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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Pelo segundo mês consecutivo, contas externas voltam a ficar positivas em março, diz o BC





















rasília – As contas externas apresentaram resultado positivo, em março. De acordo com dados divulgados hoje (25) pelo Banco Central (BC), o superávit em transações correntes, que são compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, ficou em US$ 798 milhões. Em março de 2017 também houve resultado positivo: US$ 1,386 bilhão.
Este é o segundo mês do ano com resultado positivo. Em fevereiro, o superávit em transações correntes ficou em US$ 290 milhões.
Para abril, o BC também projeta novo superávit, de US$ 1,5 bilhão.
Apesar dos superávits nesses meses, o chefe do Departamento de Estatísticas, Fernando Rocha, lembrou que o resultado esperado para este ano é de um déficit em transações correntes maior do que o de 2017 (US$ 9,762 bilhões). A previsão para 2018 é de saldo negativo de US$ US$ 23,3 bilhões.
No primeiro trimestre, o país registrou déficit de US$ 3,219 bilhões, contra US$ 4,644 bilhões em igual período de 2017.
A expectativa de um déficit maior ocorre porque com a recuperação da atividade econômica, cresce a demanda por bens e serviços no exterior e há maior remessa de lucros e dividendos. “A recuperação da economia aumenta a demanda por bens de consumo duráveis e não duráveis, matérias-primas e bens intermediários”, disse Rocha.
No balanço das transações correntes está a balança comercial (exportações e importações de mercadorias) que apresentou superávit de US$ 5,974 bilhões, no mês passado, e de US$ 13,003 bilhões, no primeiro trimestre.
A conta de serviços (viagens, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) registrou saldo negativo de US$ 2,776 bilhões, em março, e de US$ 8,108 bilhões, nos três meses do ano.
A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) ficou em US$ 2,577 bilhões de déficit, no mês, e em US$ 8,680 bilhões no acumulado do ano.
A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) registrou resultado positivo de US$ 176 milhões, no mês, e de US$ 565 milhões, no primeiro trimestre.
Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque recursos são aplicados no setor produtivo do país. Em março, esses investimentos chegaram a US$ 6,539 bilhões e no primeiro trimestre a US$ 17,747 bilhões.
(*) Com informações da Agência Brasil

https://www.comexdobrasil.com/pelo-segundo-mes-consecutivo-contas-externas-voltam-a-ficar-positivas-em-marco-diz-o-bc/

quinta-feira, 26 de abril de 2018


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 — em  São Paulo.


Empresas do projeto By Brasil aumentam em 24% exportações no primeiro trimestre do ano


















Brasília – Acaba de sair o levantamento trimestral de exportações do setor de componentes realizadas pelo projeto By Brasil Components, Machinery and Chemicals, projeto de incentivo às exportações executadas entre a Assintecal e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
No acumulado do trimestre, as exportações do projeto alcançaram o valor de US$ 76,4 milhões, resultado 24% superior  em relação ao mesmo período do ano passado.
Em março, ultimo mês do trimestre, as exportações chegaram a US$ 29,3 milhões, um aumento de 42% em relação ao mês anterior (fev/18). Já em relação ao mesmo período do ano passado (mar/17), observou-se um aumento 7%.
Entre os países que receberam as maiores quantidades de produtos brasileiros estão Argentina, China, Paraguai, México, Índia, Alemanha, Colômbia e Estados Unidos.
Os principais produtos exportados foram os químicos para couro, cabedais e tecidos.
Também foi registrado um aumento no número de empresas apoiadas pelo By Brasil, que já somam 337 indústrias participando das exportações realizadas dentro do programa da Apex-Brasil e Assintecal.
(*) Com informações da Apex-Brasil

https://www.comexdobrasil.com/empresas-do-projeto-by-brasil-aumentam-em-24-exportacoes-no-primeiro-trimestre-do-ano/

quarta-feira, 25 de abril de 2018


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Acordo Mercosul-Egito tem 57 certificadoras habilitadas em 26 estados e no Distrito Federal
















São Paulo – Um total de 57 entidades estão habilitadas a emitir o certificado de origem preferencial para produtos brasileiros serem exportados ao Egito com redução de tarifas, como prevê o acordo de livre comércio Mercosul-Egito. Mercadorias que estão nas listas do tratado têm imposto menor para venda ao país árabe, desde que emitido certificado especial.
O benefício vigora desde 7 de dezembro de 2017, data em que o acordo passou a valer no Brasil em função da publicação do seu decreto no Diário Oficial da União (DOU). As informações são do  Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) em entrevista por e-mail. As entidades autorizadas a emitir o certificado preferencial ao Egito são as mesmas que emitem os certificados desse tipo para outros acordos.
De acordo com o Mdic, as 57 estão habilitadas, mas eventualmente pode ocorrer que alguma delas enfrente ainda alguma dificuldade técnica ou operacional para emitir o certificado. “Sugerimos que o exportador contate a entidade de sua preferência a fim de verificar os requisitos e a disponibilidade para a emissão do documento”, informou o Mdic.
Nos estados do Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Bahia há quatro certificadoras em cada. Há três no Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais e Santa Catarina. Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Rio de Janeiro, Tocantins, Alagoas, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Amazonas e Pará têm duas cada. Possuem apenas uma certificadora os estados de Roraima, Paraíba, Rondônia, Sergipe, Acre, Ceará, Mato Grosso, Piauí e Amapá. (lista completa de entidades aqui)
As certificadoras são associações comerciais, federações e confederações. A emissão da certificação  tem custo, mas cada entidade estabelece o valor que cobra, segundo o Mdic.
Para os produtos beneficiados no acordo conseguirem esse certificado de origem preferencial, os exportadores precisam apresentar à entidade certificadora a fatura comercial da exportação, além de um pedido de emissão contendo a declaração do exportador atestando que os bens cumprem os critérios do acordo e documentos que amparem essa afirmação, segundo o Mdic.
O ministério afirma que também devem ser informados processo de produção, origem e a classificação tarifária das matérias-primas do bem. Isso pode modificar a tarifa do produto – é preciso que boa parte dos insumos sejam do país de origem ou de outro que faça parte do acordo para ter redução de taxa. Para comprovações na área podem ser usados documento de importação, certificado de origem, fatura comercial, declaração do fabricante, entre outros.
De acordo com o Mdic, a emissão desse certificado deverá ser feita antes do embarque da mercadoria. Há casos em que ela pode ser feita depois do embarque: quando não foi feita antes devido a circunstâncias especiais ou se ficar demonstrado que o documento foi emitido, mas não foi aceito no momento da importação por questões técnicas.
Para que a emissão do certificado seja feita depois, o exportador deverá informar no pedido o local e a data da exportação e relatar os motivos do dele estar sendo realizado naquela época. Os certificados de origem têm validade de 180 dias a partir da data de emissão, segundo o ministério.
O acordo Mercosul-Egito deu isenção total de taxa de importação para uma primeira lista de produtos assim que o tratado entrou em vigor. Outro grupo de produtos passou a ter desconto de 25% na tarifa e terá 25% de queda ano a ano, até chegar a 100% em 2020.
Uma terceira lista de produtos ganhou queda de 12,5% no imposto em 2017 e terá isenção total em 2024. O quarto grupo já tem desconto de 10% na taxa e estará com tarifa zero em 2026. O tratamento a uma quinta lista ainda está em discussão.
A emissão do certificado  preferencial para redução da tarifa pelo acordo Mercosul-Egito não exclui a necessidade de cumprimento dos processos que já eram feitos na exportação do Brasil ao Egito, como a obtenção de certificação de origem pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira.
(*) Com informações da ANBA

https://www.comexdobrasil.com/acordo-mercosul-egito-tem-57-certificadoras-habilitadas-em-26-estados-e-no-distrito-federal/

terça-feira, 24 de abril de 2018


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China anuncia aumento da abertura no setor manufatureiro com o plano “Made in China 2025”


Pequim – O ministro chinês da Indústria e Informatização, Miao Yu, disse na sexta-feira que as preocupações com o plano “Made in China 2025” são desnecessárias e que a China continuará abrindo o setor manufatureiro.
“Estamos comprometidos a garantir que o plano “Made in China 2025″ e outras políticas relevantes sejam aplicados igualmente para todas as empresas na China, tanto domésticas como estrangeiras”, de acordo com um artigo assinado por Miao no “China Daily”.
Publicado em maio de 2015, o plano tem como objetivo impulsionar a inovação manufatureira na China e promover o desenvolvimento em 10 setores-chave, incluindo robótica, equipamento aeroespacial e novos materiais.
Com a ascensão do setor manufatureiro chinês, algumas pessoas temem que o plano “Made in China 2025” somente beneficie empresas chinesas e crie obstáculos para empresas estrangerias, de acordo com o artigo intitulado “Maior Abertura de Manufatura para Promover Crescimento Global”.
Também há preocupação de que o efeito de arrasto que pode aparecer de problemas estruturais, como capacidade excessiva, tivesse um impacto negativo sobre indústrias de outros países, disse ele.
“Essas preocupações são desnecessárias”, afirmou Miao.
Graças à implementação do plano, a China tem aprimorado sinergias nas estratégias de desenvolvimento manufatureiro e promovido a cooperação com Alemanha, França e outros países por mecanismos multilateral ou bilateral, disse ele.
Ao investir no exterior, empresas manufatureiras chinesas têm também levado fundos, tecnologias e produtos a outros países e contribuído ao desenvolvimento da economia local ao criar empregos e pagar impostos, gerando resultados de ganho mútuo, disse ele.
Até o fim de 2017, os investimentos acumulados das empresas chinesas nas zonas cooperativas comerciais no exterior totalizaram US$ 30,7 bilhões, gerando US$ 2,42 bilhões em impostos e tarifas e criando 258 mil empregos locais.
A China implementará seus compromissos para continuar a abertura de setores como automóveis, construção de navios e manufatura de aeronaves ao aliviar restrições à participação de capital estrangeiro o mais cedo possível, especialmente em carros, disse Miao.
O país também melhorará o alinhamento com regras econômica e comercial internacionais e dará a investidores estrangeiros mais oportunidades melhores, acrescentou ele.
“A indústria manufatureira da China tem defendido e sempre defenderá o princípio fundamental de benefício mútuo e cooperação aberta”, disse Miao.
(*) Com informações da Agência Xinhua

https://www.comexdobrasil.com/china-anuncia-aumento-da-abertura-no-setor-manufatureiro-com-o-plano-made-in-china-2025/




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segunda-feira, 23 de abril de 2018



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Estudo mostra oportunidades para exportações de bebidas não alcoólicas para a Austrália

















Brasília – O estudo de mercado “Bebidas não alcoólicas na Austrália”, desenvolvido pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e elaborado pela empresa de consultoria Euromonitor International, aponta oportunidades para bebidas não alcoólicas artesanais e água de coco, apesar de haver perspectiva de crescimento reduzido.
O consumo per capita do segmento é alto na Austrália, com uma taxa de previsão de crescimento anual de 2,4% entre 2017 e 2020. A maior parte dos produtos consumidos é fabricada no país, com exceção de energéticos, água de coco, algumas águas minerais e marcas de bebidas não alcoólicas. O estudo ainda indica que os maiores estados produtores do país são New South Wales e Queensland, sendo a maior empresa a Coca Cola Amatil.
Empresas brasileiras que desejam entrar no mercado australiano devem ficar atentas ao procedimento na alfândega, que pode levar até 178 dias. Cada estado australiano possui uma legislação própria. No entanto, todas as importações devem se submeter à regulação do Food Standards Australia New Zealand (FSANZ) e às legislações impostas pelo Departamento de Agricultura, Pesca e Sivicultura (DAFF) e pela Comissão Australiana de Concorrência e do Consumidor (ACCC).
Oportunidades
A Austrália possui um grande mercado consumidor de bebidas não alcoólicas que se apresenta como uma grande oportunidade para empreendedores brasileiros que queiram oferecer produtos inovadores e diferenciados.
Para atender à necessidade de consumo moderado de açúcar, as categorias de água de coco, água engarrafada, chá pronto e sucos funcionais estão em ascensão. Há também uma abertura para bebidas levemente gaseificadas e sucos prensados à frio. Além disso, o uso de adoçantes naturais, como Stevia e Agave, estão em alta, assim como o consumo de bebidas premium e artesanais.
O sistema de distribuição interna da Austrália é robusto e conta com uma grande diversidade de empresas que investem em inovação — como o sistema de entregas “just-in-time”, que reduz os custos ao mínimo. A maior distribuidora é a The Distributor Ptyque possui 35 grandes depósitos espalhados pelo país com grande capacidade logística e de estoque.
O Estudo de Mercado “Bebidas não alcoólicas na Austrália” está disponível no site da Apex-Brasil. Para fazer o download do arquivo, clique aqui.
(*) Com informações da Apex-Brasil

https://www.comexdobrasil.com/estudo-mostra-oportunidades-para-exportacoes-de-bebidas-nao-alcoolicas-para-a-australia/