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segunda-feira, 16 de julho de 2018

China e União Europeia concordam em promover multilateralismo e apoiar livre comércio
















Beijing – A China e a União Europeia (UE) concordaram nesta segunda-feira (16)  em trabalhar conjuntamente para proteger a ordem internacional baseada em regras, promover o multilateralismo e apoiar o livre comércio.
O acordo foi alcançado durante a 20ª reunião dos líderes China-UE, que foi copresidida pelo primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, e pelo presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.
A China e a UE, como duas das principais forças e economias do mundo, têm a responsabilidade conjunta de proteger a ordem internacional baseada em regras, defender o multilateralismo, apoiar o livre comércio e promover a paz, a estabilidade e o desenvolvimento mundiais na atual situação internacional, disse um comunicado da reunião.
(*) Com informações da Agência Xinhua

https://www.comexdobrasil.com/china-e-uniao-europeia-concordam-em-promover-multilateralismo-e-apoiar-livre-comercio/

quarta-feira, 11 de julho de 2018



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CNI propõe a candidatos nova estrutura para o comércio exterior e fortalecimento do MDIC


















Brasília – A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia que a gestão do comércio exterior brasileiro é fragmentada, descoordenada e alvo constante de disputas internas, o que prejudica a inserção internacional das empresas brasileiras. Na proposta “Governança do Comércio Exterior: aperfeiçoamento de instituições e competências”, a CNI defende que a estrutura do novo governo se aproxime daquela das maiores economias do mundo. O documento faz parte do conjunto de 43 propostas sobre temas estratégicos entregues aos candidatos à presidência da República pela Confederação.
O setor industrial propõe modificar a estrutura atual para alterar, aperfeiçoar e ampliar as competências do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), da Câmara de Comércio Exterior (Camex) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).
Segundo o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, nesse esforço, o passo principal é separar, com clareza, os processos de formulação daqueles de execução da política comercial. A formulação é uma etapa estratégica, que requer a tomada de decisão política, mesmo que amparada em recomendações técnicas. A execução é uma etapa operacional, essencialmente de caráter técnico.
Nenhuma grande economia do mundo participa do comércio internacional sem ter uma boa coordenação entre os órgãos de governo e sem um Ministério do Comércio Exterior forte e atuante. Por isso, defendemos que a Camex seja reforçada, para desempenhar o papel de coordenação, e que o MDIC tenha mais instrumentos para liderar a política comercial do Brasil”, diz Robson Braga de Andrade.
Para reforçar o papel do MDIC, a CNI defende ampliar a atuação do ministério dentro do país, por meio do estabelecimento de escritórios regionais, e no exterior, com a criação da função do Adido de Indústria e Comércio em mercados estratégicos para a indústria. Além disso, a Confederação propõe que a Apex-Brasil volte a ser vinculada ao MDIC.
“O principal agente da política comercial é o empresário. É ele quem emprega, produz e exporta. Por isso, a Apex-Brasil precisa ser vinculada ao Ministério do Comércio Exterior, pois sua função é fomentar a atividade empresarial, em sintonia com as prioridades do setor produtivo”, afirma Robson Braga de Andrade.
O Brasil é uma das dez maiores economias do mundo, mas o país tem participação no comércio internacional inferior a 2% e acordos comerciais com países e blocos que representam menos de 10% do fluxo mundial de bens. Além disso, não aparece nem entre os 20 primeiros exportadores e importadores mundiais.
Câmara de Comércio Exterior mais forte
A Camex é o órgão formulador da política comercial. Desta forma, a CNI defende que a equipe da Camex seja ampliada, com funcionários sênior e multidisciplinares, e o secretário-executivo indicado pelo presidente da República. Também propõe a redução de nove para seis no número de ministérios que fazem parte da CAMEX. Para a entidade, só devem fazer parte da Câmara os ministérios que têm envolvimento direto com os temas de comércio exterior, como MDIC, MAPA e Itamaraty.
Além disso, é fundamental garantir a ampla e frequente participação do setor privado. Dos quatro comitês temáticos que subsidiam os ministros da Camex, o setor privado só participa do Comitê Nacional da Facilitação de Comércio e do Comitê Nacional de Promoção Comercial. Está de fora dos comitês de Financiamento e Garantia das Exportações e de Investimentos.
Ministério do Comércio Exterior
A proposta da CNI é consolidar o MDIC como o principal órgão executor da política comercial. A proposta prevê que a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério passe a concentrar todas as atividades relacionadas à política comercial, atualmente espalhadas pelo órgão.
Para a CNI é importante que o Ministério do Comércio Exterior receba parte dos recursos arrecadados pelo Siscomex, atualmente sob a gestão da Receita Federal, para a modernização do comércio exterior. Parte da arrecadação é usada para atividades que não têm relação com o comércio exterior, como a manutenção dos Conselhos de Contribuintes e da Câmara Superior de Recursos Fiscais do Ministério da Fazenda.
Apex-Brasil assume toda promoção comerial
Na reorganização proposta pela CNI, as ações de promoção comercial e atração de investimentos realizadas pelo MDIC e pelo Ministério de Relações Exteriores (MRE) devem ser concentradas na Apex-Brasil. Assim, será possível eliminar as duplicidades e garantir maior coordenação entre os órgãos de governo.
No momento, as ações de promoção comercial e atração de investimentos são executadas pelo MDIC, MRE, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e até pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG). A CNI entende que se há uma agência destinada à promoção comercial, não há razão para os ministérios utilizarem seus escassos recursos humanos e financeiros em ações semelhantes.
Ações para o Brasil crescer mais e melhor
Os 43 documentos com propostas da CNI para o novo governo foram elaborados com base no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022, que aponta os caminhos para o Brasil construir, nos próximos quatro anos, uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional. Os estudos sugerem ações em áreas como eficiência do estado, segurança jurídica, infraestrutura, tributação, educação, meio ambiente, inovação, financiamento e segurança pública.
As propostas foram discutidas com os presidenciáveis durante o Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência da República, que reuniu cerca de 2 mil líderes empresariais no dia 4 de julho, em Brasília. A CNI apresenta as propostas da indústria aos presidenciáveis desde a eleição de 1994.
(*) Com informações da CNI

https://www.comexdobrasil.com/cni-propoe-a-candidatos-nova-estrutura-para-o-comercio-exterior-e-fortalecimento-do-mdic/

terça-feira, 3 de julho de 2018


O seguro de carga é sempre muito indicado aos clientes que operam em âmbito internacional, uma vez que a carga fica sob muito manuseio e percorre milhares de quilômetros. Além de existir o risco de acidentes envolvendo o meio de transporte, que quase sempre, danifica ou destrói a carga.

Nossa apólice de seguro tem cobertura que acompanha o Incoterm*, além de custos de operação e lucros cabíveis. É muito válido separar uma pequena quantia em cada operação e ter certeza que não terá custos ou prejuízos surpresas. 

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 — em  São Paulo.


Comércio internacional traz grandes oportunidades, apesar do protecionismo, diz ministro


















Rio de Janeiro – O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, participou, na manhã dessa sexta-feira (29), do Seminário “Competitividade com Foco na Exportação”, promovido pelo jornal O Globo em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), no Rio de Janeiro. O ministro destacou que, mesmo com o aumento do protecionismo no mundo, o comércio internacional mantém seu dinamismo e traz grandes oportunidades para 2018.
Marcos Jorge citou dados da Organização Mundial do Comércio que mostram que a exportação de 70 países, que juntos representam 90% do comércio internacional, aumentou 13% no primeiro quadrimestre de 2018, superando ao que foi registrado em 2017, com aumento de 10,1%.
No mesmo período, a exportação brasileira cresceu mais de 16%, ressaltou Marcos Jorge. “Estamos acima de importantes países como Canadá, México, Colômbia, Peru, Alemanha, França, África do Sul, Austrália e Índia. Esses números reforçam que o caminho traçado por nós está correto, apesar de ainda ter muito o que ser feito para o fortalecimento de nosso setor produtivo”, disse.
O presidente da Apex-Brasil, embaixador Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos, e o chanceler Aloysio Nunes, ministro das Relações Exteriores, também participaram do painel. Jaguaribe fez uma análise do ambiente de aumento de protecionismo no mundo, da atuação da diplomacia brasileira na defesa dos interesses econômicos do Brasil e deu destaque ao trabalho da Apex-Brasil, que vem sendo conduzido em três pilares: promoção comercial, atração de investimentos e internacionalização de empresas brasileiras.
O chanceler brasileiro, Aloysio Nunes Ferreira, salientou a necessidade de o Brasil dialogar com todas as nações e emitir sinais importantes na condução da sua política externa. “O Brasil tem superávit com a China e déficit com os EUA. Isso é bastante interessante e é fruto dessa política universalista”, disse.
O ministro Marcos Jorge ressaltou que a atuação do MDIC é guiada pela abertura comercial, o aumento da produtividade, da inovação e da excelência na formulação de políticas públicas. “Nossa meta é, cada vez mais, integrar o Brasil ao mundo, por meio da facilitação de comércio e da busca ambiciosa por melhor e maior acesso a mercados estrangeiros.” E destacou o trabalho desempenhado para atingir tal objetivo.
“Nos últimos dois anos, revisamos o posicionamento estratégico de nosso país no cenário global, com a retomada e o fortalecimento do diálogo com mais de 15 países, incluindo Estados Unidos, Argentina e China, os três maiores parceiros comerciais do Brasil”, afirmou. Marcos Jorge reforçou a conclusão do acordo de livre comércio com a União Europeia e a entrega, ainda em 2018, da última etapa do Portal Único de Comércio Exterior – que beneficiará diretamente cinco milhões de operações anuais de exportação de mais de 255 mil empresas.
PNCE
O Brasil tem hoje cerca de 25 mil exportadores de bens e 4% responderam por mais de 80% do valor exportado em 2017. O MDIC coordena nacionalmente o Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE), criado para ser uma ferramenta voltada à difusão da cultura exportadora e contribuir para a ampliação do número de empresas que exportam. “Para ampliarmos o número de exportadores é preciso ter uma rede de apoio, formada tanto por instituições públicas quanto privadas que atuem no fomento à venda de nossos produtos ao exterior”, afirmou o ministro.
O Plano conta com a participação de entidades nacionais, todos os governos estaduais e distrital, além de diversas instituições regionais. O principal papel do PNCE é organizar as ações desenvolvidas por essas instituições de modo que sejam executadas de forma harmônica e encadeadas, evitando duplicidades e sombreamentos, minimizando lacunas e otimizando os esforços. Atualmente, o PNCE está passando por uma reformulação de sua metodologia.
(*) Com informações do MDIC

segunda-feira, 18 de junho de 2018



"Temos o sonho de ver o exportador brasileiro produzindo cada vez mais mercadorias autênticas e de qualidade para competir no mercado internacional.​"

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 — em  Avenida Paulista.



Camex aprova antidumping para importações de aço com costura da Malásia, Tailândia e Vietnã
















Brasília  – A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou direito antidumping definitivo (por até 5 anos) às importações brasileiras de tubos com costura, de aço inoxidável originárias da Malásia, da Tailândia e do Vietnã.
O produto objeto da medida está classificado nos códigos 7306.40.00 e 7306.90.20 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e tem a seguinte descrição técnica: austenítico, dos graus 304 e 316, de seção circular, com diâmetro externo igual ou superior a 6 mm (1/4 polegadas) e não superior a 2.032 mm (80 polegadas), com espessura igual ou superior a 0,40 mm e igual ou inferior a 12,70 mm.
O direito antidumping será recolhido sob a forma de alíquota específica por tonelada, nos montantes especificados abaixo:
OrigemProdutor/ExportadorDireito Antidumping Definitivo
(US$/t)
MalásiaPantech Stainless & Alloy Industries Sdn Bhd367,56
Roland Gensteel Industrial (Malaysia) Sdn. Bhd740,02
Superinox Max Fittings Industry Sdn.Bhd740,02
Superinox Pipe Industry Sdn. Bhd.740,02
Demais740,02
TailândiaThai-German Products Public Co., Ltd.747,56
Viax International Co., Ltd.747,56
Eastern Metal Treinding Co., Ltd.747,56
Demais747,56
VietnãHoa Binh Production Trading Co., Ltd. (Inoxhoabinh Mill)888,27
Inox Hoa Binh Joint Stock Company (Inoxhoabinh Mill)888,27
Vinlong Stainless Steel (Vietnam) Co., Ltd.782,11
Oss Daiduong International Joint Stock Company806,14
Sonha International Corporation806,14
Sonha Ssp Vietnam Sole Member Co., Ltd.806,14
Tien Dat Trade Import & Export Company Limited806,14
Demais888,27
Os aços austeníticos são normalmente utilizados na indústria alimentícia, em aplicações criogênicas, ornamentais, aplicações em altas temperaturas, componentes náuticos, construção civil, equipamentos para indústrias químicas, petroquímicas, de açúcar e álcool, alimentícia, farmacêutica e de papel e celulose, baixelas e utensílios domésticos.
Veja aqui a Resolução Camex n°39
(*) Com informações do MDIC

https://www.comexdobrasil.com/camex-aprova-antidumping-para-importacoes-de-aco-com-costura-da-malasia-tailandia-e-vietna/

quinta-feira, 14 de junho de 2018



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Ministro Aloysio Nunes prevê assinatura do Acordo Mercosul-União Europeia antes das eleições
















Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, disse hoje (13) que o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia pode ser fechado antes das eleições. Em audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro reiterou que as negociações estão em andamento para eliminar alguns entraves entre os blocos.
O chanceler Aloysio Nunes, em audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara
O chanceler relatou que, de mais de 300 pontos de divergência entre o Mercosul e a União Europeia, restam cerca de 50. “Estamos pouco a pouco afastando os obstáculos. Já fizemos várias rodadas técnicas e encerramos na semana passada mais uma rodada de negociações. Eu tenho expectativa de que possamos concluir isso este ano, e o mais cedo possível, porque daqui a pouco haverá eleições na Europa e no Brasil.
Segundo Nunes, ainda estão pendentes algumas questões controversas no setor automotivo, na área de propriedade intelectual, em especial sobre regras de patentes de medicamentos, indicações geográficas e serviços marítimos. As regulações em torno das exportações de açúcar e carne, sobretudo depois da Operação Carne Fraca, também estão entre os temas “delicados”.
O ministro lembrou que o acordo, que está sendo negociado há 18 anos, foi retomado com intensidade nos últimos dois anos. Nunes disse que a conclusão do acordo foi postergada devido às grandes diferenças econômicas entre os dois blocos e ao protecionismo agrícola “agudo” de alguns países europeus.
Ele disse acreditar, no entanto, que o arquivamento do acordo entre a União Europeia e os Estados Unidos, por meio da Parceria Transatlântico, entre outros fatores, pode favorecer a aproximação do bloco europeu com a América do Sul.
Venezuela
Aloysio Nunes durante audiência pública na Câmara
Questionado pelos deputados sobre a posição do Itamaraty em relação à Venezuela, Nunes reiterou que o Brasil quer manter as relações diplomáticas com o país vizinho e atua para buscar uma solução pacífica que evite a exclusão dos venezuelanos de organismos multilaterais, como a Organização dos Estados Americanos (OEA).

O ministro lembrou que o assunto foi o mais polêmico entres os tratados em recente reunião da OEA. Na ocasião, o Brasil reforçou que defende o cumprimento dos princípios e compromissos assumidos por todos os países da região, incluindo a Venezuela, quando firmaram a carta de adesão à instituição, entre outros dispositivos internacionais de defesa da democracia representativa, como a Carta Democrática Interamericana.
“Não pode ter democracia, não é democrático o país, segundo a Carta Interamericana, em que não haja liberdade na organização partidária, não haja liberdade entre os poderes, não haja livre manifestação do pensamento, onde não funciona habeas corpus para barrar arbitrariedades do poder. É um compromisso que foi assumido [pela Venezuela] e, no nosso entender e no de muitos países, não está sendo cumprido”, afirmou Aloysio Nunes.
O ministro explicou que se forem frustradas todas as iniciativas de busca por “soluções dialogadas” para pôr fim à crise, o país pode ser definitivamente suspenso da organização. Nunes ressaltou que o Brasil só é favorável a qualquer tipo de intervenção se o país vizinho mantiver o impedimento da “conjugação de forças que permitam uma transição” no poder.
“O Brasil é contra qualquer tipo de intervenção. A nossa posição diz respeito apenas à observância escrupulosa dos compromissos inscritos tanto no Protocolo do Mercosul quanto na Carta da OEA. Consideramos que a saída para a situação difícil da Venezuela deve ser negociada, e de boa-fé, entre todos os atores políticos”, disse o ministro.
A previsão inicial do governo brasileiro era de anunciar o acordo durante a Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), realizada no fim do ano passado na Argentina, mas a conclusão das negociações foi adiada para este ano. O objetivo do acordo é reduzir as barreiras comerciais entre os 28 países da União Europeia e os quatro integrantes efetivos do Mercosul, Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, além dos países associados.
Organismos internacionais
Alysio Nunes também foi questionado por parlamentares sobre o risco de o Brasil perder o direito de voto em organismos internacionais, como a Organização das Nações Unidas (ONU), por causa do atraso no pagamento que deve ser feito às entidades para manter o direito de participação brasileira.
Segundo o chanceler, a situação realmente está “dramática” devido às restrições orçamentárias e ao acúmulo de déficits de anos anteriores. Contudo, o Itamaraty tem negociado com o Ministério do Planejamento a alocação mínima de recursos que permitam manter os serviços do Brasil no exterior e pagar “no limite” para garantir a participação brasileira nesses organismos.
(*) Com informações da Agência Brasil

https://www.comexdobrasil.com/ministro-aloysio-nunes-preve-assinatura-do-acordo-mercosul-uniao-europeia-antes-das-eleicoes/