Roberto Ampuero, e destaca as etapas das negociações comerciais do Chile, analisando a importante rede de 26 TLCs existentes com 64 economias de todo o mundo.
Segundo o  chanceler, “em um mundo globalizado, as oportunidades não estão limitadas às nossas fronteiras físicas e sim, fundamentalmente, pelos limites que nós próprios nos impomos. O Chile é um país que não figura entre os grandes países em termos econômicos ou populacionais e por isso mesmo tem sido muito importante buscar uma inserção mais efetiva no plano internacional. A rede comercial do Chile permitiu gerar prosperidade econômica e brindou ao país o acesso, em condições preferenciais, a 63,2% da população mundial. Os bens e serviços chilenos têm um mercado potencial de 4,6 bilhões de pessoas, entre elas as das nações mais populosas e pujantes do planeta: China, Índia, União Europeia, Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul e Brasil. De acordo com a OCDE, o Chile possui a rede de Tratados de Livre Comércio mais poderosa do mundo, superando de longe várias nações que também apostam fortemente na abertura comercial, como a Coreia do Sul, o México e Nova Zelândia”.
Graças a essa vasta rede de TLCs, o Chile há muito deixou de ter suas exportações centradas quase exclusivamente nas vendas externas de cobre, ainda que o minério continue sendo o principal item da pauta exportadora chilena.
Em 2018, as exportações de “não cobre” bateram recorde e tiveram o melhor desempenho da série histórica, que mostra a evolução do comércio exterior chileno a partir do ano de 1990, e atingiram o montante de US$ 38,987 bilhões, com uma alta de 13% comparativamente com o ano de 2017.
O  livro mostra que o Chile tornou-se o maior exportador mundial de uvas frescas,  mirtilos, ameixas, maçãs desidratadas, mexilhões em conserva, ouriços do mar conservados e congelados, filés de  salmões frescos e congelados, filés congelados de trutas e algas de uso industrial. Grande parte dos embarques desses produtos têm como destino os países com os quais o Chile assinou TLCs.
De acordo com o estudo, esses países foram também o destino final de 100% das exportações chilenas de avelãs, framboesas congeladas, pêssegos em conserva, abacates frescos e óleo de rosa mosqueta. Situação semelhante acontece com 96% dos embarques de vinho e 90% das vendas de salmão e truta.

https://www.comexdobrasil.com/chile-destaque-no-livre-comercio-mundial-1o-pais-a-ser-visitado-pelo-presidente-bolsonaro/