Pesquisar este blog

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Paulo Guedes debate com embaixador da China diversificação da pauta exportadora brasileira








Brasília – Na reunião hoje (17) do embaixador da China, Yang Wanming, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, eles conversaram sobre possibilidadesde de diversificação da pauta comercial entre os dois países. De acordo com negociadores, Guedes disse que pretende fechar mais parcerias bilaterais, principalmente na área de tecnologia, com o principal destino das mercadorias brasileiras.
Segundo o Ministério da Economia, Guedes reafirmou a disposição do Brasil de fazer negócios com o maior número possível de países, sem viés ideológico. Segundo a fonte do Ministério, a orientação está em linha com os discursos de posse do presidente Jair Bolsonaro no Congresso Nacional e no parlatório do Palácio do Planalto, em 1º de janeiro.
O Ministério da Economia informou que o governo preservará o pragmatismo econômico em meio à “nova filiação brasileira de ver o modo de civilização ocidental”. A pasta não pretende deixar de fechar parcerias bilaterais por causa de questões ideológicas, declarou a fonte.
A equipe econômica quer diversificar as exportações, estimulando a venda de produtos de maior valor agregado para o mercado chinês e diminuindo a participação das commodities (bens primários com cotação internacional).
No ano passado, o Brasil exportou US$ 64,2 bilhões para a China (26,8% do total vendido para o exterior) e importou US$ 34,7 bilhões (19,2% do total). Os principais produtos vendidos para o país asiático foram soja em grão, petróleo bruto e minério de ferro.
Em contrapartida, as importações brasileiras da China concentraram-se em produtos manufaturados e em bens de capital, como plataformas de perfuração ou de exploração de minérios.
Aço
Em relação à decisão da União Europeia (UE) de impor restrições a produtos de aço brasileiro, os negociadores do país atuam para propor que a questão seja debatida com a Comissão Europeia (braço executivo da UE).
Por enquanto, o governo brasileiro não pretende questionar a decisão na Organização Mundial do Comércio (OMC) e preferirá esperar uma resposta das autoridades europeias.
(*) Com informações da Agência Brasil

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Systax realiza pesquisa que identifica nível de risco de mercadorias com erros tributários




São Paulo – Que o Brasil é o país mais burocrático do mundo, todos sabemos. Que as empresas cometem muitos erros de tributação em razão da complexidade e constantes mudanças na legislação, também não é novidade.  Mas que os erros de tributação, cometidos pelo vendedor, podem resultar em multas para quem compra as mercadorias, nem todos sabem.
Diante deste cenário, a pesquisa que acaba de ser divulgada pela Systax, empresa de inteligência fiscal e única a organizar acervo com 18 milhões de regras tributárias, tem como objetivo levantar como o mercado tem enfrentado esse desafio. Participaram 845 empresas, destas, a maior parte tem como principal atividade o comércio, o segmento é o mais impactado com possíveis erros de tributação, pois é comum seguirem informações, especialmente a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), adotada pela indústria.
A pesquisa apurou que 24% dos respondentes afirmam que não analisam os tributos sobre as compras que realizam, o que, em muitos casos, podem os colocá-los em risco fiscal. A ideia era entender se há alguma discussão ou mesmo definição junto aos fornecedores de uma compra realizada sobre os tributos a serem informados nos documentos fiscais. Nesse contexto, o cenário é que 45% afirmam definir junto de seus fornecedores os tributos incidentes.
Fábio Rodrigues, diretor da Systax
Agora sobre como é realizada a análise dos tributos incidentes sobre uma compra, a maior parte dos entrevistados responderam que isso é feito somente no momento em que recebem a NF-e. Para Fábio Rodrigues, diretor da Systax, “isso tem uma consequência negativa, pois se já houve a circulação de uma determinada mercadoria, o documento fiscal não pode ser mais cancelado”, explica.
Ele comenta ainda que como uma tributação errada pode impactar, inclusive, na formação do custo do produto, o ideal é que esse processo seja realizado já na fase do pedido, mas isso é feito por apenas 21% das empresas respondentes.
Podemos dizer que a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) não é suficiente, mas é o ponto de partida para identificação da regra fiscal, tanto do IPI, quanto do ICMS, PIS e Cofins. Simplesmente 35% das organizações adotam a NCM do fornecedor e isso pode trazer consequências tributárias negativas. E como o Fisco entende que nesses casos há solidariedade, o adquirente pode ser responsabilizado pelo tributo recolhido a menor, inclusive com multas. A pesquisa aponta também que 70% das empresas tentam junto aos fornecedores corrigir a NCM, mas nem sempre obtêm sucesso nessa empreitada. Indo mais à fundo, 46% afirmaram que realizam a compra ainda assim, sem tomar outros cuidados.
Sobre a verificação da tributação nas NF-e, o ideal é que as empresas confiram a tributação constante das NF-e antes de receber sua mercadoria, uma vez que o documento fiscal não pode ser cancelado após a circulação da mercadoria. E nem sempre se torna viável a devolução de tal produto. No entanto, 29% das empresas que responderam essa pesquisa não adotam esse cuidado. E apenas 16% adotam a verificação em 100% dos casos.
Já em relação a erros em documentos fiscais, mais de 50% dos respondentes informaram que encontram problemas em pelo menos mais de 10% dos casos. 13% das empresas entrevistadas não acreditam que possam ser responsabilizadas por erros nas NF-e recebidas, já a maior parte das empresas, que alcançaram o percentual de 78%, acreditam, no entanto, que podem ser responsabilizadas pelos erros de seus fornecedores, o que demonstra a importância de revisar as notas fiscais recebidas.
Agora em relação a aproveitamento de créditos, 26% das organizações respondentes aproveitam créditos, seguindo a legislação aplicável a um produto e não ao documento fiscal. Esse procedimento, no entanto, deveria ser adotado apenas para PIS e COFINS. E como outros 65% responderam que não aproveitam crédito, também estão incorrendo em erro quanto às contribuições sociais.
“Ao conhecermos os resultados dessa pesquisa, um dos pontos que chamou nossa atenção é que 38% das empresas respondentes já tinham sido autuadas ou sofrido impactos negativos em decorrência a erros de seus fornecedores e pela falta de verificação entraram nessa fatia. O grande número de empresas que, de certa forma, não destinam forças para suas áreas fiscais e tributárias também nos impressiona”, finaliza Rodrigues.
Conheça a pesquisa inédita por meio do link: http://www.systax.com.br/pesquisa-responsabilidade-do-adquirente/
(*) Com informações da Sistax

https://www.comexdobrasil.com/systax-realiza-pesquisa-que-identifica-nivel-de-risco-de-mercadorias-com-erros-tributarios/

terça-feira, 15 de janeiro de 2019



O transporte aéreo é o mais rápido e seguro meio de transitar os bens importados ou exportador, contudo tem o maior custo e é indicado apenas para mercadorias com alto valor agregado ou de extrema urgência a cima de uma tonelada. 

O serviço de importação aérea é exigido sempre maior agilidade e follow-ups frequentes , já que o transporte escolhido foi o de maior custo e menor tempo de viagem, nossa equipe prioriza sempre os embarques aéreos pois são de mais atenção pois são rápidos e com pouco tempo para correções documentais ou coordenação da carga.

Nossa rede de agentes é muito extensa e qualificada . Conseguimos custos competitivos aliado a agentes rápidos e empenhados.

O agenciamento de carga marítima é indicado a operações de grandes pesos e dimensões, para a mercadoria que pode esperar pelo menos da China um prazo de 40 dias, para entrega da mercadoria no destino final, em média. 

Para aquela empresa que pode esperar e não tem volume para encher um contêiner, há o serviço marítima LCL - carga consolidada. Que consiste na consolidação de cargas de vários vendedores /remetentes a vários comprados /destinatários pelo mundo. A importação e exportação dessas cargas é possível graças a várias empresas compartilhares o mesmo equipamento , no caso o contêiner , e compartilham também custos 

Informe-se, fazemos simulados e viabilizamos seu projeto. Faça sua empresa crescer mais e melhor.
Contate-nos !
11 5510 0908
contato@rimera.com.br
www.rimera.com.br

#comércioexterior #mercadointernacional #serviços#comercial #feira #comércio #varejo #vendaonline#marketingdigital #publicidade #internacional#negócios #mircroempreendedor #empresa #fabrica#socio #empreendedorismo #empresarial

#distribuidor #fornecedor #atacado #varejo#fabricante #fabricação #revendedor#representantecomercial #vendas #compras 

#Sãopaulo #brasil
 — em São Paulo.

Emirates SkyCargo lança parceria com a Avianca e amplia serviços de carga na América do Sul















São Paulo – A Emirates SkyCargo, divisão de cargas da Emirates Airline, está ampliando suas operações na América do Sul. Nesta quinta-feira (10), a empresa anunciou o lançamento de uma nova rota comercial para Bogotá, na Colômbia, em parceria com a Avianca. A capital colombiana terá um voo por semana a partir de 16 de janeiro, se tornando o sexto destino de carga da companhia aérea na região.
De acordo com Dener Souza, gerente da Emirates SkyCargo na América do Sul, o voo semanal sai de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, sede da companhia, e faz escala em Saragoça (Espanha), e na Cidade do México (México), até chegar a Bogotá todas as quartas-feiras, às 22 horas. Na perna de volta, o voo sai da Colômbia à 00h05 da manhã de quinta-feira e faz escala em Maastricht (Holanda), antes de retornar a Dubai.
A SkyCargo utilizará para esta rota o avião de carga Boeing 777, com capacidade de mais de 100 toneladas e com portas largas, o que permite o transporte de cargas de grande porte.
Parceria
A Emirates SkyCargo trabalha em parceria com a Avianca no serviço de transporte de carga em Bogotá. A companhia aérea latino-americana fica responsável por comercializar a capacidade do cargueiro Boeing 777 em sua rota de retorno, de Bogotá a Maastricht.
A SkyCargo anunciou estar trabalhando em uma futura parceria mais ampla com a Avianca, em que a companhia de Dubai irá auxiliar a colombiana no transporte de carga da América Latina por meio de sua rede no Oriente Médio, África e Ásia, enquanto a Avianca ajudará a Emirates SkyCargo a fortalecer seu alcance no mercado sul-americano.
“Bogotá agora faz parte de nossa rede global de mais de 40 destinos semanais de transporte de carga. Temos muito interesse em expandir os negócios na América do Sul e acreditamos que há um grande potencial de crescimento da demanda por transporte aéreo de carga na região”, disse em nota Hiran Perera, vice-presidente sênior planejamento de carga e cargueiros da Emirates.
 “Estamos satisfeitos em trabalhar com a Avianca neste serviço de transporte e esperamos fortalecer nossa parceria para facilitar o comércio entre clientes na América do Sul e no resto do mundo”, acrescentou.
América do Sul
Na América do Sul, a Emirates SkyCargo atualmente transporta carga de e para Buenos Aires (Argentina), Rio de Janeiro e Viracopos (Brasil), Santiago (Chile) e Quito (Peru). Com a adição de Bogotá, a transportadora terá uma capacidade de transporte de carga semanal de cerca de 500 toneladas saindo da região.
(*) Com informações da ANBA

https://www.comexdobrasil.com/emirates-skycargo-lanca-parceria-com-a-avianca-e-amplia-servicos-de-carga-na-america-do-sul/

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019


















Trabalhe com quem valoriza seu negócio e lhe dá novos horizontes para sempre crescer mais e melhor"

A ideia sempre foi não desestimular o empreendedor brasileiro. Aqui na RIMERA MULTIMODAL isso é lei. Temos um serviço transparente e diferenciado do mercado em geral, muito competitivo estimulando os importadores a gerarem sempre novos negócios. 

Informe-se, fazemos simulados e viabilizamos seu projeto.
Faça sua empresa crescer mais e melhor.

Contate-nos !
11 5510 0908
contato@rimera.com.br
www.rimera.com.br

#garantia #qualidade #serviços #atendimento#didático #logistica #atualização #perspicaz#transparente #despachoaduaneiro #marítimo#aereo #negocios #terminais #rodoviário #seguro#marketing #marketingdigital #publicidade #anuncio#propaganda #divulgação #comercio #industria#sãopaulo #avenidapaulista #brasil#comercioexterior #importação #exportação
 — emSão Paulo.

Secretário especial de Comércio Exterior divulga nomes que passam a integrar sua equipe


Brasília – O secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, definiu a sua equipe. Os nomes que integram a equipe são os seguintes:
Yana Dumaresq será a Secretária Especial Adjunta de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais. Exerceu o cargo de secretária-executiva do Ministério da Indústria, Comercio Exterior e Serviços, incorporado ao Ministério da Economia do governo Bolsonaro. Anteriormente, ocupou a função de diretora adjunta para América Latina no Fórum Econômico Mundial, em Genebra. Servidora pública da carreira de analista de Comércio Exterior, é mestre em Comércio Internacional pela University of Cambridge e, também, mestre em Gestão e Liderança Corporativa, pelo consórcio universitário Global Leadership Programme. É bacharel em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (UnB).
Lucas Ferraz chefiará a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX). Engenheiro e mestre em Engenharia pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com doutorado em Economia pela Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV-EPGE), Ferraz é professor da Escola de Economia de São Paulo da FGV há mais de 10 anos. É coordenador do Centro de Estudos do Comércio Global e Investimentos da FGV, além de membro fundador da Cátedra Brasileira da Organização Mundial do Comércio (OMC).
Erivaldo Alfredo Gomes liderará a Secretaria de Assuntos Econômicos Internacionais (SAI). Servidor da carreira de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, Erivaldo tem mais de 20 anos de experiência em negociações econômicas internacionais e, nos últimos três anos, é o subsecretário de Instituições Econômico-Financeiras e Cooperação Internacional na Secretaria de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda. Nessa área, é responsável pelo relacionamento com instituições econômico-financeiras internacionais como G20, Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Mundial e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico ou Econômico (OCDE).
Marcos Degaut assumirá a Secretaria Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Foi secretário especial adjunto de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e integrante do Grupo Executivo de Gestão da Camex. É Pesquisador-visitante da University of Central Florida (EUA), onde leciona disciplinas ligadas a comércio e economia política internacional, bem como política externa e segurança internacional. Com 28 anos no serviço público federal, Degaut é servidor de carreira da Câmara dos Deputados, doutor em Segurança Internacional pela University of Central Florida e mestre em Relações Internacionais pela UnB.
(*) Com informações da Agência Brasil

https://www.comexdobrasil.com/secretario-especial-de-comercio-exterior-divulga-nomes-que-passam-a-integrar-sua-equipe/


quarta-feira, 28 de novembro de 2018



"Temos o sonho de ver o exportador brasileiro produzindo cada vez mais mercadorias autênticas e de qualidade para competir no mercado internacional."

Assim que identificar algum cliente fora do Brasil compatível com sua produção, pode contar conosco para cuidar da logística internacional . 
A habilitação do RADAR expresso com exportação ilimitada é uma ótima opção para exploradores até mesmo Microempreendedor individual - MEI*. 

Se a empresa produz alguma mercadoria, podemos expandir o mercado internacional através de marketing internacional do produto, ou té mesmo intermediadores de negócios que compram mercadoria para exportação brasileiras, podemos ajudar. 

A exportação é uma operação com baixo risco, sem impostos e alto giro econômico. A dificuldade é manter o brasileiro como fornecedor estável, e a RIMERA MULTIMODAL vai lhe ajudar nisso. Além de ajudar com marketing internacional via mailing de banco de dados de brokers e traders que ajudam a identificar um importador para sua produção, ajudamos também via site de intermediações de negócios a intermediar negociação com novos clientes internacionais para sua empresa. 

Informe-se, fazemos simulados e viabilizamos seu projeto.
Faça sua empresa crescer mais e melhor.

Contate-nos !
11 5510 0908
contato@rimera.com.br
www.rimera.com.br

#garantia #qualidade #serviços #atendimento#didático #logistica #atualização #perspicaz#transparente #despachoaduaneiro #marítimo#aereo #negocios #terminais #rodoviário #seguro#marketing #marketingdigital #publicidade #anuncio#propaganda #divulgação #comercio #industria#sãopaulo #avenidapaulista #brasil#comercioexterior #importação #exportação

Brasil firma acordo com o Peru em novo passo de aproximação com a Aliança do Pacífico















São Paulo – O Brasil assinou hoje (27) o acordo de facilitação de comércio com o Peru, no âmbito do Programa Operador Econômico Autorizado (OEA). O compromisso, firmado durante seminário internacional na capital paulista, simplifica os procedimentos de exportação e importação entre os países, por meio da certificação de operadores confiáveis, aptos a despachar mercadorias com mais segurança e rapidez.
Superintendente adjunto da Aduanas do Peru, Rafael García Melgar disse que o país tem o programa desde 2013. Há cinco anos, a equipe trabalha para modificar tradições e culturas das aduanas. “Durante muitos anos, vínhamos construindo um sistema baseado em suspeitas e precisávamos construir certezas. Para criarmos a confiança tão necessária, um pilar fundamental do programa OEA, tivemos de criar mais transparência nas decisões comuns, foi um grande desafio.”
Segundo o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, o Brasil busca outros acordos de reconhecimento mútuo, que vêm sendo estudados com Bolívia, México e Estados Unidos. “Gostaria de poder assinar estes atos ainda este ano”, disse. “Se pudermos avançar no trabalho de integração, será de grande valia para os operadores de comércio, tanto brasileiros como dos demais países”, acrescentou.
Plataforma
O secretário destacou o Portal Único de Comércio Exterior, que redesenha processos e fez integração, evitando que os operadores tenham que reapresentar o mesmo documento a diferentes órgãos do governo. A expectativa é que, ao menos até o final de 2030, metade das declarações de importação e exportação seja de empresas vinculadas ao programa OEA. A meta é reduzir o tempo de exportação dos produtos brasileiros de 13 para seis dias.
De acordo com Rachid, além da redução de tempo, foi constatada diminuição de documentos (necessários para se efetuar a exportação) de 833 mil unidades em agosto de 2017 para 70 mil um ano depois. Os campos necessários para serem preenchidos reduziram-se de 98 para 38. A iniciativa diminui gastos diretos e indiretos, além de garantir segurança física da carga e cumprimento das obrigações aduaneiras. “Temos menos burocracia, maior agilidade nos processos e menos custos para o setor privado”, disse.
A gerente de Política Comercial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Constanza Negri Biasutti, disse que “a burocracia se mantém sempre no topo dos entraves das empresas operadoras brasileiras”. A eliminação de obstáculos geraria economia de US$ 17,8 bilhões para exportadores e importadores no país de 2018 a 2030. Nesse período, o potencial de aumento no comércio brasileiro é de US$ 30,7 bilhões.
OEA regional
O gerente do Operador Econômico Autorizado e do Comitê Nacional de Facilitação do Comércio, Jovanny Feliz, ressaltou que o acordo assinado hoje entre Brasil e Peru mostra como a região continua avançando e crescendo. “O acordo de reconhecimento mútuo regional, esse sonho que a gente tem, é possível”, afirmou. Segundo ele, o mundo tem 125 programas de OEA, sendo que 77 estão em andamento.
Jovanny destacou os acordos feitos em blocos como grande meta a ser alcançada também no continente americano, como entre a Aliança do Pacífico e o Mercosul.
(*) Com informações da Agência Brasil

https://www.comexdobrasil.com/brasil-firma-acordo-com-o-peru-em-novo-passo-de-aproximacao-com-a-alianca-do-pacifico/

terça-feira, 27 de novembro de 2018



O agenciamento de carga marítima é indicado a operações de grandes pesos e dimensões, para a mercadoria que pode esperar pelo menos da China um prazo de 40 dias, para entrega da mercadoria no destino final, em média. 

Para aquela empresa que pode esperar e não tem volume para encher um contêiner, há o serviço marítima LCL - carga consolidada. Que consiste na consolidação de cargas de vários vendedores /remetentes a vários comprados /destinatários pelo mundo. A importação e exportação dessas cargas é possível graças a várias empresas compartilhares o mesmo equipamento , no caso o contêiner , e compartilham também custos 

Informe-se, fazemos simulados e viabilizamos seu projeto.
Faça sua empresa crescer mais e melhor.

Contate-nos !
11 5510 0908
contato@rimera.com.br
www.rimera.com.br

#garantia #qualidade #serviços #atendimento#didático #logistica #atualização #perspicaz#transparente #despachoaduaneiro #marítimo#aereo #negocios #terminais #rodoviário #seguro#marketing #marketingdigital #publicidade #anuncio#propaganda #divulgação #comercio #industria#sãopaulo #avenidapaulista #brasil#comercioexterior #importação #exportação
 — emAvenida Paulista.

Empresário defende criação de “marca e identidade fortes” para o Brasil se “vender” ao mundo





















Da Redação –
Brasília – O Brasil precisa mudar a projeção de sua imagem externa deixando de ser apenas o país do café, do futebol e do Carnaval e construir uma marca “forte” e uma “identidade” que reflita a essência de um país grandioso, capaz de produzir uma vasta pluralidade de produtos e que permita ao país explorar aquilo que tem de melhor. Esta é a opinião de Luiz  Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, uma das principais empresas brasileiras nas áreas de EdTech (Education Technology) e MarTech (Marketing Technology) e que participou no início do mês em Xangai da Exposição Internacional de Importações (CIIE em inglês).
Na visão de Luiz Alberto Ferla, “hoje mais que nunca é preciso reforçar a marca Brasil. Podemos continuar sendo vistos externamente como um país dotado de uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais para oferecer ao mundo e que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Mas é preciso mostrar que somos muito mais”.
Ao participar da CIIE, o empresário constatou que um grande número de países procurou se apresentar na feira internacional de forma mais abrangente, ainda que sejam fortes individualmente em alguns produtos ou serviços: “em minha opinião, o Brasil teve uma excelente participação nessa Exposição, graças ao apoio prestado às empresas participantes pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) mas ficou faltando o país se apresentar com uma identidade e uma marca próprias. Deixamos de mostrar a essência do Brasil, aquilo que  temos de melhor e a partir dessa identidade, dessa marca nacional, apresentar os nossos produtos”.
Luiz Alberto Ferla (fundador e CEO do DOT digital group)
Luiz Alberto Ferla amplia seu raciocínio lembrando que “todo mundo vê o Brasil como um país líder na produção e exportação de café. Nós deveríamos ter muito mais projeção nesse setor e não apenas através do café. A venda do café pode ser aliada às exportações de produtos complementares, como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café”.
Na opinião do empresário que tem ampla visão e conhecimento do mundo globalizado e que realiza notável esforço para internacionalizar o DOT digital group, “está faltando reforçar a marca Brasil. Nosso país tem que ser visto como um país com uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais a oferecer ao mundo, mas que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Acho que essa identidade  é que está faltando e em Xangai tive a oportunidade de ver muitos países se apresentando na CIIE através de uma marca e identidade próprias. Então, o que falta é mostrar a essência do Brasil, o que nós temos de melhor e atrás disso apresentar os nossos produtos. Por exemplo: café do Brasil. Todo mundo vê o Brasil como um país que tem café. Então nós deveríamos ter muito mais projeção., mas não só pelo café. Depois que colocar o café vem os produtos complementares como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café. Com isso agrega-se uma série de produtos que a indústria brasileira produz e pode exportar”.
O que vale para o café também se aplica, na visão do CEO do DOT digital group, ao futebol: “o mundo ama o futebol do Brasil. Então deveríamos falar do futebol através de uma abordagem que envolva o futebol não apenas como esporte, mas sobretudo como um grande negócio. Nesse contexto, é preciso falar sobre escolinhas de futebol, produtos complementares como bolas, chuteiras, luvas, uniformes, agasalhos, jogos eletrônicos, cervejas e outras bebidas, como a internacionalmente apreciada caipirinha e o churrasco, que combinam com o futebol. Ou seja, o futebol seria a porta de entrada para a exportação de uma ampla gama de produtos complementares e que o mundo inteiro consome em grande escala”.
O raciocínio também se aplicaria à música e à indústria áudiovisual, segundo Luiz Alberto Ferla: “temos grandes nomes da música internacional, intérpretes e compositores como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Toquinho, Caetano Veloso, Chico Buarque. Deveríamos explorar os canais abertos por talentos dessa magnitude para buscar mercados externos para produtos que acompanham a música, tais como roupas, bebidas, instrumentos musicais. Situação semelhante é vista em relação à questão ambiental. Não devemos nos limitar a expor ao mundo o que temos de melhor em nossa fauna e flora da Amazônia. Precisamos expandir as vendas dos produtos naturais que o mundo tanto aprecia e dos quais o Brasil possui uma diversidade única e incomparável”.
Ao finalizar, o empresário reforçou a tese de que “precisamos deixar de falar apenas do Brasil futebol, do Brasil do café, da música ou da Amazônia, do Brasil do mono-produto e construir uma marca e identidade que mostrem ao mundo a essência do nosso país, passando a apresentá-lo através da cadeia produtiva nacional em tecnologia, educação, filmes, jogos e muito mais”.