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terça-feira, 19 de março de 2019


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 — em São Paulo.

Brasil e Portugal assinam memorando de cooperação para estimular as exportações


Rio de Janeiro – Os presidentes da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, e da Administração dos Portos de Sines e Algarves (APS), Luís Cacho, assinam nesta terça-feira (19), às 10h, no estande da Associação dos  Portos de Portugal (APP), na Intermodal, em São Paulo, Memorando de Cooperação e Entendimento com objetivo de complementar interesses na busca de uma melhor logística e redução de custos. O acordo visa aumentar a competitividade do comércio exterior brasileiro, em especial para o mercado da União Europeia.
Segundo Castro, o terminal tem posição estratégica como uma forma de entrada no mercado europeu, sendo importante para aumentar a competitividade das exportações brasileiras para aquele continente.
“É importante destacar que o porto tem cinco terminais, é o mais competitivo na costa atlântica, tem tarifas portuárias competitivas, além de contar com logística integrada (marítima, ferroviária e rodoviária), condições que facilitam o trânsito dos produtos para que cheguem com celeridade aos mais diversos destinos europeus”, afirma.
Ainda, de acordo com o presidente da AEB, a iniciativa vai ao encontro da demanda do setor privado na busca de alternativas para reduzir o Custo-Brasil, melhorar a produtividade e ampliar a competitividade dos produtos brasileiros na exportação, com foco especial em manufaturados.
Serviço
Intermodal South America
Feira Internacional de Logística, Transporte de Cargas e Comércio Exterior
Data: 19 de março
Horário: 10h
Local: Centro de Exposições São Paulo Expo (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo) – Estande da Associação dos Portos de Portugal (APP)

segunda-feira, 18 de março de 2019



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Disseminação do BIM aumentará PIB da Construção Civil em 28,9%

















Em evento realizado em parceria com Reino Unido, secretário Caio Megale destaca benefícios do Building Information Modelling para o setor público
A disseminação de processos e tecnologias relacionadas ao Building Information Modelling (BIM) aumentará o PIB do setor da construção civil em 28,9% até 2028. A declaração foi dada pelo secretário da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Caio Megale, que participou, nesta quarta-feira (13), de um seminário sobre o tema em Brasília.
Megale explicou que o modelo de gestão de informação BIM aumenta a produtividade e reduz custos e riscos na construção civil. Além disso, ao fornecer informações precisas sobre qualidade e quantidade de materiais e prazo da construção, promove a transparência de compras públicas.
“A modelagem BIM proporciona redução de aditivos contratuais e prorrogações de prazo de conclusão e de entrega das obras. Para o setor público, isso significa mais segurança nas estimativas de custos e no cumprimento dos prazos e maior transparência no processo licitatório”, destacou.
O BIM já é amplamente utilizado em outros países. Segundo dados apresentados pela subsecretária da Indústria, Talita Saito, Estados Unidos, México, Canadá, Rússia, China, Portugal, França, Chile e Argentina têm ações e projetos para ampliar a adoção da modelagem. Entre 2011 a 2015, o governo do Reino Unido conseguiu economizar de 3 milhões de libras com a implantação do BIM.
“É uma modelagem bastante exitosa. O Banco Interamericano de Desenvolvimento calcula que é possível ter uma economia de 15% em edificações, 16% em infraestrutura urbana e 12% em infraestrutura industrial”, explicou.
Estratégia BIM BR
Em maio de 2018, o governo brasileiro lançou a Estratégia BIM BR. A iniciativa, coordenada pela pelo Ministério da Economia e que conta com a participação da Casa Civil, Secretaria de Governo da Presidência da República e pelos ministérios da Infraestrutura, Defesa, Saúde e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e do Desenvolvimento Regional, busca promover a modernização e a transformação digital do setor da construção.
Com a estratégia, o governo federal pretende que, até 2028, os custos da construção sejam reduzidos em 9,7% e a produtividade cresça 10%.
O setor de construção civil emprega quase 2 milhões de trabalhadores formais, e representa 4,8% do Valor Adicionado Bruto Nacional e 22,4% do Valor Adicionado Bruto da Indústria. A cadeia da construção inclui mais de 200 mil estabelecimentos.

http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3832-disseminacao-do-bim-aumentara-pib-da-construcao-civil-em-28-9

quinta-feira, 14 de março de 2019

Marcos Troyjo: Governo vai promover a inserção competitiva do Brasil no comércio global










O aumento da geração de riqueza no Brasil passa, necessariamente, pelo aumento da inserção do Brasil no comércio internacional, com crescimento do fluxo de exportações e importações como um todo, destacou nesta quarta-feira (13) o secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia, Marcos Troyjo. “Esse cronograma está sendo feito em sintonia com as outras áreas do Ministério da Economia e de todo o governo. Vamos evitar erros do passado, descoordenação, como se a política comercial fosse algo apartado da política econômica”, disse, ao participar do seminário de abertura do ano de 2019 da revista Voto, em Brasília.
“Nós queremos que, no dia 31 de dezembro de 2022, você consiga enxergar um porcentual muito maior do comércio internacional como componente do PIB [Produto Interno Bruto]”, afirmou o secretário especial. “Isso significa aumentar exportações e isso significa também aumentar as importações. As grandes economias competitivas do mundo são também economias que importam muito”, explicou. Ele afirmou que o governo vai realizar movimentos coordenados, amplos e graduais de abertura, de maneira responsável, alinhados a medidas de melhoria tributária, simplificação burocrática, incremento dos mecanismos de promoção comercial, entre outros.
Comércio exterior: alavanca para o desenvolvimento
Ao citar uma trajetória global dos últimos 70 anos, Troyjo elencou vários países que conseguiram mudar de patamar e que utilizaram o aumento do comércio exterior como alavanca de sua estratégia de desenvolvimento: Alemanha e Japão, depois da 2ª Guerra Mundial; China, desde 1978; Chile, a partir dos anos 1970; Espanha, desde 1982; Cingapura e Coreia do Sul. “São todos países que ascenderam na escala da renda per capita e da competitividade internacional”, lembrou.
O Brasil, no entanto, historicamente mantém baixa presença do comércio exterior na composição do Produto Interno Bruto (PIB), ressaltou o secretário. “A nossa fatia do comércio internacional é ínfima: oscila de 0,9% a 1,2%, 1,3%. É muito pequeno para quem é a oitava economia do mundo”, alertou. Mas o secretário especial ressaltou que a maior inserção do Brasil no comércio global exige a construção de soluções harmônicas, coerentes e com foco no futuro. “Prefiro muito mais a expressão inserção competitiva do Brasil no comércio global do que simplesmente a ideia de abertura”, advertiu. “Se fosse assim, era fácil. Você jogava tarifas e cotas no chão e teria a estrada para o paraíso pavimentada. Mas não é assim. A abertura é um dos pontos de apoio de um projeto de inserção internacional”.
Marcos Troyjo destacou que além dos ajustes internos, é importante olhar com atenção a conjuntura internacional. Lembrou que há “um translado do meridiano geoeconômico do mundo do Atlântico para o Pacífico”, com a crescente importância das economias asiáticas, em especial, a China – que hoje é a segunda maior economia do mundo. O secretário ressaltou que o Brasil e Estados Unidos são dois gigantes do continente americano e que vivem um momento profícuo para construir uma maior aproximação comercial. “Este é o momento de incrementar as relações comerciais com os Estados Unidos. O Brasil precisa voltar a ser um interlocutor, um importante parceiro comercial dessa economia que continuará durante muito tempo a ser o epicentro de todo o sistema econômico mundial”, afirmou Troyjo. 
Ministério da Economia

quarta-feira, 13 de março de 2019

Fevereiro tem corrente de comércio de US$ 28,913 bilhões




No bimestre, soma de importações e exportações atinge US$ 63,878 bilhões
A balança comercial brasileira fechou o mês de fevereiro com superávit de US$ 3,673 bilhões, valor 10,2% superior, pela média diária, ao alcançado em igual período de 2018, US$ 2,999 bilhões. A corrente de comércio somou US$ 28,9 bilhões e teve uma redução de 18,2%, pela média diária, em relação ao mês de fevereiro de 2018. 
Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira (1/3), em coletiva de imprensa, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia.
Acesse os dados da balança comercial
No mês, as exportações foram de US$ 16,293 bilhões. Em fevereiro de 2018, os embarques registraram retração de 15,8%. Em relação a janeiro de 2019, houve queda de 3,5% nas vendas externas, pela média diária. Já as importações no último mês totalizaram US$ 12,620 bilhões. Sobre igual período do ano anterior, as compras externas apresentaram diminuição de 21,2%, e de 15,3% sobre janeiro de 2019, pela média diária.
Em relação aos números apresentados, o diretor de Inteligência e Estatística de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, informou que o resultado teve influência de uma plataforma de petróleo exportada no mesmo período do ano passado. “O equipamento, no valor de 1,5 a 2 bilhões dólares, faz muita diferença no número final. Tivemos uma base de comparação alta”. 
Brandão detalhou, ainda, que a balança comercial de fevereiro de 2019 foi influenciada por outros fatores. “Entre os principais produtos, tivemos menos exportação de automóveis em função da menor demanda argentina, e mais de 70% das exportações brasileiras de veículos vão para aquele mercado”. Além disso, segundo ele, foi registrada queda de 30% no preço do petróleo bruto, em relação ao segundo mês de 2018. 
Acumulado do ano 
No acumulado de 2019, os embarques ao exterior foram de US$ 34,872 bilhões. Sobre 2018, houve retração de 3,6%, pela média diária. As importações somaram US$ 29 bilhões, com queda de 3,5%, também pela média, sobre o mesmo período anterior (US$ 28,614 bilhões). A corrente de comércio foi de US$ 63,878 bilhões, representando queda de 3,5% sobre o mesmo período do ano passado (US$ 63,051 bilhões). O saldo comercial acumula superávit de US$ 5,865 bilhões, valor 4,1% inferior, pela média diária, ao alcançado em igual período de 2018 (US$ 5,823 bilhões). 
No bimestre, registraram crescimento as vendas brasileiras de produtos básicos (10,4%) e caíram embarques de manufaturados (-11,4%) e semimanufaturados (-4,6%). No grupo dos básicos, houve aumento de receita de: soja em grãos (70,52%), milho em grão (48,6%), algodão em bruto (43,9%), fumo em folhas (11,2%) e minério de ferro (10,5%). Este desempenho positivo, ajudou a elevar o volume das exportações brasileiras que tiveram aumento de 5,3% no índice quantum, no bimestre. 
Os principais países de destino das exportações, nos dois primeiros meses do ano, foram: China (US$ 8,6 bilhões), Estados Unidos (US$ 4,5 bilhões), Argentina (US$ 1,5 bilhão), Países Baixos (US$ 1,4 bilhão) e Panamá (US$ 1,4 bilhão), por conta de plataforma de extração de petróleo. 
Os cinco principais fornecedores ao mercado brasileiro foram: China (US$ 7,815 bilhões), Estados Unidos (US$ 4,346 bilhões), Argentina (US$ 1,693 bilhão), Alemanha (US$ 1,687 bilhão) e Coreia do Sul (US$ 767 milhões).

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"As empresas precisam investir em inovação", afirma Da Costa

http://www.mdic.gov.br/index.php/noticias/3819-as-empresas-precisam-investir-em-inovacao-afirma-da-costa

terça-feira, 12 de março de 2019

Comércio e política externa serão destaques na agenda do presidente Bolsonaro no exterior

Brasília – A agenda internacional do presidente Jair Bolsonaro começa intensa na segunda quinzena deste mês e prossegue até o próximo semestre. Além dos Estados Unidos, Chile, de Israel, há viagens programadas para o Japão e a China. Em pauta, desde a crise na Venezuela ao incremento das relações econômicas e comerciais.
No Japão, o presidente participará da Cúpula do G20 (que reúne as 20 maiores economias mundiais) em Osaka, que ocorrerá de 28 a 29 de junho. A viagem para a China está em fase de organização e deve ocorrer no segundo semestre. Bolsonaro disse que, nessa visita, pretende  ampliar negócios e fronteiras.
Bolsonaro confirmou também que o presidente da China, Xi Jinping, virá ao Brasil para participar da 10ª Cúpula do Brics (grupo que reúne Brasil, Índia, China e África do Sul). A data do encontro será definida.
Neste mês  Bolsonaro deverá ter reuniões com os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Chile, Sebastián Piñera, e com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
A viagem aos Estados Unidos deve ocorrer entre 18 e 22 de março, sendo que o encontro com Trump está confirmado para o próximo dia 19, segundo comunicado da Casa Branca.
Dos Estados Unidos, Bolsonaro segue para o Chile, onde ficará até o dia 23, e no fim do mês, irá para Israel. A imprensa israelense informou que, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a viagem do presidente ao país deve ocorrer entre 31 de março e 4 de abril.
Temas
A viagem do presidente a Israel é uma retribuição à visita, em dezembro, do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ao Brasil e à presença dele na cerimônia de posse. Em janeiro, o israelense enviou um grupo de militares para ajudar nos resgates das vítimas do rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG).
No Chile, Bolsonaro deve participar do fórum Prosur, organizado pelo presidente chileno, que se destina a propor ações e acordos para a promoção do desenvolvimento na América do Sul. Segundo o presidente Sebastián Piñera, o fórum será um órgão “sem ideologias ou burocracia”.
A crise na Venezuela deve ser tema das conversas de Bolsonaro com Trump e também das reuniões no Chile.
(*) Com informações da Agência Brasil


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