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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Empresário defende criação de “marca e identidade fortes” para o Brasil se “vender” ao mundo





















Da Redação –
Brasília – O Brasil precisa mudar a projeção de sua imagem externa deixando de ser apenas o país do café, do futebol e do Carnaval e construir uma marca “forte” e uma “identidade” que reflita a essência de um país grandioso, capaz de produzir uma vasta pluralidade de produtos e que permita ao país explorar aquilo que tem de melhor. Esta é a opinião de Luiz  Alberto Ferla, fundador e CEO do DOT digital group, uma das principais empresas brasileiras nas áreas de EdTech (Education Technology) e MarTech (Marketing Technology) e que participou no início do mês em Xangai da Exposição Internacional de Importações (CIIE em inglês).
Na visão de Luiz Alberto Ferla, “hoje mais que nunca é preciso reforçar a marca Brasil. Podemos continuar sendo vistos externamente como um país dotado de uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais para oferecer ao mundo e que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Mas é preciso mostrar que somos muito mais”.
Ao participar da CIIE, o empresário constatou que um grande número de países procurou se apresentar na feira internacional de forma mais abrangente, ainda que sejam fortes individualmente em alguns produtos ou serviços: “em minha opinião, o Brasil teve uma excelente participação nessa Exposição, graças ao apoio prestado às empresas participantes pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) mas ficou faltando o país se apresentar com uma identidade e uma marca próprias. Deixamos de mostrar a essência do Brasil, aquilo que  temos de melhor e a partir dessa identidade, dessa marca nacional, apresentar os nossos produtos”.
Luiz Alberto Ferla (fundador e CEO do DOT digital group)
Luiz Alberto Ferla amplia seu raciocínio lembrando que “todo mundo vê o Brasil como um país líder na produção e exportação de café. Nós deveríamos ter muito mais projeção nesse setor e não apenas através do café. A venda do café pode ser aliada às exportações de produtos complementares, como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café”.
Na opinião do empresário que tem ampla visão e conhecimento do mundo globalizado e que realiza notável esforço para internacionalizar o DOT digital group, “está faltando reforçar a marca Brasil. Nosso país tem que ser visto como um país com uma natureza exuberante, que tem uma ampla diversidade de produtos naturais a oferecer ao mundo, mas que é também um país da alegria, com seu futebol, sua música, sua arte. Acho que essa identidade  é que está faltando e em Xangai tive a oportunidade de ver muitos países se apresentando na CIIE através de uma marca e identidade próprias. Então, o que falta é mostrar a essência do Brasil, o que nós temos de melhor e atrás disso apresentar os nossos produtos. Por exemplo: café do Brasil. Todo mundo vê o Brasil como um país que tem café. Então nós deveríamos ter muito mais projeção., mas não só pelo café. Depois que colocar o café vem os produtos complementares como máquinas de café, açúcar, leite, mel, produtos que acompanham o café. Com isso agrega-se uma série de produtos que a indústria brasileira produz e pode exportar”.
O que vale para o café também se aplica, na visão do CEO do DOT digital group, ao futebol: “o mundo ama o futebol do Brasil. Então deveríamos falar do futebol através de uma abordagem que envolva o futebol não apenas como esporte, mas sobretudo como um grande negócio. Nesse contexto, é preciso falar sobre escolinhas de futebol, produtos complementares como bolas, chuteiras, luvas, uniformes, agasalhos, jogos eletrônicos, cervejas e outras bebidas, como a internacionalmente apreciada caipirinha e o churrasco, que combinam com o futebol. Ou seja, o futebol seria a porta de entrada para a exportação de uma ampla gama de produtos complementares e que o mundo inteiro consome em grande escala”.
O raciocínio também se aplicaria à música e à indústria áudiovisual, segundo Luiz Alberto Ferla: “temos grandes nomes da música internacional, intérpretes e compositores como Vinícius de Moraes, Tom Jobim, Toquinho, Caetano Veloso, Chico Buarque. Deveríamos explorar os canais abertos por talentos dessa magnitude para buscar mercados externos para produtos que acompanham a música, tais como roupas, bebidas, instrumentos musicais. Situação semelhante é vista em relação à questão ambiental. Não devemos nos limitar a expor ao mundo o que temos de melhor em nossa fauna e flora da Amazônia. Precisamos expandir as vendas dos produtos naturais que o mundo tanto aprecia e dos quais o Brasil possui uma diversidade única e incomparável”.
Ao finalizar, o empresário reforçou a tese de que “precisamos deixar de falar apenas do Brasil futebol, do Brasil do café, da música ou da Amazônia, do Brasil do mono-produto e construir uma marca e identidade que mostrem ao mundo a essência do nosso país, passando a apresentá-lo através da cadeia produtiva nacional em tecnologia, educação, filmes, jogos e muito mais”.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018























O Despacho Aduaneiro e desembaraço é feito pelo despachante e equipe que lhe representam perante a Receita Federal Brasileira - RFB, sempre em nome do importador ou exportador. O cliente é assessorado da melhor forma sobre a tributação bem como na intermediação de mercadorias em trânsito no país e sua nacionalização.
Gerência processual desde a parte documental quanto a classificação de mercadoria e estudos de simulados de operações de importação e exportação.

O Despachante Aduaneiro é um profissional que atua no Brasil desde 1850, em 19 de setembro de 1860 o governo publica o Decreto 2647, trazendo em seu Capítulo 7 a figura do Despachante Aduaneiro e do Ajudante de Despachante Aduaneiro e as condições necessárias para que se tenha este título.

A principal função do despachante aduaneiro é a formulação da declaração aduaneira de importação ou de exportação, é a proposição da destinação a ser dada aos bens submetidos ao controle aduaneiro.
O agenciamento de carga marítima é indicado a operações de grandes pesos e dimensões, para a mercadoria que pode esperar pelo menos da China um prazo de 40 dias, para entrega da mercadoria no destino final, em média.

Para aquela empresa que pode esperar e não tem volume para encher um contêiner, há o serviço marítima LCL - carga consolidada. Que consiste na consolidação de cargas de vários vendedores /remetentes a vários comprados /destinatários pelo mundo. A importação e exportação dessas cargas é possível graças a várias empresas compartilhares o mesmo equipamento , no caso o contêiner , e compartilham também custos .

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 — emSão Paulo.

Setor de alimentos e bebidas terá rodada de negócios com importadores chineses dia 23 em SP
















Brasília – Empresas brasileiras do setor de alimentos e bebidas podem se inscrever até esta terça-feira (13) para participar do Projeto Comprador Wuhan/China 2018, que será realizado em São Paulo no próximo dia 23/11. O foco das rodadas internacionais é café, mel, carnes de frango e bovina, pinhões, cachaça, sucos e cogumelo do sol. A oportunidade de negócios está sendo organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que convidou quatro grandes grupos da região de Wuhan para conhecer o Brasil e a oferta brasileira no setor.
Wuhan é a capital da província chinesa de Hubei e conta com uma população de 58 milhões de habitantes, além de possuir com um PIB de US$ 517 bilhões. A cidade ainda possui uma Free Trade Zone e é o ponto focal de comércio, distribuição e logística na região central da China.
Para o Projeto Comprador foram convidados os seguintes compradores chineses: Wuhan Department Group, Zhongbai Holdings Group, Zhongnan Commercial e um a ser confirmado pelo Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional de Wuhan (CCPIT/Wuhan), que organiza a ação em conjunto com a Apex-Brasil.
O Wuhan Department Store Group possui cerca de 20 filiais e subsidiárias presentes em 12 cidades na província de Hubei no formato de shopping centers, centros comerciais e cadeias de supermercados. O grupo vem ao Brasil com interesse na compra de café, mel, entre outros.
O Zhongbai Holdings Group conta com 1.131 pontos de venda (entre supermercados, lojas de departamento, lojas de conveniência, entre outros) em Wuhan, Hubei e Chongqing, e vem ao Brasil para compra de carnes de frango e bovina.
O Zhongnang Commercial (Wuhan Zhongshang) possui um volume de negócios anual superior a US$ 2 bilhões, com 9 lojas de departamento, 33 supermercados e um shopping center. O grupo vem ao Brasil com interesse na compra de café, pinhões, cachaça, sucos e cogumelo do sol.
Clique aqui para conferir todas as condições de participação para o Projeto Comprador Wuahn/China 2018. Para fazer sua inscrição, clique aqui.
SERVIÇO
Projeto Comprador Wuhan/China 2018
Data: 23/11, sexta feira
Hora: de 10h às 12h
Local: São Paulo, Brasil

https://www.comexdobrasil.com/setor-de-alimentos-e-bebidas-tera-rodada-de-negocios-com-importadores-chineses-dia-23-em-sp/




quarta-feira, 7 de novembro de 2018




A ideia sempre foi não desestimular o empreendedor brasileiro. Aqui na RIMERA MULTIMODAL isso é lei. Temos um serviço transparente e diferenciado do mercado em geral, muito competitivo estimulando os importadores a gerarem sempre novos negócios. 

O extrato de declaração de importação é sempre retornado junto do estorno da diferença de impostos. 

Cada operação tem a atenção devida e é sempre explicada de maneira clara quanto aos riscos logísticos, de tributação e de prazos. 

Temos guias de operações sempre atualizados com base no Regulamento Aduaneiro* e experiência adquirida pelas equipes dia a dia frente a costumes Aduaneiros* e a fiscalização, que tem autonomia frente a legislação. Como resultado temos um ótimo fluxo de cargas pela alfândega. 

Valores e Transparência
​Mantemos os clientes atualizados frente aos acordos bilateral* entre países para terem redução nas alíquotas* de importação. Assim como ajudamos com EX- Tarifário* para mercadorias que ainda não há produção nacional, com redução de impostos. Ajudamos com estudos de drawback* os clientes a terem reduções significativas nas alíquotas de importação pois, a mercadoria importada foi manufaturada* para a exportação brasileira. 

Trabalhamos com uma rede ampla internacional de agentes de carga* que oferecem o melhor custo de operação, atendimento ágil e instruído. Mantemos parcerias sempre atualizadas e nada acomodadas, para sempre resultar em um ótimo serviço e atendimento aos nossos clientes. 

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 — emSão Paulo.


Inauguração do pavilhão do Brasil na CIIE em Xangai teve batuque, pão de queijo e água de coco










Xangai- A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e investimento (Apex-Brasil) realizou nesta segunda-feira (5), a inauguração oficial do pavilhão brasileiro na China International Import Expo (CIIE). A cerimônia, comandada pelo presidente da Agência, Roberto Jaguaribe, contou com degustação de comidas e bebidas típicas brasileiras, como cafés especiais, salgadinhos, pão de queijo e água de coco, além de uma performance do grupo Batuque Digital, que literalmente parou o pavilhão institucional.
 
A cerimônia contou ainda com a participação dos ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, além de empresários e entidades setoriais.
 
Em seu discurso de abertura, Roberto Jaguaribe destacou o papel da Apex-Brasil no apoio às empresas brasileiras que querem acessar o mercado chinês e a importância do CIIE como uma plataforma para fortalecimento da relação entre os dois países. “Faremos todo o possível para que a relação entre Brasil e China seja longa e duradoura, e que não tenhamos a participação na Expo como ação isolada. Precisamos de uma estratégia contínua para um resultado exitoso”, afirmou.
 
Para o Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços essa é a primeira vez que as empresas brasileiras procuram abrir novos mercados proativamente, já que normalmente “o Brasil sempre foi um vendedor para aqueles que procuram por nós, mas nunca um descobridor de novos mercados”. Marcos Jorge destacou ainda que a China é um país estratégico e um importante parceiro comercial, e a Expo impulsionará ainda mais essa relação. “Não tenho dúvidas de que a relação comercial entre o Brasil e a China crescerá e a CIIE fará com que vejamos mais do Brasil na China” 
 
O Ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, destacou em sua fala o discurso do presidente chinês, Xi Jinping, durante a cerimônia de abertura da Expo, quando destacou o ineditismo da Expo, uma vez que o natural é a realização de eventos para se vender produtos, e não para comprar. “Isto mostra uma fase nova na realidade da China, que reforça as reformas que começaram há 40 anos. Com isso, surgem oportunidades extraordinárias para as empresas brasileiras.”
 
Acompanhe nos canais da agência (facebook, twitter e instagram) como foi a cerimônia.
 
CIIE
A Apex-Brasil trouxe para Xangai uma delegação de 87 empresas para participar da 1ª edição da China International Import Expo (CIIE). Este grupo de empresários dos setores de Alimentos e Bebidas, Comércio e Serviços, Acessórios e Bens de Consumo e Equipamentos Médicos e Hospitalares apresentará produtos com diferenciais de design, criatividade e inovação, pouco conhecidos dos consumidores e compradores chineses e totalmente aderentes aos padrões de exigência da nova classe média chinesa. 
 
Entre as empresas que a Apex-Brasil está levando para a feira para ampliar e a presença brasileira na China há grandes empresas de setores com oportunidades de crescimento no país como cachaça, cafés especiais, pão de queijo, superfoods, castanhas, moda, calçados, design, futebol, e produtos odontológicos.  
 
“O Brasil é um país criativo, diverso e sustentável, com empresas e marcas de destaque mundial que oferecem produtos e soluções tecnológicas de vanguarda para os desafios globais da nossa sociedade. Tenho certeza que o público que for à Feira em novembro vai se encantar com o que o Brasil tem para mostrar”, afirmou o presidente da ApexBrasil, Roberto Jaguaribe, ex-embaixador Brasileiro na China. 
 
Sob a coordenação da Apex-Brasil/MRE, a participação brasileira no evento conta com a atuação de diversos atores como Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Ministério do Turismo, Confederação Nacional da Indústria, entre outras entidades. 
 
A participação brasileira na feira está organizada em cinco pavilhões – institucional; alimentos e bebidas; serviços; bens de consumo; e produtos de saúde.
(*) Com informações da Apex-Brasil

https://www.comexdobrasil.com/inauguracao-do-pavilhao-do-brasil-na-ciie-em-xangai-teve-batuque-pao-de-queijo-e-agua-de-coco/

terça-feira, 6 de novembro de 2018


LOGÍSTICA ATUALIZADA, PERSPICAZ E TRANSPARENTE

GARANTIA DE QUALIDADE NO SERVIÇO E ATENDIMENTO DIDÁTICO

Nosso intuito é fazer nossos clientes focarem no seu negócio e área que tenham expertise, deixando-os tranquilos pois a logística internacional tem ótima gerência. Comece a atuar em Comércio Exterior sendo bem assessorado.

Embarque com RIMERA MULTIMODAL e tenha certeza da qualidade no serviço e no atendimento. Trabalhamos com updates muito frequentes e monitoramento diário. 

Nosso trabalho é cuidar de todo o trâmite internacional de suas cargas e além disso ajudar sua empresa a ser sempre bem informada sobre a melhor logística - custo e benefício das operações.

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 — emSão Paulo.


Acordo de Assistência entre Brasil e China garante intercâmbio de informações aduaneiras



















São Paulo – Foi publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira (30) o Decreto nº 9.542/18 – que promulga o acordo entre o governo da República Federativa do Brasil e o governo da República Popular da China sobre Assistência Mútua Administrativa em Matéria Aduaneira, firmado no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 2012.
 O Acordo dispõe que as Administrações Aduaneiras de ambos os países signatários deverão, a pedido ou por iniciativa própria, intercambiar informações e fornecer assistência administrativa, com a finalidade de promover a adequada aplicação das legislações aduaneiras, garantir a segurança da cadeia logística do comércio internacional, assim como para a prevenção, investigação e repressão de infrações aduaneiras relacionadas a (i) recuperação de direitos aduaneiros e correta determinação de valor aduaneiro e classificação tarifária de mercadorias; (ii) observância de medidas de proibição, de tributação preferencial ou de isenção relacionadas à importação, exportação, trânsito de mercadorias ou a outros regimes aduaneiros e (iii) aplicação de regras concernentes à origem das mercadorias.
De acordo com a advogada Claudia Petit, do Departamento de Negócios Internacionais e Operações Tributárias e Aduaneiras do Braga Nascimento e Zilio Advogados, com o volume de negócios dos últimos tempos — a balança comercial (importação/exportação) sino-brasileira em 2017 foi de USD 75 bilhões de dólares conforme dados do MDIC —, agora chegou a hora de firmar o acordo de assistência mútua administrativa em matéria aduaneira entre o Brasil e a República popular da China.
“Este tipo de acordo já foi firmado com a França em 1995, com o Mercosul em 2000, com Rússia e Estados Unidos em 2004, com os Países baixos em 2006, com Israel em 2009, com a Índia em 2011, com a África do Sul em 2010 e Turquia em 2011. É um instrumento bilateral onde o fundamental é assegurar direitos aduaneiros, evitando infrações contra a legislação aduaneira que prejudicará interesses econômicos, comerciais, financeiros, sociais, de saúde pública e culturais dos dois países. Direitos aduaneiros devem ser preservados nas importações, exportações, armazenamento e transbordo, com a colaboração mútua”, esclarece.
 Rodrigo Rigo, sócio do Departamento de Direito Tributário do Leite, Tosto e Barros Advogados, diz que “além dos eminentes benefícios que ambos os países terão com este acordo, a Receita Federal poderá firmar um Acordo de Reconhecimento Mútuo (ARM) entre seus programas de Operador Econômico Autorizado, auxiliando no combate a fraudes.
Além do acordo, os países buscam cada vez mais uma aproximação no âmbito do comércio exterior como um todo”.

(*) Com informações da Original 123 Comunicações

https://www.comexdobrasil.com/acordo-de-assistencia-entre-brasil-e-china-garante-intercambio-de-informacoes-aduaneiras/

segunda-feira, 5 de novembro de 2018


​"Para viabilizar os seus negócios, nada melhor que simular custos de transporte, tributários, e taxas que possam incluir uma importação . Através de simulados muito completos é possível entender se o seu negócio está pronto para decolar. "

Faça um simulado com nossa equipe e veja como pode ser lucrativo a exportação. Ajudamos com a intermediação de negócios, mas caso já tenha um possivel cliente fora do Brasil, pode contar com a RIMERA MULTIMODAL para lhe atender na logística internacional e viabilizar a sua exportação para qualquer país do mundo. 

Temos experiência em entender a expectativa de clientes sem contato ainda com o mercado internacional e alinhar tudo que for preciso para colocar em prática suas ideias de novo negócio. Fazemos simulações* para entender se é possível em números a viabilidade do negócio.

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Thomson Reuters apresenta vencedores de segundo programa de aceleração de startups em 2018



São Paulo – A Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para diversos segmentos da economia, anuncia no próximo dia 31, em São Paulo, os vencedores da segunda edição de seu programa de aceleração de startups. O Accelerator Day for Taxtech & Comextech, realizado com o apoio da AB2L (Associação Brasileira de Lawtechs & Legaltechs) e da Campinas Tech (comunidade dedicada ao desenvolvimento do ecossistema de startups da região de Campinas) avaliou empresas iniciantes que tenham soluções em tecnologia para aprimorar a rotina dos profissionais dos segmentos Tributário, Fiscal e de Comércio Exterior. As inscrições foram abertas para iniciativas de todas as regiões do Brasil.
 O objetivo do programa é trazer inovações para aprimorar a eficiência das suítes de soluções ONESOURCE Mastersaf e ONESOURCE Global Trade, que proporcionam o cumprimento das obrigações fiscais, compliance, automatização de tarefas e gerenciamento dos processos de importação e exportação das empresas. Serão avaliadas as startups que ofereçam produtos e serviços com potencial de escala e já testados em clientes reais, dentro de três categorias: Fiscal, Comércio Exterior e Fiscal/Comércio Exterior.
 Os finalistas são a ODM (São Carlos/SP), Data Policy (Brasília/DF) e Vetor IT (São Paulo/SP), na categoria Fiscal; Intradebook (Florianópolis/SC) e LogComex (Curitiba/PR), na categoria Comércio Exterior; Simples Data (Santa Bárbara D’Oeste – Campinas/SP), BirminD Otimização Industrial (Sorocaba/SP) e Dattos (São Paulo/SP), na categoria Fiscal/Comércio Exterior.
Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil
 O pilar Fiscal é dedicado às startups que desenvolvem soluções com Inteligência Artificial, Automação de Processos e Recebimento Integrado para aprimorar a eficiência, a gestão e a inteligência fiscal das empresas. Em Comércio Exterior, as iniciativas avaliadas devem ter Inteligência Artificial, Analytics e Integração do Ecossistema do Comércio Exterior (como o Blockchain). A última categoria, Fiscal/Comércio Exterior, visa analisar tecnologias emergentes que não façam parte dos outros dois pilares, para ambos os segmentos.
 “Com o sucesso da primeira edição do programa Thomson Reuters Accelerator Day, voltado para o segmento jurídico, decidimos ampliar a iniciativa para as TaxTechs e ComexTechs. Será uma grande oportunidade de identificarmos inovações viáveis para os segmentos Fiscal e de Comércio Exterior, incluindo estas iniciativas em nosso portfólio. Dessa forma, além de estimular e impulsionar ideias inovadoras, podemos aprimorar nosso portfólio de soluções e melhorar o dia a dia das empresas brasileiras”, afirma Ralff Tozatti, Diretor de Marketing da Thomson Reuters Brasil.
Em sua primeira edição, em Campinas/SP, o Accelerator Day da Thomson Reuters apontou quatro projetos vencedores, formato que se repetirá. Na ocasião, as startups tiveram a oportunidade de apresentar os projetos com sugestões tecnológicas para agregar ainda mais valor ao Legal One, software jurídico e inteligente da Thomson Reuters. As empresas escolhidas tiveram, como incentivo de aceleração, a oportunidade de interagir com os colaboradores, a estrutura e as tecnologias Thomson Reuters para, assim, testar as suas soluções no software Legal One. Importante citar que mesmos as startups que não fazem parte do grupo vencedor podem ser convidadas pela multinacional a colaborar com suas soluções em um futuro próximo.
 A apresentação dos vencedores da segunda edição do programa acontece no Centro de Inovação da Thomson Reuters (FLIC – Future Law Innovation Center, recém-inaugurado, em São Paulo), na Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 1327 – 2º andar – Vila Olímpia, São Paulo – SP.
(*) Com informações da Thomson Reuters

https://www.comexdobrasil.com/thomson-reuters-apresenta-vencedores-de-segundo-programa-de-aceleracao-de-startups-em-2018/