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quarta-feira, 13 de junho de 2018



AGENCIAMENTO MARÍTIMO

O agenciamento de carga marítima é indicado a operações de grandes pesos e dimensões, para a mercadoria que pode esperar pelo menos da China um prazo de 40 dias, para entrega da mercadoria no destino final, em média. 

Para aquela empresa que pode esperar e não tem volume para encher um contêiner, há o serviço marítima LCL - carga consolidada. Que consiste na consolidação de cargas de vários vendedores /remetentes a vários comprados /destinatários pelo mundo. A importação e exportação dessas cargas é possível graças a várias empresas compartilhares o mesmo equipamento , no caso o contêiner , e compartilham também custos . 

TRANSPORTE RODOVIÁRIO

O transporte de carga rodoviário é uma etapa da importação e da exportação que precisa de muita atenção, pois é de muito risco e uma transportadora que não tem alinhado seguro e licenças cabíveis, é perigosa para a operação . 

Conte conosco para atender no transporte rodoviário na sua operação em comércio exterior. 

Temos ótimos contratos com transportadoras que nos possibilita competitividade e assertividade nos processos. Trabalhamos com serviço de consolidação rodoviária de cargas aéreas e marítimas que possuem custos bem baixos para aqueles clientes que podem esperar um dia ou dois mais para receber a carga aqui no Brasil.

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 — em  São Paulo.

Importadores de couro da China visitam o Brasil e criam novas oportunidades de negócios


















Brasília – A China é o maior mercado importador de couro do Brasil, com participação de mais de 30% do valor exportado. Mesmo com a grande relevância e familiaridade com o couro brasileiro, ainda é possível crescer e estreitar laços comerciais entre os dois países, como mostrou recente visita ao Brasil de uma comitiva de 20 importadores chineses do segmento moveleiro.
O grupo participou de um seminário de apresentação e relacionamento com curtumes e fornecedores de componentes nacionais, além de realizar visitas técnicas a plantas industriais no estado do Rio Grande do Sul.
A ação foi organizada pelo escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) em Xangai, com o Centro das Indústrias e Curtumes do Brasil (CICB) e Assintecal. Toda a realização teve o apoio do projeto Brazilian Leather, conduzido por CICB e Apex-Brasil com o objetivo de incentivar as exportações de couro do Brasil.
Carlos Pan, gerente do escritório da Apex-Brasil em Xangai, destaca a maturidade do setor de couros do Brasil e sua preparação para atuar no mercado asiático. “A qualidade dos curtumes que integraram a ação foi impressionante. Estão muito bem inseridos em suas estratégias na China, com clientes importantes e consolidados, o que resultou em uma avaliação em alto nível dos convidados que chegaram ao Brasil”, afirmou Carlos. Boas perspectivas de negócio, tanto a partir do seminário como após as visitas técnicas, são esperadas por Brasil e China.
A opinião de Carlos Pan é compartilhada por José Fernando Bello, presidente executivo do CICB. Houve, segundo ele, uma notável preparação dos curtumes brasileiros para essa ação: os conteúdos do seminário, as amostras destacadas no momento de relacionamento com os importadores e a recepção nas indústrias mostraram todo o potencial e a qualidade do setor. Novas ações do gênero, destaca Bello, devem ser realizadas entre os dois países.

https://www.comexdobrasil.com/importadores-de-couro-da-china-visitam-o-brasil-e-criam-novas-oportunidades-de-negocios/

terça-feira, 12 de junho de 2018




Embarque com RIMERA MULTIMODAL e tenha certeza da qualidade no serviço e no atendimento. Trabalhamos com updates muito frequentes e monitoramento diário. 

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 — em  São Paulo.

Empresas de mais de 20 setores representarão o Brasil na China International Import Expo
















Da Redação
Brasília – Empresas brasileiras de mais de 20 setores já se inscreveram para participar da China International Import Expo (CIIE), a ser realizada de 5 a 10 de novembro, no National Exhibition and Convention Center, em Xangai. A participação brasileira na CIIE é coordenada por um grupo de trabalho liderado pela Associação Brasileira de Exportações e Promoção de Investimentos (Apex-Brasil), do qual participam os Ministérios das Relações Exteriores, Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e entidades privadas como a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Inovadora em sua essência, a CIIE é a primeira grande mostra internacional organizada por um pais com o foco exclusivo nas importações. Os organizadores do evento esperam um público de 150 mil compradores potenciais de mais de uma centena de países de todos os continentes, distribuídos nos mais de 210 mil m2 de pavilhões do evento. Ao promover o lançamento da CIIE, o governo da China anunciou que o país pretende importar produtos no valor de US$ 10 trilhões até o ano de 2022.
A participação brasileira se dará através de um pavilhão coordenado pela Apex-Brasil e de uma série de estandes individuais contratados pelas empresas nacionais. Já confirmaram presença empresas dos setores eletroeletrônicos, design, moda, calçados, acessórios, máquinas e equipamentos, médico-hospitalar, autopeças, óleo e gás, segurança, serviços de engenharia, fundição, cosméticos, alimentícios (inclusive café e proteína animal), produtos orgânicos, indústria pet, plásticos, móveis, software, têxteis, pedras ornamentais, vidro e indústria mecânica.
Segundo o Itamaraty, durante a mostra haverá ampla oportunidade para a promoção efetiva de produtos e serviços do Brasil, inclusive junto a varejistas chineses do comércio online. Adicionalmente, a participação na feira deverá permitir a consolidação de contatos comerciais já iniciados, a identificação de compradores para futuras ações de reforço da promoção comercial e o mapeamento de oportunidades e aportes para a inteligência comercial em setores-chave, entre ouras ações.
Na avaliação da chancelaria brasileira, a participação de um grupo tão expressivo e variado de empresas  nacionais na CIIE “é indicação de que a feira poderá estimular a exportação de produtos de maior valor agregado” e, dessa forma, contribuir para a diversificação da pauta exportadora para a China, hoje fortemente concentrada em commodities como a soja, minérios de ferro e petróleo, responsáveis por mais de dois terços de todo o volume embarcado pelo Brasil para o país asiático.
Diplomatas do Itamaraty destacam que “a CIIE constitui uma boa oportunidade para o Brasil mostrar o que tem de melhor”. Entretanto, esses diplomatas ressaltam que “a realização de negócios depende, no entanto, da soma de diversos fatores, tanto próprios ao produto brasileiro (qualidade, competitividade), quanto à demanda local. Não é possível, nesse sentido, afirmar que o que for apresentado será comprado”.
A participação na CIIE será também uma grande oportunidade para a Embratur realizar uma ampla promoção dos produtos turísticos brasileiros. Ano passado, a China enviou para o exterior 129 milhões de turistas, dos quais apenas 60 mil vieram para o Brasil. Durante a CIIE, representantes do setor turístico da China terão acesso às mais variadas informações sobre as atrações turísticas, a gastronomia, a cultura e outros aspectos da vida brasileira.
Com o objetivo de facilitar o acesso dos turistas chineses ao país, a Embratur deverá ampliar de três para doze o número de visa centers na China e, por meio do atendimento ao público em centros de triagem especializados, há perspectivas de redução de 45 para 5 dias o prazo médio de concessão de vistos aos turistas chineses que desejarem visitar o Brasil.
A China em números
Com uma população de 1,4 bilhão de habitantes, a China é a segunda economia mundial e é também o segundo país que mais importa em todo o mundo. A China ocupa ainda a vice-liderança entre os maiores mercados consumidores do planeta e é o maior parceiro comercial do Brasil.

https://www.comexdobrasil.com/empresas-de-mais-de-20-setores-representarao-o-brasil-na-china-international-import-expo/

segunda-feira, 11 de junho de 2018





























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 — em  São Paulo.

Um terço das ferrovias do país está inutilizada; 23% sem condições operacionais, diz a CNI

















Brasília – Mais de 30% da extensão de trilhos ferroviários do país estão inutilizados e 23% sem condições operacionais. Os números, calculados com base em dados oficiais da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), são revelados no estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Transporte ferroviário: colocando a competitividade nos trilhos. O trabalho, que integra uma série de 43 documentos sobre temas estratégicos que a CNI entregará aos candidatos à Presidência da República, aponta que o caminho para a superação dos gargalos no setor passa necessariamente pelo aumento da conectividade do sistema, do tamanho da malha e da velocidade média dos comboios.
O retrato atual da operação da malha ferroviária do país é de um sistema com deficiências, com destaque para o desempenho insatisfatório das concessionárias, a ausência de concorrência no mercado e as dificuldades de interconexão das malhas. Esses problemas são fruto, principalmente, das características dos contratos de concessão firmados na década de 1990.
A CNI considera que uma medida viável para recuperar o setor seria a prorrogação antecipada desses contratos de concessão, de forma que as concessionárias passem, a partir da renovação, a serem obrigadas contratualmente a reservar uma parcela da capacidade instalada da ferrovia para compartilhamento e a investir valores pré-estabelecidos na melhoria e ampliação das malhas.
 “Não renovar os contratos significa prolongar pelos próximos dez anos o reduzido volume de investimento e, consequentemente, os gargalos e trechos saturados disseminados no sistema ferroviário, congelando a atual capacidade de transporte das ferrovias do país”, afirma o gerente-executivo de Infraestrutura da CNI, Wagner Cardoso.
Direito de passagem
Cardoso acrescenta que somente a partir da prorrogação de contratos que vencem daqui a cerca de 10 anos é que será possível retomar os investimentos no setor, tanto para ampliação da malha atual quanto para novos empreendimentos. “A negociação da prorrogação antecipada permitiria inserir nos contratos a obrigação da concessionária de fazer os investimentos necessários”, afirma Cardoso. “As renovações, no entanto, devem estar condicionadas em contrato ao direito de passagem e a ampliação da malha”, completa o gerente da CNI.
A escassez de investimento não é o único problema que afeta o transporte ferroviário de carga no País. A CNI defende alterações no modelo de concessão e nos contratos vigentes, de modo a enfrentar as deficiências regulatórias observadas e promover a concorrência. Segundo o estudo, a principal questão a ser enfrentada na reforma do marco regulatório é o compartilhamento da malha concedida.
Na avaliação da CNI, o direito de passagem é imprescindível para a sustentabilidade do transporte ferroviário no Brasil. Essa modalidade permite que uma concessionária trafegue na malha de outra para dar prosseguimento, complementar ou encerrar uma prestação de serviço. Na prática, a detentora das operações de um trecho pode, assim, transitar ou entregar cargas na malha administrada por outra companhia. Atualmente, apenas 8% da produção ferroviária corresponde a cargas de compartilhamento (direito de passagem ou tráfego mútuo).
A CNI recomenda também que o governo estabeleça diretrizes para que a questão dos trechos ferroviários ociosos seja abordada nos novos contratos de concessão, estabelecendo critérios e prazos para que sejam reativados pelo concessionário, devolvidos para relicitação ou, no limite, para desativação. Em relação a Valec, recomenda-se a revogação das concessões outorgadas à estatal e o reestabelecimento da previsão da dissolução da empresa.
Minério de ferro
Um dos caminhos para o Brasil reverter o atual quadro de desempenho insatisfatório das concessionárias, da falta de concorrência no mercado e de falhas de interconexão das malhas é diversificar as cargas transportadas nas ferrovias. Levantamento da CNI apresentado no estudo revela que o crescimento do fluxo transportado de 2001 a 2017, em média de 3,8% ao ano, se deu unicamente em razão da expansão do transporte de minério de ferro, que responde pelo crescimento anual de 5,4%. As outras cargas registraram, no mesmo período, crescimento anual de apenas 0,4%. Os números mostram ainda que o peso do minério de ferro no fluxo da carga ferroviária aumentou de 60%, em 2001, para 77%, em 2017.
Números do sistema ferroviário no Brasil
* O transporte de carga na malha ferroviária privada cresceu uma média anual de 3,8% de 2001 a 2017.
* O crescimento se deu basicamente em razão da expansão do transporte de minério de ferro, que teve incremento anual de 5,4%.
* Outras cargas: crescimento anual de 0,4%.
* O peso do minério de ferro no fluxo da carga ferroviária aumentou de 60% em 2001 para 77% em 2017.
* 30,6% (8,6 mil km) da malha ferroviária não estão sendo usadas, sendo que 23,1% (6,5 mil km) são de trechos considerados sem condições operacionais pelos concessionários. A malha ferroviária brasileira tem extensão total de 28.218 km.
* Apenas 7,6% (US$ 62 milhões) dos recursos investidos no setor ferroviário no período de 2006 a 2013 foram destinados à ampliação da malha – excluídos os recursos para a Nova Transnordestina.
* Apenas 8% da produção ferroviária corresponde a cargas de compartilhamento (direito de passagem ou tráfego mútuo).
Ações para o Brasil crescer mais e melhor
Os 43 documentos com propostas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para o novo governo foram elaborados com base no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, que aponta os caminhos para o Brasil construir, nos próximos quatro anos, uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional. Os estudos sugerem ações em áreas como eficiência do estado, segurança jurídica, infraestrutura, tributação, educação, meio ambiente, inovação, financiamento e segurança pública.
As propostas serão discutidas com os presidenciáveis durante o Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência da República, que reunirá cerca de 1.500 líderes empresariais em 4 de julho, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. A CNI apresenta as propostas da indústria aos presidenciáveis desde a eleição de 1994.
(*) Com informações da CNI

https://www.comexdobrasil.com/um-terco-das-ferrovias-do-pais-esta-inutilizada-23-sem-condicoes-operacionais-diz-a-cni/

quarta-feira, 6 de junho de 2018


A Rimera Multimodal domina o Comércio Exterior e dá ótima assessoria a empresas que importam e exportam. Somos uma empresa que dá solução inteligente, atualizada e didática em logística.

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Excesso de burocracia na importação e exportação afeta US$ 140 bilhões em negócios, diz CNI




















Brasília – Estudo inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que um quarto das exportações brasileiras, num total de R$ 49,21 bilhões, teve de solicitar licença de exportação no ano passado. O principal problema dessas licenças é a insegurança criada pela imprevisibilidade de quais anuências são necessárias e o seu custo, pois não há um banco de dados amigável com todas as informações reunidas. Há 46 procedimentos diferentes, com tarifas distintas, de 12 órgãos anuentes no processo de exportação.
Se a operação for de importação, o pesadelo e a burocracia são ainda maiores. A CNI identificou 72 taxas ou encargos exigidos por 16 órgãos diferentes. No ano passado, 4.314 produtos ou 59% das importações brasileiras, em um valor total de US$ 91 bilhões, foram submetidos a licenciamentos.
Há exemplos absurdos como a licença para o importador comprovar que não precisa de licença. O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) cobra taxa de R$ 721,47 para emitir uma “certidão de dispensa” de licença para a importação de veículos e máquinas. Sem essa “licença” é impossível importar um grupo de veículos e máquinas.
Atualmente, o Brasil é um dos países que mais exige licenciamento no mundo. O processo de liberação para entrar no país de um NCM (nomenclatura comum do Mercosul) – código que engloba produtos em grupos – pode envolver até seis órgãos.
“Há um excesso de órgãos anuentes e etapas burocráticas nem sempre muito claras a serem cumpridas. Temos uma quantidade significativa de mercadorias sujeitas ao controle administrativo tanto na importação quanto na exportação. Ao mesmo tempo, o país precisa simplificar e reduzir os custos do comércio exterior, para aumentar a competitividade e facilitar a internacionalização de suas empresas para crescer e gerar empregos”, explica o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.
Pesquisa
O levantamento da CNI ouviu 114 empresas dos setores como máquinas e equipamentos, têxtil, metalúrgico e siderúrgico, automotivo, partes e peças, químico e plásticos. Além disso, fez extenso trabalho de entrevista com especialistas e técnicos dos órgãos anuentes, que aceitaram conversar, e usou a Lei de Acesso à Informação para os casos mais inacessíveis.
Foram seis meses de análise aprofundada de leis, decretos, portarias, instruções e outros atos normativos publicados por diversos órgãos governamentais.
Morosidade
O estudo também mostra que o procedimento de licenciamento é moroso. Leva em média 25 dias na Anvisa, 20 dias no DFPC, 45 dias no Inmetro e 30 dias na Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM). Os custos e o tempo necessário para concluir os procedimentos do comércio exterior se tornaram uma preocupação constante e generalizada do setor privado.
Atualmente, o comércio internacional do Brasil aparece na 139ª colocação, dentre 190 países, no relatório Doing Bussiness 2018, do Banco Mundial, atrás de concorrentes importantes na América Latina, como México e Chile.
Simplificação
O estudo mostra que há ampla margem para simplificação de etapas e órgãos governamentais envolvidos no comércio exterior, além da necessidade de se reduzir a imprevisibilidade dos procedimentos e custos para o setor privado.
Importar produtos simples, como um xampu para uso na agropecuária brasileira, pode ser bem complicado. Além do empresário pagar o imposto de 18%, deve mergulhar em um universo a parte para conseguir a licença de importação. São necessárias as anuências do Ibama, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Não há uma coordenação entre eles para troca de informações.
“Reconhecemos a importância das anuências. Em alguns casos, elas existem para cumprir compromissos internacionais assumidos pelo Brasil. Mas é fundamental que seja um processo mais célere, menos burocrático, menos custoso e que os órgãos conversem entre si. Sem isso, o Brasil não conseguirá se integrar ao comércio exterior”, diz Robson Braga de Andrade.
(*) Com informações da CNI

https://www.comexdobrasil.com/excesso-de-burocracia-na-importacao-e-exportacao-afeta-us-140-bilhoes-em-negocios-diz-cni/

segunda-feira, 4 de junho de 2018


Para viabilizar os seus negócios, nada melhor que simular custos de transporte, tributários, e taxas que possam incluir uma importação . Através de simulados muito completos é possível entender se o seu negócio está pronto para decolar. 

​Aeroporto ou porto de origem:
Aeroporto ou porto de destino:
Modal: ( ) aéreo // ( ) marítimo

NCM / Hs code:____.__.__
*Códio de 8 dígitos informado pelo exportador/ fornecedor. Assim sabemos qual o percentual de cada alíquota de importação. 

Incoterm :
( ) EXW ,informar o endereço e zip code (5 dígitos) de coleta da carga na origem .
( ) FOB
( ) CIF, favor informar o frete marítimo ou aéreo informado pelo exportador.
( ) outros :

Detalhes da carga: é possível passar dados próximos da realidade se não souber os reais. 
Peso:
Volume de pallets ou caixas:
Valor da mercadoria :
Dimensões da carga, se possível (CBM, metros cúbicos):

Vai precisar de seguro internacional - sempre sugerimos a averbação do seguro pois também é inclusos possíveis lucros, além de cobertura da carga : 
( ) Sim ( ) Não 

Vai precisar de entrega rodoviária - informar endereço : 

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Pavilhão do Brasil é eleito melhor da Feira Internacional de Comércio em Serviços da China



Brasília – O pavilhão brasileiro na 5º edição da China Beijing International Fair for Trade in Services (CIFTIS), maior feira de serviços do país, foi eleito o melhor do evento. A premiação foi entregue nesta sexta-feira (1) aos representantes da delegação brasileira no evento. O Brasil participou da feira, em Pequim, como país convidado de honra.
Durante cinco dias, a delegação brasileira no evento, composta por representantes dos Ministérios da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), do Turismo, das Relações Exteriores e da Apex Brasil, liderou uma série de encontros com empresários, debates sobre oportunidades de investimentos e divulgação dos serviços brasileiros.
A CIFTIS é organizada pelo Ministério do Comércio (MOFCOM) e o Governo Popular de Pequim, a cada dois anos. Nesta edição, abriu espaço para todos os 12 setores de serviços definidos pela Organização Mundial de Comércio (OMC). A estratégia foi apresentar aos chineses oportunidades de negócios com o país.
Para o ministro, a participação brasileira na feira, com uma delegação aproximada de 90 pessoas, entre empresários e representantes dos governos estaduais e municipais, representou uma oportunidade de alavancar projetos estratégicos em áreas relacionadas a economia digital, comércio eletrônico, turismo e infraestrutura, entre outros.
“Queremos ampliar as trocas comerciais com a China em serviços, a exemplo do ocorre no comércio internacional de bens”, afirmou Marcos Jorge, que representou o governo brasileiro na solenidade de abertura da Feira.
Brazilian Day
O segundo dia de evento contou com o Brazilian Day. Durante uma tarde, os participantes da feira puderam conhecer um pouco mais sobre o potencial de investimentos no país. O secretário de Comércio e Serviços do MDIC, Douglas Finardi, lançou as estatísticas oficiais do comércio exterior de serviços de 2017, com base no Siscoserv – Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços e Intangíveis.
Segundo o secretário, o setor de serviços respondeu, em 2017, por mais de 70% do PIB e empregou aproximadamente 21,5 milhões de pessoas – 75,84% dos empregos formais do país. “O setor de serviços agrega valor e inovação aos demais setores da economia, como a indústria e a agricultura. Com uma feira desta magnitude, a China nos possibilita colocar luz sobre temas estratégicos como a economia digital, comércio eletrônico, serviços de alto valor agregado, investimentos estratégicos em turismo e infraestrutura”, destacou.
Finardi lembrou, ainda, que o governo brasileiro tem se dedicado a promover ações e políticas para aumentar a competitividade do setor de comércio e serviços e, com isso, possibilitar que explore as potencialidades do comércio exterior. “A ação do governo, liderada pelo MDIC, concentra-se nos seguintes quatro eixos de atuação: melhoria do ambiente de negócios para o setor de serviço, financiamento e garantias às exportações, economia de serviço e comércio eletrônico, e facilitação do comércio de serviços”, disse.
O Brazilian Day contou também com palestras do secretário de secretário nacional de Estruturação do Turismo, José Antônio Parente, do embaixador do Brasil na China, Marcos Caramuru, do vice-presidente da Confederação Nacional de Serviços, Luigi Nesi, da Secretária-Geral do Fórum de Macau, Xu Yingzhen, e do secretário de Turismo do Ceará, Arialdo de Mello Pinho. O encerramento ficou por conta da apresentação cultural dos bois Garantido e Caprichoso.
O secretário do MTur, José Antônio Parente, aproveitou a oportunidade para destacar a forte vocação turística do Brasil. “Temos uma vocação natural para o turismo e aproveitamos nossa participação na feira, em especial no Brazilian Day, para apresentar aos turistas e investidores chineses o enorme potencial da atividade no nosso país, confiantes de que sairemos da China com importantes parcerias comerciais no segmento turístico”, disse.
Investment Day
No penúltimo dia da CIFTIS, o pavilhão Brasil sediou o seminário Invest in Brasil. Após abertura pelo embaixador Marcos Caramuru, o secretário Douglas Finardi lembrou que o Brasil, maior economia da América Latina e 9ª maior do mundo, liderou no último ano uma série de reformas para retomar o caminho do crescimento. E destacou que os resultados positivos obtidos, como a recuperação econômica e a estabilidade geopolítica da região, aumentaram a confiança dos investidores estrangeiros no país.
“A visita a Pequim se insere em um contexto de renovado interesse do governo brasileiro em diversificar e agregar valor à sua pauta de exportação e ampliar a presença de empresas brasileiras na China, em especial no setor de serviços”, explicou.
O secretário do MTur, Jose Antônio Parente, lembrou que o Brasil foi apontado pelo Fórum Econômico Mundial como o primeiro, entre 136 nações avaliadas, em recursos naturais e o oitavo em atrativos culturais. “O país apresenta mais de 7 mil km de litoral, 72 unidades de proteção ambiental e uma infinidade de manifestações culturais que retratam a diversidade do povo brasileiro por meio de danças, ritmos e gastronomia”, destacou.
O mercado chinês de turismo é o que mais cresce no mundo, mas ainda há relativo desconhecimento de investidores e turistas chineses em relação ao Brasil, segundo o MTur. Por isso, o governo brasileiro tem adotado uma série de medidas para simplificar a entrada dos viajantes chineses no país. Entre elas, a facilitação na emissão de vistos e a ampliação de sua validade.
Durante o seminário Invest in Brasil, foi apresentada uma robusta carteira de oportunidades de investimento no pais, com projetos estruturantes, em temas estratégicos como a economia digital, comércio eletrônico, serviços de alto valor agregado, serviços esportivos, turismo e infraestrutura, entre outros.
Convidado de honra
Entre 28 de maio e 1º de junho, Pequim sediou a 5ª Feira Internacional da China para o Comércio de Serviços (CIFTIS). Pela segunda vez, a organização do evento elegeu um país como destaque na programação. A posição conferida ao Brasil nesta edição é resultado de uma cooperação com a China, firmada pelo governo brasileiro, por meio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), em 2016, na gestão do ex-ministro Marcos Pereira.
(*) Com informações do MDIC

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