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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019





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Governo vai promover a inserção competitiva do Brasil no comércio global, diz Marcos Troyjo



Brasília – O aumento da geração de riqueza no Brasil passa, necessariamente, pelo aumento da inserção do Brasil no comércio internacional, com crescimento do fluxo de exportações e importações como um todo, destacou nesta quarta-feira (13) o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo.
“Esse cronograma está sendo feito em sintonia com as outras áreas do Ministério da Economia e de todo o governo. Vamos evitar erros do passado, descoordenação, como se a política comercial fosse algo apartado da política econômica”, disse, ao participar do seminário de abertura do ano de 2019 da revista Voto, em Brasília.
“Nós queremos que, no dia 31 de dezembro de 2022, você consiga enxergar um porcentual muito maior do comércio internacional como componente do PIB [Produto Interno Bruto]”, afirmou o secretário especial. “Isso significa aumentar exportações e isso significa também aumentar as importações. As grandes economias competitivas do mundo são também economias que importam muito”, explicou.
Ele afirmou que o governo vai realizar movimentos coordenados, amplos e graduais de abertura, de maneira responsável, alinhados a medidas de melhoria tributária, simplificação burocrática, incremento dos mecanismos de promoção comercial, entre outros.
Comércio exterior: alavanca para o desenvolvimento
Ao citar uma trajetória global dos últimos 70 anos, Troyjo elencou vários países que conseguiram mudar de patamar e que utilizaram o aumento do comércio exterior como alavanca de sua estratégia de desenvolvimento: Alemanha e Japão, depois da 2ª Guerra Mundial; China, desde 1978; Chile, a partir dos anos 1970; Espanha, desde 1982; Singapura e Coreia do Sul. “São todos países que ascenderam na escala da renda per capita e da competitividade internacional”, lembrou.
O Brasil, no entanto, historicamente mantém baixa presença do comércio exterior na composição do Produto Interno Bruto (PIB), ressaltou o secretário. “A nossa fatia do comércio internacional é ínfima: oscila de 0,9% a 1,2%, 1,3%. É muito pequeno para quem é a oitava economia do mundo”, alertou.
Mas o secretário especial ressaltou que a maior inserção do Brasil no comércio global exige a construção de soluções harmônicas, coerentes e com foco no futuro.
“Prefiro muito mais a expressão inserção competitiva do Brasil no comércio global do que simplesmente a ideia de abertura”, advertiu. “Se fosse assim, era fácil. Você jogava tarifas e cotas no chão e teria a estrada para o paraíso pavimentada. Mas não é assim. A abertura é um dos pontos de apoio de um projeto de inserção internacional”.
Marcos Troyjo destacou que além dos ajustes internos, é importante olhar com atenção a conjuntura internacional. Lembrou que há “um translado do meridiano geoeconômico do mundo do Atlântico para o Pacífico”, com a crescente importância das economias asiáticas, em especial, a China – que hoje é a segunda maior economia do mundo.
O secretário ressaltou que o Brasil e Estados Unidos são dois gigantes do continente americano e que vivem um momento profícuo para construir uma maior aproximação comercial. “Este é o momento de incrementar as relações comerciais com os Estados Unidos. O Brasil precisa voltar a ser um interlocutor, um importante parceiro comercial dessa economia que continuará durante muito tempo a ser o epicentro de todo o sistema econômico mundial”, afirmou Troyjo.
(*) Com informações do Ministério da Economia

https://www.comexdobrasil.com/governo-vai-promover-a-insercao-competitiva-do-brasil-no-comercio-global-diz-marcos-troyjo/

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019



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CNI aponta os acordos de livre comércio mais importantes a serem firmados pelo Brasil



Brasília – O governo brasileiro negocia atualmente pelo menos quatro importantes acordos de livre comércio, entre eles entre o Mercosul e a União Europeia, considerado o mais aguardado. Levantamento inédito da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que mais produtos brasileiros poderiam ser beneficiados se o país tivesse acordos com economias onde ainda não há nenhuma negociação em andamento.
É o caso, por exemplo, dos Estados Unidos (EUA). Segundo a entidade, há oportunidades em grupos de produtos de setores como alimentos, químicos, veículos automotores, madeira, couro e calçados.
Há vantagens em potencial também com a África do Sul e com países da América Central que fazem parte bloco regional Sistema de Integração Centro-Americana (Sica), formado por Belize, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá e República Dominicana. Ao todo, 134 grupos de produtos poderiam ser beneficiados. 
Nas economias com as quais o Brasil negocia diretamente, como Canadá, Coreia do Sul e a Associação Europeia de Comércio Livre (EFTA) – formada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein -, há oportunidades, mas elas são bem menores. Para chegar a esse resultado, a CNI cruzou os dados de sete estudos que tratam das oportunidades para as exportações brasileiras, com as tarifas cobradas dos produtos nacionais que poderiam ser reduzidas ou zeradas em um acordo comercial.
“Não é que deve haver uma reorientação das atuações negociações, mas é preciso abrir novas negociações de acordos comerciais, porque o estudo mostra que temos mais oportunidades com países com os quais ainda não estamos negociando”, explica Diego Bonomo, gerente executivo de Assuntos Internacionais da CNI.
Para se ter uma ideia, dos 134 grupos de produtos brasileiros exportados para os EUA, 70 enfrentam altas tarifas de importação, como o imposto cobrado sobre fumo (77,8%), veículos (25%), carne bovina (10,9%), partes de calçados (9,%) e polietileno (6,5%). No caso EFTA, bloco com o qual o Brasil já negocia um acordo, o número de produtos que enfrentam tarifas de importação é menor, cerca de 39. 
“Mais negociações em andamento fazem com que os países queiram competir entre si pelo acesso preferencial ao mercado brasileiro. Você não cria nenhum estímulo para o europeu fechar uma negociação, por exemplo, se ele não se sente ameaçado por outro país, como os EUA e o Japão, que também poderiam estar negociando com o Brasil. É o que as grandes potências fazem, elas estabelecem essa dinâmica de negociar vários acordos ao mesmo tempo”, argumenta Bonomo, da CNI.
Prioridade 
A principal região do mundo a ser explorada pelo país, defende Diego Bonomo, são as Américas, onde o Brasil mantém acordos apenas com os vizinhos mais próximos. “Praticamente existe uma área de livre comércio na América do Sul, onde o Brasil tem acordos com praticamente todos os países, mas não há nenhum acordo com a América Central nem com os três da América do Norte (México, EUA e Canadá). É a região onde a indústria brasileira tem mais oportunidades no momento”, afirma.
No caso da América Central, um acordo do Brasil com o Sica poderia reduzir ou eliminar barreiras tarifárias para 80 produtos brasileiros, que enfrentam altos impostos, como móveis de madeira (15%), açúcar de cana (144%), couros (15%), ladrilhos de cerâmica (10%) e papel (7,3%).
Trata-se de uma região com oportunidades maiores do que a Coreia do Sul, país que atualmente negocia um acordo com o Brasil, mas onde um número menor de 26 grupos de produtos enfrentam tarifas de importação.
Alternativas
Fora das Américas, um país com grande potencial para a indústria brasileira seria a África do Sul, maior economia do Continente Africano. “Nosso acordo com eles é muito pequeno. Sabemos que eles têm receio de negociar com o Brasil por causa da competitividade na nossa agricultura e da indústria, mas um acordo seria a primeira âncora mais forte no continente, onde o Brasil só tem acordo com o Egito”.
Para contornar a resistência de países emergentes, como a África do Sul e o México, Diego Bonomo sugere a possibilidade de acordos que englobem uma gama maior de produtos. “Não precisa ser necessariamente um acordo de livre comércio, podendo deixar setores mais sensíveis de fora, mas é possível ampliar bastante as oportunidades”, ressalta. 
No caso do Japão, de 50 grupos de produtos brasileiros, em 21 deles o exportador enfrenta tarifas de importação. Exemplos de produtos e o percentual do imposto de importação cobrado são: carne suína (48,3%), couros (14%), álcool etílico (8%), ácido glutâmico e seus sais (5,2%) e ferroligas (2,5%). Bonomo acredita que o país asiático, um das economias mais desenvolvidas do mundo, estaria mais aberta a negociar com o novo governo brasileiro.
“O Japão é muito defensivo na questão agrícola, nem tanto com o Brasil, mas com outros países sul-americanos, principalmente por causa da exportação do arroz, produto que tem valor cultural forte para eles e por isso sofre barreiras de importação. Mas o governo brasileiro já sinalizou que quer e o Japão está interessado em se aproximar do governo”, avalia. 
Canadá e União Europeia
O acordo com a União Europeia já está concluído em 95%, mas ainda depende de um movimento do bloco europeu em torno de uma oferta agrícola mais favorável para os países do Mercosul, afirma Diego Bonomo. “Se o acordo com a União Europeia avançar, com o EFTA também avança”.  
Em curto prazo, no entanto, o acordo que tem mais chance de sair seria com o Canadá. Ao menos 17 grupos poderiam ser beneficiados com esse acordo, como trigo, produtos de carne, calçados, lápis e automóveis. “Eu acho que o Canadá seria um bom acordo para fechar este ano, porque seria o primeiro acordo com uma economia desenvolvida e uma sinalização para a União Europeia, para deslanchar de vez”, conclui.
(*) Com informações da Agência Brasil

https://www.comexdobrasil.com/cni-aponta-os-acordos-de-livre-comercio-mais-importantes-a-serem-firmados-pelo-brasil/

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Secretário Carlos Da Costa visita campus do Inmetro
















O secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos Da Costa, conheceu, nesta quarta-feira (30/1), as instalações do Inmetro no Campus de Laboratórios, em Xerém. Esta foi a primeira visita do secretário à autarquia, vinculada à sua pasta, que integra a estrutura do Ministério da Economia. Recebido pela presidente do Instituto, Angela Flores Furtado, o secretário apresentou a estrutura e a missão da Sepec ao corpo funcional. Na sequência, visitou alguns dos laboratórios preparados para oferecer soluções ao setor produtivo.
"O Inmetro é uma instituição respeitável, uma das marcas mais valiosas do Governo hoje. Traz nela confiança, um conceito de enorme valor no mundo moderno, assim como padrões e rastreabilidade", afirmou o secretário, ressaltando que produtividade e competitividade estão diretamente relacionadas às atividades do Instituto.
Ao abordar a sofisticação da produção e os avanços tecnológicos, Carlos Da Costa destacou que o mundo do futuro será marcado pela intangibilidade e citou que 75% do valor das 500 empresas mais valiosas dos Estados Unidos (S&P 500) são intangíveis.
"O intangível não é facilmente verificável. Em áreas como a cibersegurança, quanto maior a dificuldade em se aferir a incerteza, maior a necessidade de confiança", disse. "Isso aumenta a relevância do Inmetro e viabiliza outros modelos de negócio para a Instituição."
Ao se dirigir ao corpo funcional sobre a escolha da presidente Angela Flores Furtado para o cargo, o secretário destacou que a indicação atendeu a rigorosos critérios técnicos, uma demanda da sociedade.
"Temos um caminho extraordinário para o Inmetro, que passa por estratégia, inovação, modelos de negócio e investimento", disse. "Precisamos, agora, de um direcionamento novo, claro, moderno e efetivo, para que essa marca continue orgulhando a todos. Tenho confiança total em vocês e na presidente Angela."
À tarde, a presidente Angela Flores Furtado e Claudio Vilar Furtado, indicado para presidir o INPI, foram apresentados à imprensa pelo secretário Carlos Da Costa.
Visita aos laboratórios
Após sua apresentação, Carlos Da Costa esteve no Laboratório de Análise Orgânica, da Divisão de Metrologia Química e Térmica, onde conheceu alguns dos materiais de referência certificados (MRC) desenvolvidos pelo Inmetro. Utilizados para garantir rastreabilidade, comparabilidade e confiabilidade dos resultados de medições em química, os MRCs constituem ferramentas estratégicas para o setor produtivo e laboratórios acreditados.
Entre outros, foram apresentados MRCs para análise de emissões veiculares, usados pela indústria automotiva em ensaios de análise de gases poluentes; de gás natural; e de etanol em água, voltados para a calibração de etilômetros (bafômetros) em todo o País. O oferecimento de MRCs desenvolvidos pelo Inmetro reduz custos das empresas com importação e contribui para a competitividade e a soberania nacional.
Em seguida, Da Costa visitou o Núcleo de Laboratórios de Microscopia, um dos maiores parques de microscopia eletrônica da América Latina, onde foram apresentadas pesquisas de ponta desenvolvidas no campo da nanometrologia. Conheceu equipamentos como o microscópio eletrônico de transmissão de alta resolução Titan, capaz de realizar caracterização de materiais na escala atômica.
Centro de excelência para estudo do grafeno, o Inmetro vem atuando para apoiar a indústria nacional no desenvolvimento de novos produtos à base do material. Estudos em nanotecnologia conduzidos em parceria com o setor produtivo nos segmentos têxtil, de cosméticos, farmacêutica e de petróleo e gás também foram apresentados.

http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3802-secretario-carlos-da-costa-visita-campus-do-inmetro

Segunda semana de janeiro tem superávit de US$ 1,766 bilhão na balança comercial brasileira








Segunda semana de janeiro tem superávit de US$ 1,766 bilhão na balança comercial brasileira
14 de janeiro de 2019
No mês, saldo do comércio exterior do país já é positivo em US$ 3,611 bilhões
Na segunda semana de janeiro, a balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 1,766 bilhão. Este foi o resultado das exportações no valor de US$ 5,406 bilhões, menos as importações registradas no período, que foram de US$ 3,640 bilhões. No mês, as vendas externas somam US$ 9,224 bilhões e as compras no exterior chegam a US$ 5,613 bilhões, com saldo positivo de US$ 3,611 bilhões.
A média das exportações da segunda semana chegou a US$ 1,081 bilhão, o que representa 15,1% menos que a média de US$ 1,273 da primeira semana, em razão da queda nas exportações de produtos básicos (-45,2%, por conta de petróleo em bruto, minério de ferro, farelo de soja, minério de cobre, carnes de frango e bovina, fumo em folhas) e de semimanufaturados (-23,7%, em razão de ferro-ligas, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, produtos semimanufaturados de ferro ou aço, catodos de cobre, açúcar em bruto).
Por outro lado, cresceram as vendas de produtos manufaturados (46,1%, por conta, principalmente, de plataforma de extração de petróleo, máquinas e aparelhos para terraplanagem, tubos flexíveis de ferro ou aço, tubos de ferro fundido, suco de laranja não congelado, óleos combustíveis).
Nas importações, houve crescimento de 10,7%, sobre igual período comparativo (média da segunda semana, US$ 728 milhões sobre a média da primeira semana, US$ 657,7 milhões), explicado, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos mecânicos, automóveis e partes, adubos e fertilizantes, borracha, plásticos e obras.
Mês
Nas exportações, comparadas as médias até a segunda semana de janeiro de 2019 (US$ 1,153 bilhão) com a média de janeiro de 2018 (US$ 774 milhões), houve crescimento de 49% em razão do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (67,6%, por conta de plataforma de extração de petróleo, aviões, gasolina, laminados planos de ferro ou aço, óleos combustíveis, veículos de carga), básicos (49,2%, por conta, principalmente, de petróleo em bruto, minério de ferro, milho em grão, soja em grão, farelo de soja, algodão em bruto) e semimanufaturados (29,6%, em função de produtos semimanufaturados de ferro ou aço, celulose, ouro em formas semimanufaturadas, ferro-ligas, catodos de cobre, ferro fundido). 
Em relação a dezembro de 2018, houve crescimento de 17,9%, em virtude do aumento nas vendas das três categorias de produtos: manufaturados (36,7%), semimanufaturados (16,5%) e básicos (4,6%).  Nas importações, a média diária até a segunda semana de janeiro de 2019 (US$ 701,7 milhões) ficou 8,7% acima da média de janeiro de 2018 (US$ 645,6 milhões). Aumentaram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (67,8%), alumínio e suas obras (42,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (31,4%), plásticos e obras (20,3%) e equipamentos eletroeletrônicos (11,8%).  Sobre dezembro de 2018, as importações cresceram 8,6% em função de equipamentos eletroeletrônicos (52,9%), plásticos e obras (47,7%), químicos orgânicos e inorgânicos (36,9%), veículos automóveis e partes (13,2%) e equipamentos mecânicos (12%).
Ministério da Economia

http://www.investexportbrasil.gov.br/segunda-semana-de-janeiro-tem-superavit-de-us-1766-bilhao-na-balanca-comercial-brasileira

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

MAPA abre inscrições para feiras internacionais















O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) abriu nesta quinta-feira (31) as inscrições para empresas e entidades interessadas em participar das feiras internacionais de bebidas e alimentos que ocorrerão neste ano em diferentes países. O objetivo do ministério é organizar em parceria com o Ministério de Relações Exteriores missões comerciais para atrair Investimentos Estrangeiros Diretos (IED) e promover o desenvolvimento do agronegócio nacional.
A programação internacional de 2019 inclui as seguintes feiras:
A seleção das empresas e entidades interessadas em participar das missões e serem expositoras nas feiras está sendo realizada no Mapa por meio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais. Os eventos internacionais são considerados plataformas estratégicas para ampliar a visibilidade dos produtos brasileiros e promover contatos.
Nesses eventos vários atores do mercado externo se reúnem em um mesmo ambiente, permitindo a redução de custos de promoção transacionais. Além disso, os eventos representam oportunidade para aprofundar o conhecimento sobre o mercado-alvo, tendências e estratégias dos concorrentes.

Inscrições 
Em todos os eventos, o Mapa e o MRE são responsáveis pelos custos de contratação de espaço na feira, apoio de recepcionistas bilíngues e confecção do catálogo do Pavilhão Brasil. Cada empresa participante fica responsável pelas despesas de passagens aéreas, hospedagem e alimentação, além da inscrição junto ao promotor do evento. O candidato também deve aceitar os Termos e Condições de Participação.
As empresas e entidades interessadas em integrar as missões comerciais devem acessar o site Participar de feiras de agronegócio, no Portal de Serviços do Governo Federal.
Na página, o interessado deve seguir três etapas para identificação, criação de uma conta e preenchimento de formulário do processo seletivo da feira que tem interesse.
A inscrição no processo seletivo não garante a participação na missão comercial, serve apenas para manifestar o interesse do inscrito no processo de seleção. O resultado da seleção será enviado às instituições por e-mail.

Saiba mais sobre as características e os prazos de inscrição de cada evento:

Mais informações à imprensa:
Coordenação-geral de Comunicação Social
imprensa@agricultura.gov.br
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa

http://www.investexportbrasil.gov.br/mapa-abre-inscricoes-para-feiras-internacionais