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terça-feira, 16 de abril de 2019


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 — em São Paulo.

Comércio exterior carece de planos e projetos de incentivo às exportações, diz CEO da M2Trade



Da Redação
Brasília – Planos e projetos governamentais ineficazes de incentivo às exportações, câmbio desvalorizado, acima de tudo, o chamado “Custo Brasil” somados à inexistência de uma cultura exportadora no País são fatores decisivos para a posição 27ª. posição ocupada pelo Brasil no ranking dos maiores exportadores mundiais. Em resumo, essa é a análise do atual momento do comércio exterior brasileiro feita por Michelle Fernandes, CEO da M2Trade.
Em entrevista ao Comexdobrasil.com, Michelle Fernandes abordou os principais problemas que afetam o comércio brasileiro, defendeu a necessidade de criação de um plano para aumento das exportações diferente dos existentes, criticou a decisão do governo de São Paulo ao anunciar a criação de um escritório comercial do estado na China lembrando que “São Paulo está muito à frente do Brasil, mas ainda faz parte do Brasil”. Ela também criticou a falta de estímulos e de apoio para que o pequeno e médio empresários tomem a iniciativa e se adequam para se tornarem exportadores.
Abaixo a íntegra da entrevista da especialista em Comércio Exterior:
Levantamento feito pela OMC revela que o Brasil caiu para a 27a. posição no ranking dos maiores exportadores do mundo. Em 2016 o Brasil ocupava a 25a posição. Como justificar o fato de um país que figura entre as dez maiores economias do planeta ocupe lugar tão irrelevante entre os maiores players do comércio internacional?
Existem vários pontos a serem analisados.  Na minha opinião, o primeiro da lista é o Custo Brasil, que são todos os custos que envolvem a mercadoria, desde a produção até a logística para envio da mesma para o exterior.
Em segundo lugar, temos a burocracia nos processos. Existe no Brasil uma dificuldade de criar processos seguros sem que aumente a burocracia. Nossa esperança, como iniciativa privada, é que com as novas mudanças sistêmicas, já em vigor, e a reformulação na Receita Federal, aconteça alguma melhora neste sentido.
Outra questão também importante é que os planos e projetos do governo para incentivo à exportação não são eficazes. Não falam a linguagem do pequeno e médio exportador. As ações não tem como foco atendimentos personalizados, fato que abre caminho e justifica a iniciativa privada fornecer esse serviço.
Por último, eu sempre costumo dizer que o câmbio com o real desvalorizado, muitas vezes se torna um empecilho para as exportações. Muitas mercadorias destinadas a exportação usam matéria-prima importada. Ou seja, a matéria-prima será importada a um alto custo devido ao câmbio, porém entrará no custo da mercadoria a ser exportada. Isso gera uma perda no lucro pelo fator cambial na compra.   Será exportada a um excelente câmbio, porém perde na importação da matéria-prima para que ela seja fabricada.
Em curto e médio prazos, o que o governo brasileiro e a iniciativa privada deveriam fazer para conduzir o Brasil a uma posição entre os maiores exportadores mundiais mais condizentes com o peso e a relevância da economia brasileira?
Criar um plano para aumento das exportações diferente dos existentes. O brasileiro deve ser olhado como brasileiro. Modelos que são sucesso na Europa não servem para nós. Existe uma grande deficiência na linguagem, na comunicação para os pequenos e médios empresários.   Não adianta criar processos em “linha de produção”, criar sistemas para atendimento.  Devemos pegar como base o significado da palavra “fomento”. Fomentar é estimular, não é aguardar o pequeno e médio empresário tomar iniciativa e se adequar para que se torne um exportador.
Países como o México (12o. lugar no ranking), Espanha (17o), Arábia Saudita (21o.), Polônia (22o. lugar) e Austrália (23o. lugar) alcançaram posição superior à do Brasil no ranking da OMC. Todos eles possuem economias com dimensões e relevância inferiores à brasileira. O que faz com que esses e outros países exportem bem mais que o Brasil?
Acredito que seja por questões culturais.  Apesar da nossa relevância econômica e territorial, não temos a cultura exportadora desses países.
A imprensa internacional costuma se referir ao Brasil como um “gigante econômico” e um “pigmeu do comércio internacional”. Como você vê esse tipo de comentário?
Vejo com tristeza pois o Brasil tem um potencial enorme, que todos nós conhecemos. Mas, infelizmente, ainda não tem grande expressão no comércio internacional. A cultura no Brasil deve ser mudada. A política cambial, fiscal e tributária devem ser conduzidas e orientadas para o mundo global. Precisamos pensar de maneira macro.
O governador João Doria anunciou ontem a abertura de um escritório comercial do estado de São Paulo em Xangai e afirmou que outros escritórios serão abertos pelo seu governo na China e em outros países. Qual é sua avaliação sobre essa iniciativa do governador?
Eu acho excelente para o estado de SP, mas o Brasil é formado pela Bahia, por Rondônia, por Pernambuco, por Minas…  Essas ações devem partir do governo federal, não pode ser uma ação isolada de um único estado. São Paulo está muito a frente do Brasil, costumo dizer isso, mas ainda faz parte do Brasil. Essas atribuições são do Ministro das Relações Exteriores e do nosso corpo diplomático, que estão ou deveriam estar capacitados e não no papel atribuído ao cargo de governador.
A criação do escritório de São Paulo não colide com a existência de um órgão semelhante da Apex-Brasil na cidade de Xangai? Os dois escritórios encontrarão alguma maneira de trabalharem em coordenação ou podem se tornar competidores?
A imagem que passa é de competição. Um órgão do governo e outro de um estado, passa para o país no qual estão instalado de que o governamental não funciona. Porém, sendo esse o caso, deve ser cobrado e pressionado para que funcione.
Qual é sua avaliação acerca do trabalho realizado pela Apex no governo de Jair Bolsonaro em prol do aumento das exportações e atração de investimentos para o Brasil? 
Sempre gostei do trabalho da Apex-Brasil, eles fazem um trabalho muito bom em feiras internacionais e missões comerciais, mas vejo nitidamente a dificuldade no atendimento a pequenas e médias empresas.

https://www.comexdobrasil.com/comercio-exterior-carece-de-planos-e-projetos-de-incentivo-as-exportacoes-diz-ceo-da-m2trade/

terça-feira, 9 de abril de 2019


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 — em São Paulo.


Ernesto Araújo defende relação com Israel e nega perda comercial com os países árabes



São Paulo – O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, disse hoje (8) que a aproximação do Brasil com Israel não vai trazer prejuízos para os negócios com os países árabes. Em visita ao país, no final de março, o presidente Jair Bolsonaro anunciou a abertura de um escritório de representação comercial em Jerusalém.
 “Não há nenhum indício de que a nossa aproximação com Israel redunde em perdas comerciais com os países árabes”, enfatizou durante palestra na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Na abertura do evento, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, ressaltou a necessidade de pluralidade nos parceiros comerciais do Brasil. “É fundamental um bom relacionamento com os Estados Unidos e com Israel, mas também com os países árabes e o Mercosul”, disse.
“Nós temos conversado muito com os países árabes do Oriente Médio. Temos certeza absoluta que o relacionamento profundo com Israel não significa de forma nenhuma um menor relacionamento com esses países”, acrescentou o chanceler. Araújo disse que tem mantido conversas em especial com os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita.
“Vamos começar um projeto de, através dos Emirados, conseguir mais acesso ao mercado de produtos alimentícios da Índia. Um mercado muito difícil de acessar diretamente”, exemplificou sobre os projetos conjuntos que estão sendo estabelecidos com os países da região.
Irã
Segundo o ministro, o Brasil também deve manter boas relações com o Irã. “Nós temos um comércio importante com o Irã, queremos mantê-lo, ampliá-lo”, ressaltou. Ele ponderou, no entanto, que o papel do Estado persa é controverso. “Procurei muito ouvir os países que estão lá, que são vizinhos do Irã, e eles têm uma preocupação enorme com a atuação na região”, disse sobre as impressões durante a participação na Conferência Ministerial sobre Oriente Médio, que aconteceu em fevereiro, em Varsóvia, na Polônia.
Nesse contexto, o Brasil deve atuar, na visão de Araújo, de forma a evitar atritos no Oriente Médio. “O Brasil quer contribuir para a paz, para a estabilidade lá. Achamos que a nossa aproximação com os países árabes pode contribuir com isso. Nessa aproximação é importante que nós conheçamos a visão de mundo deles e quais são as preocupações deles”, destacou.

(*) Com informações da Agência Brasil

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Escritório Comercial em Xangai fará São Paulo “se abrir para o mundo”, diz secretário



Brasília – “São Paulo quer se abrir para o mundo”. A afirmação foi feita pelo secretário de Relações Internacionais do governo do estado, Júlio Serson, ao informar que o governador João Doria visitará a China de 3 a 10 de agosto para a abertura do Escritório Comercial de São Paulo em Xangai e para uma missão que tem entre outros objetivos a atração de investimentos e apresentação do Plano de Desestatização do Estado, que incluí privatizações, concessões, parcerias público-privadas para rodovias, portos, e programas de desenvolvimento agrícola. aeroportos regionais.  O secretário não deixou dúvida de que, no futuro, outros escritórios poderão ser criados não apenas na China, mas também em outros países.
Segundo Julio Serson, “a iniciativa para inauguração do Escritório Comercial em Xangai é inédita e temos certeza de que trará oportunidades importantes para ampliar os investimentos no estado. O governador João Doria entende a importância de nos aproximarmos da China, um dos mercados mais dinâmicos do mundo e um dos principais parceiros comerciais de São Paulo”.
Em entrevista exclusiva ao portal Comexdobrasil.com, por email, o secretário Julio Serson afirmou que “o objetivo é termos escritórios comerciais em outras cidades chinesas, visto a importância do país, mas ainda não existe um cronograma e nada iniciado neste sentido. Por ora, vamos focar nessa ação pioneira que vamos trabalhar para que seja um modelo importante até para a implementação de outros escritórios. Mas esse não é o objetivo principal. Precisávamos dar o primeiro passo e foi o que fizemos”.
O secretário citou declaração do governador Doria, ao anunciar a criação do Escritório em Xangai: “não damos prioridade para ninguém; damos oportunidade. São Paulo tem um leque bastante diversificado de opções de investimento e isso precisa ser conhecido e é  exatamente com essa mentalidade que trabalhamos”.
Grande “player” do comércio internacional
O projeto do governador João Doria em matéria de comércio exterior tem, entre outros objetivos, fazer do estado um “player” relevante no comércio internacional, conforme destacou Julio Serson: “queremos mostrar essa oportunidades para os Brics, mas também para os mercados dos Estados Unidos, União Europeia, Mercosul. Importar, exportar, transacionar, é isso que queremos. As nações mais ricas ao longo dos tempos são aquelas que entenderam a lógica de intenso comércio, que nos interessa fortemente. Estamos vivendo uma nova etapa de governança e se o modelo de escritório comercial em Xangar se provar funamental para o estado, aí sim, essa ação será estendida para outras cidades do mundo”.
Na avaliação do secretário Julio Serson, o governador João Doria foi eleito, entre outros motivos, para “modernizar o estado, fazer política externa como ferramenta de política econômica, visar o benefício da população paulista. Queremos nos tornar referência, conquistar a confiança do mundo em múltiplas áreas. Se o governo federal tem essa mesma visão, minha avaliação é que eles estão no caminho certo”.
O Escritório e a Apex-Brasil
Julio Serson descarta a possibilidade de conflito de interesse ou de superposição de ações entre o futuro escritório em Xangai e a Agência de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), que tem um escritório de comercial em Pequim. Segundo ele, “o Escritório Comercial em Xangai vai tratar dos assuntos exclusivos do estado de São Paulo, uma ação que chega para somar, não dividir”.
Ele também rejeitou, enfaticamente, a possibilidade de a criação do escritório na capital dos negócios da China possa ser interpretada como prova de insatisfação com o trabalho realizado pela Apex-Brasil: “a criação do escritório de São Paulo em Xangai não dá margem para interpretações. Temos um Plano de Desestatização importante, a China é um parceiro importante. Queremos nos aproximar e estreitar essa ligação. Acreditamos que podemos conquistar investidores para o estado. Esses investimentos vão melhorar a qualidade de nossos serviços e gerar emprego e renda para nossa população, esse é o foco”.

BNDES divulga dados sobre apoio a exportação de serviços de engenharia e bens associados



Brasilia – A iniciativa do BNDES “Aqui você tem transparência” publicou na última sexta-feira (5), em seu portal na Internet, uma seção com informações mais claras sobre os financiamentos do Banco para exportações de serviços de engenharia e bens associados e duas novidades: o saldo devedor por país e o valor em aberto (soma das indenizações pagas pelo Fundo de Garantia à Exportação – FGE e das prestações em aberto) por país em março de 2019, em dólares.
Nessa nova seção, estão apresentados de forma clara e detalhada os valores liberados, saldos devedores e saldos em aberto por cada país, em uma tabela que mostra os principais destinos dos financiamentos para a comercialização de serviços e bens associados de empresas brasileiras no exterior, de 1998 a março de 2019.
Com a plataforma é fácil conhecer os principais destinos de exportações de serviços de engenharia e bens associados financiadas pelo BNDES nos últimos 20 anos, que são Angola (US$ 3,27 bilhões), Argentina (US$ 2 bilhões), Venezuela (US$ 1,5 bilhão) e República Dominicana (US$ 1,2 bilhão).
Gráficos
Um dos gráficos presentes na seção “Aqui tem Transparência” confirma que o FGE é superavitário, pois recebeu, desde sua criação, em 1998, até março de 2019, US$ 1,3 bilhão em prêmios (receita) e pagou US$ 546 milhões em indenizações (despesa), mesmo com os atrasos recentes. O saldo é positivo em US$ 754 milhões – diferença entre os prêmios e as indenizações.
A plataforma traz ainda dados inéditos que demonstram que o apoio à exportação de serviços de engenharia e bens associados representou, entre 2003 e março de 2019, apenas 1,3% do total desembolsado pelo BNDES, enquanto investimentos em infraestrutura no Brasil, no mesmo período, responderam por 36%.
No financiamento à exportação, o exportador brasileiro recebe os recursos em reais no Brasil após a comprovação das exportações brasileiras, e o devedor é o importador, ou seja: a empresa ou país estrangeiro que compra o serviço e o bem associado.
Clique aqui para acessar a página.
(*) Com informações do BNDES


quarta-feira, 3 de abril de 2019



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Governador João Doria anuncia abertura de escritório comercial de São Paulo na China



São Paulo – O governador do estado de São Paulo, João Doria. anunciou nesta terça-feira (2) a abertura de um escritório comercial na província chinesa de Shangai. O anúncio foi feito após encontro com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, e a delegação do consulado chinês no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
De 3 a 10 de agosto deste ano, uma comissão vai à China, passando por Pequim e terminado em Shangai, na inauguração do escritório, que, segundo o governo, tem o objetivo de facilitar a promoção do comércio, investimentos e o intercâmbio em áreas diversas como agronegócio, infraestrutura e transportes. Este será o primeiro escritório comercial do estado fora do país e, segundo o governo, a expectativa é que a iniciativa seja ampliada para outras cidades chinesas.
“Shangai é a capital dos negócios da China. Hoje, estabelecemos os acordos de cooperação, que serão assinados em agosto, na China, com as seguintes áreas: agronegócios, tecnologia, infraestrutura, logística e transportes, saúde, desenvolvimento econômico, energia e turismo”, disse Doria. Os acordos de cooperação serão assinados durante a viagem, em agosto.
“O Brasil é um importante parceiro para a China e está em tempo importante de desenvolvimento econômico e político. O estado de São Paulo desempenha sempre um papel importante econômico e social no país. Estamos dispostos a trabalhar junto com o governo do Brasil e com o governador [Doria] para ampliar as cooperações de São Paulo com a China”, disse o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming.
Privatizações
“Levaremos também os programas de desestatização do Governo do Estado de São Paulo, todos aqueles que forem pertinentes para as áreas de ferrovias, rodovias, aeroportos, portos e programas de desenvolvimento agrícola”, disse Doria. Entre os potenciais investidores, estão bancos estatais, bancos paraestatais, investidores governamentais e investidores privados.
A ideia do governo estadual é também atrair investidores para os projetos de privatização em São Paulo, incluindo o Porto de São Sebastião. “O Porto de São Sebastião pertence ao governo do estado e ele será privatizado, já é uma decisão sob controle e coordenação do secretário Henrique Meirelles e do nosso vice-governador e secretário de governo, Rodrigo Garcia. Está dentro do nosso programa das 220 áreas de desestatização”, afirmou.
“A China é o principal parceiro comercial do Brasil. Tudo indica que o investimento da China no Brasil ao longo dos próximos anos deverá crescer de maneira substantiva especificamente em São Paulo, que já é o principal destino de investimentos chineses no Brasil, em vários setores.
Nos próximos meses, nós vamos inclusive anunciar novos investimentos de indústrias chinesas no estado de São Paulo”, ressaltou o governador.
Questionado sobre o posicionamento do governo estadual em relação ao Porto de Santos, que é federal, Doria disse que é “amplamente favorável à privatização”, alegando que atualmente o maior porto brasileiro opera defasado diante dos padrões internacionais.
“Eu tratei desse assunto com o ministro Tarcísio Gomes de Freitas, da Infraestrutura, que me disse que, para o segundo semestre, o assunto será colocado em pauta pelo governo. Eu apenas antecipei a ele e ao presidente Jair Bolsonaro, em reuniões em Brasília, que a posição do governo de São Paulo é fortemente favorável à privatização do Porto de Santos”, disse o governador.

(*) Com informações da Agência Brasil

terça-feira, 2 de abril de 2019

Escritório em Jerusalém aponta a desequilíbrio nas relações, diz presidente da Câmara Árabe



São Paulo – O presidente da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, Rubens Hannun, disse nesta segunda-feira (01) que ainda é cedo para avaliar qual será o impacto nas relações econômicas e comercias do Brasil com os países árabes da decisão do governo Jair Bolsonaro de abrir um escritório comercial em Jerusalém para fomentar negócios com Israel. Ele acrescentou, porém, que a iniciativa aponta para um desequilíbrio no tratamento que o País dá para Israel e Palestina.
“Como país atuante no comércio internacional e uma das dez maiores economias do mundo, o Brasil tem que abrir escritórios comerciais onde estão os negócios, mas esta decisão não deixa de apontar para um desequilíbrio nas relações”, disse Hannun. “Para ter equilíbrio, o governo poderia anunciar escritórios também nos países árabes, inclusive na Palestina”, acrescentou.
Em visita a Israel neste domingo (31), Bolsonaro anunciou a abertura de um escritório em Jerusalém para incentivar o comércio, os investimentos e a troca de experiências em áreas como inovação, ciência e tecnologia. Na campanha eleitoral e após ser eleito, em outubro de 2018, ele havia dito que iria mudar a embaixada do Brasil de Tel Aviv para Jerusalém, reconhecendo a cidade como capital de Israel.
Desde que assumiu a Presidência, no entanto, Bolsonaro recuou e disse que a decisão de mudança ainda não estava tomada, e na visita a Israel anunciou a abertura do escritório. Mesmo sem ter oficialmente caráter diplomático, a iniciativa do escritório foi recebida negativamente por autoridades e diplomatas palestinos.
Para Hannun, a abertura de escritórios comerciais do Brasil em outros países não é algo negativo – a própria Câmara Árabe adota esta prática em sua estratégia de internacionalização, sendo que a primeira base da entidade no exterior foi inaugurada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, no mês de fevereiro. Pender para um lado no conflito entre israelenses e palestinos, no entanto, é desaconselhável.
Ele não espera um impacto negativo imediato nos negócios com as nações árabes, mas avalia que isso pode ocorrer ao longo do tempo. “Isso pode começar a abrir as portas para nossos concorrentes [no mercado árabe], pois mexe com um tema muito sensível e que dá um sinal que o equilíbrio [do Brasil na questão Israel/Palestina] está pendendo para um lado”, afirmou. “Não deixa de ser um ruído, [o governo] tomou uma medida que não aponta para a neutralidade que o Brasil sempre teve”, declarou.
Hannun destacou que a Câmara Árabe manterá contatos constantes com os embaixadores árabes no Brasil, com a União das Câmaras Árabes de Comércio e com a Liga Árabe para avaliar a questão.
(*) Com informações da ANBA




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